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quinta-feira, 22 de maio de 2014

29/04 - Foro de São Paulo



29/04 - Foro de São Paulo







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29/04 - Foro de São Paulo


Conexões internacionais: O Foro de São Paulo[1]

Embora não seja uma organização secreta, a documentação acerca do FSP jamais teve ampla divulgação, tendo sido inicialmente publicado apenas na edição doméstica do GRANMA, órgão oficial do Partido Comunista Cubano. Na edição internacional nada transpirou. Mais tarde, passou a ter algum tipo de noticiário restrito em poucos jornais de alguns países e, até numa revista, quase de circulação interna, chamada “América Libre”, dirigida por Frei Betto, editada na Argentina. Na homepage deste site pode ser encontrada: www.midiasemmascara.org


O Foro nasceu em julho de 90, mas foi concebido em janeiro de 89, em reunião de cúpula do PC de Cuba e PT do Brasil, onde ficou estabelecido que, se Lula não ganhasse as eleições em novembro de 89, deveria ser formada uma organização para coordenar toda a esquerda continental, cabendo a Lula a liderança do processo. O projeto principal era “conquistar, na AL, uma espécie de contrapartida, do que já se antevia, nessa reunião, ou seja, o que a URSS iria perder o leste europeu”. Com a vitória de Collor, foi organizada a primeira reunião da esquerda continental no Hotel Danúbio em SP. Sua criação, entretanto, foi precedida de algumas visitas estratégicas a Itaici, sede dos encontros da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), articuladas por Frei Betto, levando a cúpula do Partido Comunista Cubano, que viera à fundação do Foro, a uma reunião com o Cardeal Evaristo Arns, da qual veio a ser enviada carta de simpatia ao ditador Fidel Castro. Compareceram representantes de 48 partidos comunistas e grupos terroristas convidados por Marco Aurélio Garcia, a mando de Fidel. Estava fundado o Foro de São Paulo organização que desde então coordena toda a esquerda na região. Os co-Presidentes são Fidel Castro e Lula, e Garcia é o Secretário Executivo e ocupa um dos principais gabinetes vizinhos a Lula no Palácio do Planalto, de onde controla e coordena todos os grupos guerrilheiros e terroristas desde o Rio Grande até a Patagônia.

Desde então, o Foro se reúne anualmente. Uma das reuniões mais importantes foi em 1993 em Havana, onde foram tomas três decisões fundamentais.


Primeiro, decisão incondicional de todas as forças ali reunidas, no sentido de dar todo o apoio a Cuba, durante o período especial, decorrente da cessação do auxílio soviético e do Leste Europeu, inclusivecom a compra de remédios e estímulo ao turismo. Segundo, concentração de esforços de todas as forças do Foro para eleger Lula, tendo em vista a necessidade de uma base territorial e de um governo de expressão, para dar suporte ao que viria a ser uma espécie de União ou Federação (nome dado por Chávez), das Repúblicas Socialistas da AL (URSAL no lugar da URSS) facilitada pela quase unidade lingüística. O terceiro objetivo seria impedir o desenvolvimento da Nafta, tratado de livre comércio de iniciativa americana, que iria entrar em vigor no dia primeiro de janeiro de 94, no México, com provável expansão para outros países, colocando-se a luta dentro do tema do combate ao “neoliberalismo”, por todas as formas possíveis.


É dentro desta estratégia que se deve enquadrar o governo petista, finalmente eleito em 2002. Não como um governo nacional simplesmente, mas sim como engrenagem de um mecanismo maior com uma estratégia definida de conquista continental para instalação de uma união de repúblicas socialistas. Como nenhum governo comunista desde 1917 foi um governo nacional normal, mas apenas parte de um todo orgânico avassalador. A própria política econômica de submissão ao capital internacional, levada a efeito por um Ministro, Antonio Palocci - que quando Prefeito de Ribeirão Preto autorizou a instalação do primeiro escritório de representação das Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), integrante do Foro – não surpreende nem é indício de guinada à direita do regime, já que é apenas uma fachada de gradualismo que está inserida numa estratégia mais ampla, como foi definida pelo ditador venezuelano Hugo Chávez ao sair em defesa de Lula, vaiado no último Fórum Social Mundial em 2004 (organização assessória do Foro), explicando com todo cuidado que, nas atuais circunstâncias, o gradualismo é uma estratégia necessária dos governantes esquerdistas “para se fazerem aceitar aos poucos, sem causar rechaço na população”; e que erros de excessiva velocidade podem ser fatais para o processo revolucionário. "Na Venezuela, em especial nos primeiros dois anos de governo, as pessoas cobravam mudanças, queriam mais rápido, mais radical. Considero que não era o momento, porque há fases nos processos, há ritmos que não têm a ver só com a situação interna do país, mas com a situação internacional”. [2]


Esta estratégia precisa ser mantida em segredo e para isto conta com uma mídia em sua maioria obediente porque ideologicamente cooptada e o restante manietado por dívidas a órgão oficiais. Chama a atenção que os grandes meios de comunicação brasileiros, que enviaram dezenas de jornalistas à última reunião em São Paulo de 1 a 4 de julho p.p., não tenham publicado informações e comentários sobre esses importantes temas ideológicos abordados no FSP, que são os mais importantes e fundamentais, havendo limitado-se a cobrir o relacionado com as denúncias de corrupção. Pois nesta reunião, Marco Aurélio Garcia [3] destacou a irrupção dos chamados “movimentos sociais” enquanto “novos atores” do cenário político.


Elogiou a “efervescência” dos mesmos e reconheceu que via como “positivas” as “grandes desestabilizações” provocadas por esses “novos atores” nos últimos anos, em países como Bolívia, Equador, Argentina, Uruguai, etc. Declarou com todas as palavras que “o Estado de Direito não pode transformar-se em uma camisa de força da democracia” e que, por isso, via as referidas “desestabilizações” como uma “expansão da democracia”, assim como um instrumento para “quebrar as hegemonias”. Portanto, se o marco institucional que dizem respeitar lhes causa problemas ou lhes põe limitações, então os “movimentos sociais”, que eles mesmos teleguiam, se encarregariam de ampliá-lo, por bem ou por mal.


Garcia chegou a elogiar movimentos guerrilheiros marxistas da América Central, dizendo que tinha que “tirar o chapéu” ante os casos da Guatemala, de El Salvador e da Nicarágua, países nos quais atualmente existiria a democracia como “resultado de grandes lutas, inclusive armadas”. Como se a meta desses movimentos guerrilheiros tivesse sido a democracia e não o comunismo e a primeira tendo surgido como resultado da derrubada do último – como na Nicarágua – ou do esmagamento das forças rebeldes comunistas – como em El Salvador e Guatemala.



Segundo as FARC mesmo no governo, seus membros têm compromissos com o Foro de São Paulo.



E também foi sonegada a declaração "Valorizamos a materialização e a perspectiva da Alternativa Bolivariana para a América que já se pode apreciar em primeiro lugar nos Convênios entre a Venezuela e Cuba; porém podem também identificar-se no Convênio Integral de Cooperação entre Argentina e Venezuela, na aliança estratégica Brasil-Venezuela (...), nos acordos de criação da TeleSul, PetroSul e o mais recente ainda, firmado pela Venezuela e os países do Caribe: PetroCaribe (...)".
Esta estratégia global se interpenetra com outra, que será abordada a seguir.


Conexões internacionais


O Diálogo Interamericano[4]


Em 1982 duas ocorrências levaram pânico aos países ricos: a Guerra das Malvinas e a crise da dívida externa que apresentava sérios riscos de default. Aproveitando o caos político e institucional na América Latina interesses internacionais moveram-se rapidamente buscando manter seu domínio político e econômico na região. Desse esforço surgiu o que se convencionou chamar Diálogo Interamericano, sob os auspícios do Centro Woodrow Wilson, uma espécie de banco de cérebros, com sede em Washington e criado em 1968 pelo Congresso dos EUA, como “um centro privado de investigação e documentação política”. O Diálogo Interamericano propunha estabelecer estruturas supranacionais para atuar no continente, vigiando as atividades militares e promovendo ações intervencionistas "sempre que necessário". Dez anos depois, o Diálogo Interamericano anunciou um plano para eliminar, em curto prazo, a soberania dos estados da América Latina, substituindo suas funções por uma rede de instituições supranacionais subordinadas aos interesses de uma Nova Ordem Mundial.


Esse projeto baseava-se no argumento de que "a soberania dos estados nacionais não poderia constituir-se num escudo atrás do qual governos ou grupos armados poderiam se esconder". Um dos meios destinados a fragmentar as nações latino-americanas é o chamado “Movimento pelos Direitos Indígenas”, grupos que operam em quase todos os países do continente. Onde não há indígenas nativos, missionários e antropólogos estrangeiros os constituem ou reconstituem. Esse movimento é financiado, dirigido e promovido desde o exterior, como uma força dirigida explicitamente contra os Estados Nacionais.


Foi também questionada a missão dos militares, infensos a aceitar a transformação de nosso território numa imensa fazenda exportadora de matérias-primas e de produtos semi-manufaturados e sub-valorizados. Foi sugerido então que se construísse uma “rede democrática” com poderes suficientes para opor-se “aos comunistas e aos militares”, colocados, assim, em pé de igualdade. Daí nasceu a Resolução da OEA sobre o monitoramento das democracias no continente defendendo a substituição das Forças Armadas da região por uma Força Interamericana de Defesa, segundo as normas fixadas pela “Nova Ordem Mundial”: cortes orçamentários, redução de efetivos, abandono da missão histórica de defender o Estado Nacional, participação em forças multinacionais, etc. Planejou-se o desmoronamento dos soldos militares e do seu prestígio, através de uma sistemática campanha para ligá-los à tortura – processos contra Pinochet, abolição do pacto de entendimento na Argentina, vultuosas indenizações a terroristas, assaltantes de banco e guerrilheiros no Brasil e em breve pode-se esperar algo semelhante no Uruguai sob o novo governo esquerdista.


Este sucateamento e desmoralização das forças armadas, algo tido como recomendável em países que não possuem inimigos externos, onde para se alcançar os objetivos revolucionários, mais importante do que possuir um aparato militar significativo, é controlar um comando de polícia política, compromissada com os ideais revolucionários e livres de qualquer inibição moral ou hierárquica. Não será surpreendente se as FFAA forem desmanteladas e reestruturadas à imagem e semelhança do partido revolucionário, para que a estrutura corrupta de poder que sempre se forma na pós-revolução possa ser mantida a custo de extrema violência política [5].


E é exatamente este o ponto de interseção entre os interesses dos revolucionários comunistas e dos países hegemônicos. Em fevereiro de 1993, reuniram-se na Universidade de Princeton, EUA, Fernando Henrique Cardoso, vice-presidente e principal representante da entidade na América Latina e Lula, onde então foi firmado o Pacto que leva o nome da Universidade. Atualmente FHC é co-presidente do Diálogo, juntamente com Peter Hankim. O Pacto de Princeton é abrangente mas, para a esquerda orientada por Fidel, era uma mera forma de obter apoios adicionais, sem afetar a estratégia básica do Foro, embora este se utilizasse do Pacto com o Diálogo, em tudo quanto lhe era favorável e cumprisse os diversos pontos, enquanto eram do seu interesse ou da estratégia estabelecida pelo Foro de São Paulo que poderiam influenciar o Diálogo, dando-lhe a impressão de uma efetiva disposição de cumprimento da estratégia comum. O acerto final ocorreu na última semana de julho do mesmo ano numa reunião de Lula com Fidel Castro em Havana, onde foi firmado um Pacto de Ação Continental.


Portanto, é pura tolice e um exercício sobre o nada, fazer avaliações políticas do governo Lula – de resto dos dois governos do PSDB também - como se fosse um governo nacional normal e não apenas uma peça das mais importantes de uma estratégia global rumo a uma Nova Ordem Mundial comandada pela ONU e suas agências, que engloba e supera as outras duas citadas aqui. Mas este já é outro artigo.


A verdadeira meta comunista: a Nova Classe


Como já ficou claro, ao definir a passagem do Estado Socialista para o futuro Estado Comunista, Marx ressaltou que a diferença fundamental seria passar de um Estado em que imperasse a cada um de acordo com seu trabalho, para outro mais desejável no qual imperaria a cada um segundo suas necessidades. Enquanto o primeiro inclui necessariamente algum esforço, o segundo acena com um estado de coisas paradisíaco ou nirvânico no qual todos terão suas necessidades atendidas.


O que parece uma loucura não é. Este estado já foi atingido pelos próprios líderes comunistas: nenhum exerceu qualquer trabalho sistemático por muito tempo. Marx viveu às custas de sua mulher aristocrática e depois, de Engels. Este nunca precisou trabalhar. Lenin formou-se em Direito mas teve uma única causa que abandonou para viver às custas da irmã, depois dos exilados, do Império Alemão e finalmente do Estado. Mao exerceu por pouco tempo o magistério, Chou Em Lai era descendente de riquíssimos mandarins. Fidel só defendeu a si mesmo e desde então vive às custas do Partido, do roubo e do Estado. Prestes nunca mais trabalhou desde que desertou de forma desonrosa. Lula trabalhou muito pouco, passando a viver em casa emprestada, às custas do Sindicato, do Partido e sabe-se mais de quem (para mais detalhes ver [6]).


A lista é infinita e serve para mostrar que, para os mais iguais entre os ‘iguais’ (apud Orwell) a teoria deu certo! Conseguiram recriar o estado aristocrático de parasitas tão indolentes quanto inúteis! Constituem o verdadeiro fim a que se propõe a ideologia e a práxis comunista: a constituição de uma Nova Classe. Como bem o disse Milovan Djilas [7]: “Em contraste com as antigas revoluções, a comunista, feita em nome da extinção das classes, resultou na mais completa autoridade de uma nova e única classe”. Alegando construir, “um mundo melhor possível”, uma sociedade nova, ideal, mais justa, “construíram-na para si mesmos do melhor modo que puderam”. A Nova Classe “se interessa pelo proletariado e pelos pobres apenas na medida em que eles lhes são necessários para o aumento da produção (...) o monopólio que, em nome da classe trabalhadora, se estabelece sobre toda a sociedade, é exercido principalmente sobre esta mesma classe trabalhadora”. Djilas, que percorreu todo o caminho de uma carreira comunista, chegando ao Comitê Central iugoslavo, denunciou já em 1957 que a Nova Classe se apropria de todos os bens pela nacionalização e estatização, tornando-se uma classe exploradora.


Mikhail Sergeyevitch Voslensky [8], que também percorreu toda a carreira dentro da URSS, que usa o termo Nomenklatura para esta nova classe, complementa mostrando que a propriedade socialista é a propriedade coletiva da Nomenklatura, pois “sua adesão fingida ao coletivismo obrigou-a a adotar a forma coletiva de propriedade”. Já Bruno Rizzi [9], citado por Voslensky, mostrava em 1939, dentro de ponto de vista ainda marxista, que “na sociedade soviética os exploradores não se apropriam da mais-valia diretamente, como o faz o capitalista quando embolsa os dividendos de sua empresa. Fazem-no indiretamente através do Estado, que embolsa a mais-valia nacional e a distribui, então, aos seus funcionários”. Estes funcionários constituem a Nomenklatura, em russo, a lista dos postos mais importantes cujas candidaturas são sempre por recomendação de algum órgão do Partido. (Será que isto lembra alguma coisa ao leitor?).


Conclui Voslensky: “A Nomenklatura é uma classe de exploradores e de privilegiados. Foi o poder que lhe permitiu ascender à riqueza e não a riqueza que lhes proporcionou o poder. A Política da Nomenklatura consiste em assentar seu poder ditatorial no plano interno a estendê-lo ao mundo inteiro”. 
Esta nova classe, que poderia ser chamada de nova casta, é a herdeira direta das antigas aristocracias e das monarquias absolutistas, às quais tentam substituir desde 1789, passando a ter maior sucesso desde 1917. Mas existe um novo fator que explica a estranha – para alguns – associação entre o grande capital que financia o movimento pela globalização através de inúmeras ONG’s e da ONU, com os partidos revolucionários tradicionais cujas metas deveriam ser divergentes. Mas como ficou claro acima pelo pacto entre FHC e Lula/Fidel (que se reflete na atual política de apaziguamento da crise de corrupção, liderada pelo PSDB) existem fatores em comum.


Olavo de Carvalho [10] apresenta a teoria de que “um século de liberdade econômica e política [foi] suficiente para tornar alguns capitalistas tão formidavelmente ricos que eles já não querem submeter-se às veleidades do mercado que os enriqueceu. Querem controlá-lo, e os instrumentos para isso são três: o domínio do Estado, para a implantação das políticas estatizantes necessárias à eternização do oligopólio; o estímulo aos movimentos socialistas e comunistas que invariavelmente favorecem o crescimento do poder estatal; e a arregimentação de um exército de intelectuais que preparem a opinião pública para dizer adeus às liberdades burguesas e entrar alegremente num mundo de repressão onipresente e obsedante (estendendo-se até aos últimos detalhe da vida privada e da linguagem cotidiana), apresentado como um paraíso adornado ao mesmo tempo com a abundância do capitalismo e a ‘justiça social’ do comunismo. Nesse novo mundo, a liberdade econômica indispensável ao funcionamento do sistema é preservada na estrita medida necessária para que possa subsidiar a extinção da liberdade nos domínios político, social, moral, educacional, cultural e religioso”.


Com isso, os megacapitalistas mudam a base mesma do seu poder. Já não se apóiam na riqueza enquanto tal, mas no controle do processo político-social. Controle que, libertando-os da exposição aventurosa às flutuações do mercado, faz deles um poder dinástico durável, uma neo-aristocracia capaz de atravessar incólume as variações da fortuna e a sucessão das gerações, abrigada no castelo-forte do Estado e dos organismos internacionais. Já não são megacapitalistas: são metacapitalistas – a classe que transcendeu o capitalismo e o transformou no único socialismo que algum dia existiu ou existirá: o socialismo dos grão-senhores e dos engenheiros sociais a seu serviço. Essa nova aristocracia não nasce, como a anterior, do heroísmo militar premiado pelo povo e abençoado pela Igreja. Nasce da premeditação maquiavélica fundada no interesse próprio e, através de um clero postiço de intelectuais subsidiados, se abençoa a si mesma.


Resta saber que tipo de sociedade essa aristocracia auto-inventada poderá criar – e quanto tempo uma estrutura tão obviamente baseada na mentira poderá durar. (Os três últimos parágrafos são de Olavo de Cravalho).


Nova metodologia de avaliação da crise atual


Somente entendendo a inserção global dos governos de FHC e de Lula pode-se fazer uma avaliação mais acurada da crise atual e ainda assim, levando em consideração os tópicos que levantei sobre como se comportam os comunistas e seus partidos. Além do já dito, vale mencionar algumas outras regrinhas de alto valor para quem precisar discutir com comunistas ou entender como o partido funciona no poder ou fora dele.


Golitsyn [11] advertia que na avaliação de atitudes de governos comunistas deve-se ter as seguintes precauções:







1- Não acreditar que polêmicas entre comunistas, (acrescento eu: ou entre eles e partidos afins como o PSDB) impliquem em real divisão entre eles;


2- Avaliar se há de fato razão suficiente para as propaladas disputas (no caso atual é só aparência. Lembrar que FHC declarou há pouco tempo que não há diferença ideológica entre PT e PSDB, apenas divergências políticas que se resumem no fato de que, enquanto o primeiro é marxista, o segundo é Fabiano [12], mas a finalidade é exatamente a mesma. Se os ataques do PSDB ao PT ou ao próprio Lula se intensificarem, como se pode supor, isto significará tão somente o retorno provisório aos métodos menos dolorosos, mas o rumo continuará o mesmo. O que é preciso é impedir que surja algum partido ou candidato realmente liberal que acabe com as mamatas da nova classe);


3- Procurar, por detrás da aparência de desunião, sinais de unidade de ação (como a operação “abafa” promovida pelo PSDB);


4- Procurar correlações temporais entre a eclosão de polêmicas e as grandes iniciativas comunistas (p. ex., o surto de ações espetaculares da Polícia Federal durante a atual crise de corrupção);


5- Considerar sempre a polêmica como parte da operação de desinformação (considero até mesmo a bombástica ação de Roberto Jefferson muito mais uma operação de desinformação; haja vista a insistência na “blindagem” do Presidente Lula).


Acrescento algumas, retiradas da minha experiência pessoal:


6- A causa está acima de tudo, até mesmo dos militantes que podem ser sacrificados em prol da continuidade do processo. Portanto, não acredito que José Dirceu “caiu” - é muita ingenuidade acreditar que o “homem forte” do regime tenha sido o primeiro a cair e com tal facilidade - mas mudou de posição; mas se for necessário sacrificá-lo em prol da causa, isto será feito, com a plena aceitação por parte do mesmo;


7- Nunca acreditar em alianças ou tratados com comunistas – tratados são para serem rompidos - assina-se e depois se joga no lixo;


8- Nunca acreditar que partidos que não tenham o nome comunista como o PT, não o sejam. Geralmente o nome diferente é pura desinformação. Lembrem que o PCB – com este nome - não teria ganhado nem mesmo uma prefeitura. Nomes nada valem – observar os atos, os métodos e as práticas e não os nomes;


9- Nunca acreditar em história, biografias, etc. publicamente apresentadas, pelo seu valor de face. São todas forjadas e fomentadas pela massificação doutrinária pela mídia. P. ex., toda a cúpula do PT, e alguns do PSDB, do PSB e do PPS, é constituída de guerrilheiros, assaltantes de bancos e terroristas, portanto nada a surpreender na crise atual: a corrupção lhes é intrínseca;


10- Tenha sempre em mente que os arroubos de democracia e Estado de Direito, são sempre engodos dos quais se livram assim que puderem;


11- Idem quanto à alegada defesa da “soberania nacional” que tanto encanta nossos nacionalistas, os quais se surpreendem quando percebem que jamais houve em toda a história do Brasil governos mais entreguistas do que nos últimos 11 anos. Às vergonhosas e escandalosas privatizações com dinheiro público de FHC seguiram-se as entregas de grande parte do território nacional do governo Lula às ONG’s. Com o discurso de um Chico Mendes, atuam como um Henry Ford;


12- Não acreditar, como o fazem alguns sinceros críticos liberais, que a mentalidade comunista é produto de alguma “doença mental” que os faz acreditar sinceramente no que fazem com o dinheiro público em prol da causa. Pelo contrário, sabem muito bem que o que fazem é puro roubo e errado segundo a moral “burguesa”, mas distorcem esta moral criando uma outra, que cinicamente denominam “proletária” – à qual nenhum proletário honesto seguiria – que não passa de justificativa de caso pensado. Não são pobres doentes que precisam de hospital psiquiátrico; são gatunos que merecem cadeia!


13- Ao avaliar o que é ou não comunista, esquecer os surrados slogans de ditadura do proletariado, sociedade mais justa, etc. Os atuais objetivos são outros, todos destinados a liquidar com a civilização ocidental e seus valores: defesa do aborto, liberação das drogas pesadas, da oficialização das relações homossexuais – diferente de respeitar os indivíduos homossexuais – movimento feminista rancoroso, estimular o racismo sob o rótulo oposto através p. ex. das cotas raciais, etc.;


14- A campanha pelo desarmamento está em perfeita harmonia com o sucateamento e desmoralização das Forças Armadas para impedir qualquer resistência ao domínio da nova classe. Este é um exemplo claro da ligação entre os revolucionários e os metacapitalistas: o maior financiador da campanha em todo o mundo chama-se George Soros.


15- Finalmente, nunca o que parece ser, é!








domingo, 9 de março de 2014

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: O QUE LULA TEM A VER COM A MATANÇA E TORTURA BRUTAIS DE CIVIS NA VENEZUELA?









domingo, março 09, 2014

O QUE LULA TEM A VER COM A MATANÇA E TORTURA BRUTAIS DE CIVIS NA VENEZUELA?


Lula presidindo a reunião do Foro de São Paulo na capital paulista recentemente

Apesar da censura imposta pela ditadura de Nicolás Maduro, alguns jornais ainda sobrevivem. Rádios e televisões já estão nas mãos dos comunistas bolivarianos e até mesmo alguns sites noticiosos mais expressivo, como o conhecido Notícias24, também já foram adquiridos por boliburgueses, ou seja, os empresários que dão apoio aos comunistas dos século XXI.

Todavia, o que resta da mídia impressa na Venezuela é mil vezes melhor do que os jornalões brasileiros. Os tradicionais jornais venezuelanos e seus jornalista resistem bravamente ao deletério ataque à liberdade de imprensa.
É o caso do jornal El Nacional, tradicional veículo de imprensa venezuelano que neste domingo, por exemplo, publica um alentado artigo sobre o Foro de São Paulo, a organização comunista transnacional fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, na capital paulista.

Quem acompanha este blog sabe que tenho me reportado frequentemente a este assunto. E vejam a diferença entre o jornalismo venezuelano e o brasileiro. Os grandes veículos de mídia nacionais, como raríssimas exceções tocam no assunto. Na verdade transformaram o Foro de São Paulo em tabu. Da mesma forma a palavra “comunismo” também foi transformada num tabu.

Quem se limita a ler apenas os veículos da grande mídia brasileira e redes de televisão está se submetendo a uma permanente lavagem cerebral, já que passam a desconhecer completamente os principais assuntos políticos. O que aparece na grande mídia brasileira, na maioria esmagadora das vezes, são fatos secundários ou então edulcorados, desidratados e desligados do contexto político real. Portanto, decidi publicar na íntegra no original em espanhol este artigo de Antonio Sánchez García, do El Nacional, intitulado “O Foro de São Paulo, a esquerda real e a nova esquerda”.

Um dos parágrafos do artigo é eloquente, no que se refere a Lula, o chefão do Foro de São Paulo: “Descaradamente, Lula assinalou em algumas entrevistas que ainda sendo comunista,como seu irmão, tinha perfeitamente claro que como comunista seria imediatamente rechaçado pela sociedade brasileira: inventou então o Partido dos Trabalhadores. E se travestiu de democrata impoluto, independente e progressista. Distante do marxismo e herói da pobreza, de onde provinha. Ao mesmo tempo adotou um comportamento levando a crer que o PT em suas reivindicações populares não avançaria nem um centímetro mais além das coordenadas que ditavam as instituições fortemente assentadas após a queda da ditadura.”

O artigo também critica setores da oposição venezuelana. É aí que dá para entender porque Leopoldo López, está preso e Henrique Capriles está leve e solto, enquanto venezuelanos são assassinados friamente pela polícia e pelas milícias bolivarianas, bandos armados pelo governo chavista.

O articulista também alude ao fato de que setores oposicionistas já citaram Lula como exemplo a seguir. Henrique Capriles é um deles.
Leiam que vale a pena:

El Foro de Sao Paulo, la izquierda real y la nueva izquierda
1
Muy pocos analistas políticos advirtieron en su momento fundacional –corría el año de 1990– las verdaderas intenciones del sindicalista Lula da Silva, del Partido de los Trabajadores del Brasil, al organizar, conjuntamente con Fidel Castro y el Partido Comunista de Cuba, el llamado Foro de Sao Paulo. El derrumbe de la Unión Soviética consumado tras la caída del Muro de Berlín había conducido a la precipitada e insólita presunción de que con la desaparición de la URSS y la hegemonía sin contrapesos de Estados Unidos como única gran potencia en el escenario mundial cesarían como por arte de magia los conflictos entre las naciones y, lo que rayaba en el absurdo, al desaparecer los conflictos desaparecía el motor de la historia. Lo que llevaría al analista Francis Fukuyama a declarar oficialmente el fin de la historia en un libro altamente polémico y best seller del mismo nombre.
¿Cuáles eran esos propósitos? Llenar el vacío dejado por la desaparición de la Unión Soviética como principal sostén material del comunismo mundial y del PCUS, su partido, como faro ideológico y político de los partidos afines en América Latina. Una operación de alto calibre, orientada a responder a la confundida feligresía de la izquierda marxista hasta entonces controlada por el eje La Habana-Moscú y huérfanos de toda dirección estratégica. Agudizada dicha crisis por la derrota sufrida desde los años sesenta-setenta por la política expansionista del régimen cubano y su control de los factores más radicalizados de la izquierda socialista latinoamericana.
La importancia de Lula da Silva y su equipo de asesores provenientes del trotskismo, radicaba en la comprensión de un fenómeno crucial impuesto por la brutal derrota de la vía armada: la necesidad de imponer una línea pacífica, constitucional y electoralista, aparentemente anticomunista e inmanente al sistema, flexible y adecuada a las características específicas de cada nación, de modo de apoderarse de los respectivos Estados desde dentro de sus instituciones y actuar en función del campo de maniobra que dejaran las crisis de los respectivos sistemas de dominación que preveían o habían decidido precipitar. Lula lo expresó sin ambages, al señalar en algunas entrevistas que aun siendo comunista, como su hermano, tenía perfectamente claro que como comunista sería inmediatamente rechazado por la sociedad brasileña: inventó al efecto el Partido de los Trabajadores. Y se travistió de demócrata impoluto, independiente y progresista. Distante del marxismo y héroe de la pobreza, de donde provenía. Adecuando todo su accionar interno a no ir en sus reivindicaciones populares ni un centímetro más allá de las coordenadas que le dictaban unas instituciones fuertemente asentadas tras la caída de la dictadura. Particularmente sus ejércitos y su potente empresariado.
Por lo menos en Brasil, pivote del Foro y desde antaño centro de ambiciones subimperiales de su élite dominante, el PT no osaría reclamar en lo inmediato el control absoluto, unidimensional y tendencialmente totalitario del aparato de Estado. Otro sería el cantar para aquellas naciones del subcontinente en las cuales el esfuerzo forista se encaminaría a subvertir las estructuras y avanzar hacia un socialismo de nuevo cuño: la revolución bolivariana.

2
La primera pieza del ajedrez regional a conquistar por el Foro de Sao Paulo sería Venezuela. Joya de la corona de las ambiciones de Fidel Castro debido a su posición geoestratégica privilegiada hacia el Caribe y Estados Unidos, al mismo tiempo que corredor natural hacia la región andina y amazónica; dueña de recursos petroleros como para financiar la gran operación de reconquista que planeara desde mucho antes del asalto al poder en 1959 y en situación suficientemente crítica como para asestarle un golpe mortal a su sistema político y apoderársela en un audaz golpe de mano, como los que pusiera en práctica para apoderarse de Cuba con una docena de aventureros.
El golpe de Estado del 4 de febrero de 1992 vino a colmar sus pantagruélicas apetencias de poder imperial con los clásicos golpes de suerte que acompañan a los tiranos. Inconsciente del trasfondo filocastrista de su principal protagonista, comenzó por desautorizar el golpe considerándolo una boutade de los carapintadas, respaldando al socialdemócrata Carlos Andrés Pérez, con el que fraguara cierta discreta relación tras décadas de antagonismos. Pero muy pronto se le revelarían las gigantescas perspectivas que se le abrían a él y al Foro si cooptaba al teniente coronel para su causa. Bastó un encuentro en La Habana, rápidamente concertado tras la puesta en libertad del golpista venezolano, para que no solo lo cooptara, sino lo convirtiera en un hijo putativo, debido a sus megalómanos trastornos psicopáticos manipulable hasta el delirio, irresponsable e irreflexivo y dispuesto a entregarle no solo el petróleo venezolano, sino Venezuela entera. Con soberanía y todo. Incluso su vida, como en efecto. Nació el proyecto estratégico de lo que algunos analistas han dado en llamar Cubazuela. O Venecuba.
Poco importa que al llegar la hora de la fragua, incluso constitucional, ese rocambolesco engendro fracasara sin remedio. La oposición venezolana a tan delirante proyecto de refundación nacional obligó a seguir transitando los caminos verdes del neofascismo forista. Utilizando a las decadentes élites políticas, artísticas e intelectuales del castrismo congénito al establecimiento venezolano habrá favorecido la defenestración de Carlos Andrés Pérez y, promoviendo el sistemático hundimiento del sistema político puntofijista, el fulgurante asalto al poder de la cría más promisoria de su criadero.
No desperdiciaron un segundo los Castro y los líderes del Foro, Lula, jefe de la supuesta “nueva izquierda”, a la cabeza de una izquierda real comprometida con la estrategia castrocomunista, en apoderarse del petróleo venezolano, en primer lugar, de las instituciones jurídico-políticas, en segundo lugar, y de las fuerzas armadas venezolanas, en tercer lugar. Para montar una dictadura de nuevo cuño, travestida de democracia de nueva izquierda, para dar los zarpazos consiguientes, siguiendo el mismo esquema, convertido en estrategia de asalto al poder continental: generar graves crisis de gobernabilidad, quebrar la estabilidad institucional, apoderarse de las palancas del poder mediante elecciones plebiscitarias, montar asambleas constituyentes y terminar por construir un sistema de poder continental que partiendo de la conquista del poder en Venezuela se expandió gracias al uso de sus gigantescos recursos petroleros a Bolivia, Nicaragua, Ecuador, Brasil, Argentina y Uruguay. Estando a un tris de conquistar México, Perú y Colombia. Llegando a controlar y desplazar a la OEA, en manos del socialista chileno José Miguel Insulza, principal organismo multinacional de la región desde 1947, para montar su propio parapeto de poder regional: la Unasur, el ALBA y la Celac.
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Esta vasta operación de alta política geoestratégica desmiente en la forma más categórica la supuesta existencia en nuestra región de las dos izquierdas y las diferencias de fondo que se les pretende endosar: una democrática, lulista, progresista y democrática, y otra dictatorial, represiva, conservadora, real y castrochavista. Es más, y ello reviste una gravedad absolutamente ignorada o menospreciada por los grandes poderes hemisféricos: esa realidad bifronte que es la izquierda latinoamericana en cualquiera de sus dos caras, hoy absolutamente dominante en la región, ha logrado limar las asperezas, temores e inhibiciones de los partidos auténticamente democráticos –de centro o de derecha– que han permitido ser ideológicamente manipulados y desplazados del control del contexto regional y han aceptado de buen grado su convivencia sin hiatos ni contradicciones con regímenes tan abiertamente dictatoriales y antidemocráticos como los de Cuba, Nicaragua y Venezuela. Frente a los cuales cualquier invocación a la Carta Democrática de la OEA, de Unasur o de la Celac es risible letra muerta.
Esta vasta operación de control geoestratégico condujo a una de las situaciones más rocambolescas y bochornosas de la historia reciente de América Latina: mientras Cuba y Venezuela, convertida en una colonia de los Castro, se preparaban para enfrentar los gravísimos sucesos que hoy sacuden a Venezuela entera y bien podrían llevar a una escalada sin precedente de las tensiones prebélicas en un país latinoamericano, haciendo más brutal y más implacable la subordinación dictatorial del país petrolero por las fuerzas represivas cubanas que intervienen abiertamente en nuestro país, 32 presidentes latinoamericanos elegidos democráticamente en procesos comiciales justos, equitativos y transparentes, se abrazaban en La Habana con Raúl Castro y el hombre del gobierno cubano en Caracas, según titular a todo lo ancho de Fidel Castro, quien señalaba en el Granma sin el menor tapujo: “Sin el petróleo venezolano la revolución fracasará. Maduro es nuestro hombre en Caracas…”.
El abrazo de Sebastián Piñera con Raúl Castro en ocasión de la cumbre de presidentes de España, América Latina y el Caribe celebrado en Santiago de Chile, tras 40 años del letal antagonismo que condujera a la peor tragedia vivida por el país austral en su historia, pareció borrar ese sórdido y paradigmático capítulo de enfrentamientos entre la tiranía cubana y la democracia chilena. Selló un acuerdo de inmensas implicaciones: Cuba parecía encaminada a reconciliarse con las democracias latinoamericanas. Sin embargo, bastó un remezón de la oposición venezolana para que volviera a despertar el tiránico monstruo caribeño, más totalitario, más represivo y más brutal que nunca antes. Pero lo hace ante un continente controlado por la tiranía, obsecuente con todos los abusos totalitarios del régimen castrista, ciego, sordo y mudo ante los trágicos sucesos de Caracas. Salvo los ex presidentes Uribe, Arias y Toledo, el resto parece ignorar la dimensión de lo que está en juego. La apatía regional es tan desconcertante como lo fuera la europea ante el asalto de Hitler al poder de Alemania.
No solo no ha habido diferencia alguna en las reacciones de gobiernos abiertamente autocráticos, representante de la izquierda real, y los supuestamente democráticos de la nueva izquierda, desarmando las supuestas diferencias de fondo entre ambas caras de la misma moneda. Lo trágico es el silencio de aquellos en los que un sensato observador de nuestras penurias podría encontrar ideas de centro, de centroderecha o directamente de derecha.
Esta práctica catalepsia ideológica y política inducida desde el Foro de Sao Paulo encuentra trágicos ecos en una dirigencia inexperta, ignorante y fácil presa de patrañas y embaucamientos como la nuestra: los más importantes líderes de la oposición venezolana han escogido al trotskista Lula da Silva como ejemplo a seguir. Aún no se enteran de que es el verdugo que los lleva al cadalso. Do site do jornal El Nacional/Venezuela

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Postado por Aluizio Amorim

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

BLOG DO ALUIZIO AMORIM: FIDEL CASTRO E RAÚL JÁ TERIAM ABANDONADO NICOLÁS MADURO À PRÓPRIA SORTE E SE PREPARAM PARA ASSALTAR OS COFRES DO BRASIL








domingo, fevereiro 23, 2014

FIDEL CASTRO E RAÚL JÁ TERIAM ABANDONADO NICOLÁS MADURO À PRÓPRIA SORTE E SE PREPARAM PARA ASSALTAR OS COFRES DO BRASIL


Na foto acima Dilma acalenta Fidel Castro; abaixo a fundação do Foro de São Paulo: Lula e o PT preparando o caminho para a cubanização do Brasil e a postagem de Yoani Sanchéz no Twitter.

Uma postagem no Twitter da blogueira e ativista cubana Yoani Sanchez na noite de ontem me chamou a atenção. Sanchez escreveu que em vários núcleos do Partido Comunista de Cuba estavam passando um vídeo para os militantes castristas para prepará-los ante uma possível “perda” da Venezuela.
Esta breve revelação de Yoani confirma o modus operandi dos comunistas em geral e, em particular, de Fidel Castro e seu irmão Raúl. Quando a situação aperta, os tiranos comunistas cubanos ou seus “companheiros” em qualquer lugar do planeta entregam o anel para preservar o dedo.
A diminuta frase de Yoani Sanchez escrita no microblog corrobora por inteiro análise formulada pelo blog CID - Cuba Independiente y Democrática, conhecido veículo de comunicação da resistência cubana contra a ditadura comunista dos Castro. Mais ao final deste artigo, reproduzirei parte desta análise do blog CID. 
Em análise similar o jornalista Karel Becerra, escreve no site argentino Infobae que Raúl Castro sabe que a sorte na Venezuela está selada. A economia na Venezuela está em crise mortal e vários milhões de dólares estão em perigo.
Em outras palavras, os ditadores de Havana tratam de safar-se. Cuba vive às expensas da Venezuela há 15 anos, desde o dia em que o tiranete Hugo Chávez iniciou o seu mandato lançando a Venezuela na funesta aventura bolivariana, ou seja, o tal “socialismo do século XXI”, que supõe ser possível a instauração de ditaduras comunistas valendo-se dos mecanismos democráticos como eleições. 
O movimento comunista conta com o apoio de grande mídia internacional, principalmente agências internacionais de notícias. Como já afirmei por diversas vezes, a maioria dos jornalistas aqui no Brasil e no mundo são esquerdistas. Tanto é que quando eclodiu as manifestações na Venezuela demorou até que os fatos se transformassem em notícias. 
A verdade é que foram as redes sociais e blogs independentes que escancararam para o mundo o que estava ocorrendo de fato na Venezuela, obrigando às grandes redes de comunicação a noticiarem. Mesmo assim, a grande imprensa continua tergiversando e escondendo informações, particularmente a brasileira. 
As razões para isso é o fato de que a iminente queda do regime de Caracas e o esfacelamento da economia da Venezuela representam um golpe de morte à ditadura dos irmãos Castro.
As análises postadas pelo site Infobae e pelo blog CID coincidem num ponto crucial: Raúl Castro passa a agir como todos os comunistas dentro do esquema morde e assopra. Quando crise aperta e não tem volta, os comunistas entregam até a própria mãe e neste caso porque não iriam abandonar Nicolás Maduro e seus sequazes? Não sem antes ceifar a vida de civis desarmados, espalhar o terror com seus bandos armados. Comunistas sempre têm um plano B. Agora já estão assoprando, tanto é que Maduro tenta uma “reunião de paz” com a oposição. E, ao que tudo indica, os Castro já teriam dado a ordem de soltar o líder oposicionista Leopoldo López.
O diabo é que o epílogo dessa fabulosa encrenca pode respingar, para variar, no Brasil. E isto faz sentido. Afinal, Lula e Fidel Castro foram os fundadores do Foro de São Paulo, a organização comunista que tem por objetivo cubanizar toda a América Latina. A direção do Foro continua nas mãos do PT, ou seja, os sequazes de Lula.
Transcrevo em tradução livre do espanhol os dois últimos parágrafos da análise formulada pelo Blog CID:
“Que a Venezuela se converta numa ditadura, publicamente, não convém ao regime de Havana, pois se sabe partícipe direto e portanto culpável das vítimas que possam ocorrer no cenário venezuelano. Será insustentável para a administração democrata dos Estados Unidos continuar com a política de engajamento, fazendo lobby contra o embargo e retirando Cuba da lista de patrocinadores do terrorismo. Havana prefere outro cenário.
Ordenará a Maduro ceder, libertar Leopoldo López o quanto antes, aparentar uma mudança de rumo e reconhecer os problemas reais como a insegurança e ainflação. Tudo é para ganhar tempo e governabilidade durante o que resta de seu mandato, “afrouxa que se apertas muito soltamos a mão”, parece dizer Raúl. Se persistir, o regime de Havana jogará sua última carta. Oficiará imediatamente como mediador do conflito, mobilizará seus contatos em Washington e Itamaraty com a finalidade de tirar proveito de seu “bom comportamento” para entregar Maduro, indo aonde, quem sabe, talvez a um de seus aliados e próximo provedor, o Brasil”.
Como os leitores podem ver, as informações que reuni neste artigo jamais poderiam ser escamoteadas pelos grandes meios de comunicação, como de fato são, sonegadas ao público brasileiro. Nota-se, portanto, que está em curso mais um diabólico plano cubano que pode ser desastroso para o Brasil. Como se sabe, embora os áulicos do PT que dominam as redações dos jornalões e redes de televisão escondam o quanto podem, a situação econômica do Brasil não está nada boa sob todos os aspectos.
Por tudo isso, tirar o PT do poder, antes de ser uma obrigação do ponto de vista moral, é uma questão de segurança para os brasileiros! O Brasil está com sua economia em frangalhos e com as áreas da saúde, educação e segundaça pública ao Deus dará. Só está faltando que o governo do PT resolva sustentar a ditadura cubana com dinheiro público tungado dos brasileiros por meio de uma das maiores cargas tributárias do mundo.


Postado por Aluizio Amorim às 2/23/2014 12:04:00 PM



11 comentários:


KKKKKKK mas ja' vem acontecendo faz anos Aluizio. Nao e' so a Venezuela que sustenta Cuba, e' o Foro todo. O rombo em Cuba e' tao grande, depois do corte das esmolas sovie'ticas, que jamais um pai's so' poderia sustentar o serial-killer cubano no poder. A Venezuela so' contribui com uma parte,,, e faliu. E pior,,,os brasileiros nao estao trabalhando so' para a ma'fia Cubana. O sangramento e' muito maior. Para quem nao conhece esse site de a'udio excelente,https://soundcloud.com/rvox_org deveria dar uma olhada. Graca Salgueiro, o Eitor de Paola, excelentes. Uma pena que o Olavo nao esta. Os EUA acabaram de lancar ce'dulas de $100 com tarjas de bloqueio a' falsificacao (como se funcionasse), pois e' sabido que o Iran recebeu ma'quinas de fabricar dinheiro, com padroes americano, ainda no governo amigo do Xá Reza Pahlevi e que depois de sua queda, o Iran vem inundando o mundo com do'lares americano falsos,,,mas nao so' o Iran. Voces verao pipocar noti'cias disso, tambem por aqui,,,aguardem.23 fevereiro, 2014
C. Arguilar disse...

Aluizio:
Disse tudo! Só tem um probleminha aí: Não está faltando o governo do PT resolver sustentar a farra Castrista e outras do mesmo jaez! Ele já está fazendo isso e vai intesificar esse processo se não for parado jà! Evidentemente, à custa do erário público.23 fevereiro, 2014
lvbalgodoal disse...

http://terezacs.blogspot.com.br/2014/02/se-maduro-cair-cuba-cai-no-colo-do.html23 fevereiro, 2014
bpistelli disse...

O regime comunista ucraniano caíu.
A Venezuela é o próximo a cair e a própria RÚSSIA está com o comunismo a perigo, o PUTIN ex-chefão da KGB e sucessor de Mickail Gorbatchev na KGB escolhido pelo PUDIM DE VODKA o falecido presidente Bóris Yeltsin.

Os ucranianos de fala russa estão invadindo a Rússia e querem que os russos façam grande intervenção internacional, igual à Praga 1968 mas o exército é profissional e apolítico, o LULA RUSSO apenas se preocupa em enriquecer os porcões da elite e a ex-nomenklatura soviética hoje gângster de máfia.

A RÚSSIA PODE CAIR COM REVOLUÇÃO INTERNA e novos líderes negociarem um acordo com a OTAN para juntos proibirem o uso de bombas nucleares e aposentarem 95% delas.
Pressionar a China a acabar com os armamentos atômicos, isto levaria primeiro à PROSCRIÇÃO DAS BOMBAS DE HIDROGÊNIO e depois desarmar os outros países com bomba H ou atômica simples ( Irã, Coréia, Israel e talvez TAIWAN, por que será que os chineses comunistas nunca conseguiram tomar a ilha??

A proscrição das armas nucleares não reduzirá a agressividade dos exércitos, os drones e localização via satélite permitem saber onde existem batalhões inimigos.

SERÁ UM MUNDO MELHOR com orçamento militar diminuído em 50% e todo o urânio enriquecido misturado ao urânio 238 comum formando varetas de combustível nuclear para a produção de energia elétrica e o mais rico para submarinos atômicos e mini-usinas nucleares.

O FIM DO MUNDO JÁ ESTÁ ACONTECENDO E DEPOIS SERÁ MUITO MELHOR POIS TEREMOS UM MUNDO NOVO MUITO MAIS SEGURO.

Arma nuclear tem que ter o mesmo status de armamentos químicos, a proibição pura e simples.23 fevereiro, 2014
gutenberg j disse...

Não acredito que a coisa seja tão fácil. Os cubanos dependem demais de Venezuela e não será possível transferir isso tão rápido para o Brasil. Ainda não somos a Venezuela.
Além disso, há 60 mil cubanos na Venezuela, e milhões de chavistas dependentes da ajuda do governo -como os bolsistas aqui -, além das milícias bolivarianas e dos militares que foram corrompidos com a liberdade para traficar drogas.
Se Maduro cair, o que é até possível, acredito que a Venezuela vá passar por imensas turbulências, pois o país está dividido e os poderosos de agora (congressistas, judiciários, etc) terão muito a perder. Eles resistirão.
A Venezuela talvez escap do comunismo, mas vai pagar um alto preço por isso.23 fevereiro, 2014
Anônimo disse...

Se preparam para assaltar os cofres brasileiros ou já estão assaltando...
O que são o Programa Mais Médico e os contratos sigilosos se não sangramento dos cofres brasileiros.23 fevereiro, 2014
Anônimo disse...

Atenção!!!
A queda do Maduro ou do Chavismo, como queiram, não vai elidir a implantação do "cubanismo" no Brasil.
O ALVO PRINCIPAL É O BRASIL!!
NÃO SE ILUDAM!23 fevereiro, 2014
Smaibon disse...

LA MUERTE DE HUGO RAFAEL CHÁVEZ FRÍAS, EL MÁS GRANDE TRAIDOR A LA PATRIA QUE HA EXISTIDO EN VENEZUELA
http://www.losescritosdelgeneralvivasp.blogspot.com.br/2013/03/la-muerte-de-un-traidor.html23 fevereiro, 2014
Luis disse...

Como os comunistas vivem de oportunidades, para deixarem a Venezuela danar-se não custam; amizade deles entre si é igual de uma cachorrada se amordaçando numa briga no meio da rua, e para com os outros então, nem é bom falar.
O vermelho da bandeira deles da foice e martelo é o sangue dos adversários!
Esse pessoal é do capeta!23 fevereiro, 2014
andrea gaucha disse...

Aluizio, muito agradecida fico, por tuas postagens. SEMPRE ÓTIMAS, fazendo o papel que esta imprensa vagabunda se omite em fazer. Deixo um abraço enorme,
Andrea Hilbk23 fevereiro, 2014
erreve disse...

Ayn Rand em seu livro "A Revolta de Atlas" identifica os socialistas como saqueadores que obrigam aqueles que produzem a sustentar os que nada criam ou fazem. 

A Venezuela é um exemplo de como esses parasitas sugaram sua principal riqueza Agora, como se veem arriscados de perder o dinheiro do petróleo venezuelano, se voltam para o Brasil. Como o PT está sujeito ao Foro de São Paulo, com muita meiguice, como mostra a foto de nossa Presidenta com o coma-andante, ele cumpre sem pestanejar a ordem de transferir nossos recursos, fruto de nosso trabalho, para Cuba com a ajuda do BNDES.23 fevereiro, 2014

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sexta-feira, 8 de novembro de 2013

[Novo post] O Foro de São Paulo como uma bênção para republiquetas totalitárias: o socorro do Brasil a Maduro




lucianohenrique publicou: " Fonte: Estadão O governo petista resolveu socorrer o regime chavista da Venezuela, que faz água por todos os lados. E, claro, essa generosidade correrá por conta do contribuinte brasileiro. Sob ameaça de sofrer um duro revés nas eleições municip" 



Para reposnder a esta publicação digite acima desta linha 






Nova publicação em Luciano Ayan 







by lucianohenrique






O governo petista resolveu socorrer o regime chavista da Venezuela, que faz água por todos os lados. E, claro, essa generosidade correrá por conta do contribuinte brasileiro.

Sob ameaça de sofrer um duro revés nas eleições municipais de 8 de dezembro, vistas como uma espécie de referendo de seu desastroso governo, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, pediu ajuda ao Brasil para contornar a crise de desabastecimento no país, o mais sério dos inúmeros problemas de sua administração.

A intenção de Maduro é garantir o fornecimento de alimentos e outros produtos do varejo até a eleição. Como tudo o que tem pautado o tal "socialismo do século 21", esta será mais uma medida paliativa e desesperada, lançada apenas para mitigar por um breve período os efeitos permanentemente deletérios da insanidade econômica chavista.

O modelo estatista feroz, com preços controlados e hostilidade à produção privada, esvaziou as prateleiras dos supermercados venezuelanos. As imensas filas para comprar os mais diversos produtos de primeira necessidade - o papel higiênico é o símbolo desse calvário - tornaram-se a marca do governo Maduro.

Em vez de admitir os erros de sua administração e procurar resolvê-los de modo racional, o presidente venezuelano optou pelo caminho típico do chavismo: atribuiu a escassez à "sabotagem" de capitalistas e disse que agora trava uma "guerra econômica" contra esses "agentes do imperialismo". A "guerra" inclui impedir que a imprensa noticie o desabastecimento, porque, segundo sua versão tresloucada, é isso que leva pânico à população e gera corrida aos supermercados.

É em nome desse combate imaginário que Maduro pediu ao Congresso "poderes especiais" para governar - poderes cujo escopo, obviamente, deverá ir muito além da emergência econômica.

Para o governo petista, porém, Maduro e sua equipe sabem o que estão fazendo. "Eles têm consciência dos problemas em curto, médio e longo prazos no país e estão muito preocupados em enfrentar, de forma clara e estratégica, as dificuldades históricas da economia venezuelana", disse ao jornal Valor o assessor especial da Presidência, Marco Aurélio Garcia.

Ao considerar que a crise da Venezuela faz parte de "dificuldades históricas", Garcia quer fazer crer que a situação atual resulta de problemas antigos, estruturais, e não das evidentes lambanças chavistas. É provável que Garcia considere também que a importação emergencial de alimentos seja parte, conforme suas palavras, de um planejamento "claro e estratégico" para enfrentar a crise.

Esse "planejamento" conta com a bondade brasileira. Como faltam dólares na Venezuela para realizar a importação, graças ao controle do câmbio, o Brasil pretende usar o Programa de Financiamento às Exportações (Proex), do Banco do Brasil, num acordo com o Banco de Venezuela. Segundo essa solução, ainda a ser detalhada, o Banco de Venezuela receberia o dinheiro do financiamento e quitaria a importação diretamente aos fornecedores brasileiros, sem ter de passar pela Cadivi, o órgão venezuelano que regula o câmbio. O Banco de Venezuela pagaria o financiamento ao Banco do Brasil em suaves prestações.

Com tal garantia, a expectativa do governo é de que os empresários brasileiros superem a crescente desconfiança em relação à Venezuela - convidadas a incrementar as exportações àquele país nos últimos anos, seguindo a orientação da agenda Sul-Sul do governo petista, muitas empresas nacionais enfrentam agora grandes atrasos no pagamento. Como resultado, as exportações para a Venezuela no primeiro semestre do ano foram quase 16% inferiores às do mesmo período de 2012.

Em outras palavras, se as negociações prosperarem, o risco de calote dos importadores venezuelanos seria assumido pelo Banco do Brasil - em nome do compromisso ideológico do governo petista com o chavismo, com cujas agruras o contribuinte brasileiro não tem rigorosamente nada a ver.

Meus comentários

Não raro publico posts mostrando as bizarrices de Nicolas Maduro, que parece ser ainda mais ignóbil e irracional que Hugo Chávez. Mas será que isso não é apenas fachada? Essa hipótese é reforçada pela notícia da nova parceria do governo brasileiro com o governo venezuelano.

Tanto quanto o governo de Cuba está rindo à toa com os milhões recebidos através da contratação de mão de obra escrava, os líderes bolivarianos agora já podem se deitar na rede e dormir o sono dos anjos, pois conseguirão jogar para baixo do tapete as consequências de seu governo (por um curto espaço de tempo, é claro). Igual ao caso cubano, temos a parceria entre governos que fazem parte do Foro de São Paulo.

Assim fica fácil para a extrema-esquerda: eles assumem um país, destroem a economia através do socialismo, obtém poder no estado inchado e depois contam com a ajuda de países socialistas irmãos para ajudar a maquiar e temporariamente o que eles próprios construíram.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

MANIFESTANTE É BALEADO DURANTE QUEBRA-QUEBRA NO RIO. O FORO DE SÃO PAULO ESTÁ EM BUSCA DE UM CADÁVER!







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quarta-feira, outubro 16, 2013



  • Foto do site da revista Veja diz tudo sobre a orientação ideológica dos agitadores

Um manifestante foi baleado no Rio de Janeiro durante mais uma noite de quebra-quebra e de violência inaudita. O que está acontecendo no Rio de Janeiro e também em São Paulo não tem qualquer justificativa.
O que se está vendo é uma situação de anarquia injustificável. O Brasil tem quase 200 milhões de habitantes. A esmagadora maioria dos brasileiros não participa e não concorda com essa minoria de baderneiros. Não existe voz das ruas. Existe é a voz de grupelhos nitidamente agindo sob o comando de facções esquerdistas. Nada do que está ocorrendo é espontâneo. São, na verdade, ações planejadas, preparadas por gente que sabe que está fazendo e que tem objetivos muito definidos.
Ou alguém é capaz de imaginar que hordas de manifestantes se reúnem no centro do Rio de Janeiro ou São Paulo para depredar o patrimônio público e privado sem qualquer tipo de planejamento, sem qualquer financiamento. Afinal, a locomoção e os equipamentos para promover a agitação tem um custo.
Quem estuda e trabalha, cumpre com as suas obrigações de cidadão, jamais irá se prestar à prática de atos criminosos. O que está ocorrendo é, portanto, ação de agitadores comunistas e que conta com a indisfarçável simpatia e apoio de grande parte dos veículos da grande mídia.
Estão à procura de um cadáver para justificar a baderna criminosa. Isto é o resultado de mais de uma década do governo do PT, fundador e integrante do Foro de São Paulo.
Transcrevo a seguir dois textos que reportam a notícia do manifestante que foi baleado no Rio de Janeiro. O primeiro é do site da revista Veja; o segundo logo baixo, é do site da Folha de S. Paulo. Não preciso dizer mais nada. Leiam:
DO SITE DA REVISTA VEJA: Um manifestante foi baleado durante os protestos desta terça-feira, Dia do Professor, no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada nesta quarta-feira pela Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul da capital fluminense, onde ele está internado. Rodrigo gonçalves Azoubel, de 18 anos, foi atingido nos dois antebraços, supostamente em confronto com policiais militares. Operado, o jovem está fora de perigo. O delegado Orlanzo Zacone, titular da 15ª DP (Gávea), está no hospital para tomar o depoimento de Azoubel e esclarecer as circunstâncias em que ele foi ferido.
Este é o primeiro caso de vítima de arma de fogo desde o início dos protestos, em junho. Em vídeo exibido na manhã desta quarta pelo Bom Dia RJ, da Rede Globo, homens armados aparecem efetuando disparos na direção dos manifestantes, atrás de uma banca de jornal, na Cinelândia, local dos confrontos. Nenhum deles está fardado. Os homens não foram identificados. 
Pelo menos treze cápsulas de armas de fogo foram recolhidas em ruas do centro do Rio, após os confrontos entre policiais e manifestantes, segundo o advogado Ramon Teixeira, integrante do grupo Habeas Corpus, que tem o apoio da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
O principal local em que armas de fogo foram disparadas contra manifestantes foi a Rua México, atrás do Museu Nacional de Belas Artes, cuja fachada tinha supostas marcas de bala. Advogados voluntários, socorristas e jornalistas afirmaram ter ouvido pelo menos seis disparos na Rua México, por volta das 23 horas desta terça.
Teixeira mostrou cinco cápsulas que levava na mão. "Parece que o padrão foi de tiros para o alto, mas temos informações de que houve disparos na direção de manifestantes. Temos informação ainda não confirmada de pelo menos um baleado, na Glória", afirmou Teixeira, por volta de meia-noite desta terça.
Pelo menos 208 manifestantes foram detidos, segundo a OAB do Rio de Janeiro. 
DO SITE DA FOLHA DE S. PAULO: Um jovem foi atingido ontem por um disparo de arma de fogo durante o protesto do Dia dos Professores, que culminou em violência, quebra-quebra e prisões. O rapaz está internado na Clínica São Vicente, na Gávea, zona sul do Rio.
Segundo investigadores, a origem dos disparos não foi identificada. Ele também disseram não ser possível afirmar que os disparos tenham partido de policiais militares que tentavam conter o tumulto no centro do Rio.
Rodrigo Gonçalves Azoubel, 18, foi baleado no braço, passou por uma cirurgia e passa bem, segundo o hospital. No protesto, cerca de 200 pessoas foram detidas sob suspeita de praticaram atos de violência.
Ontem, policiais militares do Rio usaram armas letais para dispersar manifestantes. Ao menos dois PMs dispararam tiros para o alto nos arredores da praça da Cinelândia, ponto central dos conflitos.
Por volta das 23h, a Folha presenciou o momento em que um PM sacou a sua arma e deu seis tiros para o alto na rua Araújo Porto Alegre, próximo à sede da ABI (Associação Brasileira de Imprensa).
Os policiais acabaram cercados pelos jovens, alguns com máscaras. Sem bombas de gás, um dos PMs fez os disparos para o alto. Duas horas antes, um fotógrafo registrou um policial dando tiros para o alto nas esquinas das ruas Santa Luzia com Graça Aranha.
Apesar de contato com a assessoria da PM, a corporação não respondeu se o comando autorizou o uso das munições letais.

  • Postado por Aluizio Amorim

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905