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— Augusto C. R. Vieira (@AugustoCRVieira) 30 janeiro 2014
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Hangout
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
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sábado, 4 de janeiro de 2014
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
domingo, 8 de dezembro de 2013
[Novo post] Deputado petista quer demissão de Augusto Nunes por este ter dado espaço a Lobão no Roda Viva
lucianohenrique publicou: " O deputado petista João Paulo Rillo quer questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista Augusto Nunes para comandar o programa Roda Viva, o que tem acontecido desde 26 de agosto de 2013. O que Rillo não esperava que é que suas alegações c"
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Nova publicação em Ceticismo Político
O deputado petista João Paulo Rillo quer questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista Augusto Nunes para comandar o programa Roda Viva, o que tem acontecido desde 26 de agosto de 2013.
O que Rillo não esperava que é que suas alegações contém um sem número de fraudes intelecuais que não passam pelo menor exame cético. Um pouco mais a partir da matéria do Portal Imprensa:
O deputado estadual João Paulo Rillo (PT-SP) pretende questionar a TV Cultura sobre a indicação do jornalista e colunista da Veja, Augusto Nunes, para o comando do "Roda Viva". Ele alega que o apresentador é "um soldado de José Serra" no programa.
De acordo com a Revista Fórum, Rillo acredita que desde que o jornalista assumiu a atração, em 26 de agosto deste ano, ficou claro que o programa sofreu uma guinada. "Ele tem um lado, até aí tudo bem, todos temos. Porém, o sujeito faz questão de demonstrar esse lado, e de forma violenta. Ele é tucano e todo mundo sabe disso", afirmou o parlamentar.
Para o deputado, o apresentador "ultrapassou o limite" na última segunda-feira (2/12), quando o entrevistado do programa foi o músico Lobão. "A gota d'água é levar esse sujeito [Lobão] que precisa ser tratado urgentemente. Ele sofre da Síndrome de Estocolmo, se apaixonou por quem o prendeu. Não tenho a menor dúvida que a ida do Lobão ao programa foi pensada e organizada pelo Augusto Nunes, ele é o antijornalista e antipetista".
Rillo pretende questionar a Fundação até que Nunes seja removido da função. "Vou usar todas as ferramentas que meu cargo me permite utilizar para tirar esse sujeito de lá. O Roda Viva, que é um programa importante, não pode continuar sendo um programa do PSDB", concluiu.
Vamos aos fatos: Augusto Nunes substitui Mário Conti, que sempre foi conhecido por sua admiração pelos petistas. Sendo assim, substituir Conti por Nunes significa que tanto podemos ter alguém que admira petistas como alguém que não admira petistas na direção do programa Roda Viva. Mas Rillo diz que Nunes é "o antijornalista e antipetista". O que ele quer dizer? Se alguém toma a orientação contra o PT é "antijornalista", mas se busca o caminho contrário é "jornalista". Assim fica claro que Rillo usa como critério de validação do "jornalismo" de alguém a aderência que possui ao petismo. Bem típico de ditaduras.
Rillo também diz que Nunes é um "soldado de José Serra" no programa, mas esconde informações relevantes: Mário Conti foi demitido após ter convidado FHC ao programa mesmo após a direção ter dito que não queria que ele fosse convidado.
O mais divertido (e o que detona todas as alegações de Rillo) é ver a lista de convidados do programa Roda Viva em 2013, depois da entrada de Augusto Nunes. Com exceção de Lobão (que nem aparece na lista, pois seu programa foi muito recente, e a última atualização dessa lista é do mês passado), o resto é majoritariamente composto de pessoas alinhadas à esquerda. Temos até a presença de Tarso Genro, que é um dos principais líderes do PT.
O que fica claro é que Rillo é um totalitário que não admite vozes discordantes. Após mais de uma dezena de entrevistados pelo programa, a mera convocação de Lobão, como única voz discordante, gerou toda essa fúria pelo deputado petista. Fica provado que eles não aceitam a presença de vozes discordantes, e essa é a principal acusação que podemos fazer contra eles na questão da liberdade de imprensa. O comportamento de Rillo só prova o quanto eles são inimigos da pluralidade de opiniões.
Como se isso não fosse suficiente, no próprio programa onde Lobão esteve presente, tivemos jornalistas de extrema-esquerda para questioná-lo, como Júlia Duailibi e Alex Solnicki. Este último conseguiu a proeza de dizer que os Black Blocs eram de direita "por que usavam máscaras".
Por que esse blog se chama Ceticismo Político? Simples: por que criei o paradigma de ceticismo político, no qual devemos priorizar as alegações de nossos inimigos políticos para serem questionadas.
Rillo disse que Nunes privilegiava os "tucanos". Resultado da investigação: nenhum líder tucano foi chamado para o programa. Rillo disse que Nunes é "agressivo". Resultado da investigação: nenhuma evidência foi apresentada pelo deputado petista. Rillo disse que a presença de Lobão é o cúmulo. Resultado da investigação: a participação de Lobão como entrevistado foi em um programa onde repórteres do PT puderam questioná-lo duramente (e não se deram bem, diga-se). Rillo diz que o programa agora é "do PSDB". Resultado da investigação: em que mundo alternativo vive alguém que diz que programas do PSDB dão 1 hora e meia de arena para o líder petista Tarso Genro?
Quando eu digo que basta um esquerdista abrir a boca para que se comece uma investigação, é disso que estou falando. A quantidade de fraudes intelectuais que eles lançarão é tão grande que a análise do discurso oponente se torna praticamente um passatempo, como fazer palavras cruzadas.
Resumo da ópera: Rillo mentiu do início ao fim para esconder seu principal interesse, que é censurar a mídia e proibir opiniões contrárias ao PT.
lucianohenrique | 8 de dezembro de 2013 às 12:01 am | Tags: augusto nunes, censura, lei de mídia, liberdade de imprensa, mario conti, PT, roda viva, tv cultura | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-7w3
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
VÍDEO-GRAVAÇÃO DO PROGRAMA RODA VIVA ENTREVISTANDO LOBÃO. NA BANCADA UM BANDO DE DINOSSAUROS COMUNISTAS RIDÍCULOS.
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segunda-feira, dezembro 02, 2013
Aqui está a gravação completa do programa Roda Viva entrevistando o músico, escritor e colunista de Veja, Lobão [João Luiz Wordenbag Filho].
Tirante o Augusto Nunes, o apresentador, e aqueles que estão mais focados na música, o resto que está na bancada é simplesmente ridícula e muito mal informada, ou formada dentro dos cânones do decadente esquerdismo. Destaque para a jornalista do Estadão, com aquele olhar lulo-stalinista...hehe...
O pior de tudo é que essa gente continua pensando em esquerda e direita com base na denotação que esses conceitos tinham no início do século passado.
Como já cansei de explicar aqui no blog, o comunismo do século XXI não tem mais nada a ver com o comunismo do passado. Esse tipo de comunismo realmente acabou. Os comunistas não assaltam mais, não detonam mais bombas, não sequestram, etc... mas ocupam-se de sequestrar corações e mentes. É o cérebro, idiotas! Sim, a isso se chama marxismo cultural. As lições do corcunda italiano vêm sendo colocadas em prática nos detalhes. Não só aqui no Brasil sob o domínimo do PT, mas em todos os lugares do planeta.
Fora o Lobão e o jornalista Augusto Nunes, a maioria dos entrevistadores constitui um bando de idiotas completos e desinformados. São os dinossauros da grande imprensa responsáveis pela desinformação que campeia no Brasil.
Se estivesse lá entrevistando o Lobão, sem falsa modéstia, teria dado de relho.
E aposto tudo que não teria ali ninguém capaz de reunir argumentos que me causassem algum desconforto.
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Psicopatas e histéricos
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VEJA
/ Blogs e Colunistas
21/11/2013 às 23:23 \ Cultura
“Os marxistas inteligentes são patifes; os marxistas honestos são burros; e os inteligentes e honestos nunca são marxistas.” (J.O. Meira Penna)
Muitos dividem a esquerda radical entre oportunistas de plantão e idiotas úteis. No hangout com Lobão, Olavo de Carvalho criou uma distinção similar, mas um pouco mais psiquiátrica da coisa: o movimento revolucionário comunista estaria dividido entre psicopatas e histéricos.
Esses formam a maioria. São medrosos, frouxos, não querem estudar, buscar a verdade, precisam do bando, acreditam nas próprias mentiras inventadas pelos antecessores do movimento lá atrás. Repetem feito vitrolas arranhadas os slogans mastigados pelos líderes.
Os líderes, por sua vez, seriam os psicopatas. Inteligentes, articulados, capazes de planejamento e de controle, mas desprovidos de empatia, de emoção. Sabem, entretanto, o que os outros sentem em relação ao bem e ao mal, e por isso reagem de acordo, para manipular as emoções alheias.
Os jovens dos movimentos estudantis, os baderneiros barulhentos que vociferam contra qualquer pensador independente, os bandos que entram em pânico quando alguém de direita ousa desafiar as mentiras repetidas por décadas: esses são os histéricos. José Dirceu, Rui Falcão e companhia: esses seriam os psicopatas.
Confesso que tenho simpatia pela classificação. Poderia entrar no próximo DSM, inclusive, para retratar a psicopatologia do esquerdista. O que dizer, por exemplo, da tentativa calhorda de retratar o corrupto José Genoino como grande herói injustiçado? Há, sem dúvida, quem torça para sua morte na própria esquerda, em busca de um novo mártir revolucionário.
O Brasil sofre uma hegemonia de esquerda na cultura e na política, mas de repente aparecem uns 10 pensadores que desafiam o status quo, que colocam o dedo em certas feridas, que fazem algumas perguntas incômodas, e eis que apavoram o bando todo, que se sente ameaçado em seu habitat, em sua bolha de mentiras e mitos.
Os psicopatas mexem seus pauzinhos, para controlar as marionetes. Os histéricos reagem, apavorados: “rotweiller”, “direita hidrófoba”, “reacionário”, “homofóbico”, “fascista”. Que união perfeita esta, entre psicopatas e histéricos…
- Tags: José Dirceu, José Genoino, Lobão, Olavo de Carvalho, Rui Falcão

quinta-feira, 21 de novembro de 2013
LOBÃO JOGA MAIS UMA SERPENTE NO PARAÍSO PETISTA. ESTRÉIA PROGRAMA MENSAL ONLINE COM OLAVO DE CARVALHO.
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quinta-feira, novembro 21, 2013
O músico, escritor e colunista da revista Veja, João Luiz Woerdenbag Filho, o Lobão, lança a partir das 21 horas desta quinta-feira, dia 21, horário de Brasília, mais um de seus programas online via Youtube. Trata-se da estréia de um programa de bate-papo mensal com o jornalista e escritor Olavo de Carvalho.
O programa é imperdível, já que reúne dois polemistas, coisa rara nesses tempos de pensamento único. Assim, é como se Lobão atirasse mais uma serpente no paraíso petralha.
No momento em que os mensaleiros dormem na Papuda e o ex-chefete do Banco do Brasil está em lugar incerto e não sabido e a turma do PT se encontra alvoroçada esse será um Hangout histórico e, repito, por isso imperdível.
Anote aí na sua agenda para hoje (quinta-feira, dia 21) às 21 horas, Lobão e Olavo de Carvalho detonando! Aqui está o link para ver hoje à noite o programa: http://bit.ly/lo-002
Postado por Aluizio Amorim
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
sábado, 16 de novembro de 2013
MENSALÃO: Fuga de Pizzolato é coisa de país mequetrefe

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16/11/2013 às 21:31 \ Política & Cia
O delegado Marcelo Nogueira, da Polícia Federal, observado por colegas, recebe telefonema do advogado Marthius Lobato sobre a fuga para a Itália do ex-diretor de marketing do Banco do Brasil Henrique Pizzolato (Foto: Cecília Ritto)
Amigas e amigos do blog, é nisso que dá a legislação frouxa e as autoridades “compreensivas” que temos “neztepaiz”: o ladravaz condenado Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil durante o lulalato e personagem de proa do processo do mensalão, se manda para a Itália, lançando mão da dupla nacionalidade de que dispõe, para escapar da merecida cadeia a que foi condenado no Brasil.
Pergunto: adianta condenar, oito anos depois de denunciada a bandalheira, após ingente trabalho do Supremo Tribunal Federal consubstanciado em 50 mil páginas de processo, se não há a menor preocupação de manter vigilância sobre os condenados depois que se tornou claríssimo que haveria condenação?
Pergunto de novo: adianta confiar na palavra de réu condenado, que prometia se apresentar?
Pergunto ainda uma vez: se ele escapuliu de Ponta Porã (MS) para Pedro Juan Caballero, no Paraguai, de onde seguiu para a Europa, como fica a vigilância de nossas fronteiras?
Neste caso, como em tantos outros, agimos como o que somos: um país mequetrefe, de terceira categoria, que não leva nada a sério, que não se dá o respeito, cujas autoridades, por negligência, debocham do povo brasileiro — um país que agora é humilhado internacionalmente por um criminoso de colarinho branco se dizendo perseguido político em plena vigência de um regime democrático.
E — ironia das ironias — o condenado foragido alega buscar uma suposta “justiça” na Itália, a mesma Itália onde o lulalato alegava que o terrorista e assassino Cesare Battisti seria “perseguido” caso fosse, como deveria, extraditado do Brasil para lá pagar por seus crimes.
Agora, toca “eztepaiz” a lançar mão de toda uma série de providências jurídicas e diplomáticas intermináveis, de resultado incerto — uma vez que, sendo formalmente cidadão italiano, mesmo que ele desconheça por completo o idioma, é bem possível que a Itália não extradite Pizzolato para o Brasil –, para que o criminoso cumpra, aqui, sua pena.
Para ver a trabalheira que dará tentar trazer o ladrão de volta, e constatar o cinismo de quem, ainda por cima, critica a Justiça — e, naturalmente, a imprensa — do país, leiam a reportagem do site de VEJA intitulada Pizzolato foge para a Itália e debocha das autoridades brasileiras.
Tags: Banco do Brasil, Cesare Battisti, extradição, fuga, Henrique Pizzolato, Itália,lulalato, mensalão, país mequetrefe, Supremo Tribunal Federal
16/11/2013 às 20:00 \ Política & Cia
Chico Buarque, Gilberto Gil e Caetano Veloso – “rebeldes chapa-branca de longa data” (Foto: Procure Saber / Divulgação)
Artigo publicado em edução impressa de VEJA
A ERA DO REBELDE CHAPA-BRANCA
Sim! É ele o protagonista em todas as rodinhas, redes sociais, botequins, universidades e passeatas. Revela-se por duas características inseparáveis: é revoltado contra o sistema e, ao mesmo tempo, chancelado por ele.
Vamos a alguns exemplos. O MST é subvencionado pelo governo, tem o respaldo do governo e, no entanto, não para de reclamar, invadir e destruir terras produtivas.
No rap, há um sem-número de rebeldes chapa-branca, mas seu ícone são os Racionais. Fazem campanha para o governo, sobem nos palanques, têm o beneplácito da mídia oficial bancada pelo governo e, mesmo assim, são revoltadíssimos contra o sistema!
No seu último videoclipe, Marighella, eles aparecem prontos para assaltar a Rádio Nacional, numa reconstituição de época, exibindo inúmeros trabucos de grosso calibre e conclamando à luta armada, incorporando aquela mímica marrenta um tanto canastrona que lhes é peculiar.
O detalhe é que eles estão no poder. Eles são o poder. Eles são a situação.
No aniversário da morte do nosso Che Guevara tupiniquim, a Comissão da Verdade comemorou a data com solenidade e deferência. Marighella pode ter arrancado a perna de uns, matado outros e lutado para implementar uma ditadura sanguinolenta no Brasil, mas os rebeldes chapa-branca chancelam a festa, impõem a farsa com mão de ferro e ai de quem piar.
Na semana passada, o tal Procure Saber implodiu com a defecção do rei, deixando desnorteados Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque – rebeldes chapa-branca de longa data. O Gil acabou no comando do Ministério da Cultura, onde foi aninhando sua cria, o Fora do Eixo, que tem como ponta de lança Pablo Capilé, um rapaz que afirma ser contra o direito autoral, contra o autor, contra o livro e é pupilo de Zé Dirceu.
Tira dos artistas para entregar de mão beijada aos magnatas das redes sociais como o Google, o YouTube e o Facebook. Isso porque não estamos ainda perguntando para onde foi toda a grana que ele recebeu através das leis de incentivo à cultura. É um típico rebelde chapa-branca.
Racionais, em cena do clip “Marighella” — “O detalhe é que eles estão no poder. Eles são o poder. Eles são a situação”
Mas o Caetano acha “muderno” esse retrocesso estúpido e desonesto. O Chico, lá da França, assina carta de apoio ao Genoíno. São os nossos coronéis chapa-branca solando de cavaquinho.
Temos de ressaltar também a performance fulminante da presidente do Procure Saber, esta sim uma rottweiler de incontestável pedigree, Paula Lavigne. Descontrolada, vem cometendo lambança atrás de lambança, incluindo um ataque covarde à colunista da Folha de S.Paulo Mônica Bergamo.
E o que dizer de sua performance no Saia Justa com a Barbara Gancia? Há um mês, ela invadiu o meu Twitter, acompanhada por uma centena de integrantes da seita black bloc, me chamando de nazista, ex-músico, ex-Lobão, amante da ditadura, decadente (tem gente me chamando de decadente há uns trinta anos). Depois de algumas trocas de gentilezas, fui obrigado a bloqueá-la.
Uma das características dos rebeldes chapa-branca é o uso da técnica do espantalho: criam uma figura caricatural, colocam frases fora de contexto (quando não inventadas) em sua boca e tentam fazer acreditar que essa figura patética é você! Um vodu de psicopata.
Uma jornalista chapa-branca de uma revista bancada pelo governo declarou, num momento de búdica inspiração, que é a favor de fuzilamento para determinados casos (quais seriam?). É o tipo de comportamento visto com simpatia e condescendência pelo rebelde chapa-branca, pois a visão assimétrica do mundo, com um peso para duas medidas, é outra marca registrada dele.
Estou inaugurando com muito orgulho e entusiasmo minha coluna em VEJA. Não é fortuito o nosso encontro, assim como não é por acaso que se percebe a sociedade civil começando a se organizar para repensar a nossa condição atual.
Tentarei tratar dessa miséria que nos assola como se estivesse praticando um novo esporte: épater la gauche. Essa turma está imprimindo o ridículo em sua própria história. E desse vexame não escapará.
Tags: "Marighella", Black Bloc, Caetano Veloso, Che Guevara tupiniquim, Chico Buarque, Comissão da Verdade, ditadura, Fora do Eixo, Gilberto Gil, José Genoino,leis de incentivo à cultura, Lobão, luta armada, MST, obscurantismo, Pablo Capilé, passeatas, Paula Lavigne, Procure Saber, rap, rebelde chapa-branca,vulgaridade, Zé Dirceu
16/11/2013 às 19:10 \ Política & Cia
São Paulo, 15 de novembro de 2013, edifício-sede da Superintendência da Polícia Federal, 20h27: Dirceu se apresenta à carceragem e saúda meia dúzia de barulhentos partidários com o punho erguido (Foto: Ivan Pacheco)
Post originalmente publicado a 15 de novembro de 2013, às 22h02
Acho que quase todos vocês, leitores do blog, viram pela TV, agora há pouco: o ex-todo-poderoso ministro-chefe da Casa Civil de Lula, José Dirceu, nome certo na disputa pela sucessão do chefe depois de seus dois mandatos se não fosse o mensalão, finalmente se apresentou à carceragem da Polícia Federal, em São Paulo, para, dali, ser resolvido seu destino como presidiário no regime semi-aberto.
Mais de oito anos depois da denúncia do escândalo do mensalão pelo então deputado Roberto Jefferson (PTB-RJ), mais de sete anos depois do oferecimento da denúncia ao Supremo pelo procurador-geral da República, mais de seis anos após a aceitação da denúncia pelo Supremo, chegava, enfim, o momento da eminência parda do lulalato enfrentar a cadeia.
Ainda resta a ser julgado um embargo infringente que pretende contestar um dos crimes pelos quais Dirceu foi condenado pelo Supremo, o de formação de quadrilha. Mesmo assim, por ordem do presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa, ele, como outros mensaleiros, começará a cumprir sua pena.
Dirceu chegou à PF de camisa esporte, sorridente, e, à entrada do edifício, dirigiu a um pequeno grupo de barulhentos partidários — vários dos quais perturbaram o trabalho de profissionais da imprensa — com a velha saudação comunista do punho erguido. Punho esquerdo, aliás.
Perguntar não ofende: o que significou esse punho erguido?
Vitória?
Por mais maluco que seja, em caso afirmativo, que vitória, exatamente?
A de ter em seu prontuário, para sempre, o carimbo de criminoso condenado?
Júbilo?
Por querer se transformar em “preso político” numa democracia como a brasileira, que, por sinal, concede benefícios inimagináveis aos infratores das leis penais?
Sinal de que “a revolução” lulopetista está em marcha, ou ainda virá?
Qual “revolução” — uma de que fazem parte Renan Calheiros, Collor, Maluf, Jader Barbalho, Sarney, uma fatia da bancada evangélica, os fisiológicos do PMDB?
Fica a pergunta no ar.
Como se sabe, perguntar não ofende.
Agora, digam vocês: em sua opinião, o que significou o gesto do chefe da quadrilha do mensalão?
Tags: carceragem, embargos infringentes, formação de quadrilha, José Dirceu,mensalão, mensaleiros, Polícia Federal, procurador-geral da República, punho levantado, saudação comunista, Supremo Tribunal Federal
16/11/2013 às 19:00 \ Tema Livre
À FRENTE DO TEMPO — O cientista russo Vladimir Mironov estuda a bioimpressão. Ele quer, em um futuro próximo, imprimir órgãos. Parte de suas pesquisas será realizada no Brasil (Foto: Marcus Steinmeyer)
Reportagem de Paula Rothman, publicada em edição impressa da revista Info
O HOMEM QUE QUER IMPRIMIR O SER HUMANO
O cientista russo Vladimir Mironov tem um sonho: imprimir em 3d órgãos e tecidos humanos. Ele já fez avanços e escolheu o Brasil para suas pesquisas. Em parceria com especialistas do CTI, um Centro Público de Pesquisas em Campinas (SP), Mironov dá os primeiros passos nabioimpressão e os resultados já são impressionantes
Tamanduarm — A criatura
A estrutura acima é um protótipo criado no Brasil. Acoplada a um braço robótico, a máquina poderá imprimir células diretamente na pele. Veja como no esquema abaixo:
O funcionamento do Tamanduarm
O sonho do cientista russo Vladimir Mironov é imprimir um rim. Seu grande objetivo é criar uma máquina capaz de depositar, camada a camada, as células que formam um dos mais complexos órgãos do corpo humano. Parece coisa de louco. E ele sabe disso. “Muitas pessoas não acreditam quando falo sobre isso”, afirma Mironov, com a voz calma destoando de seu imponente 1,90 metro de altura.» Clique para continuar lendo e deixe seu comentário
Tags: "Fabricated: The New World of 3D Printing", 2001 - Uma Odisseia no Espaço, Anvisa, Arthur C. Clarke, bioimpressão, biorreator, calvície, Carlos Olguin, Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer, CNPq, engenharia reversa, esferoides teciduais, Fapesp, ficção científica, Hod Lipson, impressora 3D, impressora de tecidos biológicos, imprimir órgãos, James Yoo, Jorge Vicente Lopes da Silva, Lockyballs, microcirculação, modelos tridimensionais,organização tridimensional dos vasos sanguíneos, Organovo, próteses, Segunda Guerra Mundial, Steve Jobs, Tamanduarm, testes em animais, testes em células isoladas, transplantes, Vladimir Mironov
16/11/2013 às 18:00 \ Política & Cia
Arno Augustin, Guido Mantega e Gleisi Hoffmann tentaram explicar que o déficit primário de setembro não foi bem déficit primário e que as contas fiscais vão bem obrigado (Fotos: ABr)
Do blog Política & Economia Na Real, do jornalista José Márcio Mendonça e do economista Francisco Petros
A UTILIDADE (DUVIDOSA) DO DISCURSO CONTRA A IMPRENSA – 1
Depois de algum tempo em recesso, o influentíssimo (ainda?) secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, reapareceu com toda a força à luz do dia para, numa ação orquestrada com os ministros Guido Mantega e Gleisi Hoffmann, explicar para a plebe ignara que o déficit primário [déficit na área das contas públicas destinada a pagar os juros da dívida] de setembro não foi bem déficit primário e que as contas fiscais vão bem, obrigado.
Num mesmo dia da semana passada, os três apareceram em três dos principais diários brasileiros exorcizando esse “terrorismo”.
Augustin, com grande imaginação, bem ao estilo dos cultores das teorias conspiratórias da história, encontrou um “ataque especulativo” ao déficit público.
A teoria fez tanto sucesso que o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, dias depois, também vislumbrou o mesmo tiroteio assestado contra sua entidade.
A utilidade (duvidosa) do discurso contra a imprensa – 2
Lula, nos últimos tempos uma espécie de “ombudsman-mor” da imprensa brasileira, está fazendo escola.
Na especulação “augustinina”, a conspiração envolveria os meios de divulgação por divulgarem os dados das contas oficiais com destaque, jornalistas que esmiúçam os números e analistas (economistas, de preferência) que chamam a atenção para o problema.
Nesta lista (que a presidente Dilma Rousseff classificaria provavelmente de pessimistas), nas últimas semanas poderia até ser incluído o ex-ministro Delfim Neto, conselheiro informal do Palácio do Planalto, que em artigos e em entrevistas tem feito alertas bem explícitos a Brasília.
O objetivo dessas ofensivas é claro – tentar desviar a atenção do foco da questão e das cobranças. Na mesma linha pode-se enquadrar a declaração do ministro Mantega de que a inflação de outubro, de 0,57% foi um “bom resultado”.
A utilidade (duvidosa) do discurso contra a imprensa – 3
“Quem é atacado pela inflação não precisa ler nos jornais matérias sobre os preços para saber quanto isto lhe dói no bolso” (Charge: Sponholz)
Este “ataque especulativo” ao “ataque especulativo” é perda de tempo. As pessoas que sabem a importância de um política fiscal equilibrada para o bom andamento da economia não precisam necessariamente das informações da mídia para saber se as contas públicas vão bem ou mal das pernas.
Quem é atacado pela inflação não precisa ler nos jornais matérias sobre os preços para saber quanto isto lhe dói no bolso. O mesmo vale para notícias sobre possíveis ameaças ao emprego ou outros supostos “terrorismos” que os jornalistas registram.
As pessoas sabem e sentem. (…)
Tags: Arno Augustin, BNDES, déficit primário, Delfim Neto, Dilma Rousseff, Gleisi Hoffmann, Guido Mantega, inflação, Luciano Coutinho, Lula
16/11/2013 às 17:00 \ Tema Livre
Tatá em ensaio para a revista “Nova”, com foto de Jairo Goldflus
Nota de Juliana Linhares, publicada em edição impressa de VEJA
PIRADINHA, MAS NÃO RASGA DINHEIRO
O sucesso da personagem Valdirene, em Amor à Vida, tem sido tanto que a atriz Tatá Werneck acaba de ganhar um programa de humor só dela numa TV fechada, vai estrear outro em abril do ano que vem, na mesma linha, e recebeu oito propostas de papéis no cinema para 2014 – seis das quais já estão aceitas.
“Mas ainda tremo quando chego perto do Antonio Fagundes”, diz Tatá sobre seu colega de elenco.
Tamanho sucesso não rendeu apenas convites de trabalho:
– Comprei uma casa, no Rio, tenho até vergonha de falar o tamanho, mais um terreno para colocar todos os bichos que encontro na rua — diz a atriz, que posou para a revista Nova.
E, antes que alguém pergunte, não, o plantel de Tatá não inclui beagles de origem suspeita.
Sexy para a revista Sexy, por Fernando Torquatto
Sexy para a revista Sexy, por Fernando Torquatto
Foto para a revista Gloss
Foto para a revista Gloss
LEIAM TAMBÉM:
16/11/2013 às 15:00 \ Vasto Mundo
A Suécia tem prisões com celas confortáveis — como esta, próxima à cidade de Kolmarden –, em que os próprios detentos é que fecham as portas das celas (Foto: NYT)
Texto publicado pelo site de VEJA
SUÉCIA FECHA QUATRO PRESÍDIOS POR FALTA DE DETENTOS
Taxa de ocupação do sistema carcerário do país vem caindo desde 2004
A Suécia passa por uma grande queda no número de prisões de delinquentes nos últimos dois anos e, por esse motivo, as autoridades decidiram fechar quatro penitenciárias e um centro de detenção, informa reportagem do jornal britânico The Guardian. “Vemos um declínio extraordinário no número de detentos. Agora temos a oportunidade de fechar parte de nossa infraestrutura”, disse Nils Oberg, diretor de Serviços Penitenciários do país.
O serviço penitenciário sueco fechou presídios em quatro cidades: Aby, Haja, Bashagen e Kristianstad. Dois desses prédios devem ser vendidos para a iniciativa privada e os outros dois devem abrigar temporariamente outras instituições estatais.
O número de detentos na Suécia vinha sendo reduzido em cerca de 1% ao ano desde 2004. Entre 2011 e 2012, a redução ampliou para 6% ao ano, taxa que deve ser mantida em 2013 e 2014. Oberg declarou que a abordagem liberal adotada pela Suécia quanto às prisões, com prioridade na reabilitação de prisioneiros e trabalhos voluntários, influenciou a queda de ocupação no sistema prisional do país.
“Nós acreditamos que os esforços em investir na reabilitação e prevenção de recaída de crimes tiveram um impacto”, disse Oberg. Tribunais suecos vêm adotando penas mais brandas para crimes relacionados com drogas após uma decisão da Suprema Corte em 2011, explicando, pelo menos, parte da queda brusca do número de detenções.
O governo sueco, no entanto, vai manter a opção de reabrir pelo menos duas das prisões fechadas se o número de detentos voltar a crescer. “Nós não estamos no ponto de concluir que esta [queda das prisões] é uma tendência de longo prazo e que é uma mudança de paradigma”, disse Oberg. “O que temos certeza é de que a pressão sobre o sistema de justiça criminal tem caído acentuadamente nos últimos anos”, concluiu.
População carcerária
Segundo dados compilados pela organização World Prison Brief (WPB), os Estados Unidos têm a maior população carcerária do mundo, com 2,2 milhões de detentos.
A China ocupa o segundo lugar com 1,6 milhão de pessoas atrás das grades.
Os presos da Rússia totalizam 681.600 pessoas e, em quarto lugar, está o Brasil, com 548.003 encarcerados.
A Suécia tem 4.852 presos.
Tags: abordagem liberal, detentos, drogas, penas mais brandas, população carcerária, reabilitação de prisioneiros, recaída de crimes, sistema carcerário,Suécia, Suprema Corte, trabalhos voluntários
16/11/2013 às 14:00 \ Tema Livre
Uma das obras de Panikanova: originalidade e beleza conceitual (Fotos: Ekaterina Panikanova)
Por Daniel Setti
Não raro, a originalidade do trabalho de um artista plástico aflora principalmente no meio e nos materiais que escolhe para expressar suas ideias.
Foi assim com Ekaterina Panikanova, russa de San Petersburgo nascida em 1975 que se divide entre a cidade natal e Roma. Formada em Belas Artes e com diversas residências artísticas no currículo, ela desenvolveu uma linha estética entre a pintura e a colagem na qual utiliza velhos livros e cadernos, geralmente abertos, como “telas”.
Ekaterina Panikanova (Foto: divulgação)
Na maioria das obras, cada peça empregada serve como um pedaço de uma figura maior; em outras, porém, cada retângulo constituído por estes livros ou cadernos é uma imagem própria que, recombinada às demais, também ganha seu sentido completo.
Os resultados, além de originais e conceituais, são muito bonitos:
15/11/2013 às 20:00 \ Política & Cia
“Gilmar Mendes falava cara-a-cara com os que deveriam ao menos contradizer as afirmações, que afirmavam ser o julgamento do Mensalão uma manipulação” (Foto: STF)
Post do leitor Reynaldo-BH
O copo está meio cheio ou meio vazio?
Ultrapassar limites é da natureza humana. Ficar por lá – para além dos limites – não.
Quarta-feira, 13, o Supremo Tribunal Federal chegou próximo ao ponto de ruptura. Temi pelo pior, mesmo exigindo que saibamos do que se falou.
Joaquim Barbosa, em uma frase – em meio ao desabafo doído de Gilmar Mendes – , se comprometeu com a História. Pelo que conhecemos de Joaquim Barbosa, sabemos que cumprirá.
Resta saber quando.
– E vou dizer quando deixar este tribunal! – disse o ministro presidente do STF.
Não disse “após a aposentadoria”. Deixou claro que a hora não tardará tanto — sua aposentadoria compulsória, por atingir os 70 anos de idade, só se dará em 2024.
Quando, então?
A tempo de ser partícipe da campanha eleitoral de 2014?
Ou a tempo de resgatar a dignidade perdida do STF, ou seja, a qualquer momento?
Gilmar Mendes falava cara-a-cara com os que deveriam ao menos contradizer as afirmações, que afirmavam ser o julgamento do Mensalão uma manipulação (controlar, mandar, obrigar – Dicionário Informal da WEB).
E deu a lista: o atraso proposital do início do julgamento, o tempo perdido, a procrastinação para que dois ministros fossem substituídos, a eterna chicana do adiamento, a destruição (pelo que se fez e principalmente como) de como será o Processo Civil e Penal no Brasil.
E acusava: foi MANIPULADO.
Imaginemos o julgamento de Eduardo Azeredo e Marcos Valério pela corrupção em Minas Gerais. Usando o que o STF decidiu, o julgamento deverá – pelos meus cálculos – ser concluído em 2022! Favor do mensalão aos ladrões de Minas.
Mas o que importa é a voz que se ouve claramente em pleno desabafo de Joaquim Barbosa:
– Eu vou falar quando deixar a Corte!
Fico na dúvida de torcer por este abandono prematuro e pela permanência que ainda nos permite ter esperanças.
Quem sabe ao fim do julgamento? Seria a hora e momento. Uma perda para a Justiça e um ganho inimaginável para o Brasil.
Por vezes é necessário destruir o castelo para que erga outro no lugar.
Que o Estado de Direito seja prevalente. Que chicanas ridículas, abjetas e vergonhosas não sejam elevadas à categoria de defesas com a complacência e incentivo de ministros sem pudor.
A crise virá se Joaquim Barbosa continuar a cumprir as promessas que faz. Sempre cumpre.
E que da crise tenhamos a oportunidade de ter um Poder Judiciário autônomo e não vergonhosamente de joelhos, fruto da manipulação, chantagem, escolha de esbirros dóceis e alteração da prestação jurisdicional.
Que venha a crise. Na democracia elas existem e nela, saberemos resolver.
Assim não teremos mais que assistir um ministro (a quem claramente foi dirigida uma pesada acusação, o sr. Lewandowsky) ficar em silêncio quando exposto na verdadeira condição de manipulado. Uma vergonha.
Creio que ficou em silêncio, pois sabia que tinha companhia no plenário.
Ganhamos, sim. Pois APESAR do STF conseguimos um MÍNIMO de Justiça. Se não houvesse uma imprensa atenta e uma indignação popular, ainda estaríamos esperando o relatório revisor de Lewandowsky.
“Para que pressa?”
Agora não temos mais a pressa do fim do julgamento.
Foi substituída pela pressa em sabermos o que Joaquim Barbosa sabe e não disse ainda.
Ou o que todos sabemos, mas ninguém – do STF – teve a coragem de externar.
Temos pressa. E decência.
Tags: campanha eleitoral de 2014, chicana, corrupção, crise, Eduardo Azeredo,Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa, Marcos Valério, mensalão, procrastinação,Reynaldo-BH, Ricardo Lewandowsky, Supremo Tribunal Federal
15/11/2013 às 18:45 \ Tema Livre
Jean-Claude Van Damme, em plena forma, em pleno ar
O ator belga Jean-Claude Van Damme, craque em artes marciais, mas sumido há um tempo do cinema, retorna em grande estilo, estrelando este comercial de caminhões da Volvo e deixando alguns queixos caídos no chão.
Filmado na Espanha, em um ambiente fechado e totalmente controlado, o baixinho — aos 53 anos bem vividos — se mantém em pé, braços cruzados, apoiado apenas nos retrovisores de dois caminhões emparelhados, em marcha a ré, com um belíssimo pôr-do-sol ao fundo.
A direção é de Andreas Nilsson, e a trilha sonora de Enya, com “Only Time”.
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Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.
- O comunismo, princípio de empobrecimento
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»
PAPA LEÃO XIII
15 de Maio de 1891
-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".
Aluízio Amorim
Filósofa russa Ayn Rand :
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”
Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905
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A REVERSÃO DA CRISEHá 17 anos
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