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segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Lobão Entrevista com Rachel Sheherazade (SBT) e Felipe Moura Brasil (Veja)



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[Novo post] Da miséria argentina OU Por que socialistas precisam tanto controlar a mídia?




lucianohenrique publicou: " Fonte: Estadão O governo da Argentina pode não gostar delas, mas as estatísticas de institutos independentes sobre a real situação do país continuam a ser produzidas - e mostram que todo o discurso sobre a superação da miséria não resiste à frieza " 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Fonte: Estadão

O governo da Argentina pode não gostar delas, mas as estatísticas de institutos independentes sobre a real situação do país continuam a ser produzidas - e mostram que todo o discurso sobre a superação da miséria não resiste à frieza dos números mais simples.

O mais recente levantamento, feito pelo Observatório da Dívida Social da Argentina, da Universidade Católica Argentina (UCA), indica que, em 2012, a pobreza atingiu 26,9% da população e a indigência, 5,8%, apesar do formidável crescimento econômico desde 2003, que a presidente Cristina Kirchner chamou de "década ganha". A deterioração é evidente: em 1983, quando o país se redemocratizou, o porcentual de pobres era de 19,1% e o de indigentes, de 5,4%.

Trata-se de uma situação explosiva. A Argentina foi incluída pela consultoria Economist Intelligence Unit (EIU) entre os países com "risco muito alto" de rebeliões sociais em 2014. "Perda de poder de compra e alta do desemprego nem sempre são seguidos de revolta popular", disse Laza Kekic, da EIU. "Somente quando os problemas econômicos são acompanhados de outros elementos de vulnerabilidade é que há algum risco de instabilidade."

Pois é precisamente esse o problema argentino, identificado pelo estudo da UCA. O drama dos mais pobres no país não se limita a uma eventual alta de preços ou mesmo a dificuldades momentâneas de obter um emprego. A ruína dos pilares da boa administração econômica no país condenou essa parcela da população a uma permanente situação de penúria - e, conforme mostram os números, trata-se de um contingente de miseráveis cada vez maior.

Já são mais de 10 milhões os argentinos que vivem sem emprego formal, em moradias improvisadas, sem atendimento médico básico e sem educação de qualidade. Metade dos trabalhadores está em ocupações precárias ou típicas de indigentes, como a de catadores de papel. O desemprego no setor mais vulnerável da população passou de 16,5% em 2007 para 30,6% em 2012.

Além disso, 37% dos jovens não terminam o ensino médio, 23,5% das residências precisam de assistência social permanente e 12% das crianças entre 5 e 17 anos têm de trabalhar.

"Mais de uma década de crescimento não foi suficiente para resolver os problemas da marginalidade estrutural que afeta ao menos um em cada quatro argentinos", diz a pesquisa da UCA. Segundo o estudo, famílias nessa situação, embora tenham obtido "direitos" nos últimos anos - é o que dizem os governistas -, não conseguem emprego de qualidade nem moradia digna, tampouco educação e saúde adequadas. São pessoas que dependem permanentemente de programas de transferência de renda - que, conforme destacam os pesquisadores, "não lhes permitem sair da condição de exclusão estrutural".

Desse modo, fermenta uma "matriz social fragmentada, conflitiva, violenta, débil nas regras de convivência democrática", diz a pesquisa, numa advertência pertinente neste momento em que a Argentina vive grande tensão, com saques e greves. Embora uma parte considerável da sociedade do país tenha melhorado de vida na última década, tanto financeiramente quanto em termos de direitos sociais, outra parte "continua privada de condições básicas para o desenvolvimento humano e a integração cidadã".

À presidente Cristina Kirchner resta agarrar-se a estatísticas delirantes para provar que, ao contrário das evidências, seu governo acabou com a miséria. O mais fantástico desses números é o que qualifica como pobre a família cuja renda mensal seja inferior a 1.750 pesos, o equivalente a R$ 633. Observa-se o disparate quando se toma conhecimento de que uma família com pai, mãe e dois filhos precisa de ao menos 3.900 pesos (R$ 1.410) para não ser considerada pobre - o gasto mínimo somente com alimentos chegou, em novembro passado, a 2.200 pesos (R$ 795) mensais, segundo institutos independentes.

Pelos critérios do governo, habituado a inventar estatísticas, a pobreza atinge apenas 5,4% da população. No mundo real, porém, os pobres argentinos somam quase 27% - e eles estão ficando cada vez mais irritados.

Meus comentários

A história trágica da Argentina é um exemplo do que este sistema político faz com um país. Vamos à dinâmica: quanto mais um país adentra ao socialismo, mais torna-se incapaz de gerar valor para seus cidadãos, pois o socialismo se baseia em inchaço estatal levado ao limite do absoluto, cerceando e demolindo as atividades econômicas legítimas. O socialismo sempre gera valor apenas aos donos do estado inchado. E só.

O resultado, como sempre, é o aumento da pobreza no país. O problema é que isso, aos poucos, começa a irritar a população. A solução é o controle da mídia, o que facilita a maquiagem da realidade.

Alguns diriam que o controle da mídia não funciona, pois quando a crise é tão grave as pessoas sentirão seus efeitos, e não há censura governamental que resolva. Ledo engano. O fato é que os seres humanos tendem a olhar para suas vidas, e podem ser influenciados, até certo ponto, pelo que acompanham na mídia. Assim, um cidadão que vê sua vida prejudicada por um plano do governo, notando que o mesmo está acontecendo ao seu redor (mais próximo), pode ser influenciado a achar que "as coisas não estão tão ruins assim" a partir de notícias na mídia dizendo que "o país bate recorde de empregos". (Em alguns casos, ele poderá se sentir azarado, apenas, ao invés de alguém sentindo os efeitos de um governo à deriva)

Desta forma, sendo o socialismo a maneira pelo qual políticos espertos e amorais incham o estado a ponto de destruir a economia de seu país, é preciso de uma "sobrevida" aos políticos que fizeram o serviço. de demolição. É por isso que eles precisam tanto de censura, e suas "ley de medios".















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domingo, 5 de janeiro de 2014

La culpa nunca la tienen los jefes












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domingo, 5 de enero de 2014


Los viejos líderes del Partido Comunista no suelen reconocer sus errores. Y la rara vez que lo hacen, se escudan en la buena intención que poseían al momento de tomar decisiones que resultaron desastrosas, costando abundantes recursos e incluso numerosas vidas y traumas familiares. En cambio, son incapaces de perdonar un error de sus subordinados y aplican severos castigos a los que ponen en entredicho su imagen de jefes supremos e inmaculados.

Los logros relativos que se alcanzan se adjudican indistintamente al pueblo y a los dirigentes (por ejemplo, el “aguerrido pueblo”, el “invicto comandante”); pero lo que sí es achacado exclusivamente a la población (para regañarla ya no se le llamaría “pueblo”) son los aspectos negativos de la realidad: si algo malo ocurre en la Cuba de hoy, no será culpa de los semidioses del Comité Central, sino de aquellos “elementos antisociales” que no se adaptan a la vida socialista, cuya construcción parece interminable.

Tanto es así que ahora la permanencia de enfermedades exóticas se debe no al fracaso del sistema nacional de salud, sino a la población cubana que cada vez –en contradicción con el espíritu fundacional de la llamada Revolución– se vuelve menos civilizada, a juzgar por las palabras de algunos medios oficiales y del propio Presidente con sus acusaciones sobre las crisis de valores morales.

Es decir, que el dengue y el cólera que hay en Cuba no son debido a la falta de control por parte de las autoridades sanitarias, sino por el desconocimiento por parte de la gente de normas elementales de higiene. Pareciera como si los camiones de basura pasaran siempre y los latones jamás estuviesen desbordados de desperdicios. “¿Será que vivir tan seguros de nuestra medicina, de su alcance humano y científico, de todo lo que el país pone en función de salvar una vida, nos permitimos el lujo de descuidar nuestra salud y hasta de poner en riesgo la de quienes nos rodean?”, pregunta al aire el diario Granma, que de paso califica a todo un país como antihigiénico en su cultura. La superficialidad en los análisis es una característica inherente a los “críticos” oficialistas del régimen.

Lo cierto es que en Cuba se han venido creando las condiciones idóneas para que ahora el país se encuentre en riesgo inminente de sufrir terribles epidemias. Las condiciones higiénico-sanitarias que resultan de décadas de centralismo estatal y de inoperancia del sistema son las causantes del peligro. Tanto es el deterioro, que hay un reconocimiento oficial de que el 45% de las viviendas de médicos de la familia carece de condiciones de habitabilidad. Esto, claro está, afecta los servicios de salud y la calidad de vida del cubano medio.

La cuestión seguirá en el tintero mientras sigan funcionando tan mal las redes de saneamiento que el Estado tiene el deber de mantener en óptimas condiciones. Este es un compromiso que asumió el día que comenzó a detentar el poder absoluto sobre los cubanos.

Artículo relacionado: “¿Percepción del riesgo o riesgo de la percepción?”. Publicado por Granma, Diciembre 12 de 2013. Pág.3

Por Víctor Ariel González










Fuente: Bloqueo informativo al pueblo cubano, suplemento de La Nueva República


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LOBÃO ENTREVISTA: Lobão Entrevista com Rachel Sheherazade (SBT) e Felipe Moura Brasil (Veja). 2013: fatos marcantes, casos pra lá de estranhos e perspectivas para 2014.

LOBÃO ENTREVISTA: Lobão Entrevista com Rachel Sheherazade (SBT) e Felipe Moura Brasil (Veja). 2013: fatos marcantes, casos pra lá de estranhos e perspectivas para 2014.

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Sanatório Geral, Augusto Nunes









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VEJA

/ Blogs e Colunistas





Sanatório Geral


05/01/2014 às 20:56 \ Sanatório Geral

Aula magna




PUBLICADO EM 29 DE JUNHO

  • “A vida dentro de casa melhorou muito nos últimos dez anos. Fora de casa, nem tanto. Não conseguimos resolver o problema da mobilidade urbana. Na educação, não conseguimos alfabetizar as crianças com menos de 8 anos. Nas universidades, não conseguimos criar mais vagas de Medicina nem aparelhar de forma adequada o sistema de Saúde no interior. Todos nós que fazemos política temos que ouvir as vozes das ruas e transformar essa energia em energia institucional”.


Dilma Rousseff, na reunião com meio mundo, explicando que, embora ela e Lula tenham feito quase tudo, não fizeram quase nada.





05/01/2014 às 16:53 \ Sanatório Geral

Patriota é isto




PUBLICADO EM 19 DE JUNHO

  • “O Brasil tem hoje uma situação em que quase toda a população está empregada, em contraste com muitas economias no mundo desenvolvido, como na Europa, por exemplo. E esse aumento no padrão de vida criou espaço para novas expectativas ─ essa é a mensagem central das manifestações”.


Antonio Patriota, chanceler amestrado, na entrevista concedida à CNN em Oslo, explicando à jornalista Christiane Amanpour que centenas de milhares de brasileiros resolveram protestar nas ruas porque a vida está boa demais.





05/01/2014 às 12:14 \ Sanatório Geral

Ressaca moral




PUBLICADO EM 18 DE JUNHO

  • “Nelson Rodrigues dizia que em dia de jogo o Maracanã vaia até minuto de silêncio”.


Aloizio Mercadante, ministro da Educação, tão confuso com a vaia endereçada a Dilma Rousseff que transferiu o Maracanã para Brasília no lugar onde o resto do Brasil enxerga o estádio Mané Garrincha.





05/01/2014 às 8:08 \ Sanatório Geral

Neurônio azarador




PUBLICADO EM 14 DE JUNHO

  • “E o Camões, que criou a nossa língua portuguesa, tem uma parte, naquele livro dele, Os Lusíadas, que ele conta a seguinte história. E tinha um velho que ficava ali parado junto, especializado em falar o seguinte: “Não vai dar certo essa viagem. Vocês vão naufragar. Vocês vão encontrar…” ─ porque eles achavam que tinha um abismo no mar ─ “…vocês vão encontrar os monstros no abismo. Vocês estão é querendo expressar a vaidade de vocês, a glória vã da conquista”. E o velho, conhecido como Velho do Restelo, era esse azarador-mor. Azarava tudo! Se esse velho tivesse dominado aquele pessoal que ia para dentro das caravelas e atravessava o Atlântico ─ umas caravelinhas pequenininhas assim ─, se ele tivesse azarado, nós não seríamos o que somos hoje”.


Dilma Rousseff, durante assinatura de contrato para construção do veículo leve sobre trilhos (VLT) no Rio de Janeiro, internada por Celso Arnaldo ao comprovar que consegue piorar — e muito – a descrição que fez ontem de seu novo inimigo número 1, o Velho do Restelo, personagem de Camões que aparece “naquele livro dele”, Os Lusíadas.





04/01/2014 às 20:44 \ Sanatório Geral

Domador de tsunamis




PUBLICADO EM 14 DE JUNHO

  • “Dilma jamais vai permitir que volte a inflação”.


Lula, em Canoas, no Rio Grande do Sul, garantindo que um pito de Dilma Rousseff vai convencer a inflação a imitar o tsunami que virou marolinha e refugiar-se nos Estados Unidos.





04/01/2014 às 16:41 \ Sanatório Geral

Quadrilha sem chefe




PUBLICADO EM 12 DE JUNHO

  • “Não há provas contra José Dirceu”.


Dias Toffoli, ministro do Supremo Tribunal Federal, em entrevista à Folha de S. Paulo, revelando que, graças à criatividade da turma do mensalão, o Brasil Maravilha também inventou a quadrilha sem chefe.







04/01/2014 às 12:35 \ Sanatório Geral

Sessão de tortura




PUBLICADO EM 6 DE JUNHO

  • “O governo está lavando as mões (sic)”.


Jayme Campos, senador pelo DEM de Mato Grosso, metendo os pés pelas mãos durante a sabatina que aprovou a indicação do novo ministro do STF, Luis Roberto Barroso.

  • “Estamos criando uma geração de mindingos (sic)”.


Jayme Campos, senador pelo DEM de Mato Grosso, aproveitando a sabatina que aprovou a indicação do novo ministro do STF, Luis Roberto Barroso, para torturar publicamente a língua portuguesa.





04/01/2014 às 8:04 \ Sanatório Geral

Como é que é? (14)




PUBLICADO EM 5 DE JUNHO

  • “500 assim, eu disse que era pouco. Eu te dei mil. Eu dou mais, mais, dois, eu dei mil. E avisei que era mil, avisei, porque cê pode dá e não contar. Não, foi contado devidamente que… e acho que isso tem que ser algo que seja generalizado, na medida em que faz parte da, da, da, do… eu acho que faz parte do conhecimento do Brasil instituições civis e militares, e elas têm de sê devidamente contempladas”.


Dilma Rousseff, num monumental diálogo com o nanoministro Celso Amorim, aos 8min38s da cerimônia de sanção das leis que criam universidades federais de papel na Bahia, no Pará e no Ceará, dando seu exemplo pessoal do impacto da educação superior para a clareza do raciocínio e das ideias.







03/01/2014 às 20:55 \ Sanatório Geral

Obrigado, senhor




PUBLICADO EM 3 DE JUNHO

  • “Nunca antes no Brasil um presidente teve a possibilidade de aprovar um terceiro mandato, mas não quis”.


Lula, na entrevista ao jornal peruano La República, afirmando que todos os brasileiros lhe devem eterna gratidão por não ter estuprado a Constituição.





03/01/2014 às 16:24 \ Sanatório Geral

Vexame triplo




PUBLICADO EM 31 DE MAIO

  • “Foi um vexame”.


Henrique Alves, presidente da Câmara, sobre o desempenho de Ideli Salvatti e Gleisi Hoffmann como articuladoras da aprovação de Medidas Provisórias no Congresso, antes de saber que Aloizio Mercadante acaba de ser escalado reforçar o trabalho da dupla.







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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905