Banner

SMA

Nossa Senhora



Rio de Janeiro


sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

ACI Digital: Beato Padre Anchieta poderia ser canonizado em 2014

Documento sin título










NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 










20 de dezembro de 2013 







BRASILIA, 20 Dez. 13 (ACI) .- Segundo informou o site oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Beato José de Anchieta, jesuíta espanhol que ficou conhecido como “Apóstolo do Brasil”, poderia ser canonizado no próximo ano.



SUGERIMOS HOJE:

FAÇA PARTE DA NOSSA REDE NO FACEBOOK

SIGA AS NOSSAS NOTÍCIAS ATRAVÉS DO TWITTER

CONFIRA NOSSO VÍDEO EXCLUSIVO COM AS PALAVRAS DO PAPA FRANCISCO NA AUDIÊNCIA GERAL DESTA QUARTA-FEIR



MANCHETES DO DIA 











VATICANO 
"Jesus quer ser seu amigo", afirma Papa Francisco às crianças 
Não podemos dar-nos o luxo de desprezar o que sobra, diz o Papa 
Menino espanhol consegue doação de 750 Kg de frango para alimentar os pobres em nome do Papa Francisco 

AMÉRICA 
México é o país mais perigoso para sacerdotes na América Latina 
Arcebispo norte-americano propõe mudança radical da parte dos bispos para reformar a Igreja 

BRASIL 
Beata Elena Guerra, intercessora da Renovação Carismática Católica do Brasil, também poderia ser canonizada em 2014 
Beato Padre Anchieta poderia ser canonizado em 2014 

MUNDO 
Secretário de Bento XVI: nunca fui contra a renúncia do Papa 





Católico em Dia 



Evangelho: 





Santo ou Festa: 



Um pensamento: 

Aceita o que te manda o Sagrado Corao de Jesus Cristo para te unir a Ele.

Santa Margarida Maria 













VATICANO 









VATICANO, 20 Dez. 13 (ACI) .- Nesta sexta-feira, 20, o Pontífice dedicou aos membros da Ação Católica Juvenil uma parte de sua manhã no Vaticano. 50 jovens e crianças vieram de várias dioceses da Itália para participar do encontro com Francisco. O slogan da associação para o ano 2013 se baseou em “descobrir Jesus como presença amiga em nossa vida”, e o título: “Não há brincadeira sem você”.

“No Natal –explicou- o Pontífice, revivemos a mesma experiência dos pastores de Belém, felizes com a fidelidade e a ternura do amor infinito com o qual Deus nos circunda. Junto com tantos pais e mães que se sacrificam todos os dias; junto com as crianças, com os doentes e os pobres, nós festejamos”.

“Ouvi dizer que o seu caminho este ano quer você descobraJesus como uma presença amiga em nossas vidas. O vosso slogan diz muito bem: " Não há brincadeira sem você." Portanto, o Natal é na verdade, a celebração da presença de Deus que vem entre nós para nos salvar. O Natal é justamente a festa da presença de Deus que veio nos salvar. O nascimento de Jesus não é uma fábula, é uma história que aconteceu de verdade, em Belém, há dois mil anos atrás. A fé nos faz reconhecer que Aquela Criança, nascida da Virgem Maria, é o verdadeiro Filho de Deus, que por nós se fez homem”. 

Diante do pequeno Jesus contemplamos o rosto de Deus, que se revela na força, no poder, mas na fraqueza e na fragilidade de um recém-nascido. Assim é o nosso Deus, aproxima-se tanto a nós, que vem até nós como uma criança. Esta criança mostra a fidelidade e a ternura do amor infinito com que Deus envolve cada um de nós. Por esta razão, nós celebramos o Natal, revivendo a mesma experiência dos pastores de Belém e junto com muitos pais e mães que trabalham duro todos os dias enfrentando muitos sacrifícios , juntamente com as crianças, os doentes, os pobres..; podemos fazer festa junto deles porque o Natal é a festa do encontro de Deus com todos nós em Jesus”.

Francisco garantiu aos jovens que Jesus quer ser amigo deles e pediu que transmitam a alegria desta amizade às suas casas, paróquias, escolas, amigos; e que estejam sempre prontos a dar uma mão aquém precisa sem julgar os outros e sem falar mal.



voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


VATICANO, 20 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- O Papa Francisco enviou uma mensagem aos recolhedores de lixo e recicladores na qual os alentou a seguir desenvolvendo formas dignas de trabalho a partir de sua tarefa ecológica e pediu gerar uma consciência sobre o desperdício de mantimentos que produz a “cultura do descarte”, à qual se voltou a se referir como um grave fator no escândalo da fome no mundo.

O Santo Padre gravou um vídeo durante uma audiência privada que teve neste 5 de dezembro com um dirigente do Movimento de Trabalhadores Excluídos (MTE), que logo foi difundido em uma assembleia da Federação de Recicladores.

O pontífice os convidou a refletir sobre o trabalho que realizam: “Pensem como seguir adiante neste trabalho de reciclar –me perdoem a palavra- aquilo que sobra. Mas o que sobra do rico. Hoje em dia não podemos dar-nos o luxo de desprezar o que sobra”.

“Estamos vivendo em uma cultura do descarte, onde facilmente fazemos sobrar não só coisas, mas também pessoas”, advertiu o Papa, quem também manifestou: “Com o alimento que se joga fora poderíamos dar de comer a todos os famintos do mundo”.

Francisco pediu que os recicladores geram consciência de que o reciclado “não é só ecológico e produtivo”, mas também implica formar hábitos de não desperdiçar recursos recicláveis e principalmente mantimentos, “porque há crianças que passam fome”.

“Quando vocês reciclam, fazem duas coisas: um trabalho ecológico necessário e por outro lado, uma produção que confraterniza e dá a dignidade a este trabalho. Vocês são criativos na produção, e também são criativos no cuidado da terra com esta visão ecológica”, concluiu o Papa alentando os trabalhadores deste campo à responsabilidade com o ambiente e com a humanidade.


voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


ROMA, 20 Dez. 13 (ACI) .- “Por que não dar de presente ao Papa Francisco por Natal uma ajuda para os pobres?” Esta foi a ideia de José Luis, um menino espanhol de sete anos, concretizada no dia 18 de dezembro na audiência geral das quartas-feiras. Conforme informou o jornal da Santa Sé, o L’Osservatore Romano, José Luis é filho de uma das seis mil famílias que compõem a cooperativa espanhola Coren, uma empresa de alimentação que forneceu 750 quilogramas de frango para que o Santo Padre pudesse dar aos mais necessitados.

As religiosas do Real Monastério de Santa Clara del Allariz –localizado dentro do Caminho que leva à tumba do Apóstolo Tiago-, também pertencem à cooperativa e são conhecidas pelas formas criativas de receitas com carne de aves.

Prontos para serem cozinhados, os frangos serão distribuídos em refeitórios populares de Roma em nome do Papa e com a ajuda do elemosineiro do Vaticano, o Arcebispo Konrad Krajewski, estes serão distribuídos também para pobres em refeitórios administrados pela Igreja em Roma, entre os quais se encontra a casa “Dono di Maria” das Irmãs da Madre Teresa de Calcutá, localizado a poucos passos do Vaticano.


voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


AMÉRICA 









MEXICO D.F., 20 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Um estudo elaborado pela Unidade de Investigação do Centro Católico de Multimídia (CCM), abrangendo os últimos 23 anos, revelou que o México é, pelo sexto ano consecutivo, o país mais perigoso para sacerdotes e religiosos na América Latina.

O estudo detalha por nomes e dioceses, os dados daqueles que perderam a vida por causa da delinquência comum ou o crime organizado e aponta um dramático aumento das extorsões e de atentados, que não só prejudicam os presbíteros em quanto ao patrimônio que administram, mas também aumenta o risco de que percam a vida por seu trabalho na Igreja Católica.

Segundo o Sistema Informativo da Arquidiocese do México (SIAME), a análise abrangendo os últimos 23 anos, tem registro detalhado de 34 assassinatos contra membros da Igreja Católica do México, constando um cardeal, 25 sacerdotes, dois religiosos e quatro leigos, incluindo uma jornalista católica. As tendências do agravamento destes fenômenos no México mostram uma alta constante nos últimos seis anos.

Esta dramática situação, segundo o estudo do CCM, torna o México, pelo sexto ano consecutivo,o lugar com mais crimes de ódio contra sacerdotes, religiosos e leigos no continente americano.

“Isto coloca o México como o país latino-americano mais perigoso para exercer o ministério sacerdotal”, destaca a análise.


voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


MEXICO D.F., 20 Dez. 13 (ACI) .- Durante o encontro continental celebrado no santuário da Virgem de Guadalupe no México, o Arcebispo da Filadélfia (EUA), Dom Charles Chaput, explicou que os Bispos não são responsáveis por cada erro ou fracasso no contexto da nova evangelização, mas são responsáveis por fazer que as pessoas possam "abraçar Jesus Cristo e seus ensinamentos de um modo novo e mais pessoal" a partir da própria mudança radical e testemunho de vida cristã.

O Arcebispo fez esta afirmação no último dia 16 de novembro, no marco do Encontro e Peregrinação "Nossa Senhora de Guadalupe, Estrela da Nova Evangelização no continente americano", que reuniu centenas de bispos, cardeais e conhecidos leigos da América para aprofundar sobre este importante tema. O evento foi auspiciado pela Pontifícia Comissão para a América Latina e pelos Cavaleiros de Colombo.

Na sua exposição -uma das poucas conferências que recebeu aplausos prolongados e de pé- intitulada, "A nova evangelização: Responsabilidades e desafios para o continente americano", Dom Chaput explicou que os bispos não são responsáveis "por cada fracasso, cada erro nem pelas coisas nas quais não influenciamos nem controlamos. Mas temos o dever de examinarmos a nós mesmos e a nosso trabalho honestamente, para nos corrigir uns aos outros com franqueza, para reformar nossos corações e para dar nossas vidas, zelosa e completamente, sem ter em conta o custo, para servir a Deus e ao nosso povo".

O trabalho de evangelização, disse o Arcebispo, "precisa envolver mais fatores que somente a boa doutrina, é necessário guiar o novo povo –incluindo os bem catequizados– para abraçar Jesus Cristo e seus ensinamentos de um modo novo e mais pessoal".

Dom Charles Chaput explicou que um dos problemas que enfrentam os bispos na sua tarefa cotidiana são as próprias debilidades e limitações: "Deus nos chamou para liderar, a Igreja nos ordena fazê-lo e temos a responsabilidade de fazê-lo".

O Prelado recorda também a sua participação no Sínodo dos Bispos em 1997, quando falou "de um consenso moral nos Estados Unidos que ainda era em sua maioria cristão. Hoje isso não é mais assim. Sei que os meios de comunicação dos Estados Unidos promovem os apetites, crenças e preconceitos de muitos no resto do mundo –incluindo os jovens católicos– e com algumas exceções, estes meios não são amigos da fé católica".

"A assistência à Missa e a prática sacramental foram declinando por décadas em muitas dioceses americanas, muito antes da crise de abusos sexuais por parte do clero em anos recentes. E sei que milhões de católicos no meu país e no Canadá são batizados e inclusive catequizados, mas não conhecem Jesus Cristo e, portanto, para muitos deles a linguagem das Escrituras, o culto e o raciocínio moral católico resultam incompreensíveis".

Defesa da vida e da família

O Arcebispo fez um chamado a trabalhar "mais de perto para proteger a dignidade das famílias que se encontram entre a pobreza da vida no Sul e as leis de imigração no Norte, que com frequência parecem incoerentes, irracionais e inclusive vingativas".

Recordou também que "o direito à vida começa com o nascituro. Nada pode desculpar a violência ou diminuir o mal do aborto. No meu país, o culto ao aborto envenenou nossas leis, nosso discurso público e inclusive a fé e a integridade de muitas pessoas que se consideram a si mesmas como cristãs".

Neste sentido, adicionou que o direito à vida "vai mais além do ventre. Para prosperar, as crianças precisam de famílias com um pai e uma mãe; e a integridade da família depende da liberdade dos pais para procurar trabalho, ganhar um salário honesto e apoiar-se mutuamente e apoiar os filhos que Deus conceda".

O Arcebispo da Filadélfia se referiu logo ao problema das drogas e explicou que "em certo sentido, as drogas são apenas o sintoma, não a causa, de uma profunda disfunção social. A pobreza é o problema fundamental para entender uma sociedade problematizada, mas os dois temas estão muito conectados. A pobreza gera desespero, que busca alívio nas drogas, e estas últimas destroem vidas que terminam na pobreza e no crime. Os dois problemas se alimentam e se complementam".

Finalmente, o Arcebispo disse que "o obstáculo maior para esse novo ‘Novo Mundo’ não são os inimigos que nos odeiam nem os não crentes que insultam a Igreja e o Evangelho. O obstáculo maior é o Antigo Mundo que vive nos nossos corações, inclusive naqueles de nós que somos bispos, e talvez especialmente em alguns de nós que somos bispos: nosso orgulho, nossa covardia, nossa falta de confiança nas promessas de Deus".

voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


BRASIL 









APARECIDA, 20 Dez. 13 (ACI) .- Em um anúncio feito pouco depois da possível canonização do Beato José de Anchieta em 2014, o portal A12, do Santuário Nacional de Aparecida, afirma que o vice-postulador do processo de canonização da beata Elena Guerra, padre Eduardo Braga e Silva, viajou a Roma esta semana para entregar os documentos que permitirão a abertura da segunda fase de investigação do milagre atribuído à Apóstola do Espirito Santo que poderia elevá-la aos altares como santa ainda em 2014, ano do centenário de sua morte.

Segundo o portal A12, após coleta dos documentos na diocese de Uberlândia, em Minas Gerais, concluída em novembro, terá início a ‘fase romana’ junto à Congregação para a Causa dos Santos. Nesta fase, um grupo de teólogos, médicos e outros consultores analisam os documentos e, se houver reconhecimento do milagre, encaminham aos cardeais e depois ao Papa, que poderá decretar o culto público eclesiástico a Elena Guerra.

O processo de canonização teve início em março na diocese de Uberlândia, porque é onde teria ocorrido o milagre atribuído à beata. Em 2010, um homem que havia sido diagnosticado com morte cerebral saiu desse quadro sem explicação médica.

Padre Eduardo, em entrevista ao site Elo da Fé, falou sobre a expectativa de que Papa Francisco decrete a santificação. “Nesse momento de renovação que vivemos com Papa Francisco, temos sentido a presença muito forte do Espírito Santo. Essa canonização será uma graça muito grande para o mundo. Agradecemos e pedimos que o Espírito Santo continue abençoando a Igreja e seus pastores e o povo de Deus, para que este novo Pentecostes aconteça aqui!”, refletiu.

Em maio de 2012, um relicário dourado passou a fazer parte do Escritório Nacional da Renovação Carismática Católica do Brasil. Ali exposto está um pequeno osso da Beata Elena Guerra, apóstola do Espírito Santo. 

Há aproximadamente trës anos, a RCC do Brasil vem trabalhando na divulgação da devoção à Beata Elena Guerra. Para o diretor executivo do Escritório Nacional, Márcio Zolin, “a importância de termos a relíquia em nosso Escritório é para que os funcionários conheçam a devoção e a história da Beata”. 

O assistente espiritual do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Pe. José Giribone, explica que a relíquia recorda a pessoa que viveu na virtude cristã durante toda sua vida. "É uma forma de nos aproximarmos daqueles que foram heróis na fé. Quando uma pessoa é beatificada ou canonizada pode ser recordada a partir de suas relíquias", diz.

Breve História da Beata

Elena Guerra nasceu em Lucca, na Itália, em 1835, e ficou conhecida como Apóstola da Efusão do Espírito. Ela mantinha contato através de cartas com o Papa Leão XIII, nas quais clamava ao Santo Padre que ele retomasse na Igreja a devoção ao Espírito Santo. Por seu grande amor e devoção ao Espírito Santo, tornou-se intercessora da Renovação Carismática Católica do Brasil. Ela foi beatificada pelo papa João XXIII, em 26 de abril de 1959.


voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


BRASILIA, 20 Dez. 13 (ACI) .- Segundo informou o site oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o Beato José de Anchieta, jesuíta espanhol que ficou conhecido como “Apóstolo do Brasil”, poderia ser canonizado no próximo ano. 

Em coletiva de imprensa, na quarta-feira, 18 de dezembro, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, comentou sobre o pedido feito pela Conferência ao Papa Francisco para a canonização do beato Anchieta, o qual contou com a acolhida do Papa.

“Eu tive a honra e a alegria de receber um telefonema pessoal do Santo Padre para dizer, justamente, que acolhia positivamente o pedido de canonização”, disse Dom Raymundo.

“Durante a visita da presidência da CNBB ao Santo Padre no mês de outubro, entregamos uma carta com o pedido da canonização deste grande apóstolo, também declarado pela Conferência do Brasil como padroeiro dos catequistas”, explicou.

Para o arcebispo de Aparecida, esta é uma grata surpresa para a Igreja no Brasil. Ele afirma que este não é somente um desejo dos bispos, mas de cada pessoa que atribui santidade ao beato. 

“Somos muito gratos ao Papa em acolher esse pedido não só da CNBB, mas de várias instituições e do povo brasileiro que deseja ver o beato Anchieta venerado publicamente em todo o mundo e como modelo de santidade, no seguimento de Jesus”, disse.

A data da canonização ainda não está definida, mas poderia ocorrer ainda em 2014. “Ao responder positivamente, o Papa nos enche de alegria e satisfação, principalmente nos locais por onde ele passou: São Paulo, Espírito Santo e Bahia. Ele (Anchieta) é uma pessoa que marcou a nossa história desde o início", concluiu Dom Raymundo.

O Beato foi escolhido como um dos intercessores da JMJ Rio 2013. O missionário chegou ao Brasil com apenas 19 anos, e exerceu também as funções de sacerdote, historiador, professor e poeta.

Canonização

O Beato José de Anchieta, nasceu em Tenerife, nas Ilhas Canárias (Espanha), em 19 de março de 1534, chegou ao Brasil em 1553 e em 25 de janeiro de 1554, participou da fundação do Colégio de Piratininga que deu origem à metrópole de São Paulo, no local onde se encontra o Pateo do Collegio. Faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta no Estado do Espírito Santo) no dia 9 de junho de 1597.

No decorrer de sua vida, o padre passou por lugares como São Paulo, Espírito Santo e Bahia propagando os ensinamentos do Evangelho. Faleceu na cidade de Reritiba (atual Anchieta no Estado do Espírito Santo) no dia 9 de junho de 1597.

Anchieta ficou conhecido como o "Apóstolo do Brasil", pois, de acordo com Dom Raymundo, "foi um grande missionário, que merece ser colocado como modelo de seguimento do Evangelho".

O padre Anchieta foi beatificado pelo papa João Paulo II, em Roma, em 22 de junho de 1980. Os trabalhos pela canonização do jesuíta continuam agora com a Congregação das Causas dos Santos. A preparação da Positio em Roma, ou seja, o texto com a biografia de Anchieta, uma relação de prováveis milagres e a dimensão nacional e internacional de sua devoção, como também provas da sua fama de santidade, está sendo feita pelo padre César Augusto dos Santos, S.J, responsável do Programa Brasileiro da Rádio Vaticano.


voltar ao início | comentar a notícia | arquivo


MUNDO 









MADRI, 20 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- Dom Georg Gaenswein, o Prefeito da Casa Pontifícia e secretário pessoal do Bispo Emérito de Roma Bento XVI, descartou de forma contundente as versões jornalísticas que o assinalaram como contrário à renúncia do anterior Pontífice.

No dia 4 de dezembro deste ano, um artigo do jornal alemão ZeitOnline acusou o Arcebispo de estar em desacordo com a decisão de Bento XVI.

"Isso é uma estupidez, se eu estivesse contra o Papa, ele não teria nem mesmo me confirmado no cargo", explicou Dom Gaenswein aos jornalistas em 6 de dezembro durante a apresentação de um novo aplicativo sobre a Bíblia na sede da Rádio Vaticano em Roma.

"Não li o artigo, mas recebi algum e-mail que me criticava. Eu gostaria de saber o que escreveram sobre o que eu disse. Eu só falei com um jornalista faz alguns meses, mas não concedi nenhuma entrevista", acrescentou Dom Gaenswein.

Por outro lado, o secretário pessoal de Bento XVI assinalou que o ex-pontífice "está bem, e embora seja um homem idoso, tem uma cabeça muito clara, aguda e em muito bom estado".

Também declarou que Bento XVI se prepara durante o Advento para o tempo de Natal como um bom alemão. "Para os alemães, o tempo de Advento é muito belo porque temos uma piedade popular muito marcada, e isto está também marcado em Bento", disse.

Dom Gaenswein, ademais, anunciou que durante o Natal chegará a Roma o irmão mais velho de Bento XVI, Georg Ratzinger, que se hospedará no Mosteiro de Clausura Mater Ecclesia.

Monsenhor Georg ficará até finais de janeiro, espera-se que em meados desse mês faça 90 anos e celebre seu aniversário junto com o seu irmão.

Por último, Dom Gaenswein explicou que Bento recebe diversas visitas com frequência, e sua esperança é participar da cerimônia de canonização do Beato João Paulo II e João XXIII no próximo dia 27 de abril de 2014, algo que –conforme assinala-, ainda não está confirmado.

voltar ao início | comentar a notícia | arquivo






PARA CANCELAR A ASSINATURA O INSCREVER UM AMIGO, PREENCHA O FORMULÁRIO AQUI
COMENTÁRIOS OU PERGUNTAS A acidigital@acidigital.com


Augusto de Piabetá


Natal from Augusto César Ribeiro Vieira on Vimeo.



Augusto de Piabetá


  • Blogueros con el Papa SIN ALEGRÍA, LA VIDA NO ES VIDA 
  • Almas Castelos A mentira 
  • [Catolicos a Caminho] Sexta-feira, 20 de dezembro de 2013 
  • [Catolicos a Caminho] ANUNCIAÇÃO DO SENHOR Som ! 
  • [Catolicos a Caminho] TEMPO DO ADVENTO (20) COM A AJUDA DE DEUS TUDO É POSSÍVEL Som ! 
  • [hagiografia] 20 de Dezembro - São Domingos de Silos, Confessor (+ Castela 1073) 
  • IPCO - Instituto Plinio Corrêa de Oliveira 
  • Nobility Newsletter: "Our Christmas gift to you" and other posts 
  • Papa fará especial oração de autoria própria pela família no dia 29 de dezembro 
  • [Catolicos a Caminho] Quinta-feira, 19 de dezembro de 2013 




Posted: 19 Dec 2013 08:51 PM PST


h1 a:hover {background-color:#888;color:#fff ! important;} div#emailbody table#itemcontentlist tr td div ul { list-style-type:square; padding-left:1em; } div#emailbody table#itemcontentlist tr td div



Posted: 19 Dec 2013 08:54 PM PST


h1 a:hover {background-color:#888;color:#fff ! important;} div#emailbody table#itemcontentlist tr td div ul { list-style-type:square; padding-left:1em; } div#emailbody table#itemcontentlist tr td div



Posted: 19 Dec 2013 08:11 PM PST


<!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--> Primeira Leitura (Is 7,10-14)Leitura do Livro do Profeta Isaías.Naqueles dias, 10o Senhor falou com Acaz, dizendo: 11"Pede ao Senhor teu Deus que te faça ver um sinal, quer provenha da profundeza da terra, quer venha das alturas do céu". 12Mas Acaz respondeu: "Não pedirei nem tentarei o Senhor". 13Disse o profeta: "Ouvi então, vós, casa de Davi; será



Posted: 19 Dec 2013 08:21 PM PST


<!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--> ANUNCIAÇÃO DO SENHOR! **************** A Liturgia da Palavra de hoje – 20 de Dezembro – A, apresenta-nos o Mistério e solenidade da Anunciação, que tem o seu dia próprio – 24 de Março, nove meses antes do nascimento de Jesus, por estarmos muito próximos do dia de Natal.Chama-se Anunciação ao episódio narrado



Posted: 19 Dec 2013 08:03 PM PST


<!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--> TEMPO DO ADVENTO! - (20) COM A AJUDA DE DEUS TUDO É POSSÍVEL -"Chegou entretanto, o dia em que Isabel devia dar à luz e teve um filho".(Lc.1,57).Como já vimos antes (nove meses em tempo) Zacarias teve uma mensagem de um anjo que lhe comunicou que sua esposa Isabel ia ter um filho.Perante as dúvidas de



Posted: 19 Dec 2013 07:57 PM PST


<!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--> 20 de Dezembro São Domingos de Silos, Confessor (+ Castela 1073) Nasceu no reino de Navarra, onde ingressou na Ordem beneditina, mas precisou transferir-se para o reino de Castela porque injustamente perseguido pelas autoridades navarras. Em Castela coube-lhe restaurar a velha abadia de Silos, que se encontrava decadente e moribunda. Não



Posted: 19 Dec 2013 08:55 PM PST


h1 a:hover {background-color:#888;color:#fff ! important;} div#emailbody table#itemcontentlist tr td div ul { list-style-type:square; padding-left:1em; } div#emailbody table#itemcontentlist tr td div



Posted: 19 Dec 2013 10:40 PM PST


h1 a:hover {background-color:#888;color:#fff ! important;} div#emailbody table#itemcontentlist tr td div ul { list-style-type:square; padding-left:1em; } div#emailbody table#itemcontentlist tr td div



Posted: 19 Dec 2013 07:52 PM PST


Documento sin título NOTÍCIAS DIÁRIAS · www.acidigital.com 19 de dezembro de 2013 Papa fará especial oração de autoria própria pela família no dia 29 de dezembro VATICANO, 19 Dez. 13 (ACI/EWTN Noticias) .- No Ângelus dominical que se rezará no dia 29 de dezembro, Festa da Sagrada Família, o Papa Francisco pronunciará uma



Posted: 19 Dec 2013 08:13 PM PST


<!--~-|**|PrettyHtmlStartT|**|-~--> Primeira Leitura (Jz 13,2-7.24-25a)Leitura do Livro dos Juízes.Naqueles dias, 2havia um homem de Saraá, da tribo de Dã, chamado Manué, cuja mulher era estéril. 3O anjo do Senhor apareceu à mulher e disse-lhe: "Tu és estéril e não tiveste filhos, mas conceberás e darás à luz um filho. 4Toma cuidado de não beberes vinho nem licor, de não comeres coisa



You are subscribed to email updates from Augusto de Piabetá - Blog Católico

To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. 

Email delivery powered by Google 


Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610 

[Novo post] O PT que deu certo: Coreia do Norte ameaça atacar o Sul por protestos contra seus líderes




lucianohenrique publicou: " Fonte: UOL Notícias A Coreia do Norte ameaçou nesta sexta-feira (20) a Coreia do Sul em realizar um ataque "sem piedade" e "sem prévio aviso" como vingança pelas recentes manifestações de cidadãos em Seul contra o regime comunista de Kim Jong-un. " 



Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






Nova publicação em Ceticismo Político 












A Coreia do Norte ameaçou nesta sexta-feira (20) a Coreia do Sul em realizar um ataque "sem piedade" e "sem prévio aviso" como vingança pelas recentes manifestações de cidadãos em Seul contra o regime comunista de Kim Jong-un.

A Comissão Nacional de Defesa, órgão que rege os assuntos militares norte-coreanos, enviou a ameaça por fax ao Conselho de Segurança Nacional da Coreia do Sul através da linha de comunicação militar da fronteira ocidental, informou à Agência Efe uma porta-voz do Ministério da Unificação de Seul.

Pyongyang informou na carta que se continuarem as manifestações em Seul contra "a mais alta dignidade" do Estado comunista - em referência a seus líderes - fará um ataque "sem piedade" e "sem prévio aviso" ao país vizinho.

Centenas de sul-coreanos convocados por grupos conservadores se manifestaram em Seul na terça-feira dia 17, dia do segundo aniversário da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-il, com cartazes contra Pyongyang e queimaram imagens dos líderes da dinastia Kim, altamente venerados na Coreia do Norte.

A Coreia do Sul, por sua vez, respondeu à nova ameaça do Norte através da linha de comunicação militar com outro fax no qual advertiu que responderá "com contundência" a qualquer "provocação" do país vizinho.
A Coreia do Norte ameaçou nesta sexta-feira (20) a Coreia do Sul em realizar um ataque "sem piedade" e "sem prévio aviso" como vingança pelas recentes manifestações de cidadãos em Seul contra o regime comunista de Kim Jong-un.

A Comissão Nacional de Defesa, órgão que rege os assuntos militares norte-coreanos, enviou a ameaça por fax ao Conselho de Segurança Nacional da Coreia do Sul através da linha de comunicação militar da fronteira ocidental, informou à Agência Efe uma porta-voz do Ministério da Unificação de Seul.

Pyongyang informou na carta que se continuarem as manifestações em Seul contra "a mais alta dignidade" do Estado comunista - em referência a seus líderes - fará um ataque "sem piedade" e "sem prévio aviso" ao país vizinho.

Centenas de sul-coreanos convocados por grupos conservadores se manifestaram em Seul na terça-feira dia 17, dia do segundo aniversário da morte do ditador norte-coreano Kim Jong-il, com cartazes contra Pyongyang e queimaram imagens dos líderes da dinastia Kim, altamente venerados na Coreia do Norte.

A Coreia do Sul, por sua vez, respondeu à nova ameaça do Norte através da linha de comunicação militar com outro fax no qual advertiu que responderá "com contundência" a qualquer "provocação" do país vizinho.

Meus comentários

Existem dois esquerdismos principais, em pólos opostos: aquele que funcionou com sucesso, e aquele que é obrigado a ficar recuado por pressão de críticos externos (jamais por críticas internas, naturalmente). Entre esses dois esquerdismos principais, existem várias matizes que vão progressivamente de um pólo a outro.

Em uma escala de esquerdismo, podemos colocar a Coréia do Norte como o esquerdismo que deu certo por completo. É um país sem liberdade, cujos donos do poder conquistaram o poder absoluto, podendo fazer o que quiser com sua população completamente dominada pela lavagem cerebral ou medo (ou ambos), e, como não poderia deixar de ser, com o controle da mídia.

Deve ser muito dolorido para os líderes esquerdistas da Coréia do Norte terem conquistado sucesso, mas verem que seus irmãos esquerdistas da Coréia do Sul não conseguiram sucesso em tirar a liberdade, dominar a população e controlar a mídia dos sul-coreanos.

Como resultado, a mente dos norte-coreanos entra em colapso quando vê manifestações de liberdade de expressão sadias vindas do outro lado.

Claro que a Coréia do Norte não vai invadir a Coréia do Sul, pois as ameaças de guerra feitas pelos primeiros não passam de truques de intimidação típicos de esquerdistas. Como diria Saul Alinsky, "poder não é o que você tem, mas o que o inimigo pensa que você tem". Ou melhor: "A ameaça é sempre pior do que a coisa em si".

Por enquanto, é melhor continuar usando a Coréia do Norte como um país exemplar em termos de esquerdismo. Ali temos um exemplo de como um país perde seus parâmetros morais quando o esquerdismo dá certo. Que eles continuem nos ensinando... a como não gerir um país.















Cancele a assinatura para não receber mais posts de Ceticismo Político.
Altere as configurações do seu e-mail em Gerenciar Assinaturas. 

Problemas para clicar? Copie e cole esta URL no seu navegador: 













Da Mihi Animas




Da Mihi Animas


  • FSSPX > EVANGELII GAUDIUM – DOLOR FIDELIUM – “A ALEGRIA DO EVANGELHO”, A DOR DOS FIÉIS 
  • REVISTA GAY ELEGE O PAPA COMO "PESSOA MAIS INFLUENTE DE 2013" 
  • Um estudo revela que pessoas criadas por gays têm mais problemas 
  • Famoso ator homossexual é ameaçado de morte por sua oposição à adoção gay 




Posted: 19 Dec 2013 10:25 AM PST




















Para concluir o ano da Fé, o Santo Padre, o papa Francisco, publicou a Exortação apostólica Evangelii gaudium sobre a pregação do Evangelho no mundo de hoje. Por sua extensão – 289 pontos -, este documento demanda um grande esforço ao leitor e ao teólogo, se eles quiserem estudá-lo corretamente. Teria-se podido dizer mais em menos palavras. As linhas que seguem vão tentar oferecer um primeiro resumo dela, certamente incompleto.




A causa deste documento é o Sínodo dos bispos que aconteceu de 7 a 28 de outubro do ano passado, e que fora consagrado ao tema da nova evangelização: "Com prazer, aceitei o convite dos Padres sinodais para redigir a presente Exortação" (nº16). Ao mesmo tempo, este documento foi apresentado pelo novo pontífice como um tipo de diretório. Esta dupla finalidade e a prolixidade do papa têm por consequência que este documento não apresenta estruturas claras. Falta precisão, rigor e clareza. Assim, por exemplo, uma longa passagem é consagrada à situação econômica do mundo contemporâneo, e um pouco mais adiante é exposta a importância da pregação, até dando os detalhes de sua preparação. Repetidamente, aborda-se a questão da decentralização da Igreja; e as questões ecumênicas e inter-religiosas são tratadas sob todos os aspectos. Ademais, este documento não está isento de contradições: assim o papa vai precisar que não se trata de uma encíclica social, mas, ulteriormente, as condições econômicas são tratadas de acordo com um modelo parecido ao das encíclicas dos papas anteriores. 


O papa Francisco fala da Igreja como se, até hoje, ela não tivesse transmitido o Evangelho ou o tivesse feito de modo imperfeito. Ele lamenta uma atitude indiferente, letárgica e fechada. Esta reprimenda constante nos incomoda desagradavelmente. Têm-se s impressão que, até o presente, poucas coisas foram feitas pela transmissão da fé e do Evangelho. Seus comentários são acompanhados sempre por uma referência à sua própria pessoa. O pronome pessoal eu não aparece menos de 184 vezes no documento, e não contamos os "meu" e os "mim". A palavra de Deus no Apocalipse se impõe quase que automaticamente ao nosso espírito: "Ecce nova facio omnia: eis que faço novas todas as coisas". (Apoc. 21, 5)


Sem dúvidas o documento contém considerações positivas, que não podem passar em silêncio. Indiquemos algumas delas ao longo do texto: 


No nº 7, é dito: "a sociedade técnica teve a possibilidade de multiplicar as ocasiões de prazer; no entanto ela encontra dificuldades grandes no engendrar também a alegria". Quanta justeza nesta constatação! 


No nº 22, lê-se: "A Palavra possui, em si mesma, uma tal potencialidade, que não a podemos prever. O Evangelho fala da semente que, uma vez lançada à terra, cresce por si mesma, inclusive quando o agricultor dorme (cf. Mc 4, 26-29)". A ação da graça ultrapassa efetivamente qualquer cálculo humano. 


No nº 25, é recordado que "não nos serve uma "simples administração"". Se os bispos e os padres levassem essa palavra a sério e virassem as costas às comissões, aos comitês, aos fóruns, ao vasto burocratismo para agir como verdadeiros teólogos e pastores! 


Um belíssimo parágrafo nos é dado no nº 37, com uma longa citação da Suma teológica de São Tomás de Aquino. Não podemos nos impedir de citar completamente este ponto: "São Tomás de Aquino ensinava que, também na mensagem moral da Igreja, há uma hierarquia nas virtudes e ações que delas procedem (S. Th. I-II, q. 66, a. 4-6). Aqui o que conta é, antes de mais nada, «a fé que atua pelo amor» (Gal 5, 6). As obras de amor ao próximo são a manifestação externa mais perfeita da graça interior do Espírito: «O elemento principal da Nova Lei é a graça do Espírito Santo, que se manifesta através da fé que opera pelo amor» (S. Th. I-II, q. 108, a. 1). Por isso afirma que, relativamente ao agir exterior, a misericórdia é a maior de todas as virtudes: «Em si mesma, a misericórdia é a maior das virtudes; na realidade, compete-lhe debruçar-se sobre os outros e – o que mais conta – remediar as misérias alheias. Ora, isto é tarefa especialmente de quem é superior; é por isso que se diz que é próprio de Deus usar de misericórdia e é, sobretudo nisto, que se manifesta a sua omnipotência (S. Th. II-II, q. 30, a. 4.; cf. ibid. q. 40, a.4, ad 1.). 


No nº 42, o papa insiste sobre o fato de que a pregação deve antes de tudo tocar os corações: "Por isso, é preciso recordar-se de que cada ensinamento da doutrina deve situar-se na atitude evangelizadora que desperte a adesão do coração com a proximidade, o amor e o testemunho". 


Do nº 52 ao nº 76, ele trata dos aspectos econômicos e evidencia uns pontos interessantes. O capitalismo desenfreado, que é apenas o "resultado de uma reação diante da sociedade de consumo, materialista, individualista" (nº 63) é condenado violentamente. "O individualismo pós-moderno e globalizado favorece um estilo de vida que debilita o desenvolvimento e a estabilidade dos vínculos entre as pessoas e distorce os vínculos familiares" (nº 67). E o papa conclui no nº 69 que é imperativo "evangelizar as culturas para inculturar o Evangelho", ou seja, que o Evangelho deve ser enraizado na sociedade e na vida dos povos. Mas por que ele não fala aqui, como seus predecessores o tinham feito antes do concílio Vaticano II, do Estado católico e da sociedade cristã, que eram apresentadas como frutos da fé católico, e também, por uma consequência lógica, como uma proteção para esta fé? Provavelmente, ter-se-ia podido esperar que com estas recriminações legítimas sobre a economia atual, ele se referisse à Quadragesimo anno do papa Pio XI, para demonstrar os princípios que conduzem à condições econômicas justas? 


O nº 66 aborda o tema da família, porém ele deixa de recordar que o casamento é a união indissolúvel de um homem e de uma mulher, em uma hora onde o modo atual das uniões livres e a reivindicação da comunhão para os divorciados recasados o teriam exigido. Além disso, ter-se-ia podido esperar que uma atenção maior fosse dada à família cristã no documento papal, visto que é por ela que se faz a primeira transmissão da fé, de geração em geração. 


Nos nº 78 e 79, o papa descreve lucidamente a vida espiritual dos anos pós-conciliares: "Hoje nota-se em muitos agentes pastorais, mesmo pessoas consagradas, uma preocupação exacerbada pelos espaços pessoais de autonomia e relaxamento, que leva a viver os próprios deveres como mero apêndice da vida, como se não fizessem parte da própria identidade.[...] Assim, é possível notar em muitos agentes evangelizadores – não obstante rezem– uma acentuação do individualismo, uma crise de identidade e um declínio do fervor. São três males que se alimentam entre si. A cultura mediática e alguns ambientes intelectuais transmitem, às vezes, uma acentuada desconfiança quanto à mensagem da Igreja, e um certo desencanto. Em consequência disso, embora rezando, muitos agentes pastorais desenvolvem uma espécie de complexo de inferioridade que os leva a relativizar ou esconder a sua identidade cristã e as suas convicções". Como os servos da Igreja deveriam pegar as armas do Espírito e acreditar na eficácia e na fecundidade de todos os meios que Cristo colocou nas mãos de sua Igreja: a oração, a pregação integral da fé, a administração dos sacramentos, a celebração do santo Sacrifício da Missa, a adoração do Santíssimo Sacramento do altar! No lugar disso, eles sucumbem à "sensação de derrota que nos transforma em pessimistas lamurientos e desencantados com cara de vinagre. Ninguém pode empreender uma luta, se de antemão não está plenamente confiado no triunfo. Quem começa sem confiança, perdeu de antemão metade da batalha e enterra os seus talentos. Embora com a dolorosa consciência das próprias fraquezas, há que seguir em frente, sem se dar por vencido, e recordar o que disse o Senhor a São Paulo: «Basta-te a minha graça, porque a força manifesta-se na fraqueza » (2 Cor 12, 9). O triunfo cristão é sempre uma cruz, mas cruz que é, simultaneamente, estandarte de vitória, que se empunha com ternura batalhadora contra as investidas do mal". (nº 85) 


O nº 104 se reveste de uma importância particular, visto que ele afirma que o sacerdócio, como sinal do Cristo-Esposo, é reservado aos homens: "O sacerdócio reservado aos homens, como sinal de Cristo Esposo que Se entrega na Eucaristia, é uma questão que não se põe em discussão". 


No nº 112, a gratuidade da graça e da obra da Redenção são evidenciadas: "A salvação, que Deus nos oferece, é obra da sua misericórdia. Não há ação humana, por melhor que seja, que nos faça merecer tão grande dom. Por pura graça, Deus atrai-nos para nos unir a Si". No ponto seguinte, é recordado de modo completamente justo que a salvação não é uma questão individual: "Ninguém se salva sozinho, isto é, nem como indivíduo isolado, nem por suas próprias forças". (nº 113) O homem se salva, portanto, na Igreja e pela Igreja, ou ele não se salva. 


No nº 134, a importância das universidades e das escolas católicas para a pregação da fé e do Evangelho é sublinhada. Todavia, pode-se lamentar as poucas linhas consagradas a estas obras. O nº 214 se opõe ao assassinato da criança por nascer, ainda vivendo no seio de sua mãe. Infelizmente o papa não se refere de modo algum à injustiça cometida contra Deus, e, assim, portanto, nem à ordem natural nem aos mandamentos, mas somente ao valor da pessoa humana. 


No nº 235, são enumerados uns princípios sãos para lutar contra o individualismo: "O todo é mais do que a parte, sendo também mais do que a simples soma delas". Todo o parágrafo é colocado sob o título: "O todo é superior à parte". Desenvolver o tema do bem comum certamente teria podido fazer muito bem neste lugar. 


Infelizmente, falta isso. O entusiasmo missionário e a atividade apostólica são magnificamente descritas no nº 267: "Unidos a Jesus, procuramos o que Ele procura, amamos o que Ele ama. Em última instância, o que procuramos é a glória do Pai, vivemos e agimos «para que seja prestado louvor à glória da sua graça» (Ef 1, 6). Se queremos entregar-nos a sério e com perseverança, esta motivação deve superar toda e qualquer outra. O movente definitivo, o mais profundo, o maior, a razão e o sentido último de tudo o resto é este: a glória do Pai que Jesus procurou durante toda a sua existência". 


II 


Bonum ex integra causa, malum ex quocumque defectu, nos diz o princípio clássico da moral. O bem provém de uma integridade, mas, por outro lado, se uma parte essencial de uma coisa é má, o conjunto é mau. As belas partes do documento papal, que regojizamos, não podem nos impedir de constatar a firme vontade de realizar o concílio Vaticano II, não somente de acordo com a letra, mas também segundo o espírito. A trilogia Liberdade religiosa – Colegialidade – Ecumenismo, que, de acordo com as palavras de Dom Lefebvre, corresponde à divisa da Revolução francesa: Liberdade – Igualdade – Fraternidade, é desenvolvida de modo sistemático. 


1. Inicialmente, nos nº 94 e 95, os fiéis ligados à Tradição são repreendidos e mesmo acusados de neo-pelagianismo: "É uma suposta segurança doutrinal ou disciplinar que dá lugar a um elitismo narcisista e autoritário, onde, em vez de evangelizar, se analisam e classificam os demais e, em vez de facilitar o acesso à graça, consomem-se as energias a controlar… nem Jesus Cristo nem os outros interessam verdadeiramente… Nalguns, há um cuidado exibicionista da liturgia, da doutrina e do prestígio da Igreja, mas não se preocupam que o Evangelho adquira uma real inserção no povo fiel de Deus e nas necessidades concretas da história". Como o papa pode acreditar nisso? Não é justamente o dinamismo dos fiéis católicos enraizados na fé que demonstra o contrário? Para não falar de nossa Fraternidade, não há os Franciscanos da Imaculada, uma jovem congregação missionária florescente, que agora se encontra gravemente mutilada, senão destruída, pela intervenção brutal do Vaticano? O documento acrescenta na sequência: "Assim, a vida da Igreja transforma-se numa peça de museu ou numa possessão de poucos". 


Como já invocamos, as escolas católicas, instrumentos importantes de recristianização, se beneficiam de uma simples menção, em uma única frase. Para nós, estes estabelecimentos são precisamente um meio de transmitir o Evangelho. Em nossa Fraternidade, nós temos a alegria de ver todos os anos novas escolas abrirem suas portas. 


2. Realmente falta o sentido da realidade neste documento; o que dá a ilusão de que a verdade vencerá por si mesma o erro. Esta perspectiva se apóia sobre a parábola do trigo e do joio, no nº 225: ela "consiste em mostrar como o inimigo pode ocupar o espaço do Reino e causar dano com o joio, mas é vencido pela bondade do trigo que se manifesta com o tempo". Tal interpretação é um contrassenso sobre a parábola e uma falsificação do Evangelho. 


A falta de realismo é visível também no nº 44, onde os padres são exortados a não fazer do confessionário "uma sala de tortura". Ainda que ao longo da história da Igreja tais excessos tenham efetivamente existido aqui ou acolá, onde isto ainda existe de fato hoje? Não teria sido melhor acrescentar um capítulo sobre a confissão, sob seus aspectos de liberação do pecado, de libertação da culpabilidade e de reconciliação com Deus, como ponto culminante da nova evangelização e da renovação interior das almas? 


Esta ingenuidade, que é mais ainda uma contestação do pecado original, ou, ao menos, de suas consequências nas almas e na sociedade, se manifesta também no nº 84, onde é citado o discurso de abertura do concílio Vaticano II, discurso cheio de ilusões do papa João XXIII: "parece-nos que devemos discordar desses profetas de desgraças, que anunciam acontecimentos sempre infaustos, como se estivesse iminente o fim do mundo… Na situação atual da sociedade, não vêem senão prevaricações e ruínas". Infelizmente os anos pós-conciliares deram razão aos "profetas de desgraças". 


3. Extremamente estranha é a observação feita no nº 129, a saber, que não é preciso crer "que o anúncio evangélico tenha de ser transmitido sempre com determinadas fórmulas pré-estabelecidas ou com palavras concretas que exprimam um conteúdo absolutamente invariável". Isso nos recorda inevitavelmente a doutrina da evolução dos dogmas, tal como os modernistas a defendem e tal como ela foi expressamente condenada pelo papa São Pio X, no juramento anti-modernista. 


Esta atitude evolucionista também se mostra acerca da Igreja e de suas estruturas. A primeira parte do capítulo 1 do documento traz como título a transformação missionária da Igreja. E o concílio Vaticano II é apresentado como o fiador da abertura da Igreja a uma reforma permanente, visto que há "estruturas eclesiais que podem chegar a condicionar um dinamismo evangelizador".(26)


4. O nº 255 fala da liberdade religiosa como um direito fundamental do homem. O papa cita aqui Bento XVI, seu predecessor sobre a cátedra de Pedro, com estas palavras: "a liberdade de escolher a religião que se crê ser verdadeira e de manifestar publicamente a própria crença". Tal declaração é diretamente oposta à 15ª proposição do Syllabus do papa Pio IX, onde é condenada esta afirmação: "É livre a qualquer um abraçar e professar aquela religião que ele, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira". A continuação deste nº255 contradiz a doutrina dos papas desde a Revolução francesa até Pio XII. O papa aí fala de um "são pluralismo". Tal pluralismo é compatível com o conhecimento de que o Verbo, segunda Pessoa do único verdadeiro Deus trinitário, veio ao mundo para redimi-lo, que Ele é a fonte de todas as graças, e que somente Nele se encontra a salvação? 


O documento também condena o proselitismo. Em nossos dias, este termo se tornou ambíguo. Se o entendermos como recrutamento para a verdadeira religião com meios impróprios, ele certamente deve ser rejeitado. Porém, para a maioria dos nossos contemporâneos, não somente toda atividade missionária, mas também qualquer tipo de recrutamento ou de argumentação em favor da verdadeira religião é considerada como já sendo proselitismo. 


5. O conceito de colegialidade desenvolvido pelo papa ainda será muito mais funesto para o futuro da Igreja. De fato, precisaríamos ler o nº 32 por completo: "dado que sou chamado a viver aquilo que peço aos outros, devo pensar também numa conversão do papado". O soberano pontífice cita então a encíclica Ut unum sint, do papa João Paulo II, onde este pede ajuda para encontrar uma "forma de exercício do primado que, sem renunciar de modo algum ao que é essencial da sua missão, se abra a uma situação nova". E o papa Francisco conclui: "Pouco temos avançado neste sentido". Ele também está decidido a avançar sobre este ponto? Porém qual é sua visão? Ele a diz claramente: "Mas este desejo não se realizou plenamente, porque ainda não foi suficientemente explicitado um estatuto das conferências episcopais que as considere como sujeitos de atribuições concretas, incluindo alguma autêntica autoridade doutrinal". De acordo com nossa modesta opinião, uma conferência episcopal jamais pode ser o sujeito de uma autoridade doutrinal autêntica, visto que ela não é de instituição divina, mas somente uma instituição completamente humana, do tipo organizacional. O papado em si é de instituição divina, assim como todos os bispos espalhados pelo mundo em união com Pedro, mas não a conferência episcopal. Se continuarem sobre este caminho fatal, a Igreja muito rapidamente vai se desagregar em Igrejas nacionais.


Lemos no nº 16: "Penso, aliás, que não se deve esperar do magistério papal uma palavra definitiva ou completa sobre todas as questões que dizem respeito à Igreja e ao mundo". Naturalmente não podemos esperar que a Igreja se posicione sobre todas as questões, mas os papas do passado sempre deram os princípios de ação para a conduta tanto dos indivíduos quanto da sociedade, e é isso o que deveríamos esperar também hoje do ensino papal. Cristo instituiu Pedro afim que ele apascente o rebanho. 


6. Chegamos finalmente ao ecumenismo, ao diálogo ecumênico e inter-religioso. O nº 246 fala da hierarquia das verdades. Este termo ambíguo já foi utilizado pelo concílio Vaticano II em seu decreto sobre o ecumenismo Unitatis redintegratio, no nº 11. Na sequência, tentou-se colocar de lado a verdade católica e dissimular o que poderia ser uma pedra de tropeço para nossos "irmãos separados". Em 1982, a Congregação da Fé interveio e declarou que o termo de hierarquia das verdades não quer dizer que uma verdade é menos importante que outra, mas que existe verdades das quais resultam outras verdades parciais. Só podemos ser gratos por este esclarecimento. A fé católica, virtude teologal, reclama a aceitação da Revelação integral, devido a Deus que se revela. Este esclarecimento dá, além disso, um exemplo do modo com o qual se poderia retificar as ambiguidades dos textos do concílio Vaticano II, exceto os pontos abertamente errôneos. O fim deste mesmo nº 246 nos convida, nós católicos, a aprender com os ortodoxos o significado da colegialidade episcopal e da experiência da sinodalidade. 


Lemos no nº 247 que a aliança do povo judeu com Deus nunca foi suprimida. Esta aliança não fora instituída por Deus a fim de preparar sua Encarnação salvífica na pessoa de Jesus Cristo? Ela não era uma sombra e um modelo que deveria dar lugar à realidade: umbram fugat veritas? Não foi a nova e eterna Aliança concluída no santo Sacrifício de Cristo sobre o Calvário que substituiu a antiga? O véu do templo não se partiu de cima à baixo no momento do sacrifício do Gólgota? Se, de acordo com a declaração de São Paulo, no capítulo XI da epístola aos Romanos, uma grande parte ou mesmo a totalidade dos judeus se converterão no fim dos tempos, isso se dará somente pelo reconhecimento de Cristo, único salvador de todos e de cada um dos indivíduos, e pela integração na Igreja, que é composta por pagãos e judeus convertidos. Fora de Cristo não há caminho de salvação para os judeus. Ademais, a Igreja já há muito tempo assimilou os valores do judaísmo do Antigo Testamento. Pensemos especialmente na oração dos salmos e nos livros do Antigo Testamento. Não podemos mais falar de uma "rica complementaridade" com o judaísmo contemporâneo.


Os nº 250 a 253 são consagrados ao Islã, e aí lemos que o diálogo inter-religioso "é uma condição necessária para a paz no mundo". O nº 252, na linha do nº 16 da Lumen Gentium do concílio Vaticano II, afirma que os muçulmanos "professam ter a fé de Abraão, adoram conosco o Deus único". Porém os muçulmanos não rejeitam expressamente o mistério da Santíssima Trindade, e não nos incriminam por isso por sermos politeístas? O papa diz, além disso, que eles têm uma profunda veneração por Jesus Cristo e Maria, utilizando as palavras de Nostra aetate (nº3). Mas eles veneram realmente Cristo como o Filho de Deus, igual a Ele em sua essência? Isso parece ser um detalhe quase sem importância (ndt: no documento romano). 


No ponto seguinte, o papa chega a conclusões concretas: "Nós, cristãos, deveríamos acolher com afeto e respeito os imigrantes do Islã que chegam aos nossos países, do mesmo modo que esperamos e pedimos para ser acolhidos e respeitados nos países de tradição islâmica". Este número acaba pela falsa afirmação escandalosa: "Frente a episódios de fundamentalismo violento que nos preocupam, o afeto pelos verdadeiros crentes do Islão deve levar-nos a evitar odiosas generalizações, porque o verdadeiro Islão e uma interpretação adequada do Alcorão opõem-se a toda a violência". O Santo Padre nunca leu o Corão? 


No nº 254, aborda-se o tema dos não-cristãos em geral, e o fato de que seus sinais e ritos "podem ser canais que o próprio Espírito suscita para libertar os não-cristãos do imanentismo ateu ou de experiências religiosas meramente individuais". Isso não quer dizer que o Espírito Santo opera em todas as religiões não-cristãs e que todas elas são caminhos de salvação? A fé do Islã em um único Deus é certamente – falando de modo abstrato – superior ao politeísmo dos pagãos. Contudo, pedagogicamente e psicologicamente, é muito mais fácil converter um pagão que converter um muçulmano, pois este está integrado a um sistema sócio-religioso: sair deste sistema coloca sua vida em perigo. Porém as religiões não-cristãs não são de forma alguma caminhos neutros de veneração de Deus, pois muito frequentemente elas estão mescladas por elementos demoníacos que impedem o homem de alcançar a graça de Cristo, de se fazer batizar e, assim, de salvar sua alma. 


Nos últimos cinquenta anos nada causou mais danos à proteção e à transmissão da fé que este ecumenismo excessivo que nada mais é que a "ditadura do relativismo" religioso (cardeal Ratzinger). Esse mal fez desaparecer a definição da Igreja como Corpo místico de Cristo, única esposa do Cordeiro sacrificado e único caminho de salvação. É justamente este ecumenismo que transformou a Igreja missionária em uma comunidade "dialogante" ecumênica entre outras comunidades religiosas. 


Chamar a Igreja, no âmbito deste ecumenismo, à alegria do Evangelho e querer transformá-la em uma Igreja missionária, não é pouco tragicômico. Como ela pode pensar e agir de modo missionário, quando ela não acredita em sua própria identidade e em sua missão?


Conclusão 


Ainda que a Exortação apostólica Evangelli Gaudium possa conter aspectos justos, como na semente dispersa, no conjunto ela é nada mais que um desenvolvimento consecutivo ao concílio Vaticano II, em suas conclusões mais inaceitáveis. Não vemos nesse último "caminhos para o percurso da Igreja nos próximos anos" (nº1), mas sim outro passo funesto para o declínio da Igreja, a decomposição de sua doutrina, a dissolução de suas estruturas, e mesmo para a extinção de seu espírito missionário, que é, todavia, invocado em vários momentos (na exortação). Assim, a Evangelii gaudium se torna Dolor fidelium, uma aflição e uma dor para os fiéis. 


Os católicos ligados à Tradição da Igreja devem seguir a divisa do pontificado de São Pio X: Instaurare omnia in Christo, renovar todas as coisas em Cristo. É isso que vemos como o único caminho, a única via "para o percurso da Igreja nos próximos anos" (nº1). Outrossim, pelo rosário diário, refugiemo-nos junto Daquela que venceu todas as heresias no mundo.


Abbé Franz Schmidberger


Diretor do Seminário Herz Jesu de Zaitzkofen - FSSPX


_________






Posted: 19 Dec 2013 10:02 AM PST












A revista de direitos gays The Advocate, publicação mais antiga do gênero nos Estados Unidos, elegeu o papa Francisco como a "pessoa mais influente de 2013, único na vida das pessoas LGBT". É a primeira vez que uma personalidade da Igreja Católica recebe tal indicação. "Enquanto 2013 será lembrado pelo trabalho de centenas de pessoas na promoção da igualdade de casamento, também será lembrado pelo exemplo de um homem", escreveu a revista on-line, ao anunciar a escolha. O pontífice havia falado este ano sobre o tema. Francisco afirmou não ser "juiz" de homossexuais. De acordo com a publicação, as declarações "tornaram-se um sinal para os católicos e para o mundo de que o novo papa não é como o antigo".




















Posted: 19 Dec 2013 09:56 AM PST
















O estudo de um perito da Universidade do Texas (Estados Unidos) demonstrou que ascrianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades quando se tornam adultos, que aqueles criados por uma família estável constituída por um homem e uma mulher.






O autor do trabalho científico, Mark Regnerus, disse ao grupo ACI, no dia 12 de junho, que a sua pesquisa revela "diferenças estatísticas significativas entre adultos que foram criados na sua infância com uma mãe que teve uma relação homossexual e aqueles que disseram que sua mãe e seu pai biológico estavam, e ainda estão, casados".






O estudo do Regnerus, que mediu as diferenças em 40 indicadores sociais e pessoais entre 3.000 americanos de idades entre 18 e 39 anos, criados em oito tipos diferentes de lares, foi publicado na edição de julho da revista Social Science Research.






De acordo com o documento, as crianças criadas em lares homossexuais têm em média níveis mais baixos de ingressos econômicos quando são adultos, e padecem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.






O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabaquismo, necessidade de assistência pública e participação em crimes. Para Regnerus, a instabilidade no lar é "uma marca" entre os lares cujos pais estiveram envolvidos em relações sentimentais homossexuais, já seja que esses lares estivessem "dirigidos por uma mãe ou um pai".






As descobertas do cientista americano desafiam, entre outros, à informação difundida em 2005 pela Associação Americana de Psicologia, que assegurou que "nenhum estudo descobriu que crianças de pais gays ou lésbicas sejam desfavorecidos em nenhum aspecto significativo com respeito a crianças de pais heterossexuais".






Segundo Regnerus, alguns destes influentes estudos foram feitos em poucas ou não representativas mostras de população, enfocando-se em casais homossexuais brancos, com alto nível de educação, para obter conclusões gerais sobre paternidade homossexual. "A maioria das conclusões sobre paternidade homossexual foram obtidas de pequenas e convenientes mostras e ao azar", disse Regnerus num comunicado publicado pela Universidade do Texas, no dia 11 de junho.






Regnerus disse que "os resultados desse enfoque levaram frequentemente aos estudiosos da família a concluir que não há diferenças entre crianças criadas em lares homossexuais e aquelas criadas em outros tipos de famílias. Mas esses estudos anteriores esconderam inadvertidamente a real diversidade entre as experiências de pais gays e lésbicas nos Estados Unidos".






O pesquisador disse ao grupo ACI que ele enfocou o projeto "sem ter ideia sobre as coisas que revelariam os dados".






Sobre a análise, Regnerus disse que "revelou uma instabilidade muito maior nos lares com pais que tiveram relações homossexuais".






Ao anunciar seu estudo, no último dia 10 de junho, Regnerus disse que a sua descoberta mais significativa "é, sem dúvida, que as crianças se mostram mais aptas para ter êxito como adultos quando passam sua infância completa com o pai e a mãe casados, e especialmente quando seus pais permanecem casados até a atualidade".






O sociólogo reconheceu que seu estudo já agitou uma "intensa e frequente" crítica, que ele considera como "desproporcionada em relação às limitações do estudo".






O documento foi atacado pelo Family Equality Council, Human Rights Campaign, Freedom to Marry, e a Aliança Gay e Lésbica contra a Difamação.






Regnerus descreveu o ataque como "desafortunado" que seu próprio estudo "é de alta qualidade e está sendo difamado".






O perito assinalou finalmente que seus resultados devem simplesmente sujeitar-se às normas da "ciência normal", que "exibe desacordos entre os pesquisadores a respeito de como medir isto ou aquilo".






**






Agradecemos a indicação do Sr Ruy fernandez

















Posted: 19 Dec 2013 09:41 AM PST
























LONDRES, 20 Nov. 12 / 01:41 pm (ACI/EWTN Noticias).- O inglês Rupert Everett, um ator abertamente homossexual, denunciou que recebeu mensagens de ódio e inclusive ameaças de morte desde que se opôs publicamente à adoção gay em setembro deste ano, assegurando que não pode "pensar em nada pior do que ser criado por dois pais gays".

Everett, de 53 anos e famoso por filmes como "Shakespeare apaixonado" e por emprestar sua voz ao personagem do Príncipe Encantado nas animações de Shrek denunciou recentemente que, como resultado de sua oposição à paternidade homossexual, "tenho recebido todos estas correspondências de ódio e também ameaças de morte".

Em declarações recolhidas pelo jornal britânico The Daily Telegraph, Everett assinalou que seus comentários críticos sobre a paternidade homossexual o converteram no "inimigo público número um" do lobby gay.

"Todas as rainhas (gays) lá fora me querem fazer mal. Sou odiado por eles. Tive que tomar medidas evasivas", assegurou o ator britânico.

Um estudo apresentado em junho deste ano pelo Professor Mark Regnerus, da Universidade do Texas (Estados Unidos), respalda o que foi afirmado por Rupert Everett, ao assegurar estatisticamente que as crianças criadas por casais homossexuais enfrentam maiores dificuldades em sua idade adulta, que aquelas criadas por umafamília estável constituída sobre um homem e uma mulher.

O relatório científico evidenciou que crianças criadas em lares homossexuais apresentam uma média mais baixa em níveis de lucros econômicos quando se tornam adultos, e sofrem mais problemas de saúde física e mental, assim como maior instabilidade em suas relações de casal.

O estudo revelou que os menores criados neste tipo de ambiente mostraram maiores níveis de desemprego, tabagismo, necessidade de assistência pública e envolvimento em crimes.






Agradecemos indicação do Sr. Ruy Fernandes




You are subscribed to email updates from Da Mihi Animas

To stop receiving these emails, you may unsubscribe now. 

Email delivery powered by Google 


Google Inc., 20 West Kinzie, Chicago IL USA 60610 

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905