Banner

SMA

Nossa Senhora



Rio de Janeiro


sexta-feira, 30 de maio de 2014

Mudança de regime por decreto - opiniao - versaoimpressa - Estadão



Mudança de regime por decreto - opiniao - versaoimpressa - Estadão




Ir para o conteúdo




Login
Webmail
20:04 • 30 Maio de 2014



receba o estado em:
casa
edição digital
rss
twitter
celular
tablet
facebook
flickr




/Opinião




notícias
política
economia
esportes
Link
DIVIRTA-SE
PME
JORNAL DO CARRO
Opinião
Acervo
Rádio
Eldorado
Piauí
Broadcast Político

Blogs
Colunistas
Vídeos
Fotos
Infográficos
Tópicos
Horóscopo





Agora no Estadão







Morte de coronel


Caseiro não participou de crime, diz suspeito preso



Economia


Após PIB fraco, Guido Mantega culpa inflação, seca e câmbio



Copa


Neymar tem desempenho discreto nos treinos



Inovação


Site do 'Estado' terá novas tecnologias a partir de sábado



Literatura


Brasileiro Alberto Costa e Silva vence o Prêmio Camões





Você está em Opinião

Mudança de regime por decreto
29 de maio de 2014 | 2h 09


Notícia



A+A-






inCompartilhar96




O Estado de S.Paulo


A presidente Dilma Rousseff quer modificar o sistema brasileiro de governo. Desistiu da Assembleia Constituinte para a reforma política - ideia nascida de supetão ante as manifestações de junho passado e que felizmente nem chegou a sair do casulo - e agora tenta por decreto mudar a ordem constitucional. O Decreto 8.243, de 23 de maio de 2014, que cria a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS), é um conjunto de barbaridades jurídicas, ainda que possa soar, numa leitura desatenta, como uma resposta aos difusos anseios das ruas. Na realidade é o mais puro oportunismo, aproveitando os ventos do momento para impor velhas pretensões do PT, sempre rejeitadas pela Nação, a respeito do que membros desse partido entendem que deva ser uma democracia.

A fórmula não é muito original. O decreto cria um sistema para que a "sociedade civil" participe diretamente em "todos os órgãos e entidades da administração pública federal direta e indireta", e também nas agências reguladoras, através de conselhos, comissões, conferências, ouvidorias, mesas de diálogo, etc. Tudo isso tem, segundo o decreto, o objetivo de "consolidar a participação social como método de governo". Ora, a participação social numa democracia representativa se dá através dos seus representantes no Congresso, legitimamente eleitos. O que se vê é que a companheira Dilma não concorda com o sistema representativo brasileiro, definido pela Assembleia Constituinte de 1988, e quer, por decreto, instituir outra fonte de poder: a "participação direta".

Não se trata de um ato ingênuo, como se a Presidência da República tivesse descoberto uma nova forma de fazer democracia, mais aberta e menos "burocrática". O Decreto 8.243, apesar das suas palavras de efeito, tem - isso sim - um efeito profundamente antidemocrático. Ele fere o princípio básico da igualdade democrática ("uma pessoa, um voto") ao propiciar que alguns determinados cidadãos, aqueles que são politicamente alinhados a uma ideia, sejam mais ouvidos.

A participação em movimentos sociais, em si legítima, não pode significar um aumento do poder político institucional, que é o que em outras palavras estabelece o tal decreto. Institucionaliza-se assim a desigualdade, especialmente quando o Partido (leia-se, o Governo) subvenciona e controla esses "movimentos sociais".

O grande desafio da democracia - e, ao mesmo tempo, o grande mérito da democracia representativa - é dar voz a todos os cidadãos, com independência da sua atuação e do seu grau de conscientização. Não há cidadãos de primeira e de segunda categoria, discriminação que por decreto a presidente Dilma Rousseff pretende instituir, ao criar canais específicos para que uns sejam mais ouvidos do que outros. Ou ela acha que a maioria dos brasileiros, que trabalha a semana inteira, terá tempo para participar de todas essas audiências, comissões, conselhos e mesas de diálogo?

Ao longo do decreto fica explícito o sofisma que o sustenta: a ideia de que os "movimentos sociais" são a mais pura manifestação da democracia. A História mostra o contrário. Onde não há a institucionalização do poder, há a institucionalização da lei do mais forte. Por isso, o Estado Democrático de Direito significou um enorme passo civilizatório, ao institucionalizar no voto individual e secreto a origem do poder estatal. Quando se criam canais paralelos de poder, não legitimados pelas urnas, inverte-se a lógica do sistema. No mínimo, a companheira Dilma e os seus amigos precisariam para esse novo arranjo de uma nova Constituição, que já não seria democrática. No entanto, tiveram o descaramento de fazê-lo por decreto.

Querem reprisar o engodo totalitário, vendendo um mundo romântico, mas entregando o mais frio e cinzento dos mundos, onde uns poucos pretendem dominar muitos. Em resumo: é mais um ato inconstitucional da presidente Dilma. Que o Congresso esteja atento - não apenas o STF, para declarar a inconstitucionalidade do decreto -, já que a mensagem subliminar em toda essa história é a de que o Poder Legislativo é dispensável.









Tu vídeo está ahora en línea en Vimeo.

Para garantizar la entrega, añade no-reply@vimeo.com a tu libreta de direcciones.

Hola, ¡Anticomunismo!

Tu vídeo, Olavo de Carvalho lança o KIT PRETA GIL, está listo para visualizarse. Compártelo con amigos, familiares, mascotas que sepan de informática y completos desconocidos.

Olavo de Carvalho lança o KIT PRETA GIL

Olavo de Carvalho lança o KIT PRETA GIL
https://vimeo.com/96953820

AMOR,
Vimeo



Change your notification settings:
https://vimeo.com/settings/advanced

Vimeo
TM + © Vimeo, LLC
555 West 18th Street, New York, NY 10011
Condiciones | Política de privacidad

Anticomunismo, meet Vimeo






Let us show you around!






Having trouble viewing this email? Click here.










Watch

Create

Upload

Unlock more



Welcome to video utopia.


Since you're new here, let us show you around. Consider this like first-day orientation, but without trust falls. In fact, our legal team requires us to advise strongly against trust falling into your computer. You can create stuff, you can watch stuff, or you can do both. Explore now
























Upload


Add your voice (& sweet vids) to our creative community.


















Enhance


Easily add a soundtrack and visual looks to your video.

























Video School


Get tips from our staff and Vimeo creators.



















Creator Services


You made your videos, now make some money.






























On Demand


Check out full-length flicks & series you won't find on cable.



















Staff Picks


Watch the handpicked videos we love.




















Mobile Apps


Get Vimeo on iPhone, iPad, Android, or Windows Phone.
















Find Friends


Connect with your pals & other creators.

















Or cruise around our website to learn more. In all honesty, everything on Vimeo is pretty amazing.










You are receiving this email advertisement because you registered with Vimeo, LLC (555 West 18th Street, New York, NY 10011) and agreed to receive emails from us regarding new features, events and special offers.




™ + © 2013 Vimeo, LLC. All rights reserved.




Privacy

Unsubscribe

















Tu vídeo está ahora en línea en Vimeo.





Para garantizar la entrega, añade no-reply@vimeo.com a tu libreta de direcciones.






Hola, ¡Anticomunismo!

Tu vídeo, CONSPIRAÇÃO GRAMSCIANA A DITADURA CHEGANDO NA PONTA DOS PÉS, está listo para visualizarse. Compártelo con amigos, familiares, mascotas que sepan de informática y completos desconocidos.




CONSPIRAÇÃO GRAMSCIANA A DITADURA CHEGANDO NA PONTA DOS PÉS
https://vimeo.com/96916335


AMOR,
Vimeo













Change your notification settings:
https://vimeo.com/settings/advanced






TM + © Vimeo, LLC

555 West 18th Street, New York, NY 10011

Condiciones | Política de privacidad


"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905