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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Três mil médicos cubanos fogem da Venezuela












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Quinta-feira, 16 de Janeiro de 2014













16 de janeiro de 2014Sem comentários

Luis Dufaur





  • Médicos cubanos num posto de saúde, Guarenas, Venezuela

No último ano por volta de três mil cubanos, na sua maioria médicos, fugiram para os Estados Unidos abandonando suas escravizadoras funções em planos sociais da Venezuela, informou “El Universal”, o maior quotidiano de Caracas.

Segundo o jornal, o fato em si não é tão novo, mas o número é impressionante: 60% a mais em relação a 2012.

No território americano já havia por volta de cinco mil médicos e enfermeiras cubanas que fugiram do mundo todo. Porém, no dia 1º de dezembro a cifra atingiu o patamar de oito mil. 98% deles chegou proveniente da Venezuela.

Os dados foram revelados pelo Dr. Julio César Alfonso, presidente de Solidariedade sem Fronteiras (SSF), ONG com sede em Miami que auxilia os médicos cubanos que fogem dos despóticos planos sociais que Havana vende como “economia de serviços” no mundo todo.

Na Venezuela se encontra o maior contingente de profissionais da saúde cubanos trabalhando em regime escravo em virtude de convenio de cooperação entre Caracas e Havana de 2003.

Dr. Júlio César Alfonso, diretor de Solidariedade sem Fronteiras

“Em 2012 havia cinco mil profissionais da saúde refugiados nos EUA, mas o número disparou em 2013, atingindo oito mil, 98% dos quais fugiram da Venezuela porque as condições estão cada vez piores nesse país”, observou Alfonso. “A maioria dos cubanos saiu por causa dos baixos ordenados que recebe, o pagamento não é feito em tempo, aumento a carga de serviço nos módulos do Plano chavista Barrio Adentro no país todo, e muitos denunciam um sistema de escravidão moderno” [...] Os médicos recebem por volta de 300 dólares diretamente, porém a Venezuela entrega ao Estado cubano, em média, 6.000 dólares por cada um deles, quer dizer eles recebem menos do 10% do ordenado nominal”, afirmou o diretor de SSF.

Esses profissionais da medicina, assim como qualquer cubano que executa uma missão no exterior, podem pedir um visto aos EUA pelo programa Parole para Profesionales Médicos Cubanos (CMPP, siglas em inglês).

Obtido o visto, em sua maior parte os médicos vão para a Colômbia e não regressam mais. Também o

O Dr. Alfonso explica a médicos cubanos nos EUA, como obter a revalidação do diploma

Brasil está se convertendo num trampolim para a liberdade.

Os médicos são obrigados a apresentar registros inflacionados de número de pacientes atendidos. As cifras são adulteradas falsificando RG, nomes ou doenças.

“Isto é suficiente para Cuba apresentar relatórios positivos ao Estado venezuelano”, explicou Alfonso.

Não demorará em sabermos quantos fugiram do Brasil e as circunstancias dos “serviços” prestados e o dinheiro pago à ditadura castrista.



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(*) Luis Dufaur é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)



domingo, 22 de dezembro de 2013

“Casamento” homossexual proibido na Austrália
















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Domingo, 22 de Dezembro de 2013









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22 de dezembro de 2013Sem comentários
Paulo Roberto Campos





Enquanto no Brasil — rumando na contramão da História — parlamentares comprometidos com olobby homossexual trabalham pela legalização do pseudo-casamento homossexual, no dia 5 último, por unanimidade, o Supremo Tribunal de Justiça da Austrália derrubou a lei que permitia o “matrimônio” de duplas do mesmo sexo no território da capital federal.

Segundo notícia do portal “LifeSiteNews”, o STJ australiano decidiu que a lei não está em conformidade com a legislação federal sobre casamento, emendada em 2004, que define o casamento como a união entre um homem e uma mulher.

O comunicado oficial daquele Supremo Tribunal registra: “A lei do casamento não admite a formação ou reconhecimento de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. A lei prevê que o casamento seja celebrado na Austrália somente entre um homem e uma mulher”.

Auspiciosa notícia para a instituição da Família! Seria melhor ainda se o STJ da Austrália declarasse que não apenas as leis estabelecidas no país proíbem tal tipo de união homossexual, mas que, acima de tudo, as leis do “Supremo Tribunal de Deus” condenam essa união espúria. Mas isto já seria esperar demais nestes sodomíticos dias de hoje.

Na Índia, a prática homossexual volta a ser crime

Neste sentido, outra boa notícia em prol da Família: Na Índia, uma decisão judicial de 2009 havia descriminalizado a prática homossexual. Entretanto, no dia 4 último, a Suprema Corte reverteu tal decisão, pois “apenas o Parlamento indiano poderia modificar a lei para retirar um trecho do código penal que data do século XIX”.(Cfr. “O Estado de S. Paulo”, 11-12-13).

Registra ainda a mesma notícia: “A seção 377 do código penal indiano proíbe ‘sexo contra a ordem da natureza’”.

Assim, a ordem natural das coisas foi restabelecida na Índia, e quem praticar o homossexualismo — ato contrário à ordem da natureza — poderá ser punido pela lei.

__________________

(*) Paulo Roberto Campos é jornalista e colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


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domingo, 3 de novembro de 2013

Ricardinho corre risco, dizem médicos… e a mídia








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Domingo, 03 de Novembro de 2013









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3 de novembro de 2013Sem comentários

Leo Daniele






Ricardinho está em risco de vida. Pode morrer se não receber atendimento médico adequado, afirma a grande manchete de um matutino paulista.

Lendo esses dizeres, pensei que se tratasse talvez de algum jogador de futebol, em campeonato internacional. Mas não: é um dos cães da linhagem desenvolvida por um em si benemérito instituto de pesquisas médicas.

“O beagle Ricardinho, de sete anos, um dos patriarcas da linhagem de cães desenvolvida pelo Instituto Royal, pode morrer se não receber atendimento médico adequado, afirmam os cientistas da entidade. O animal tem insuficiência renal e descalcificação óssea decorrente da doença. Além disso, tem uma prótese no maxilar – o que deixa seus dentes caninos superiores colados aos inferiores”. (“Folha de S. Paulo”, 25-10-13).

Coitado! Psicologicamente, ouve-se de todas partes a sirene das ambulâncias!

Na verdade, este cão é um serviçal do homem. Faz parte de um Instituto de Pesquisa Médica. Nada contra que se tenha cuidado com ele, desde que não seja pelos motivos que abaixo constam. Reconheço que ele não é um vira-lata qualquer.

“Os animais não existem para eles mesmos mas para servir”, já reconhecia o grego Epicteto. Isto eleva seu nível como criatura de Deus. Narra, no mesmo periódico paulista, João Pereira Coutinho que o filósofo Roger Scruton escreveu um livro a respeito (Animal Rights and Wrongs, editora Continuum, 224 págs.) que ajuda a explicar o tratamento dos cães como humanos, e defender esta conduta. “O fenômeno explica-se com o declínio da religião nas sociedades ocidentais: quando os homens acreditavam que eram os seres superiores da criação, ninguém pensava nos ‘direitos’ ou na ‘sensibilidades’ dos bichos. Nós, e apenas nós, tínhamos sido criados à imagem e semelhança do Pai. Não havia como confundir um ser humano com um batráquio.” (“Folha de S. Paulo”, 22-10-13).

A que absurdos chegaremos com o declínio da religião? E a coerência como fica?

No Laboratório do prof. Zeng Kui na Carolina do Norte um rato, logo apelidado de Super-Rato, resistiu a uma bateria de injeções de células cancerosas, sem ficar com câncer. Metade de seus filhotes herdou a resistência ao câncer; eles estão espalhados pelos grandes laboratórios de pesquisa do câncer no mundo. “É fácil imaginar a extensão do desastre se o Super-Rato tivesse sido roubado por ativistas antes que pudesse ser multiplicado”. (“Veja”, 30-10-13).

Gostaria que um ecologista convicto, e favorável aos direitos dos animais, dissesse se concorda ou discorda do seguinte silogismo: Todo animal tem direitos; Ora, os insetos são animais; portanto, não se pode matar mosquitos, baratas, pulgas etc. Se discorda, onde fica sua coerência? Se concorda, como ficam os princípios — se é que os há — da proteção aos animais? Ou os insetos não são animais? Seriam vegetais ou minerais? Tudo se pode provar a partir de uma premissa errada. Ó ecologista, se sua casa tem baratas não vou lá…

Recentemente, a Anvisa decidiu analisar a legislação que trata do uso de cobaias, e a Câmara dos Deputados acelerou a votação de um projeto de lei que tipifica como crime todos os atos contra a vida, saúde ou integridade mental e física de cães e gatos.
Voltemos a Ricardinho. É claro que desejamos que sobreviva, mas colocamos este desejo em sua adequada hierarquia. E se morrer, enterre-se sem mais. Convém esclarecer a esta altura: nada temos contra que o leitor ou a leitora alimentem em sua residência um fiel Totó ou uma graciosa Mimi. É apenas uma questão de bom senso, e repúdio ao igualitarismo.

Tudo o que á exagerado é insignificante, dizia um pensador francês. É o caso dos “direitos” dos animais. Apenas uma observação: não é um exagero, mas um absurdo.

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  • Leo Daniele é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Armas de brinquedo X escravidão








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Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013













24 de outubro de 2013 Sem comentários

Marcos Luiz Garcia






Até algum tempo atrás podíamos ver meninos correndo de um lado para o outro numa brincadeira sadia e divertida. No mais das vezes eram heróis perseguindo bandidos para fazer justiça. Ao som de bang-bang epara-papá, nas mentes infantis ia se formando a noção do certo e do errado, além do direito de se defender do mal e de puni-lo.

Outros eram os tempos em que brinquedos inocentes como bonecos de cowboys, cavaleiros e soldados, espadas, cavalos e “armas” eram os mais desejados pelos pequenos, e, ganhá-los meritoriamente através do bom comportamento e das boas notas na escola deixava pais e filhos felizes.

Num país de maioria católica como o nosso, nunca passou pela cabeça de sacerdote ou bispo algum condenar tal brincadeira, pois a consciência católica se matinha tranquila em face desse antigo costume. Mas a mentalidade moderna inverteu o que até então servia de modelo para as crianças.

No lugar de heróis perseguindo o mal, deparamo-nos com brinquedos monstruosos para fazer o papel de heróis, sem nenhum predicado moral dos antigos cavaleiros e cowboys. A propaganda e a TV se encarregam de impor aos jovens brinquedos que misturam sensualidade e monstruosidade, removendo assim a noção do bem, do belo e do feio juntamente com a inocência e a pureza.

Basta visitar alguma loja de brinquedos para ver como muitas bonecas se parecem mais commulheres públicas, e como muitos brinquedos provocam mais medo que os antigos filmes de terror. Mais uma vez, procura-se apagar a noção natural de defesa, seja de si mesmo, da família ou da nação.

A antipática proibição da venda de armas de brinquedo – aliás, ignorando o sonoro NÃO sufragado em referendo sobre o desarmamento – acarretará um verdadeiro vácuo na formação da mentalidade dos novos brasileiros, que se concretizará numa incapacidade de se defender dos bandidos.

A quem aproveita isso senão aos próprios bandidos? Nossos filhos estão crescendo num mundo onde roubar e matar tornou-se corriqueiro, e todos estão instruídos a não reagir diante da perda da carteira e até da ameaça de perder a vida. Será que a proibição no Distrito Federal da venda de armas de brinquedo atende aos anseios da população?

Ao visitar algumas lojas de brinquedos antes do dia das crianças, pude comprovar que os mais destacados nas prateleiras – e os mais procurados pelos pais – eram justamente as “armas”… Quererá o governo petista nos impor mais esta despótica política?

Caso afirmativo, só os bandidos lucrarão, pois nossos filhos e netos serão formados segundo a mentalidade de que roubar e matar é a coisa mais fácil do mundo, uma vez que as pessoas estão preparadas para não reagir e ver seus bens ou suas vidas se escoarem vilmente sem a menor resistência. No que isso difere de uma escravidão?

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(*) Marcos Luiz Garcia é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905