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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Alceu Valença diz “não” à censura e demonstra que é possível compor, cantar e juntar lé com lé, cré com cré






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10/10/2013 às 21:29




O cantor e compositor Alceu Valença recorreu ao Twitter e ao Facebook para afirmar que não endossa a censura às biografias. Seu nome, no entanto, consta de uma lista de apoiadores do tal “Procure Saber”. Como explicar? O busílis é o seguinte. O “Procure Saber”, inicialmente, apoia uma mudança da lei de direitos autorais. A questão das biografias entrou no imbróglio meio de contrabando. Quantos, da tal lista (ver no pé do post), apoiam também a censura, a exemplo de Paula Lavigne, que se apresenta como a chefona do movimento? Não dá pra saber. Que cada um deles venha a público para separar alhos de bugalhos, se é que separam. Alceu Valença fez isso. Caetano e Chico, já sabemos, apoiam a censura. Acabo de ver Erasmo Carlos numa propaganda da cerveja Devassa, fazendo ares de Tremendão. Pensa o quê?

Em sua página no Facebook, pergunta Valença: “O que é pior? A mordaça genérica ou a suposta difamação?” Vai adiante: “Eficiência e celeridade processual são princípios que devemos reivindicar para a garantia dos nossos direitos. Evitar a prática de livros ofensivos e meramente oportunistas, através do Poder Judiciário, é uma saída muito mais eficaz e coerente com os fundamentos democráticos”.

Valença faz ainda outra consideração que vai ao ponto: “Definitivamente, a questão não é financeira. A ideia de royalties para os biografados ou herdeiros me parece imoral. ‘Falem mal, mas me paguem’? É essa a premissa??? Nem tudo pode se resumir ao vil metal. Com todo o respeito às opiniões contrárias, esse é o meu posicionamento. Viva a democracia!”

Encerro
Viram só como é possível compor, cantar e ainda dizer coisa com coisa?

Segue a lista de apoiadores do “Procure Saber”, mas não necessariamente da censura. Que cada um deles se manifeste.
*
Caetano Veloso

Gilberto Gil

Chico Buarque

Roberto Carlos

Erasmo Carlos

Djavan

Milton Nascimento

Alceu Valença

Alcione

Alexandre Negreiros

Alexandre Pires

Ana Carolina

Ana Terra

Antonio Villeroy

Arnaldo Antunes

Carlinhos Brown

Carlos Mills

Chitãozinho e Xororó

Cláudio Lins

CPM 22

Dé Palmeira

Dudu Falcão

Edi Rock

Edu Lobo

Emicida

Fafá de Belem

Felipe de Paula

Felipe Radicetti

Fernanda Abreu

Fernando Anitelli

Fhernanda Fernandes

Flora Matos

Frejat

Gaby Amarantos

Herbert Vianna

Herberth Azzul

Isabela Taviani

Ivan Lins

Ivete Sangalo

João Parahyba

Jorge Aragão

Jorge Benjor

Jorge Vercillo

JotaQuest

Lenine

Leo Jaime

Leoni

Levi Lima

Luciano Queiroga

Lucio Maia

Lula Queiroga

Maestro João Carlos Martins

Mano Brown

Marcio Victor

Maria Gadu

Marisa Monte

Max Vianna

Nando Reis

Otto

Paulinho Moska

Péricles

Preta Gil

Pretinho da Serrinha

Rita Lee

Roberta Miranda

Rogério Flausino

Ronaldo Barcellos

Samuel Rosa

Sandy

Sergio Ricardo

Seu Jorge

Teresa Cristina

Thiaguinho

Tim Rescala

Titãs

Tuca Fernandes

Vanessa da Mata

Zé Renato

Zezé de Camargo


  • Por Reinaldo Azevedo


"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905