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domingo, 12 de janeiro de 2014

[New post] Aquecimento global, derretimento cerebral – Parte I




gtmacalossi posted: "De uns anos para cá a ideologização do debate ecológico e de preservação ambiental tomou proporções ainda maiores. A nova esquerda viu que o debate ambiental pode render louros políticos para sua causa. O aquecimento global tornou-se a ponta de lança do d" 



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De uns anos para cá a ideologização do debate ecológico e de preservação ambiental tomou proporções ainda maiores. A nova esquerda viu que o debate ambiental pode render louros políticos para sua causa. O aquecimento global tornou-se a ponta de lança do discurso. Assim, o ser humano, a industrialização e principalmente o capitalismo tornaram-se os grandes culpados pelos desastres naturais que estão acontecendo pelo globo.

Criou-se uma espécie de unanimidade mundial em torno do discurso de que somos os culpados pela situação. Unanimidade aprofundada com o lançamento do filme "Uma Verdade Inconveniente" do político e ambientalista de horas vagas, Al Gore. Já diria Millôr Fernandes que "Toda unanimidade é burra". Não é um caso diferente. Uma das últimas grandes unanimidades mundiais foi o geocentrismo. Não havia muita ciência para se defender aquela teoria. Era uma mistura de fé e emoção.

Bastante disseminada entre a população, tornou-se verdade universal. Um dos primeiros a se posicionar contra o geocentrismo foi Nicolau Copérnico cujo livro "De revolutionibus orbium coelestium" (Das revolucões das esferas celestes) acabou condenado pela Inquisição e colado no "Index librorum prohibitorum" (Índice de Livros Proibidos). A parti dali Copérnico não pôde mais se referir ao heliocentrismo como realidade, apenas como hipótese. Depois de Copérnico veio Galileu Galilei, que aprofundou os debates sobre o heliocentrismo e foi condenado pela Santa Inquisição a negar todas suas descobertas, sob pena de ser queimado na foqueira.

De lá pra cá o mundo não mudou tanto. O IPCC da ONU tornou-se a nova Santa Inquisição. Todos aqueles que confrontam sua ciência de fé no Aquecimento Global Antropogênico são condenados a foqueira. Como hereges são ignorados e tratados como loucos. Se o IPCC da ONU é nova Santa Inquisição, Al Gore é o novo Roberto Bellarmino. Se os hereges antigos acreditavam que A Terra dava voltas em torno do Sol, o herege novo vê com desconfiança toda a histeria midiática criada em torno do Aquecimento Global.

Assim como a religião antiga a "ciência", cada vez menos científica, do século 21 prega que o fim do mundo esta próximo. Para tanto utilizam-se dos documentos maquiados produzidos pelo IPCC da ONU. Os documentos do IPCC pouco tem de científicos. Para conceituar os motivos do aquecimento global utilizam-se de palavras pouco firmes como "Very likely" ou, traduzido para o português, "muito provável", que seja causado pelos gases de efeito estufa.

O que o IPCC não lembra de colocar em seus documentos é que um Aquecimento Global tão forte quanto o atual já foi verificado antes de 1946, quando a atividade industrial não era tão forte quanto hoje. Naquela época o ser humano produzia 6% do CO2 que produz atualmente. Logo depois da Segunda Guerra, quando a produção teve um crescimento substancial, o que se mostrou nos gráficos meteorológicos foi um resfriamento do planeta. Ora, se o Aquecimento Global é causado pela emissão de CO2 pelo homem, como se explicar que os Aquecimentos Globais anteriores foram tão ou mais fortes que o atual e sem interferência humana?

O ciclo de aquecimento global que terminou em 1946 aconteceu pelo aumento da atividade solar e diminuição do albedo planetário pela diminuição da atividade vulcânica no planeta. Atualmente a atividade vulcânica no globo é tão pequena como em 1946 e a atividade solar é muito maior. E é acompanhado por períodos de maior e menor atividade solar e vulcânica que o planeta aquece e esfria naturalmente a bilhões de anos.

A histeria do aquecimento global jogou no lixo a ciência séria e o ambientalismo verdadeiro. Confunde-se preservação ambiental, necessária para todos os humanos, com tentativas histriônicas de controlar o destino do clima da Terra com protocolos absurdos e anti-produtivos como o de Kyoto. Preservação e histeria são coisas completamente distintas. Elas só se unem nas cabeças de pessoas que não estão a serviço de uma verdadeira causa ambiental e científica e sim de uma causa unicamente política. Nesse caso, a burrice global tem se mostrado um problema muito mais devastador que o aquecimento



gtmacalossi | January 12, 2014 at 11:47 pm | Categories: Uncategorized | URL: http://wp.me/p4eVjq-19


(Acrescentei o desenho/Internet)










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domingo, 13 de outubro de 2013

Mídia Sem Máscara - Consenso alarmista sobre o “aquecimento global” derrete-se rapidamente








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Ano IX Dom, 13 de Outubro de 2013 Número 227







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ESCRITO POR LUIS DUFAUR | 13 OUTUBRO 2013 
ARTIGOS - AMBIENTALISMO



Referindo-se à teoria do “aquecimento global” e ao rápido abandono da mesma, o Prof. Peter Wadhams, especialista da Universidade de Cambridge, afirmou: “Isto não é um ciclo, não é apenas uma flutuação. No final, tudo vai derreter de repente”.

A generalizada percepção de que não houve aquecimento de origem civilizatória fez o IPCC – Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas – modificar seu principal documento. O IPCC não é um órgão científico, mas político, criado pelos governos com muita participação dos Ministérios do Meio Ambiente nacionais.

De fato, o Quinto Relatório de Avaliação do IPCC, que atualizou os desqualificados Relatórios de Avaliação anteriores apresentados pelo órgão, moderou acentuadamente suas catastróficas previsões anteriores, e supôs que pelo ano 2100 o "aquecimento global" ficará entre 0,5ºC e 1,5º.

O Quinto Relatório publicado no fim de setembro 2013, teve que driblar mais de 1.500 alterações propostas pelos governos que financiam o IPCC.

Aguarda-se a explicação de como foi possível que os anteriores Relatórios sequer considerassem a “pausa global” – nome atribuído à constatação de que o aquecimento global parou nos últimos quinze anos.

Segundo a professora Judith Curry, “agora ficou claro que os modelos utilizados eram excessivamente sensíveis ao CO2”. Ou seja, que estava errada a apresentação dramática do aumento do CO2 como fator de “aquecimento global”.

A mídia fez sua festa se espantando de que há 800.000 anos o CO2 não estava tão alto. Por quê pararam nessa data?

É porque precisavam esconder que em épocas anteriores o CO2 teve uma presença na atmosfera entre 700% e 1.000% maior, com extraordinário benefício para o desenvolvimento da vida vegetal e animal. (Confira: "Aumento da temperatura e do CO2 ajudam a expandir a vida. Como ocultá-lo manipulando fatos científicos?".

Curry também disse que os estudos anteriores não levaram em contra os ciclos de longo prazo das temperaturas nos oceanos.

São esses ciclos que estariam esfriando a Terra como no período 1965-1975, quando muitos cientistas – e não-cientistas como Al Gore – anunciavam a iminência de uma nova era de gelo.

De acordo, com o Prof. Anastasios Tsonis, da Universidade de Wisconsin, nós estamos entrando num período de esfriamento que durará pelo menos 15 anos.

“O IPCC sustenta que seus modelos mostram que se deve esperar uma pausa 15 anos. Mas isso significa que somente dentro de poucos anos eles vão admitir que estavam errados”, disse Tsonis.

Segundo especialistas que estudaram os projetos do Quinto Relatório de Avaliação, o IPCC continuaria apegado a suas profecias alarmistas sobre o “desaparecimento” do Ártico. (Veja post anterior Ártico se recupera e ambientalistas aloucados perdem face.)

Historiadores do clima tornaram público que um derretimento massivo do Ártico aconteceu nas décadas de 20 e 30 do século passado, voltando o gelo ártico depois a crescer em anos de intenso esfriamento.

Os sucessivos derretimentos e recongelamentos do Ártico mostram que nas grandes mudanças climáticas a influência do homem não é crucial, sendo os fenômenos naturais seus únicos determinantes.



Luis Dufaur edita o blog Verde, e a cor nova do comunismo.




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Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905