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sábado, 5 de outubro de 2013

Doutrinação ideológica na Fiocruz








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26/08/2013 às 11:40 \ Instituições, Saúde



Recebi de um leitor vastas evidências de profunda doutrinação ideológica na Fiocruz. Vou repassar parte do material, pois é realmente chocante. Segue:



João Pedro Stedile, em qualquer país sério e com respeito ao estado de direito, estaria atrás das grades. No Brasil, ele é convidado pela Fiocruz para dar uma aula inaugural sobre os agrotóxicos “assassinos”. E tudo custeado com seu dinheiro, leitor.


Vejam que time bom!! Primeiro, a turma da “Mídia Ninja”. Depois, o petista Vladimir Palmeira falando sobre “movimentos sociais e juventude”. Imaginem o conteúdo!


Aqui escancarou de vez: vamos aprender sobre marxismo na Fiocruz! Afinal, é algo imprescindível, não é mesmo? Abaixo, um livro da entidade:

UnB e FIOCRUZ Brasília lançam sexto livro da série Direito Achado na Rua

Livro El Derecho desde la calle: Introducción critica al Derecho a la salud trata de temas como judicialização da saúde e propriedade industrial x patente farmacêuticas

Com 28 artigos escritos por 53 juristas e sanitaristas de onze países, o livro El Derecho desde la calle: Introducción critica al Derecho a la salud - sexto volume da série O Direito Achado na Rua – será lançado no dia 15 de outubro na sede da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas/OMS) em Brasília. A publicação resulta de parceria entre o Centro de Educação à Distância da Universidade de Brasília (Cead/UnB), a FIOCRUZ Brasília e a Opas/OMS.

“O Direito Achado na Rua” é uma filosofia que privilegia os movimentos sociais que fazem emergir da rua os direitos dos cidadãos. Um dos exemplos é “saúde direito de todos, dever do estado”, estabelecido na Constituição Brasileira, que nasceu do movimento sanitário na década de 1980. O movimento reuniu profissionais de diversas áreas, conforme explica a principal organizadora do livro, Maria Célia Delduque, coordenadora do Programa de Direito Sanitário da FIOCRUZ Brasília (Prodisa).

Essa é a primeira publicação da série em espanhol. Questões instigantes como propriedade industrial e patente farmacêutica; o direito a saúde das populações migrantes e de fronteira; e judicialização das políticas de saúde na América Latina são alguns dos temas tratados em artigos. O livro também traz discussões a respeito das bases conceituais do direito à saúde e sobre as tendências do direito à saúde e dos sistemas de saúde na America Latina. Delduque observa que “nem todos os sistemas de saúde da região são includentes como o Sistema Único de Saúde brasileiro. Em alguns países, há um sistema de contrapartida por parte do usuário.” A pesquisadora destaca que o objetivo principal do livro é levar a todo o povo latino americano que o direito à saúde é universal.

O primeiro volume da série O Direito Achado na Rua foi a Introdução Crítica ao Direito, que abordou o Direito de forma ampla. Posteriormente, foram elaborados volumes com temas específicos: Direito do Trabalho, Direito Agrário, Direito à Saúde e Direito das Mulheres. O sexto volume, El Derecho desde la calle: Introducción Critica al Derecho a La Salud, é a versão em espanhol, revista e ampliada, do quarto volume, lançado em 2009, que abordou o Direito à Saúde.

A publicação também é destinada aos alunos do curso de Atualização Derecho desde la calle: introducción crítica al derecho a la salud, promovido por meio de parceria entre a FIOCRUZ Brasília, UnB – pela Faculdade de Direito e Departamento de Saúde Coletiva – e Opas/OMS. Na modalidade à distância, a primeira turma do curso atende 250 estudantes de cinco países – Argentina, Costa Rica, El Salvador, Espanha e Brasil, e está abrigado no campus virtual da Opas/OMS no Panamá.

O livro será disponibilizado apenas na versão eletrônica somente após 15 de outubro, nos sites da UnB (www.cead. unb.br), Opas (http://new.paho.org/bra) e FIOCRUZ Brasília (http://rededireitosanitário.fiocruz.br), clicando no item publicações.

Por fim, uma entrevista com o deputado Jean Wyllys, que tem trechos assim:


  • No Brasil, a população ainda é muito vulnerável ao assistencialismo das igrejas, que não muda a estrutura da sociedade, nem garante direitos, só fortalece o seu prestígio e tira dinheiro, por meio do dízimo. Uma política de cotas, por exemplo, não é vista como reparação a um mal causado historicamente, e sim como privilégio. O fundamentalismo religioso é, hoje, o grande entrave à extensão da cidadania.

Pergunto ao leitor: até onde vai o aparelhamento do PT na máquina estatal? Como levar a sério os órgãos atrelados ao governo se tudo é ideologia? Assim fica difícil…


Fiocruz: um antro de comunistas








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05/10/2013 às 13:28 \ Comunismo, Saúde




Publiquei vários textos mostrando a doutrinação ideológica na Fiocruz, que deveria se ater à questão da saúde, mas parece mais preocupada em disseminar a praga comunista pelo Brasil. Estão aqui, aqui, aqui e aqui, com imagens e textos da própria fundação.

Pela reação da turba, toquei na ferida. De uns dias para cá, uma legião (e essa é a palavra certa, com seu sentido bíblico e tudo) de brutos invadiu meu blog para me xingar de tudo que é possível. Muitos me “xingaram” até de burguês, para ver o nível da coisa.

Passam atestado de neandertais sem querer, claro. Endossam minhas acusações sem se dar conta. Muitos, cujas ofensas são filtradas na moderação, defendem a tática criminosa de vandalismo dos Black Blocs. Outros tantos babam de raiva só de especular que moro em um lugar razoável, com algum conforto.

Diversos da horda primitiva me acusaram de ser pago para mentir, sendo que tudo que fiz foi expor os próprios documentos da Fiocruz. Projeção pura, naturalmente: essa gente recebe para elogiar o comunismo em pleno século 21! Então passa a acreditar que todos escrevem de olho na remuneração do patrão, e não em que realmente acredita.

A reação furiosa deles é a de quem foi desmascarado e teme perder mamatas e boquinhas estatais. A Fiocruz teve como presidente Sérgio Arouca, que está sendo bastante homenageado pela fundação esses dias. Arouca foi do Partido Comunista Brasileiro.

Para a Fiocruz, comunismo está acima da saúde, até porque se fosse o contrário, saberiam que o comunismo é inimigo da saúde popular. Ou alguém consegue ser idiota o suficiente para crer que a medicina cubana é realmente melhor para os trabalhadores do que a saúde canadense, americana ou australiana?

Que a Fiocruz faça proselitismo ideológico, manchando o legado de Oswaldo Cruz, vá lá. Mas que faça isso usando recursos públicos sob o manto da saúde, isso é uma afronta inadmissível. E os comunistas caricatos “formados” pela Fiocruz podem espernear à vontade, porque vou continuar expondo aqui essa doutrinação abjeta.


"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905