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sexta-feira, 9 de maio de 2014

Julio Severo Entrevista de Feliciano à Playboy pode lhe custar título de pastor




Julio Severo




Entrevista de Feliciano à Playboy pode lhe custar título de pastor


Posted: 08 May 2014 06:22 AM PDT




Entrevista de Feliciano à Playboy pode lhe custar título de pastor
Em ano eleitoral, Assembleia de Deus decide se vai excluir um de seus mais destacados políticos e pastores


Julio Severo


A Convenção Fraternal das Assembleias de Deus no Estado de São Paulo (Confradesp) pode, de acordo com reportagem tendenciosa da Folha de S. Paulo, cassar o título de pastor do deputado Marco Feliciano (PSC-SP) por ele ter dado uma entrevista à Playboy, revista conhecida pela promoção da pornografia. 





Marco Feliciano


A entrevista, publicada em abril, não trouxe uma única foto de Feliciano em estado de nudez ou roupas íntimas. Em vez disso, tem oito páginas, num espaço muito grande no qual a revista pornográfica não poupou o pastor assembleiano, fazendo cair sobre ele uma chuvarada de perguntas maliciosas.


De um lado, estava Feliciano, debaixo de artilharia pesada, apresentando seus valores opostos à cultura da morte. Ao contrário de muitos convidados que ficam à vontade para desabafar suas sujeiras morais mais íntimas, a revista não deixou Feliciano à vontade por um só minuto, crivando-o de perguntas para fazê-lo escorregar em seus valores.


O pastor assembleiano não elogiou nem a revista nem suas pornografias e sem-vergonhices. Em vez de tirar a roupa, ele desnudou muitas mentiras na cultura de hoje, afirmando que "cerca de 80% dos casos de homossexualidade são decorrentes de abuso sexual na infância."


Ele destacou também que o incentivo ao "casamento" de mesmo sexo faz parte de um "pensamento que vem da ONU." Esse pensamento, segundo ele, inclui controle da natalidade e aborto.


Ele declarou que a criminalização da chamada "homofobia" é algo que a ONU está impondo no Brasil.


Numa de suas muitas alfinetadas, a revista perguntou-lhe: "O senhor não teme estar generalizando ao associar a promiscuidade ao homossexualismo?"


A essa pergunta burra, que alega, sem base nenhuma, que a homossexualidade não teria ligação nenhuma com imoralidade nenhuma, Feliciano respondeu:


"Eu defendo a base da família, que é algo puro e santo, sagrado para mim. Em todas as sociedades, antes da sociedade, antes do Estado, vem a família… E a família, para mim, é homem e mulher e aquilo que gerar disso. Qualquer coisa contrária a isso, para mim, é contrária à própria criação e natureza humana."


A revista também perguntou, em tom de ataque: "Crimes de homofobia são mentira?"


Feliciano respondeu desfazendo percepções erradas: "Não são mentiras, mas são exagerados. Num país com 50 mil assassinatos por ano, 2012 teve 270 crimes tidos como de homofobia. Desses, apurados um a um, 70% foram crimes passionais. Crimes cometidos pelo parceiro homossexual. E o restante, crimes tidos como homofóbicos porque morreu um homossexual, mas que não foram elucidados."


Com ousadia, Feliciano declarou que é completamente contra o aborto, pois, de acordo com ele, "a vida deve ser protegida desde a concepção."


Ele também contou que antes de sua experiência de conversão estava envolvido com cocaína, bebidas alcoólicas e sexo.


Na tentativa de dar um testemunho para o público da Playboy que está totalmente mergulhado em trevas, Feliciano, sob fogo cerrado de perguntas mal-intencionadas, se mostrou humano, fraco e insuficiente em algumas respostas, mas nada que se aproximasse da apostasia das celebridades do mundo gospel, como Brian McLaren, que apoia o chamado "casamento" gay.


Houve fraqueza, mas não apostasia.


Então, por que a Folha de São Paulo e grandes mídia seculares do Brasil estão destacando, com mal-disfarçada satisfação, que a Confradesp está ameaçando Feliciano com perda do título de pastor?


O pastor Lelis Washington, que faz parte da diretoria da Confradesp, diz que o problema não está no conteúdo das declarações de Feliciano à Playboy. Ele disse: "Deixando de analisar a entrevista, não é essa literatura que recomendamos aos fiéis."


Se a questão fosse apostasia, a Confradesp teria obrigação de fazer com Feliciano o que a denominação de McLaren não está fazendo com ele.


Se a questão fosse fraqueza, caberia à Confradesp tratar de forma fraternal e bíblica para corrigir os erros de seu pastor.


Mas se a única questão, conforme destacou o Pr. Lelis, é que a Playboynão é uma revista que a Assembleia de Deus recomenda, a solução é simples: é preciso averiguar as declarações públicas de Feliciano para apurar se ele tem promovido a leitura da Playboy entre assembleianos e outros cristãos. Se o fez, a Confradesp tem o direito e a obrigação de discipliná-lo com rigor.


No entanto, se ele não fez nenhum proselitismo em prol da revista pornográfica, mas em vez disso só aproveitou o espaço que lhe foi oferecido para alcançar o público pornográfico da revista, qual é o mal em dar testemunho para quem está nas trevas?


O seguidor de Jesus Cristo tem chamado para brilhar na escuridão. Se não podemos brilhar onde os pecadores estão, onde nossa luz deve acender? Só dentro da igreja?


Não posso falar pelo Feliciano, mas se um pai-de-santo, a Globo ou outro me convidar, sou livre para aceitar. Nós cristãos somos chamados para brilhar no meio das trevas, não no meio da luz. Claro que não podemos usar esse espaço para dizer: "Os trabalhos do pai-de-santo são bons. A Globo é uma emissora pró-família, etc." Cristão que só brilha no meio de cristão não sabe seu chamado. Se a Playboy, que é das trevas, me quisesse entrevistar, sem censura e imposição, eu poderia aceitar. Mas isso não é desculpa para nenhum cristão comprar essas revistas sujas. É oportunidade para um testemunho, ainda que pequeno, brilhar no meio da escuridão. Lâmpada que brilha só de dia não presta. 





José Wellington: apoio a Dilma. E Feliciano?



O Pr. José Wellington Bezerra da Costa, como presidente da Convenção Geral das Assembleia de Deus do Brasil (CGADB), tem a responsabilidade de cuidar para que a entrevista de Feliciano à Playboy não seja julgada por líderes de sua denominação como "apostasia" ou algo parecido. Pelas fraquezas e termos impróprios expressos em algumas respostas, no máximo uma reprimenda fraternal seria suficiente. Se mais que isso for imposto, ficará a impressão de que neste ano eleitoral alguém quer tirar a base de eleitores assembleianos de Feliciano. E todos os assembleianos sabem que Paulo Freire, o filho de Wellington que é deputado e federal e atual presidente da Frente Parlamentar Evangélica, tem igualmente a sua base eleitoral em São Paulo.


José Wellington, num comportamento que em nada perde para tirar a roupa para a Playboy, no ano passado sinalizou apoio a Dilma Rousseff, mesmo depois de inúmeras evidências de um governo obstinadamente contrário à família e à vida. Se deve haver disciplina, por que só Feliciano? Pelo menos no caso da Dilma, ele já se arrependeu.


De acordo com reportagem de Neto Gregório, do GospelPrime, Feliciano está sob risco de ser excluído da CGADB, como se ele tivesse cometido um pecado maior do que sinalizar apoio a uma abortista e homossexualista ou como se ele tivesse apoiado o aborto e o "casamento" gay.


Se Feliciano perder o pastorado por decisão da Confradesp, ele automaticamente perde sua base eleitoral assembleiana. Quer queira quer não, vai ficar a impressão de que alguém limpou o caminho para o filho de alguém se eleger com facilidade.


Que um esforço de testemunho para o público nas trevas da Playboy não se transforme em porta aberta para as trevas da ambição na maior denominação assembleiana do Brasil.




Leitura recomendada:




Sobre a Playboy e pornografia:








Sobre Marco Feliciano:
















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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Julio Severo: Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial










Julio Severo


Comentários, artigos e notícias do Brasil e do exterior




27 de fevereiro de 2014

Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial



Sob ataque: Julio Severo fala de censura em entrevista especial
Thiago Cortês
Não há nada mais hediondo do que a censura, a interdição da palavra, o aprisionamento do pensamento.


Julio Severo
Impedir uma ideia de ser transmitida — por via da força ou da sabotagem — é o que há de mais odioso em um regime que se vende como democracia.
Procurei Julio Severo para esta entrevista quando verifiquei que o seu blog havia sido retirado do ar. O articulista explicou, mais tarde, que fora vítima de um ataque logo após a publicação do artigo “Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha“.
Eu não afirmo — tampouco Julio Severo o faz — que os ataques têm como origem pessoas citadas no artigo. Convido o leitor a examinar atentamente a entrevista abaixo, sem pressa, e tirar suas próprias conclusões.
Tenho plena consciência de que, ao tomar esta iniciativa, farão de mim uma caricatura na tentativa de desqualificar as denúncias e ideias aqui expostas. Não terão êxito, contudo, em me reduzir ao velho espantalho do “conservador radical”.
Além da fraternidade cristã – algo que muita gente deixa na gaveta — o que me leva a expressar publicamente minha solidariedade a Julio Severo é a defesa do princípio de liberdade de expressão — algo que a esquerda só tira da gaveta quando lhe convém.
Não concordo com muitas das ideias de Severo. É claro que concordo com muitas outras. Mas convergências e divergências não importam aqui e agora.
O que está em jogo é a liberdade de expressão de alguém que pensa diferente do mainstream político. É bastante óbvio pra mim que Severo tem todo o direito de expressar o que pensa — gostemos ou não.
Como dizia Rosa Luxemburgo – em um surto de lucidez que às vezes ocorre mesmo nas pessoas mais radicais — “A liberdade é quase sempre, exclusivamente, a liberdade de quem discorda de nós”.
Confira a entrevista na íntegra:
Você avisou aos leitores que seu blog poderia sair do ar. Por quê?
Julio Severo: Na manhã de sexta-feira (21), meu blog estava fora do ar, com uma mensagem que dizia que o blog havia sido removido. Isso, que não é um acontecimento frequente, deixou os leitores assustados, que se comunicaram pelo Facebook e Twitter perguntando sobre o fato. O bloqueio do blog, conforme verifiquei depois, foi resultado de tentativas de login em minhas contas. Com receio de que meu blog fosse bloqueado novamente, alertei os leitores para que ajudassem a divulgar o artigo que estava incomodando ameaçadores.
Os ataques começaram logo após a publicação do artigo “Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha”?
JS: O bloqueio ocorreu um dia depois da publicação do artigo denunciando o esquerdismo de Ariovaldo Ramos.
Além dos ataques virtuais, você tem recebido ameaças contra sua família?
JS: No próprio dia da publicação do meu artigo, recebi ameaça me dando 24 horas para removê-lo. Se eu não cumprisse as exigências, a ameaça dizia que meus dados pessoais e de minha família seriam jogados ao público. Fui colocado sob direta ameaça de chantagem.
Você pode dar alguma informação sobre o conteúdo e provável origem das ameaças?
JS: Os detalhes são: a proibição de usar o nome de Ariovaldo Ramos nas denúncias que faço ao tratar de declarações públicas dele, com a ameaça de que números de documentos meus e de minha família, inclusive nosso endereço, seriam difundidos. A chantagem também ameaçava revelar muitos outros dados pessoais, indicando que foi feita uma investigação para obter informações para possibilitar essa chance de chantagem. Sobre a origem, dá para notar que não são ativistas gays, que são normalmente os grandes interessados na descoberta dos meus dados pessoais, especialmente meu endereço. Se a ameaça tivesse vindo de tais ativistas, a chantagem teria exigido, por exemplo, que eu nunca mais mencionasse o nome de Luiz Mott ou outro supremacista gay. Ter interesse em me calar eles têm de sobra. Desde 2010, por exemplo, há um comunicado interno, interceptado e registrado por nós, da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros) instruindo os grupos gays do Brasil a localizarem meu endereço.
Mas agora eles podem estar seguindo outras pistas. Quando, em 7 de agosto do ano passado um blog – que se diz evangélico e apologético — afirmou publicamente que eu havia mentido sobre minha saída do Brasil, e que provavelmente eu estava escondido em algum lugar do Brasil, poucos dias depois um grupo gay foi até um apartamento de São Paulo para “interpelar” um Julio Severo que eles achavam que estava ali, conforme registro (http://archive.is/adHUY) de Léo Mendes, um dos grandes ativistas gays do Brasil. O atual caso, envolvendo chantagem e ameaça de revelar dados pessoais e endereços, parece vir do meio evangélico “apologético,” que em grande parte tem aderido à apologia do socialismo, pois em vez de exigirem que eu pare de denunciar Luiz Mott, o maior líder do movimento homossexual, exigiram que eu parasse de denunciar Ariovaldo Ramos, o maior líder do movimento socialista evangélico.
Após todos os ataques, você recebeu algum apoio de expoentes da igreja evangélica?
JS: Não.
Considera possível a participação de pessoas ligadas ao governo federal nos ataques?
JS: Não dá para descartar essa possibilidade, pois não é qualquer um que consegue acesso a dados pessoais e documentais de uma família, especialmente de endereço de quem está no exterior. O tipo de vasculhamento de dados contido na ameaça de chantagem parece envolver indivíduos ligados ao aparato governamental. Ariovaldo Ramos tem forte ligação com o governo, publicamente registrada em seu encontro com Gilberto Carvalho, o homem forte do PT, numa igreja presbiteriana de Brasília no ano passado. Não estou acusando Ari de absolutamente nada, mas é certo que a origem da ameaça de chantagem veio de uma fonte fortemente dedicada a protegê-lo. Talvez até seja um fanático seguidor dele com quem ele não concorde. Assim esperamos.
Por que o artigo incomodou tanto?
JS: De fato, não compreendo. O texto, no caso, só repete declarações feitas por Ariovaldo Ramos que já estão registradas no blog pessoal dele e, portanto, amplamente acessíveis ao público. As informações se referem ao lamento que ele fez com a morte de Hugo Chávez, dizendo: “O melhor que se pode dizer de alguém é que, porque ele passou por aqui, o mundo ficou melhor! Isso se pode dizer de Hugo Chávez!”Eu já havia mencionado essa declaração dele antes e, mesmo que nenhum outro blog a citasse, o blog pessoal do Ari tem o lamento completo.
Uma hipótese do incômodo é que minha denúncia possa atrapalhar a primeira grande incursão da Teologia da Missão Integral, através de Ari, numa grande igreja neopentecostal, que é a Igreja Batista da Lagoinha, citada no meu texto.
Não dá, de forma alguma, para dizer que os incomodados agiram para defender a reputação de Ari contra alguma informação mais íntima da vida dele, pois meu texto não se envolveu nessa área. Mas um esquerdista se irrita facilmente quando suas declarações públicas são questionadas.
A defesa de Chávez por Ariovaldo pode ser explicada pela tendência da esquerda de apostar em salvadores (normalmente em trajes militares) e professar um messianismo político que substitui Deus pelo Estado?
JS: Exatamente. Na verdade, o messianismo socialista afeta todas as áreas da pessoa. Um Estado sob possessão socialista controla a economia da sociedade e dos indivíduos, sobrecarregando-os de impostos. Em essência, o trabalhador se torna um escravo do Estado. Na Bíblia, nos tornamos escravos, ou servos, de Jesus voluntariamente. O Estado sob possessão socialista não dá liberdade real para ninguém. A falta de liberdade afeta todas as outras áreas, nas quais o Estado socialista exige controle sobre a educação e saúde e sobre a educação e saúde de seus filhos. No Estado socialista, a palavra final sobre decisões de educação e saúde dos filhos pertence a ele mesmo, como se ele fosse um deus. O Estado socialista invade também áreas mais íntimas do indivíduo, inclusive opiniões pessoais. Vemos hoje a tendência socialista universal de criminalizar a “homofobia,” isto é, as opiniões contrárias às práticas homossexuais. O Estado socialista, como um deus tirânico e selvagem, invade descontroladamente todas as áreas mais intimadas das pessoas, especialmente das famílias, exigindo um lugar que deveria pertencer apenas a Deus.
Há coerência em criticar Bush e aceitar Maduro, condenar a Guerra ao Iraque e silenciar sobre a Venezuela?
JS: Nenhuma. Bush é evangélico e Maduro é apenas um ditador. Durante os dois mandatos de Bush, a esquerda evangélica brasileira parecia não ter outro assunto, condenando tudo o que Bush fazia, especialmente na questão da Guerra do Iraque. Quando Obama se tornou presidente, as críticas sobre o Iraque viraram silêncio! Todo aquele tumulto paranoico por causa da Guerra do Iraque cessou com o governo de Obama, mostrando que a motivação contra Bush era política e ideológica. Seja o que for que Bush fizesse, ele estava errado, para os que usavam a Guerra no Iraque para atacá-lo. A diferença é clara: Bush era pró-vida e pró-família, de forma geral, mas era criticado pela Guerra no Iraque. Obama é o presidente mais pró-aborto e pró-homossexualismo da história dos EUA, e não é criticado por guerra nenhuma. Daí, a motivação de ódio contra Bush só pode ser suas posturas pró-família.
Quanto a Maduro, ele segue o modelo cubano, e a Venezuela tem hoje milhares de agentes cubanos, inclusive militares, para manter o governo em segurança. A população venezuelana? Está totalmente insegura, com agentes cubanos agindo em todo o país e matando! Não podemos nos esquecer de que a ditadura cubana matou para impor o comunismo em Cuba, e depois continuou matando dezenas de milhares de pessoas, inclusive cristãos. Não há liberdade em Cuba, pois quem determina a liberdade e tudo o mais é o Estado. Na Venezuela, estão se aproximando da “liberdade” cubana. O cidadão que rejeitar a ditadura cubana na Venezuela corre risco de vida. Como esse país é vizinho do Brasil, a obrigação dos pseudopacifistas que se opunham veementemente à Guerra do Iraque (durante o governo Bush apenas, nunca no governo Obama) deveria ser se aliar ao oprimido povo venezuelano diante de uma ditadura sanguinária. O povo venezuelano está vivendo na pele o que é o marxismo: depois que você é enganado a aceitá-lo, ele o obrigará a mantê-lo até à morte.
A Missão Integral sofre da mesma distorção da Teologia da Libertação, cujos expoentes confundem Jesus com Che Guevara e o Paraíso de Cristo com o “Outro Mundo Possível” dos comunistas?
JS: O “paraíso” socialista de Che Guevara só foi possível com assassinatos e violências contra milhares de inocentes. O Paraíso cristão é possível porque o Único Inocente, Jesus Cristo, foi morto por nossos pecados. A Teologia da Libertação, predominante na Igreja Católica e também na Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, transforma o Evangelho em plataforma para as ambições socialistas totalitárias. A Teologia da Missão Integral, que é predominante nas igrejas evangélicas históricas, é a versão protestante da Teologia da Libertação. Ambas as teologias levam suas vítimas ao reino desde mundo, não ao Reino de Cristo. Ambas as teologias levam suas vítimas a admirar os barbudos da esquerda, inclusive Fidel Castro e Che Guevara, não o “barbudo” do Reino de Deus, Jesus Cristo. Trato mais amplamente desse assunto no meu e-book: “Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade.”
Fonte: GospelMais
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Maconha sim, Julio Severo não! Colunista do GospelMais defende a legalização da maconha, as revoluções comunistas e ataca Julio Severo
Caso Ariovaldo Ramos: Ameaças e mobilização
Ariovaldo Ramos na Igreja Batista da Lagoinha
Outras entrevistas com Julio Severo:
Entrevista de Julio Severo ao site Gospel Prime
Blog Dextra entrevista Julio Severo
União de Blogueiros Evangélicos entrevista Julio Severo
Entrevista original de Julio Severo para a revista Cristianismo Hoje
Entrevista de Julio Severo ao Ministério CACP
Entrevista de Julio Severo à revista Comunhão em abril de 2008
Revista gay entrevista Julio Severo
Entrevista de Julio Severo sobre Conselho Tutelar

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Posted by Julio Severo at 6:00 AM
Labels: entrevista de Julio Severo, GospelMais


terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia






ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia




Posted: 25 Jan 2014 12:00 AM PST




ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia 


Wendy Wright


NOVA IORQUE, EUA, 24 de janeiro (C-FAM) Um grupo acadêmico cuja pesquisa foi obtida de pedófilos e lançou a revolução sexual nos EUA recebeu credenciamento da ONU.





Alfred Kinsey


O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promover abrangente educação sexual que ensina crianças pequenas acerca de atos sexuais.


Nesta semana o Instituto Kinsey foi diante do comitê da ONU que credencia grupos para participar da ONU no final de janeiro. Isso chega num momento em que grupos pró-aborto estão fazendo campanhas para que abrangente educação sexual seja uma parte importante da agenda de políticas e trabalho de desenvolvimento da ONU.


Alfred Kinsey afirmava que crianças são sexuais desde a infância. Suas fontes principais eram homens adultos que registravam detalhes acerca de seus contatos sexuais com crianças para seu livro "Sexual Behavior in the Human Male" (Conduta Sexual no Macho Humano).


Certo homem forneceu a Kinsey detalhes de seu abuso de 1917 a 1948, mostrados na Tabela 34 do livro de Kinsey. Registra o número de "orgasmos" em certos períodos de tempo de crianças de 5 meses a 14 anos.


Orgasmo é definido como "convulsões violentas," "gemidos, ou choros mais violentos, às vezes com abundância de lágrimas (principalmente entre crianças mais novas)," "dor excruciante," "lutará para se afastar do parceiro e poderá fazer tentativas violentas de evitar o clímax, embora obtenha claro prazer da situação."


Outra fonte de Kinsey começando em 1943 — durante a 2ª Guerra Mundial — era um oficial nazista alemão, Fritz von Balluseck, que em 1957 foi condenado por abuso sexual de crianças por mais de 30 anos. O juiz teria dito: "Tive a impressão de que você chegou às crianças a fim de impressionar Kinsey e lhe entregar material."


Kinsey afirmou que 95 por cento dos homens cometiam crimes sexuais, de modo que a sociedade deveria redefinir o que era "normal" e reduzir as penas de crimes sexuais. Ele testificava em favor de estupradores de crianças e seu trabalho ajudou a mudar as leis, tornando-as tolerantes para crimes sexuais.


"É claro, sabíamos quando entrevistávamos os pedófilos que eles continuariam sua atividade, mas não fazíamos nada sobre isso," Paul Gebhard, sócio de Kinsey, disse ao jornal. "Não teríamos nenhuma pesquisa se os entregássemos [às autoridades]."


Gebhard, que se tornou diretor do Instituto Kinsey, mais tarde disse: "Era ilegal e sabíamos que era ilegal e é por isso que muita gente está furiosa."


Kinseu assegurava a "seus informantes que eles ficariam no anonimato" e evitava "todo juízo de valor em relação à conduta deles," declarou John Bancroft, diretor do Instituto Kinsey.


Certa vítima de um estuprador de crianças ligado a Kinsey se apresentou. Quando "Esther White" (um pseudônimo) tinha 9 anos, ela encontrou uma folha de papel "e meu pai estava selecionando coisas que ele estava fazendo comigo." Depois que Kinsey entrevistou Esther, ele entregou ao avô dela um cheque de cerca de 6.000 dólares.


Em 1964, o Instituto Kinsey lançou SIECUS para promover a ideologia de Kinsey por meio da educação sexual. SIECUS já tem reconhecimento da ONU e se tornou muito influente ali. A Educação Sexual Abrangente de SIECUS ensina crianças de 5 anos acerca da masturbação e do envolvimento em conduta sexual com outros para mostrar carinho.


O Instituto Kinsey fornece bolsas de estudo honrando John Money, um pioneiro da "identidade de gênero" e responsável pela operação de mudança de sexo de um bebê contada no livro "The Boy Who Was Raised As a Girl" (O Menino que Foi Criado como Menina). O menino acabou cometendo suicídio. A clínica de identidade de gênero de Money no Hospital Johns Hopkins foi fechada por seu sucessor.


A organização homossexual ILGA perdeu seu credenciamento na ONU em 1993 devido às suas ligações com grupos que promovem a pedofilia.


Um documento vazado pelo WikiLeaks intitulado "Certificação da Pedofilia" mostra que os EUA conduziram uma "análise detalhada" em 2010 e agências da ONU certificaram que ninguém havia credenciado nenhuma organização que promove ou desculpa a pedofilia.


Tradução: Julio Severo


Fonte: Friday Fax


Leitura recomendada:










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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil


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A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil




Posted: 20 Jan 2014 04:12 AM PST




A maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil


Julio Severo



De longe, o maior perigo para o Brasil é a dominação marxista, que está quase completa hoje. Essa dominação, que vem sendo implementada pelo PT e outros partidos socialistas há anos, vem acompanhada por constantes pressões esquerdistas para legalizar as perversões homossexuais, o assassinato de bebês mediante o aborto e muitas outras iniquidades. Essa dominação não ocorreu sem a colaboração da teologia. A Teologia da Libertação (TL), promovida durante décadas pelas comunidades de base da Igreja Católica, foi fundamental para a própria fundação do PT e expansão marxismo no Brasil. Sob a TL, católicos marxistas da CNBB se alinharam com marxistas seculares para avançar sua causa comum. 



É fácil então identificar as causas e muitos dos maiores problemas da sociedade brasileira e da Igreja Católica.


No entanto, como identificar as mesmas causas e problemas na Igreja Evangélica do Brasil? Como descobrir o maior perigo para a Igreja Evangélica do Brasil? Se pesquisarmos pelo Google, obteremos resultados interessantes. Na minha pesquisa, tomando como exemplo o papel colossal da TL na Igreja Católica, parti do princípio de que a teologia é o que mais pode afetar de forma positiva ou negativa a Igreja. Por isso, utilizei duas teologias que estão em evidência e contraste na Igreja Evangélica do Brasil: a Teologia da Prosperidade e a Teologia da Missão Integral.


Em evidência, porque são importantes nas falas e condutas das igrejas evangélicas.


Em contraste, porque uma é demonizada e a outra bajulada.


Apesar de suas diferenças e contrastes, qual das duas teologia cumpre na Igreja Evangélica a missão que a Teologia da Libertação sempre cumpriu na Igreja Católica: a missão de conduzir as pessoas aos pés da ideologia de Karl Marx? 
Teologia da Prosperidade no Google


Uma simples pesquisa global pelo Google sobre "Teologia da Prosperidade" produz 2.650.000 resultados, conforme registrado em 15 de janeiro de 2014 (http://archive.is/yI74V). Já na primeira página desses resultados, a maioria absoluta dos sites que aparecem tratando do tema são calvinistas e o tratamento dessa teologia é negativo.



O primeiro site que aparece nos resultados pertence à revista Ultimato, provavelmente a mais antiga publicação defensora da Teologia da Missão Integral (TMI), que é a versão protestante da TL. Um dos livros publicados pela Ultimato em defesa dessa teologia marxista evangélica é "O Novo Rosto da Missão," escrito pelo Rev. Luiz Longuini, um pastor da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) casado quatro vezes. Marcos Botelho, também presbiteriano, ficou conhecido num artigo dessa revista em que defendeu que os cristãos têm a obrigação de lutar por um suposto "direito" de todos de praticar abominações.


Os outros sites que aparecem em destaque no Google contra a Teologia da Prosperidade são igualmente calvinistas, inclusive: Voltemos ao Evangelho, Internautas Cristãos, O Tempora, O Mores! e Púlpito Cristão. Desses, possivelmente só o Púlpito Cristão é mais destacadamente esquerdista, conforme apontou o artigo "A esquerda apologética e o neopentecostalismo."


Na primeira página de "Teologia da Prosperidade" na busca global do Google, o perfil dessa teologia e do próprio neopentecostalismo é, conforme seus proeminentes críticos calvinistas, herético, anticristão, etc.


Considerando que nenhuma igreja posta na internet artigos declarando "Defendemos a Teologia da Prosperidade," a conclusão lógica é que todas as outras menções, ou mais de 99 por cento, no Google são igualmente negativas.


Entre os resultados que não estão na primeira página encontrei sites espíritas, católicos e até esquerdistas seculares atacando a Teologia da Prosperidade (TP). Nenhum deles, porém, menciona negativamente a TMI.


Os quase 3 milhões de resultados do Google contra a TP indicam que essa teologia está sendo combatida em massa — uma guerra santa e implacável capitaneada por calvinistas, onde a revista Ultimato ocupa uma confortável liderança. Essa teologia está sendo tratada, com o apoio de espíritas, católicos e até esquerdistas seculares, como a maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil, criando uma cortina de fumaça surpreendente para a TMI e seus promotores.
Teologia da Missão Integral no Google


Na segunda busca global, coloquei no Google o termo "Teologia da Missão Integral," que deu 145.000 resultados, conforme registrado em 15 de janeiro de 2014 (http://archive.is/bMzPF). Analisando a primeira página, os resultados são nitidamente favoráveis a essa teologia, com exceção de alguns artigos meus que já aparecem com destaque no Google. Os milhares de resultados favoráveis apresentam essa teologia como se fosse a doutrina mais bonita, inocente e benéfica que já existiu nas igrejas evangélicas do Brasil.



Tirando meus artigos, os resultados indicam que a TMI é vista de forma predominantemente positiva. Anos atrás, quando fiz minhas primeiras pesquisas pelo Google da TMI, só encontrei elogios. Daí, vi a necessidade de intervir, com minha experiência de blogueiro, para que alguns internautas tivessem acesso a informações mais certeiras dessa teologia. Meus artigos sobre esse tema estão hoje, pela graça de Deus, na liderança nas pesquisas do Google e se tornaram referência.


Por que os sites e blogs calvinistas que estão na liderança da defesa da TMI (ou andam confortavelmente na companhia de seus promotores) estão igualmente na liderança de uma "guerra santa" contra a TP? Aliás, o que é TP? Se tentarmos definir essa teologia pelo modo como os calvinistas citados na pesquisa do Google a criticam, dá para entender basicamente como "um pastor vivendo no luxo e ganhando muito dinheiro." Mas não é qualquer pastor. Os alvos são sempre pastores pentecostais e neopentecostais. 


Conheço pastores que vivem no luxo e ganham muito dinheiro, mas não são pentecostais. Eles são protestantes tradicionais e são famosos por um discurso estridente e raivoso contra a TP e contra os neopentecostais, que incluem Igreja Batista da Lagoinha, Igreja Renascer, Comunidade Evangélica Sara Nossa Terra, Igreja Bola de Neve, Igreja Internacional da Graça de Deus, etc. Condenam de boca o que vivem na vida. Suas pregações atacam uma TP que é muito bem marcada em seus elevados salários, casas, carros, viagens, etc.


Os que estão na vanguarda (inclusive a revista Ultimato, Voltemos ao Evangelho, Internautas Cristãos, O Tempora, O Mores! e Púlpito Cristão) dos ataques à TP são muitas vezes os que estão na vanguarda da defesa da TMI, ou andam confortavelmente na companhia de seus promotores. Suas críticas (quando o fazem) à heresia progressista são tímidas, vagas e débeis. Mas as críticas à "heresia" dos neopentecostais são robustas, musculosas, brutais e implacáveis.


Nenhum deles está na linha de frente da guerra contra a TMI, que de longe é a mais elevada expressão do liberalismo teológico brasileiro.


A "timidez" da blogosfera calvinista para criticar com toda a força de sua musculatura teológica a Teologia da Missão Integral tem explicação: essa teologia progressista nasceu basicamente dos meios teológicos calvinistas, conforme mostra meu livro "Teologia da Libertação versus Teologia da Prosperidade." Na Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB), os principais responsáveis foram o Rev. Richard Shaull, que foi professor durante quase 10 anos num grande seminário da IPB na década de 1950, e Rubem Alves, que como pastor da IPB muito atuou em prol dessa teologia na década de 1960. Hoje ele é apóstata.






Sem mencionar o fundamental papel posterior de Caio Fábio, outrora o maior pastor da IPB, que mesmo sem dizer o nome, promovia, nos bastidores ou não, a TMI e sua essência marxista. Caio trabalhou durante anos para aproximar os evangélicos do PT. E hoje seu filho espiritual, Ariovaldo Ramos, prossegue sua missão.
Caio Fábio: o gigante da TMI


Durante seu apogeu de fama e glória, Caio só dava atenção ao próprio umbigo.


Uma mulher simples chegou ao imponente escritório dele na VINDE mais de vinte anos atrás, para dizer que Deus havia mostrado a ela que ele era um gigante com mãos e pés sujos, mas nem deixaram a pobre mulher se aproximar do homem importante cercado de secretárias e secretários. E se se aproximasse, ele ouviria?


Um de seus funcionários jovens, que hoje é pastor de uma igreja neopentecostal, me disse que na época teve uma visão onde Deus o mostrava entregando um recado profético para Caio. Na visão, Caio estava totalmente indiferente e fechado.


A visão veio quando Caio, nos bastidores, estava diplomaticamente aproximando os líderes evangélicos de Lula e do PT. Milhares de líderes evangélicos foram levados aos maus caminhos do gigante de mãos e pés sujos, isto é, um homem arrogante que estava caminhando em caminhos sujos e fazendo coisas sujas.


Não há dúvida de que andar na esquerda é andar em caminhos sujos, e trabalhar para a esquerda é sujar as mãos.


E é evidente que não era só o gigante que estava cego e indiferente. O que dizer da liderança que o cercava? O que dizer de sua denominação na época, a Igreja Presbiteriana do Brasil, que nunca o havia confrontado, punido e afastado de funções pastorais enquanto o gigante maquinava o namoro dos líderes evangélicos com o PT?


Deus não precisaria tocar uma humilde mulher e um jovem funcionário da VINDE com visões se os grandes reverendos que cercavam o gigante tivessem os olhos realmente abertos para o que é certo diante de Deus, e tivessem boca para repreender o gigante. Eles falharam. Mas o princípio bíblico de que "Vosso pecado vos achará" não falhou. O gigante foi derrubado por seus próprios pecados.



Foi preciso sua queda em pecados sexuais e financeiros para que anos de maquinações esquerdistas tivessem um fim. Mas o estrago já tinha sido feito. Em grande parte, o gigante conseguiu o que queria: a maioria da liderança evangélica hoje segue estupidamente a esquerda nas eleições, com o incentivo dos vários filhotes espirituais de Caio.


Caio foi para a igreja brasileira um "médico" que, em vez de trazer cura, aprofundou-a mais no câncer da TMI. Ele colocou a Igreja Evangélica do Brasil em estado de adultério — um adultério incomparavelmente pior do que o adultério pessoal que o derrubou em escândalos.


O gigante nunca se arrependeu da TMI e de ter prostituído a Igreja Evangélica. Pelo contrário, continua se fazendo de médico, apontando que a igreja brasileira está "doente," mas convenientemente se distanciando de sua responsabilidade em tudo isso.


O preço da TMI tem sido caro para a Igreja Evangélica do Brasil e para os gigantes da TMI, vários dos quais têm caído e se apostatado de forma horrível.
Guerra santa: só contra a TP, não contra a TMI


Mesmo com um nascimento basicamente calvinista e ainda tendo calvinistas como seus principais defensores, não existe nenhuma vanguarda calvinista contra a TMI. A luta contra essa teologia está vindo de outras fontes. Embora a TMI esteja contaminando a Igreja Evangélica do Brasil há décadas, é com tristeza que digo que somente com a publicação de textos e livros no meu blog que começou a aparecer uma vanguarda, documentada pela pesquisa global do Google, contra essa teologia.


Eu não poderia evitar essa responsabilidade. O Brasil inteiro está sendo mergulhado numa revolução e lavagem cerebral marxista, que atinge desde escolas até governo. Por que deveríamos achar que as igrejas evangélicas ficariam ilesas? 


Ariovaldo Ramos, considerado um dos "apóstolos" dessa teologia, declarou: "A Teologia da Missão Integral é uma variante protestante da Teologia da Libertação."


Ariovaldo é sempre muito bem-recebido nos círculos calvinistas, até mesmo na Universidade Presbiteriana Mackenzie.


Ariovaldo é um "reformado" (título usado por calvinistas) que já foi convidado especial do ditador marxista Hugo Chavez, cuja morte provocou lamentosno pastor reformado. Ele tem também se destacado em grandes parcerias entre evangélicos e o PT.


Entenda: os gigantes da TMI sempre caminham, de uma forma ou de outra, com políticos e militantes esquerdistas, conforme confirmou em entrevista exclusiva ao Blog Julio Severo Maya Felix, que durante anos fez parte do MEP (Movimento Evangélico Progressista), o maior movimento protestante da TMI para politizar, de modo esquerdista, a Igreja Evangélica do Brasil.


Mesmo depois de sua queda, Caio Fábio continuou estrela do MEP, conforme documentação gravada acessível no Blog Julio Severo, que registra Caio como palestrante principal de um seminário sobre "ética" no Congresso Nacional. O seminário, realizado pelo MEP, contou com o apoio direto do PT.


Meu questionamento agora é: se a TMI, com toda a sua carga marxista sutil ou não, é a maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil, por que os calvinistas não estão na vanguarda do combate a ela? Por que uma pesquisa do Google, em vez de trazer uns 10 milhões de resultados negativos, só mostra milhares resultados favoráveis à TMI?


De longe, quem mais promove a TMI são os calvinistas. De longe, quem mais ataca implacavelmente a TP são os calvinistas. O que isso diz? Na avaliação dos calvinistas, uma teologia é inocente e a outra é culpada. Uma é anjo e a outra é diabo. E a diferença básica é: uma nasceu no meio deles, e a outra nasceu num meio odiado por eles: os neopentecostais.


Quando você computa quase 3 milhões de resultados negativos contra quase 150 mil resultados positivos, qual é a conclusão óbvia? A TP e por extensão o neopentecostalismo é a grande ameaça à Igreja Evangélica do Brasil. Palavra dos calvinistas que estão trabalhando dia e noite para implantar a TMI como padrão do Evangelho no Brasil. Palavra dos calvinistas omissos que se dizem contra o liberalismo teológico, mas comportam-se no mínimo como doentes terminais diante dessa teologia. No máximo, são críticos tímidos e covardes, falando genericamente ao vento, apavorados de mencionar nomes e exemplos específicos e concretos.


Há uma guerra santa de proporções cósmicas contra a TP, mas não há nenhuma guerra santa contra a TMI.


Os que estão na vanguarda (inclusive a revista Ultimato, Voltemos ao Evangelho, Internautas Cristãos, O Tempora, O Mores! e Púlpito Cristão) da crítica aos neopentecostais atacam a TP, mas não atacam a essência dessa teologia que é vivida nos elevados salários, casas, carros, viagens, etc., que fazem parte do estilo de vida dos donos e parceiros dessa vanguarda. A vida opulenta de muitos deles é digna da Teologia da Prosperidade que eles tanto atacam.


O que se destaca também é a completa desigualdade no "debate": da parte dos calvinistas há mais beligerância e hostilidade sistemática do que debate diante do neopentecostalismo, enquanto que da parte dos neopentecostais há quase que silêncio diante das teologices dos calvinistas antipentecostais. Uma das motivações mais importantes desse grupo de calvinistas hostis, quer sejam esquerdistas ou não, é a doutrina herética do cessacionismo. Os constantes e sistemáticos ataques dessa ala calvinistas podem ser uma conveniente fachada para ocultar sua heresia cessacionista.


Forças calvinistas usam suas energias para atacar em massa a TP e as igrejas neopentecostais. Em contraste, as igrejas neopentecostais usam suas energias não para confrontos teológicos com calvinistas raivosos e invejosos, mas para proclamar o Evangelho.


Dos calvinistas, veio a moda de abraçar e bajular a TMI. Dos calvinistas, veio a moda de demonizar a TP — mas só a teoria, não a prática. E agora vão querer dizer que os calvinistas não têm força para lançar a moda de uma necessária e justa demonização da TMI? Vão argumentar que eles não conseguem ser vanguarda contra o grave liberalismo teológico que essa teologia representa?



Querem livrar a Igreja Brasileira do cisco da TP enquanto a viga da TMI está enfiada em seus próprios olhos teológicos. Jesus Cristo tem uma palavra para os que transformam o cisco nos olhos dos outros em motivo de guerra santa:


"Não julgueis, para que não sejais julgados. Pois com o critério com que julgardes, sereis julgados; e com a medida que usardes para medir a outros, igualmente medirão a vós. Por que reparas tu o cisco no olho de teu irmão, mas não percebes a viga que está no teu próprio olho? E como podes dizer a teu irmão: Permite-me remover o cisco do teu olho, quando há uma viga no teu? Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho, e então poderás ver com clareza para tirar o cisco do olho de teu irmão." (Mateus 7:1-5 KJA)


Sabemos que a ideologia que mais ameaça o Brasil hoje é a ideologia marxista. Qual é a teologia que mais colabora com essa ideologia? A TMI. Qual é a teologia que tanto os adeptos da TMI quanto os adeptos do marxismo odeiam? A TP. Até mesmo esquerdistas seculares, que nada entendem de Evangelho, criticam a TP. Até mesmo a TV Globo ataca os televangelistas neopentecostais.


De acordo com Edson Camargo, dono do Blog Profeta Urbano, o liberalismo teológico está especialmente ligado não à TP, mas à TMI. Ao Blog Julio Severo, ele disse: "A Teologia da Prosperidade é mais um erro de ênfase, e não compromete tanto outras doutrinas. Basta consultar alguns poucos versículos para se entender que a ênfase dela é errada. Já a TMI distorce todo o Evangelho e toda a interpretação das Escrituras, fazendo com que os evangélicos endossem as aberrantes agendas da esquerda como o gayzismo, o politicamente correto e as reivindicações de grupos como o MST. Não é à toa que liberais teológicos, que relativizam a doutrina do pecado e duvidam da historicidade da ressurreição de Cristo, entre outras baboseiras, sempre estão alinhados com a TMI."
"Não venham me acusar de defensor da TP"


Não venham me acusar de defensor da TP. Se eu fosse defensor da TP, na teoria dos neopentecostais ou na prática de vida luxuosa de muitos teólogos calvinistas, eu não enfrentaria problemas por falta de status econômico, teria uma mansão com piscina e muitas outras regalias. Pelo contrário, alguns dos calvinistas que se levantaram contra mim por minhas denúncias vivem em mansões, têm suas piscinas e vidas opulentas, mas nunca admitem que suas vidas espelham a TP.


Os casos em que vemos neopentecostais se aliançando com marxistas demonstram o poder da contaminação. Historicamente, pentecostais e neopentecostais sempre "demonizaram" o marxismo. Mas os adeptos da TMI, especialmente Caio Fábio, trabalharam para quebrar todas as resistências protestantes tradicionais, pentecostais e neopentecostais ao marxismo. Caio não teve muitos problemas com os protestantes tradicionais, onde a TMI tem raízes profundas e antigas. Para lidar com os neopentecostais, em 1994, durante a eleição presidencial, ele convidou Valnice Milhomens para ajudá-lo a apresentar, através de seu programa televisivo "Pare & Pense," o candidato Lula para os evangélicos.



Caio, como inimigo da TP (mas nunca de uma vida pessoal luxuosa à custa de ovelhas desorientadas e cegas), sempre promoveu a TMI. Só anos mais tarde ele confessou: "Aproximei os evangélicos de Lula." Valnice caiu no conto do vigário caiofabiano e foi instrumento para que milhões de evangélicos brasileiros caíssem no conto do vigário do marxismo.


Foi o maior trabalho de "desdemonização" do esquerdismo na história da Igreja Evangélica do Brasil. Depois desse trabalho em massa em favor do marxismo, é compreensível que a TMI seja hoje bajulada de todos os lados. Aliás, no universo de favoritismo esmagador à TMI nos resultados do Google, meu blog de oposição e alerta é, na visão dos defensores da TMI, uma ovelha negra.



Francamente, diante do enorme Golias da TMI e seus filisteus, me sinto como um Davi, pequeno e fraco, ou como Paulo, em necessidade de apoio de oração para avançar na missão de denunciar uma TMI que, cercada de defensores gigantes, está num pedestal de sacralidade absoluta em muitas igrejas.


Depois de décadas de crescimento e expansão dessa teologia a partir de bases calvinistas, por que precisou um Julio Severo, que não figura entre os grandes televangelistas nem entre os doutores em teologia, para começar a questionar e confrontar a TMI e seus defensores? Por que a população evangélica não faz uma pausa para pensar que os que estão na vanguarda da guerra santa contra a TP defendem a TMI ou andam muito bem com seus promotores?


A TMI nasceu em berço basicamente calvinista. Isso é fato. A TP nasceu dos neopentecostais. Isso explica o ódio calvinista à TP e sua defesa destacada à TMI, uma heresia que está crescendo nas igrejas e está agora alcançando até igrejas neopentecostais. A vítima mais recente é a Igreja Batista da Lagoinha.


Se TP é um pastor viver no luxo e ganhar muito dinheiro, então acorde: há pastores protestantes tradicionais (inclusive muitos calvinistas maçons), pentecostais e neopentecostais vivendo assim. Se TP, ou a pregação neopentecostal, tem como alvo colocar Deus no centro da provisão de todas as necessidades humanas, então é a resposta perfeita contra a TMI, que no final acaba colocando a ideologia marxista, a política e o governo como centro de provisão de todas as necessidades humanas. Tudo o que é necessário é corrigir a ênfase exagerada.


Se de fato TP é "um pastor viver no luxo e ganhar muito dinheiro," então televangelistas neopentecostais e seus abastados críticos calvinistas precisam de libertação. Embora suas teologias sejam diferentes, seus estilos de vida apegados ao amor ao dinheiro são idênticos.
Como combater a maior ameaça à Igreja Evangélica do Brasil?


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Leitura recomendada:
























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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905