Banner

SMA

Nossa Senhora



Rio de Janeiro


Mostrando postagens com marcador Oi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Oi. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Fusão de Oi com Portugal Telecom é mais um fracasso político do PT








-





/ notícias


8 DE OUTUBRO DE 2013

O plano de formar o que vinha chamando de "empresas campeãs nacionais capazes de conquistar espaço no mercado internacional" deu errado.


Quem faz o alerta é o Estadão em editorial publicado nesta terça-feira:


Além de sua importância para o mercado e para os investidores, a fusão da companhia brasileira de telecomunicações Oi com a Portugal Telecom, que assume a gestão da nova empresa, tem também um significado político de grande relevância. Ela simboliza o fracasso – mais um, entre tantos outros – da política do governo do PT de mobilizar grande volume de recursos públicos, beneficiar grupos empresariais privados por ele escolhidos e modificar regras e normas para formar o que vinha chamando de empresas campeãs nacionais capazes de conquistar espaço no mercado internacional. É mais um sonho de grandeza criado durante o governo Lula que se desvanece na realidade da vida empresarial.

(grifos nossos)

O editorial revisitou o caso já um pouco esquecido pela militância governista:


O leilão de concessão da Tele Norte-Leste, que reunia operadoras de 16 Estados até então controladas pela Telebrás, foi vencido em 1998 pelo grupo – formado, entre outras, por uma empresa da área comercial, uma construtora de grande porte e companhias de seguro – que ofereceu ágio de apenas 1%. Para viabilizar a operação, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) entrou no consórcio com significativa participação no capital, mas com a disposição de dele se retirar assim que houvesse um investidor para assumir a sua parte.
Dez anos depois, na metade do segundo mandato de Lula, o governo voltou a apoiar o grupo, já com o nome de Oi, para viabilizar a compra da Brasil Telecom (BrT), com o que se formaria o que se chamou de “supertele” brasileira, uma empresa forte financeiramente e com capacidade técnica para operar em outros países. Seria o que, na área de telecomunicações, o BNDES passou a chamar de empresa campeã, cuja constituição apoiaria fortemente.
Para permitir a formação da “supertele”, além de assegurar-lhe apoio financeiro, o governo teve de mudar o Plano Geral de Outorgas (PGO), dele eliminando a regra segundo a qual a operadora poderia atuar em apenas uma das quatro regiões em que o País foi dividido. Assim, a Oi tornou-se a primeira tele de alcance nacional.

(grifos nossos)

Como grande parte dos cases petistas, alguém ligado ao partido estava direta ou indiretamente se beneficiando com a iniciativa:


Não passou despercebido, na ocasião, o fato de que, entre os principais sócios da Oi, estava a construtora Andrade Gutierrez, principal financiadora da campanha que levou Lula à Presidência da República. Igualmente foi observado que a Oi tinha sido investidora da Gamecorp, empresa especializada em produção de programas de televisão e de jogos para celular, da qual o principal sócio era Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República.

(grifos nossos)

Como quase toda decisão tomada com base não no mérito, mas conveniência política, o plano deu errado:


Mas, em vez de se transformar na “supertele” pretendida pelo governo, a Oi – cujos sócios principais, desde o início, não eram do setor de telecomunicações – passou a enfrentar dificuldades, sintetizadas na dívida de mais de R$ 29 bilhões. A soma das dívidas da Oi e da Portugal Telecom alcança R$ 45,6 bilhões. A capacidade de geração de recursos, expressa no conceito de Ebtida (lucro antes dos juros, depreciações, amortizações e impostos), nos últimos 12 meses alcançou R$ 12,5 bilhões. Ou seja, a dívida é 3,64 vezes maior do que a capacidade de geração de recursos, relação um pouco maior do que a considerada tolerável pelos analistas financeiros (de 3,5 vezes).

(grifos nossos)

Sobre a Gamecorp, o editoral não se aprofunda. Uma busca mostra que seu nome voltou à mídia a um ano quando estava a caminho da falência. Suas dívidas já encaminhavam pro nono milhão de reais. E, como não costuma ser diferente, havia a suspeita de que algum tipo de influência política serviu para garantir anúncios do Banco do Brasil junto à marca.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Quebrou a Oi do Lula e filho








-





QUINTA-FEIRA, 3 DE OUTUBRO DE 2013


Quem não lembra do negócio milionário do filho do Lula com a Oi/Telemar, fechado em agradecimento aos lautos financiamentos oferecidos por papai aos donos da empresa, bem como as mudanças de lei que o ex-presidente promoveu para favorecer o surgimento da "supertele"?

Criada em 2008 para ser a "supertele" brasileira --numa operação privada, mas viabilizada majoritariamente com recursos públicos--, a Oi se uniu ontem à Portugal Telecom (PT). A operação prevê uma capitalização da Oi de até R$ 14,1 bilhões, para reduzir o endividamento, que chega a R$ 27,5 bilhões. Antecipada pela Folha em junho, a fusão é discutida desde que a PT comprou, em 2010, uma fatia da Oi --com o aval do governo Lula.

Apesar de ter tido apoio do então presidente Lula desde sua criação e ter recebido financiamento farto do BNDES e de fundos de pensão estatais, a Oi não conseguiu implementar seu plano de expansão e vinha perdendo patrimônio e valor de mercado. A operação permitirá a criação de uma multinacional com sede no Brasil e mais de 100 milhões de clientes em países de língua portuguesa. As marcas serão mantidas nos dois países.

CONTROLE

Não está claro, porém, como ficará o controle do negócio. Após a conclusão, prevista para o primeiro semestre de 2014, a PT será a maior sócia individual da nova companhia, batizada de CorpCo, com 38%; os atuais acionistas brasileiros terão 62%. Para pavimentar a união, melhorar a situação financeira e ganhar clientes, o presidente da PT, Zeinal Bava, assumiu a Oi em abril.Uma das primeiras medidas foi cortar os dividendos pagos aos acionistas, que era de R$ 1 bilhão neste ano, para R$ 500 milhões. A Oi espera agora concretizar seu objetivo inicial de ganhar mercado e aumentar seu fluxo de caixa.

Bava presidirá a empresa resultante da fusão --que depende de aprovação de órgãos reguladores do Brasil e de Portugal. Ele promete uma redução de despesas que, diz, pode chegar ao consumidor. "Se formos campeões em custos, vamos repassar." Para Bava, a participação de mercado da Oi na telefonia móvel (quarto lugar no país) não é compatível com sua presença nacional (líder em telefonia fixa). "Há muito espaço para crescer."

Para o JPMorgan, o endividamento seguirá elevado, apesar do aumento de capital. Já o analista Thomas Chang, da corretora UM, diz que o negócio é positivo, mas questiona quando os R$ 5,5 bilhões prometidos de redução de despesas serão incorporados. A aposta dele é que boa parte será no curto prazo. O mercado reagiu bem. As ações da Oi subiram 6,16% (PN) e 4,70% (ON), as maiores altas da Bovespa.

POSTADO POR O EDITOR

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905