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sábado, 26 de outubro de 2013
Revista de negocios destaca cumplimiento de las advertencias de la Iglesia sobre anticoncepción.
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Teologia e Corpo
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Revista de negocios destaca cumplimiento de las advertencias de la Iglesia sobre anticoncepción.
Posted on 25 de Outubro de 2013
Fonte: http://es.gaudiumpress.org/content/51936?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter&utm_campaign=gaudiumesp
Nueva York (Viernes, 18-10-2013, Gaudium Press) Un artículo publicado en un informativo de negocios norteamericano fue destacado recientemente por la agencia UCANews por su audaz defensa de la doctrina de la Iglesia sobre la reproducción humana. Su título es bastante diciente: “Es hora de admitirlo: La Iglesia siempre ha tenido la razón sobre el control de la natalidad”. El texto fue escrito por Michael Brendan Dougherty y Pascal Emmanuel Gobry para la publicación Business Insider.
- Manifestación civil en contra del mandato que impone la cobertura de anticonceptivos y abortivos en los seguros de salud en Estados Unidos. Foto: Wolfram Burner.
Los autores se distancian de la postura editorial del medio frente al tema (expresada en artículos anteriores) para desarrollar una tesis: las advertencias señaladas por el Papa Pablo VI ante la eventual aceptación de la anticoncepción en las sociedades se han cumplido de forma evidente después de más de cuatro décadas. Los males sobre los cuales alertó el Pontífice analizados en el texto son “el decrecimiento general de los estándares morales, el aumento de la infidelidad y la ilegitimidad, la reducción de las mujeres a objetos usado para satisfacción de los hombres y la coerción estatal en materia reproductiva”.
El cumplimiento de la advertencia
“¿Eso suena familiar?” cuestionan los redactores. La anticoncepción hizo que la responsabilidad sobre los actos se hiciera optativa, con graves consecuencias. “Al hacer el nacimiento del niño una opción física para la madre, la revolución sexual ha hecho el matrimonio y el sostenimiento de los hijos una opción social para el padre”, alerta el artículo, citando esta frase de George Akerlof. En efecto, señalan Dougherty y Gobry, “damos por hecho que ninguno de los padres es necesariamente responsable por sus hijos”.
Como ejemplo del debilitamiento de las familias, los redactores señalaron que de un 5.3% de nacimientos por parte de madres solteras en 1960, la estadística de 2010 aumentó a un 40%. “En 1960 las familias casadas representaban casi tres cuartas partes del total, pero para el censo de 2010, sólo contaban el 48%. La cohabitación se ha aumentado diez veces desde 1960″, señalaron.
- El uso de anticonceptivos artificiales contribuyó a un profundo cambio social. Foto: Sarah C.
La instrumentalización de la mujer es considerada por los autores una realidad evidente sobre la cual no se detienen y la coerción gubernamental de los estados sobre la reproducción es demostrada en políticas como las del hijo único en China y el reciente mandato estadounidense sobre cobertura obligatoria de la anticoncepción, esterilización y fármacos abortivos en el sistema de salud.
Cambio social negativo
Si bien Dougherty y Gobry no pueden culpar únicamente a la píldora anticonceptiva de todos los males, “la idea de la contracepción ampliamente disponible no ha llevado a un dramático cambio social, o que este cambio ha sido exclusivamente para bien, es una noción mucho más torpe”, expresaron.
Los autores también criticaron la interpretación del crecimiento poblacional como algo negativo. Según informes de la Oficina de Población del Departamento de Asuntos Económicos y Sociales de la Naciones Unidas, el crecimiento poblacional se estancaría en 2050 y permanecería de esta manera hasta 2300. “La visión malthusiana (propia del creador del término “superpoblación”) del crecimiento de la población ha resistido a pesar de haber sido demostrado su error una y otra vez y causado mucho sufrimiento innecesario”, denunciaron.
“El progreso humano es la gente”, afirmaron Dougherty y Gobry . “Más gente significa más progreso. El inventor de la cura para el cáncer podría ser el cuarto hijo que alguien eligió no tener”. Incluso para quienes no comparten la fe católica, la sabiduría de su doctrina no debería despreciarse. “La Iglesia Católica es la organización más grande y más antigua del mundo. Ha enterrado los más grandes imperios conocidos por el hombre, desde el Romano hasta el Soviético. Está establecida literalmente en todo el mundo, tocando cada área del emprendimiento humano”. Este profundo conocimiento y el haber generado muchos de los más grandes pensadores de la humanidad hacen que su voz merezca ser escuchada. “Cuando hace algo, usualmente lo hace por una buena razón”.
Con información de UCANews y Business Insider.
Contenido publicado en es.gaudiumpress.org, en el enlace http://es.gaudiumpress.org/content/51936?utm_source=dlvr.it&utm_medium=twitter&utm_campaign=gaudiumesp#ixzz2ijJa8is0
Se autoriza su publicación desde que cite la fuente.
A “ideologia do gênero” é filha do Marxismo Cultural
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Blog Carmadélio
* A “ideologia do gênero” é filha do Marxismo Cultural.
Postado em 26 de outubro de 2013 por Carmadélio
O termo inglês “gender” apareceu há uns anos na literatura sobre as relações entre o homem e a mulher. Traduzido para o português como gênero, seria mais facilmente compreensível se se traduzisse como “sexo” masculino e “sexo” feminino, embora negue as diferenças biológicas.
O discurso sobre o gênero nega importância à diferença genital entre homem e mulher e recolhe a interpretação de Friedrich Engels do conceito de luta de classes.
Se tivéssemos que resumir a ideologia do gênero numa só frase, conviria recolher de novo a famosa frase de Simone de Beauvoir: “A mulher não nasce: faz-se.” [1].
Uma nova versão da luta de classes
Os textos dedicados ao gênero analisam os papeis e responsabilidades atribuídas ao homem e à mulher no contexto da nossa sociedade, como se fossem expectativas de certas características, aptidões e comportamentos prováveis de cada um deles (a feminidade e a masculinidade). Estes papeis e expectativas seriam distintos com o tempo e segundo as organizações econômicas e sociais.
A ideologia do gênero recolhe a interpretação de Friedrich Engels do conceito de luta de classes. No seu livro “A origem da família”, Engels relata a história da mulher: uma história que depende essencialmente da da técnica. A aparição da propriedade privada converte ao homem em proprietário da mulher. Na família patriarcal fundada sobre a propriedade privada, a mulher vê-se explorada e oprimida pelo homem. O proletariado e as mulheres convertem-se, assim, em duas classes oprimidas. A liberação da mulher passa, pois, pela destruição da família e a entrada de todas as mulheres no mundo do trabalho. Uma vez “liberada” do jugo marital e da carga da maternidade, a mulher poderá ocupar o seu lugar numa sociedade de produção. Simone de Beauvoir dá-nos uma visão disto:
“É fácil imaginar um mundo em que homens e mulheres sejam iguais, pois é exatamente o que prometeu a revolução Soviética Comunista : as mulheres, educadas e formadas exatamente como os homens, trabalhariam nas mesmas condições e com os mesmos salários; a liberdade erótica seria admitida pelos costumes, mas o ato sexual já não seria considerado como um “serviço” que se remunera; a mulher teria de assegurar outro modo de ganhar a vida; o casamento fundaria-se num livre compromisso ao qual os esposos poderiam pôr termo quando quisessem; a maternidade seria livre, isto é, autorizaria-se o controle da natalidade e o aborto, que por sua parte daria a todas as mães e aos seus filhos exatamente os mesmos direitos, estejam elas casadas ou não; as baixas por maternidade seriam pagas pela coletividade, que tomaria a seu cargo as crianças, o que não significa que elas seriam retiradas aos seus pais, mas que não seriam abandonadas”. [2]
Assim mesmo, inspirando-se no estruturalismo, a ideologia do gênero considera que cada cultura produz as suas próprias normas de conduta e modela um tipo de mulher distinto. Segundo as sociedades, certas tarefas serão tradicionalmente consideradas como “tarefas femininas” e outras como masculinas. Se se quer “liberar” a mulher da imagem de mãe de casa, educando aos seus filhos e ocupando-se do seu marido, há que dar-lhe os meios necessários: a contracepção e o aborto. Liberada das responsabilidades do lar e a família, a mulher poderá entregar-se ao seu papel de trabalhadora, em igualdade com o homem. É assim que afirmam que as diferenças de papel entre homem e mulher são de origem puramente histórico ou cultural: o produto de uma cultura em vias de extinção.
A mulher “desmaternizada”
No seu livro dedicado ao amor materno, Elisabeth Badinter defende que o instinto maternal é um mito. Quanto ao amor materno, em sua opinião, não se pode dar por certo [3]. Nalgumas das suas páginas, a maternidade apresenta-se como alienação e escravidão feminina. É tempo, pois, de “desmaternizar” a mulher, de abolir as diferenças de papel entre homem e mulher, para chegar a uma “cultura unisexo”. A diferença e a complementaridade substituem-se pela semelhança entre os sexos. Aparece a androgenia e promove-se avalorização de uma suposta bissexualidade original de todas as pessoas.
Nesta nova cultura, os papeis ou funções do homem e da mulher seriam perfeitamente intercambiáveis [4]. A partir de então, a família heterossexual e monogâmica, consequência natural do comportamento heterossexual do homem e a mulher, aparece como um caso de prática sexual como muitos outros que se situariam em plano de igualdade com este: a homossexualidade, o lesbianismo, a bissexualidade, o travestismo, as “famílias” recompostas, as “famílias” monoparentais masculinas o femininas, e só faltariam as uniões pedófilas ou até incestuosas.
Como todas as uniões devem pôr-se em pé de igualdade, a lei deveria dar a todas elas as mesmas prerrogativas jurídicas que se reconhecem à família tradicional.
A cultura anti-família do gênero
A família tradicional, heterossexual e monogâmica, reduz-se a um modelo entre tantas outras uniões de carácter puramente contratual.
A família tradicional compreende a instituição matrimonial: compromisso no tempo, deveres de fidelidade, convivência, ajuda e assistência livremente consentidos. Do matrimônio surge naturalmente a filiação. O estado de filiação não se inventa; instituiu-se socialmente como a origem ou proveniência de toda a pessoa, do qual não se pode dispor: nem o sujeito tem poder para decidir que deixa de ser filho ou filha dos seus pais, nem estes são donos do vínculo que, no entanto, procede de seu ato procriador. A instituição familiar tradicional é pois o lugar onde as pessoas se comprometem a construir juntos uma nova comunidade, estável e aberta à vida. A família é lugar de solidariedade, interdependência consentida e fidelidade.
A cultura anti-família do gênero chama “família” e equipara diferentes formas de união que se fundam em contratos acordados entre indivíduos. Os vínculos que alguém contrai com outro indivíduo seriam então rescindíveis em qualquer momento, se os termos deixam de lhe convir, no momento em que a suposta bissexualidade original evolua num ou noutro sentido. Quanto aos filhos, se os há, perderam essa família –precária desde a origem— quando as partes contratantes tiverem interesse em pôr fim a esse contrato
A. M. Libert, in Mujer Nueva / Le Feu
[1].”Le deuxième sexe II. L’expérience vécue”, NRF, Ed. Gallimard 1949, pág.13
[2]. Idem, pág.569
[3]. Simone de Beauvoir já tinha escrito: “(…) o amor materno não tem nada de natural” (idem, pág. 339). Ver “L’amour em plus. Histoire de l’amour maternel (XVIIe-Xxe siècle), Elisabeth Badinter, Ed. Flammarion, Paris, 1980.
[4]. Ver Safe Motherhood Initiatives: Critical issues, editado por Marge Berer e TK Sundari Ravindran, colecção Reproductive Health Matters, Blackwell Science Ltd., Oxford 1999.
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Augusto de Piabetá
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ALGUÉM PODERIA INFORMAR ONDE ESTÃO LOCALIZADAS ESSAS TERRAS QUE FORAM DESAPROPRIADAS POR DILMA? E QUEM ERAM SEUS DONOS? E POR QUE? POIS O GOVERNO POSSUI MILHÕES DE ALQUEIRES DE TERRAS INATIVAS. POR QUE DILMA NÃO FAZ REFORMA AGRÁRIA PRIMEIRAMENTE COM AS TERRAS DO PRÓPRIO GOVERNO?
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ADHT: DefesaHetero.org
Associaçao para Defesa da Heterossexualidade, do Casamento e Família Tradicionais, Proteção de Crianças, Adolescentes e Jovens contra o Assédio, Aliciamento, Proselitismo e abusos Sexual e Homossexual; contra o Aborto e a Agenda Gay.
SÁBADO, 26 DE OUTUBRO DE 2013
COMEÇOU ASSIM NAS DITADURAS COMUNISTGAS: "Dilma Rousseff assina decretos de desapropriação de terras"
ATENÇÃO: É O COMUNISMO AGINDO!!!!!!!!!!!!!!!
ALGUÉM PODERIA INFORMAR ONDE ESTÃO LOCALIZADAS ESSAS TERRAS QUE FORAM DESAPROPRIADAS POR DILMA? E QUEM ERAM SEUS DONOS? E POR QUE? POIS O GOVERNO POSSUI MILHÕES DE ALQUEIRES DE TERRAS INATIVAS. POR QUE DILMA NÃO FAZ REFORMA AGRÁRIA PRIMEIRAMENTE COM AS TERRAS DO PRÓPRIO GOVERNO?
Dilma Rousseff assina decretos de desapropriação de terras
25/10/2013 12:32
Por Redação, com ABr - de Brasília
A presidenta Dilma Rousseff assinou oito decretos de desapropriação de terras para a reforma agráriaA presidenta Dilma Rousseff assinou oito decretos de desapropriação de terras para a reforma agrária em seis estados. As propriedades, declaradas de interesse social, somam pouco mais de 4,7 mil hectares e estão localizadas nos estados da Bahia, de Sergipe, do Tocantins, de São Paulo, Santa Catarina e Goiás. As desapropriações foram publicadas na edição desta sexta-feira do Diário Oficial da União.
Na semana passada, durante a cerimônia de lançamento do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica – Brasil Agroecológico, a presidenta e o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, anunciaram que, até o fim de 2013, serão publicados 100 decretos de desapropriação de terras para a reforma agrária no país.
Integrantes de movimentos sociais, trabalhadores rurais e servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) fizeram protestos em vários estados, na semana passada, pedindo a retomada das desapropriações. Segundo eles, a Presidência não havia assinado nenhum decreto de desapropriação de terra com esse fim em 2013, sendo o menor índice desde 1992, quando foram publicados quatro decretos.
A presidenta Dilma disse no evento que o país assentou muitas famílias e que o ministro Pepe Vargas avançou no método de desapropriação de terras, fazendo uma avaliação da viabilidade produtiva dos assentamentos. De acordo com o Incra, os 100 imóveis rurais a serem desapropriados até o fim do somam 200 mil hectares e devem receber aproximadamente 5 mil famílias.
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"Reinaldo Azevedo é o nada com coisa nenhuma" - Blog da Dilma
"Reinaldo Azevedo é o nada com coisa nenhuma" - Blog da Dilma
Auguasto César Ribeiro Vieira
-“E sabe por quê? Porque a direita não tem nada para oferecer ao povo e nem para os coxinhas de classe média que leem seus péssimos pasquins ou vota nela. O motivo desse fato e realidade é que a direita não distribui renda e riqueza; não se preocupa com o ser humano e, sim, com os números e índices; e, a resumir a grosso modo, não tem preocupação social. Por isso e por causa disso é que a direita não ganha eleição, mesmo a ter um canhão em forma de mídia”.
O “Blog da Dilma”, de passado recente com viés racista pró-mensalão e ró-impunidade, tem toda a razão. A direita “não se preocupa com o ser humano e, sim, com os números e índices”. Aliás, partiu justamente de Reinado Azevedo a falácia das 8 mil creches. Reinaldo “imita” muito bem a voz da Dilma quando diz que vai fazer mais do que isso e depois “imita” a mesma voz perguntando “quem foi que inventou essa história”. Não se preocupa com o ser humano... A esquerda, sim, se preocupa. Isso está demonstrado nos abortos forçados na China. Está demonstrado nos salamaleques a um crápula de quinta categoria que até pouco tempo atrás “governava” o Irã e dizia que iria “riscar Israel do mapa”.
A esquerda se preocupa demais cm o ser humano. Tanto é assim que esconde os 110 milhões de cadáveres fabricados (ou “óbitos providenciados”) ao longo do século 20, sem contar com s mais recentes, logo ali em Cuba, que, aliás, está de mudança para o Brasil.
A esquerda se preocupa muito com o ser humano. Principalmente com o número do título eleitoral.
“...a direita não distribui renda e riqueza...” Já, por seu turno, a esquerda distribui. E muita riqueza. Que o diga Raul Castro com o “programa” “Mais Médicos” (e “menas” saúde, segundo o neo-brasileirês petista e da “presidenta”). No último leilão do pré-sal, em que a já endividada Petrobras vai ter que desembolsar US$ 6 bilhões por menos da metade do que já lhe pertencia, houve uma “distribuição de renda e riqueza” sem precedentes para a China e para os Rockfeller e Ford da vida, responsáveis pelo programa “mais bebês mortos pelo aborto”. Nunca, na história “destepaiz”, houve tanta generosidade em “distribuição de riqueza”! Isso, sem contar com a verdadeira fortuna que cada beneficiário do “bolsa-família” recebe mensalmente! Nunca um voto custou “tão caro”!
Justiça seja feita: o governo esquerdista brasileiro tem sido pródigo em distribuição de renda e de riqueza... para as ditaduras comunistas da África. No Brasil, a prefeitura petista de São Paulo já começa a dar mostras dessa “distribuição de renda” com os aumentos, em progressão geométrica, do IPTU. Os “amigos dos pobres”, “preocupados com o ser humano”, já traçam sua estratégia de expropriação da “nova classe média” – quem não consegue pagar o IPTU tem seu imóvel confiscado. O famigerado PNDH-3 é uma pérola neste sentido – reintegração de posse só pode ser concedida com a anuência do invasor!
“...não tem preocupação social...” Pois é. Isso mesmo. A sociedade não é formada por indivíduos, mas por “militantes”. A direita não tem a menor preocupação com quadrilhas armadas que invadem terras, destoem tudo, abandonam e partem para a próxima. A direita não tem a menor preocupação com os “pobres coitadinhos” alinhados com as FARC que movimentam bilhões de dólares em entorpecentes e armas de guerra, enquanto a população não tem o direito de se defender. “Morrer, se preciso for; matar um traficante, nunca!”.
A direita não tem a menor preocupação com os “pobres coitadinhos” que “não têm dinheiro para comer” (embora a pobreza tenha sido “erradicada” no Brasil, mas só se for para dar lugar à miséria total nas cracolândias), porque o “dinheiro do sustento da família” tem que ser investido em fuzis importados, munição a perder de vista e matéria-prima de coca da “democrática” Bolívia do “grande estadista” Evo Morales.
A direita não se preocupa – que absurdo! – nem mesmo com a “desconstrução da heteronormatividade da família”!
E a religião, então? A direita só se preocupa mesmo com o assassinato de 43 milhões de cristãos no século 20, e com a morte de um cristão a cada cinco minutos, ao invés de se preocupar com o tratamento dado ao menor estuprador e assassino! Inclusive, os assaltos (latrocínios) diários não são roubos – são “distribuição de renda”.
E isto não é tudo. É somente a ponta do iceberg.
Do que o povo tem, então, a reclamar? Ora, da direita e dos “coxinhas”!
Julio Severo Jesus, o "Palestino"
Posted: 25 Oct 2013 02:00 AM PDT
Jesus, o "Palestino"
James A. Showers
Em alguns grupos cristãos, a justificativa teológica para se obter liberdade do jugo da "ocupação" israelense é o Palestinianismo Cristão, uma forma de Teologia da Libertação que enfatiza a humanidade de Jesus e O retrata como o grande libertador dos pobres e oprimidos deste mundo. Essa forma substitui o Messias Judeu da Bíblia por um mártir palestino.
Um dos primeiros líderes da igreja a fazer a conexão entre a Teologia da Libertação e a causa palestina foi Naim Ateek, um palestino anglicano que estava servindo como cônego na Catedral de São Jorge em Jerusalém. Em 1989, ele publicou Justice and Only Justice: A Palestinian Theology of Liberation [Justiça e Justiça Somente: Uma Teologia da Libertação Palestina], e fundou o Sabeel, o Centro de Teologia da Libertação Ecumênico Palestino em Jerusalém. (Veja "A Teologia da Libertação Palestina", de Christopher J. Katulka, no site www.beth-shalom.com.br).
A Teologia da Libertação Palestina redefiniu Jesus Cristo. Ateek escreveu, em 2008: "A teologia da libertação palestina enfoca a humanidade de Jesus de Nazaré, que também era um palestino vivendo debaixo de uma ocupação".[1] A crença de que Jesus era um palestino que sofreu debaixo de ocupação tem se tornado popular entre os palestinos cristãos e é um eficiente instrumento de propaganda contra Israel.[2]
A mensagem de Páscoa de 2001 de Ateek igualou os sofrimentos de Jesus de 2.000 anos atrás com a luta dos modernos árabes palestinos:
"Jesus é o palestino sem poder, humilhado em um posto de controle. (...) Parece a muitíssimos de nós que Jesus está novamente na cruz com milhares de palestinos crucificados ao redor dEle. (...) Homens, mulheres e crianças palestinos [estão] sendo crucificados. A Palestina se tornou um enorme Gólgota. O sistema de crucificação do governo israelense está em funcionamento todos os dias. A Palestina se tornou o lugar da caveira".[3]
Para chegarem até a visão que eles advogam, os defensores do Palestinianismo Cristão redefinem Deus. Ele já não é mais o Deus de Israel apresentado nas Escrituras, mas um deus que eles mesmos fabricaram. Eles adotam uma visão desvalorizada da autoridade das Escrituras e não desenvolvem suas visões de Deus e de Israel a partir de um estudo criterioso da Palavra de Deus.
Primeiramente, eles criam um Deus que favorece os árabes palestinos e apaga Israel da história. Depois, eles trabalham para apoiar suas teorias na Bíblia. Esta é a maneira oposta de como a Bíblia deveria ser estudada.
Ateek argumenta em favor de uma nova hermenêutica, uma nova maneira de interpretar a Bíblia:
"Quando alguém é confrontado por uma passagem difícil na Bíblia, (...) esse alguém deve perguntar (...) Isto se encaixa na figura que eu tenho de Deus que Jesus revelou-me? (...) Se se encaixar, então a passagem é válida e tem autoridade. Se não, então não posso aceitá-la como válida nem como autoridade".[4]
Em um livro que escreveu em 2008, Ateek falou que o Antigo Testamento precisa ser "dessionizado" e considerou o papel singular que Deus atribuiu a Israel por Seu propósito soberano como algo racista.[5]
Ateek não está sozinho. Armado com a Teologia da Substituição e uma nova hermenêutica, outros teólogos cristãos estão advogando a causa do Palestinianismo Cristão. Determinados a provar que a nação de Israel não possui atualmente nenhum direito bíblico à Terra Prometida, eles redefinem a razão pela qual Jesus veio à Terra para argumentarem contra a doação divina da terra a Israel.
Ao fazerem isso, eles estão tentando reempacotar a Teologia da Substituição naquilo que eles chamam de "Teologia do Cumprimento". Colin Chapman, um palestrante sobre estudos islâmicos em uma escola de teologia no Líbano, afirma que tudo o que os profetas do Antigo Testamento disseram sobre a terra e sobre o povo de Israel foi espiritualmente "cumprido" 2.000 anos atrás, através da vida, morte e ressurreição de Jesus. Portanto, Israel não tem futuro nem significado profético porque a igreja é "o novo Israel".[6]
Semelhantemente, Gary Burge, do Wheaton College, afirma:
"Jesus não visualiza uma restauração de Israel por si só. Em vez disso, Ele vê a si mesmo abraçando o drama de Jerusalém em sua própria vida. (...) A restauração inicial de Israel já começou na medida em que Cristo, o Novo Templo, o Novo Israel, já ressuscitou".[7]
Burge expressa sua opinião publicamente, dizendo:
"Alguns dos meus amigos me acusarão de defender a Teologia da Substituição. (...) Existe outra maneira de escrever essa equação. Creio que vou chamá-la de "Cumprimento Messiânico"."[8]
Atos 1.6-8 antecipa um futuro para Israel. Quando se reuniram, os discípulos perguntaram a Jesus se Ele, naquele tempo, restauraria o Reino a Israel. Entretanto, ao explicar essa antiga conversação sobre o restabelecimento do Reino, Donald E. Wagner, diretor do Centro de Estudos sobre o Oriente Médio, na North Park University, em Chicago (EUA), disse: "Aqui Jesus estava dizendo aos discípulos para não colocarem sua confiança nem devotarem sua energia às profecias do final dos tempos ou à ideologia sionista militante dos zelotes".[9]
Os argumentos dos cristãos palestinos contra qualquer justificativa para a posse da terra pelo Israel moderno representam mal o Deus das Escrituras: Deus já não é mais Aquele que guarda as alianças; Ele quebra as alianças. Ele não é o Deus que prometeu um grande futuro para a nação de Israel; Ele é o Deus que rejeitou Israel.
A Teologia da Substituição é uma sedutora representação errada das Escrituras; e as pessoas que crêem que Deus deu à igreja todas as promessas das alianças que Ele fez com Abraão, Isaque, Jacó e seus descendentes não têm escolha a não ser negar a promessa da aliança da terra a Israel.
A questão da terra é crucial, pois se o Israel moderno tem uma base bíblica para viver ali, então também tem o direito divino de possuir a Samaria bíblica e a Judéia bíblica (Margem Ocidental), território que Israel é acusado de "ocupar", negando assim ao Palestinianismo Cristão seu argumento mais forte. (James A. Showers -- Israel My Glory – www.Beth-Shalom.com.br)
10 Erros do Palestinianismo Cristão
O que há de errado com o Palestinianismo Cristão? Muito! Seguem os 10 erros mais óbvios:
1. Culpa Israel por grande parte do conflito entre Israel e os árabes que vivem em Israel e não apenas isenta de culpa os terroristas islâmicos, mas se alia a eles em oposição a Israel.
2. Ataca a soberania israelense, mas ignora o fato de que Israel veio a tomar o controle da terra por causa das guerras dos árabes, que buscavam eliminar Israel. Seus líderes fracassam em admitir que a paz não pode ser obtida simplesmente por Israel se retirar da Margem Ocidental; os árabes palestinos devem reconhecer Israel como nação e prometer viver pacificamente com ele.
3. Ignora os nomes bíblicos de Israel. Na Bíblia, a Margem Ocidental é chamada Samaria e Judéia. O nome bíblico para toda a terra é Israel, não Palestina. Os romanos trocaram o nome de Israel por Palestina depois que derrotaram a segunda revolta judaica, em 135 d.C. Esse novo nome faz um jogo de palavras com o desejo dos inimigos de Israel, que dizem: "Venham, vamos destruí-los como nação, para que o nome de Israel não seja mais lembrado!" (Sl 83.4, NVI). Recusar-se a chamar a terra de Israel identifica a pessoa como inimigo de Israel e de Deus, de acordo com o Salmo 83.
4. Ignora o povo bíblico da aliança. Não existe um povo palestino nas Escrituras. Jamais houve uma nação palestina na Bíblia ou na história. No entanto, Israel é mencionado desde Gênesis 12 até o final da Bíblia como os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó. Esses descendentes são os receptores da eterna promessa divina da aliança da terra.
5. Fabrica uma história palestina que não existe, e redefine Jesus como alguém que Ele não foi. No processo, muda o propósito pelo qual Ele realmente veio: salvar o mundo do pecado.
6. Foi fundado com base em uma tendência contrária a Israel, em vez de ser a partir de um estudo meticuloso das Escrituras. O fato de os estudiosos cristãos palestinos dizerem que as passagens difíceis devem ser ignoradas e que a Bíblia deveria ser "dessionizada" confirma esse erro. A Palavra de Deus diz: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça" (2Tm 3.16).
7. Diminui a Pessoa de Deus e a autoridade de Sua Palavra. Torcer a Escritura para justificar uma posição viola as regras básicas da linguagem. O Palestinianismo Cristão ignora o contexto e o significado literal e seletivamente infunde seu próprio significado a alguns textos, enquanto autoriza o significado de outros textos. O apóstolo Paulo admoestou seu "filho" Timóteo a ser diligente em "manejar corretamente a palavra da verdade" (2Tm 2.15).
8. Corrompe o entendimento daquilo que Deus está fazendo sobre a Terra -- Seu plano para as eras, como revelado por meio de Sua Palavra escrita -- ao redefinir o propósito de Deus para a história e para Seu Redentor, Jesus Cristo. A Bíblia adverte contra a pregação de um evangelho que seja diferente daquele que é o verdadeiro (Gl 1.6-9).
9. Apresenta Deus como alguém que quebra as alianças, descumprindo as promessas que Ele mesmo fez a Israel, bem como a prometida herança terrena de Cristo.
10. Exagera grandemente a influência dos cristãos sionistas sobre a política externa dos Estados Unidos. Os cristãos sionistas bem que desejariam ter tal poder. Mas, na realidade, ele não existe. (James A. Showers -- Israel My Glory – www.Beth-Shalom.com.br)
James A. Showers é diretor-executivo de The Friends of Israel.
Publicado na revista Notícias de Israel – www.Beth-Shalom.com.br
Notas:
1. Naim Stifan Ateek, A Palestinian Christian Cry for Reconciliation [O Clamor Cristão Palestino por Reconciliação] (Maryknoll, NY: Orbis Books, 2008), 11.
2. Paul Wilkinson, Prophets Who Prophesy Lies in My Name [Profetas que Profetizam Mentiras em Meu Nome] (Cheshire, UK: Hazel Grove Full Gospel Church, 2011), 4.
3. Naim Ateek, "An Easter Message From Sabeel" [Uma Mensagem de Páscoa do Sabeel], 6 de abril de 2001, www.sabeel.org/pdfs/2001%20Easter%20Message.htm.
4. Naim Stifan Ateek, Justice and Only Justice [Justiça e Justiça Somente] (Maryknoll, NY: Orbis Books, 1989), 8182.
5. Ateek, A Palestinian Christian Cry for Reconciliation, 55.
6. Colin Chapman, Whose Promised Land? [Terra Prometida de Quem?] (Grand Rapids, MI: Baker Books, 2002), 176.
7. Gary M. Burge, Jesus and the Land [Jesus e a Terra] (Grand Rapids, MI: Baker Academic, 2010), 6061.
8. Gary Burge, "Theology of the Land in the New Testament" [Teologia da Terra no Novo Testamento], discurso feito na Conferência Christ at the Checkpoint, Belém, Israel, 20 de março de 2012, www.youtube.com/watch?v=FRlgxfqB8wI.
9. Donald E. Wagner, Anxious for Armageddon [Ansiosos pelo Armagedom] (Scottsdale, PA: Herald Press, 1995), 83.
Divulgação: www.juliosevero.com
BLOG DA DILMA ATACA O JORNALISTA REINALDO AZEVEDO, A REVISTA VEJA E O JORNAL FOLHA DE S. PAULO. É TENSO O CLIMA PRÉ-ELEITORAL.
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sábado, outubro 26, 2013
BLOG DA DILMA ATACA O JORNALISTA REINALDO AZEVEDO, A REVISTA VEJA E O JORNAL FOLHA DE S. PAULO. É TENSO O CLIMA PRÉ-ELEITORAL.
O Blog da Dilma - O maior portal da Dilma Rousseff na internet -, publica nesta sexta-feira artigo em que ataca o jornalista Reinaldo Azevedo, que possui o blog campeão de acessos no site da revista Veja e que também passou a integrar a equipe de articulistas do jornal Folha de S. Paulo.
O Blog da Dilma pega pesado logo de início ao associar o jornalista Reinaldo Azevedo ao bicheiro Carlinhos Cachoeira: “O Brasil 247 alardeou recentemente - afirma o texto - em forma de manchete a contratação do blogueiro de extrema direita da Veja — a Última Flor do Fáscio e associada à quadrilha do bicheiro Carlinhos Cachoeira —, o jornalista Reinaldo Azevedo, que não representa nada com coisa nenhuma. Apenas sua figura é superdimensionada por quem quer vendê-lo."
E continua: "Entretanto, a verdade é que considero o que o Azevedo fala e pensa ou deixa de falar ou pensar é irrelevante ao Brasil, à grande maioria dos cidadãos brasileiros e até mesmo ao jornalismo, como fonte de informação quando de fato as notícias ou opiniões são fidedignas e intelectualmente honestas.”
Sendo o maior portal da Presidente da República, o texto soa estranho, dada à virulência com que ataca não só Azevedo, mas também a revista Veja e o jornal Folha de S. Paulo, quando diz que “o blogueiro da Veja (a revista do bicheiro), contratado pela Folha de S. Paulo, aquele jornal que nos tempos da ditadura emprestava seus carros para os torturadores, considera-se superior à grande maioria das pessoas que compõem a humanidade”.
O blog da Dilma também ataca jornalistas da Folha de S. Paulo, afirmando que Elio Gaspari e Clóvis Rossi acreditam em Papai Noel e Mula Sem Cabeça “se assim for necessário para enganar a si próprios e não reconhecer os avanços sociais verificados, inapelavelmente, pelo IBGE."
Pelo que se vê, a Presidenta parece bastante estressada e isso indica que a campanha eleitoral de 2014 será travada num ambiente de muita tensão e marcado por severa paixão ideológica. Clique AQUI para ler o artigo na íntegra no Blog da Dilma.
Postado por Aluizio Amorim às 10/26/2013 12:10:00 AM
Artistas se reúnem na casa de Wagner Moura para criar protesto contra repressão policial
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Um jornal a serviço do BrasilSÁBADO, 26 DE OUTUBRO DE 2013 00H25
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24/10/2013 - 03h06
Artistas se reúnem na casa de Wagner Moura para criar protesto contra repressão policial
Um grupo de artistas se reuniu anteontem, no Rio, na casa de Wagner Moura, para estudar uma forma de protestar contra a repressão policial às manifestações. E também criticar parte da mídia, que, no entendimento deles, estaria "criminalizando" as passeatas no país. Decidiram gravar depoimentos para espalhar um viral na internet.
CARA A CARA
Na reunião, eles ouviram a exposição de advogados ligados à defesa dos direitos humanos. Os profissionais disseram que a polícia, quando é truculenta, acaba aumentando a confusão na rua, gerando reações exacerbadas de alguns manifestantes.
ADESÃO
Estavam presentes, entre outros, Camila Pitanga, Leandra Leal e o advogado João Tancredo, do Instituto de Defensores dos Direitos Humanos. Artistas que não estavam na reunião se comprometeram a enviar vídeos para engrossar o movimento.
ATUAL
E o instituto, com outras organizações, prepara levantamento nacional com dados atualizados sobre o número de pessoas desaparecidas nos últimos anos. Vai tentar determinar, entre eles, os casos em que a polícia é suspeita de participar do sumiço.
'SERIA UM PRAZER VESTIR A PRESIDENTE DILMA'
De óculos escuros e a jovem namorada como escudo, Roberto Cavalli recebeu convidados, anteontem, para jantar em sua homenagem no Morumbi. Deborah Secco foi a primeira a chegar. Usava vestido do estilista, assim como a maioria das convidadas.
Jantar para Roberto Cavalli Ver em tamanho maior »
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- A empresária Janete Boghosian ofereceu jantar para o estilista Roberto Cavalli, na terça (22). A atriz Deborah Secco, as modelos Izabel Goulart e Fernanda Motta e a filha da anfitriã, Fernanda, foram ao evento
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"Como adoro as mulheres brasileiras, estou no paraíso", fez charme o italiano de 73 anos. Ele não desgrudou da modelo suíça Sandra Bergman, seu novo affair, várias décadas mais jovem. Recém-separado de Eva, sua segunda mulher, o estilista circulou no verão europeu com a russa Lina Nilson, 20.
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Eleito de várias poderosas de Hollywood, Cavalli acredita que poderia agradar na área política. "Seria um prazer vestir a presidente Dilma", disse à Folha. Sobre o estilo sóbrio da brasileira e da chanceler alemã, Angela Merkel, indaga: "Por que mulheres maduras que chegam ao poder só usam roupas minimalistas?".
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O estilista, rei da estamparia de pele de animais e das fendas e decotes, veio a SP lançar sua linha para a C&A.
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Na tarde de terça-feira, Cavalli reservou um horário para as clientes da sua marca de luxo. Mais tarde, emendou o ti-ti-ti com algumas delas no jantar oferecido por Janete Boghosian, representante da grife no Brasil.
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O estilista diz que está satisfeito com os negócios no país. Sua última visita foi há nove anos, quando inaugurou a loja em SP. "É um grande mercado. Tanto que estou voltando." Revela conversa com uma editora brasileira para lançar sua autobiografia ( "Just Me") em português.
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Luciana Gimenez chegou à festa minutos depois da partida do homenageado, por volta da meia-noite. Escolheu modelo Cavalli com fenda à la Angelina Jolie.
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Com 59 kg em 1,82m, dizia-se triste por ter "engordado um pouquinho". Para evitar marcas indesejadas no longo justíssimo, usava espécie de tapa-sexo, truque que aprendeu em Cannes.
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A top Fernanda Motta, grávida de quatro meses, exibia a barriguinha em um vestido com estampa de vaca.
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Em um míni de pedraria, também do estilista, a aniversariante Izabel Goulart ganhou mimos pelos 29 anos.
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A produtora Tatiana Quintella optou por um longo estampado de leopardo e divulgava os números do primeiro final de semana de exibição do filme "Serra Pelada". "Foram 130 mil espectadores entre sexta e segunda. Se for para o Oscar, vou de Cavalli."
PELO CORREIO
A Nissan deve encaminhar ainda nesta semana resposta à carta que Lula enviou ao presidente mundial da montadora, Carlos Ghosn, condenando restrições à sindicalização numa fábrica no Mississipi (EUA). Dirá que foram feitas duas eleições secretas entre os funcionários da empresa e que eles optaram por não se filiar a nenhuma organização sindical.
PELO CORREIO 2
Há cerca de 50 dias, o ex-presidente escreveu: "Me causa um sentimento de indignação que a Nissan mantenha atitude de intransigência e intolerância em uma planta americana, cabendo indagar se isso decorre de alguma decisão da própria empresa ou, mais grave ainda, se é fruto de intervenções inaceitáveis do governo dos EUA".
GRANDE FAMÍLIA
Zezé Di Camargo vai ser avô novamente: a cantora Wanessa Camargo e o genro do cantor, Marcus Buaiz, vão ter o segundo filho. Ela recebeu a confirmação da gestação de quase dois meses na sexta-feira passada.
NÃO AUTORIZADA
Juca Chaves está escrevendo sua "autobiografia não autorizada", e deve concluir o projeto todo em sete dias. O humorista estuda proposta de duas editoras que se ofereceram para lançar a obra.
À FRANCESA
A diretora do Théâtre du Soleil, Ariane Mnouchkine, chega a SP na segunda para a estreia de seu novo filme, "Os Náufragos da Louca Esperança", no CineSesc.
PARECE E É
Na nova edição do livro "O Essencial", Costanza Pascolato incluiu o capítulo Maturidade. "Nunca menti a idade. Na verdade, sempre gostei de aumentá-la um ou dois anos. Assim, pelo menos me habituei a ouvir o clássico elogio 'você parece mais nova!' sem culpa. E não é que eu sou mais nova mesmo?", diz a consultora de moda de 74 anos. No capítulo Tempos Modernos, Comprando pela Internet, ela dá dicas de como otimizar compras online.
CAIXA
Fidel Castro enviou charutos Cohiba Lanceros para o escritor Fernando Morais na semana passada. O emissário foi o cônsul para assuntos comerciais do país em SP, René Capote.
DOIS EM UM
O artista plástico Kleber Matheus recebeu convidados na inauguração da exposição "Bold" e da 7ª edição do 2Fanzine, em parceria com Dudu Bertholini. Estiveram por lá a empresária Karina Mota, o fotógrafo Guilherme Dalvi e Luana Araujo.
Inauguração da exposição "Bold" Ver em tamanho maior »
Zanone Fraissat/FolhapressAnteriorPróxima
O artista plástico Kleber Matheus recebeu convidados na inauguração da exposição "Bold" e do lançamento da 7ª edição do 2Fanzine, feito em parceria com o estilista Dudu Bertholini, na terça (22), na Galeria Nacional.
CURTO-CIRCUITO
O Sesc Bom Retiro promove hoje o debate "Olhares para a boemia, a prostituição e a crônica", às 19h.
Frejat apresenta amanhã o show "O Amor é Quente" no HSBC Brasil, às 22h. 14 anos.
O Instituto George Mark Klabin realiza hoje jantar beneficente para comemoração do seu aniversário de 20 anos, no Bar des Arts.
Marcelo Rubens Paiva e Mara Gabrilli falam amanhã no workshop "A Inclusão Social no Cooperativismo", na Sescoop/SP, as 11h30.
A banda Forgotten Boys lança clipe no Club Noir amanhã, às 22h. 18 anos.
Os atores Claudia Raia e Jarbas Homem de Mello participam amanhã de jantar italiano beneficente do GRAACC, na Vila Olímpia.
Mônica Bergamo, jornalista, assina coluna diária publicada na página 2 da versão impressa de "Ilustrada". Traz informações sobre diversas áreas, entre elas, política, moda e coluna social. Está na Folha desde abril de 1999.
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Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.
- O comunismo, princípio de empobrecimento
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»
PAPA LEÃO XIII
15 de Maio de 1891
-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".
Aluízio Amorim
Filósofa russa Ayn Rand :
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”
Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905
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A REVERSÃO DA CRISEHá 17 anos
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