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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia






ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia




Posted: 25 Jan 2014 12:00 AM PST




ONU Concede Credenciamento a Grupo Ligado à Pedofilia 


Wendy Wright


NOVA IORQUE, EUA, 24 de janeiro (C-FAM) Um grupo acadêmico cuja pesquisa foi obtida de pedófilos e lançou a revolução sexual nos EUA recebeu credenciamento da ONU.





Alfred Kinsey


O infame Relatório Kinsey foi a base para afrouxar atitudes e penas para crimes sexuais contra mulheres e crianças, e para promover abrangente educação sexual que ensina crianças pequenas acerca de atos sexuais.


Nesta semana o Instituto Kinsey foi diante do comitê da ONU que credencia grupos para participar da ONU no final de janeiro. Isso chega num momento em que grupos pró-aborto estão fazendo campanhas para que abrangente educação sexual seja uma parte importante da agenda de políticas e trabalho de desenvolvimento da ONU.


Alfred Kinsey afirmava que crianças são sexuais desde a infância. Suas fontes principais eram homens adultos que registravam detalhes acerca de seus contatos sexuais com crianças para seu livro "Sexual Behavior in the Human Male" (Conduta Sexual no Macho Humano).


Certo homem forneceu a Kinsey detalhes de seu abuso de 1917 a 1948, mostrados na Tabela 34 do livro de Kinsey. Registra o número de "orgasmos" em certos períodos de tempo de crianças de 5 meses a 14 anos.


Orgasmo é definido como "convulsões violentas," "gemidos, ou choros mais violentos, às vezes com abundância de lágrimas (principalmente entre crianças mais novas)," "dor excruciante," "lutará para se afastar do parceiro e poderá fazer tentativas violentas de evitar o clímax, embora obtenha claro prazer da situação."


Outra fonte de Kinsey começando em 1943 — durante a 2ª Guerra Mundial — era um oficial nazista alemão, Fritz von Balluseck, que em 1957 foi condenado por abuso sexual de crianças por mais de 30 anos. O juiz teria dito: "Tive a impressão de que você chegou às crianças a fim de impressionar Kinsey e lhe entregar material."


Kinsey afirmou que 95 por cento dos homens cometiam crimes sexuais, de modo que a sociedade deveria redefinir o que era "normal" e reduzir as penas de crimes sexuais. Ele testificava em favor de estupradores de crianças e seu trabalho ajudou a mudar as leis, tornando-as tolerantes para crimes sexuais.


"É claro, sabíamos quando entrevistávamos os pedófilos que eles continuariam sua atividade, mas não fazíamos nada sobre isso," Paul Gebhard, sócio de Kinsey, disse ao jornal. "Não teríamos nenhuma pesquisa se os entregássemos [às autoridades]."


Gebhard, que se tornou diretor do Instituto Kinsey, mais tarde disse: "Era ilegal e sabíamos que era ilegal e é por isso que muita gente está furiosa."


Kinseu assegurava a "seus informantes que eles ficariam no anonimato" e evitava "todo juízo de valor em relação à conduta deles," declarou John Bancroft, diretor do Instituto Kinsey.


Certa vítima de um estuprador de crianças ligado a Kinsey se apresentou. Quando "Esther White" (um pseudônimo) tinha 9 anos, ela encontrou uma folha de papel "e meu pai estava selecionando coisas que ele estava fazendo comigo." Depois que Kinsey entrevistou Esther, ele entregou ao avô dela um cheque de cerca de 6.000 dólares.


Em 1964, o Instituto Kinsey lançou SIECUS para promover a ideologia de Kinsey por meio da educação sexual. SIECUS já tem reconhecimento da ONU e se tornou muito influente ali. A Educação Sexual Abrangente de SIECUS ensina crianças de 5 anos acerca da masturbação e do envolvimento em conduta sexual com outros para mostrar carinho.


O Instituto Kinsey fornece bolsas de estudo honrando John Money, um pioneiro da "identidade de gênero" e responsável pela operação de mudança de sexo de um bebê contada no livro "The Boy Who Was Raised As a Girl" (O Menino que Foi Criado como Menina). O menino acabou cometendo suicídio. A clínica de identidade de gênero de Money no Hospital Johns Hopkins foi fechada por seu sucessor.


A organização homossexual ILGA perdeu seu credenciamento na ONU em 1993 devido às suas ligações com grupos que promovem a pedofilia.


Um documento vazado pelo WikiLeaks intitulado "Certificação da Pedofilia" mostra que os EUA conduziram uma "análise detalhada" em 2010 e agências da ONU certificaram que ninguém havia credenciado nenhuma organização que promove ou desculpa a pedofilia.


Tradução: Julio Severo


Fonte: Friday Fax


Leitura recomendada:










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sábado, 2 de novembro de 2013

Deus lo vult! - Destrinchando a polêmica sobre a psiquiatria e a pedofilia enquanto «orientação sexual»




Deus lo vult! - Destrinchando a polêmica sobre a psiquiatria e a pedofilia enquanto «orientação sexual»





Posted: 01 Nov 2013 01:39 PM PDT


A polêmica do dia é esta: Psiquiatras dos EUA aceitam pedofilia como “orientação sexual”. O assunto está correndo a internet. O Constantino também comentou. Parece por demais escancarado para ser verdade. Afinal, do que se trata?

Li o seguinte na ACI Digital:


A Associação Americana de Psiquiatria dos Estados Unidos (APA, por suas siglas em inglês) aceitou dentro da quinta edição do seu Manual de Diagnóstico e Estatística das Desordens Mentais a “orientação sexual pedofílica”, e a diferenciou da “desordem pedofílica”.

Fui procurar. O tal Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders existe. A sua quinta edição foi de fato recém-lançada. Trata-se realmente de um texto de referência da American Psychiatric Association.

Não tive acesso à íntegra do manual na internet, mas encontrei (no site oficial do DSM-5) um documento falando sobre parafilias na nova versão. Lá é realmente dito que a quinta edição do livro traçou uma linha separativa entre comportamento humano atípico e comportamento que causa angústia mental [mental distress] para o indivíduo ou faz com que ele seja uma ameaça séria ao bem-estar físico e psicológico de terceiros. E estabeleceu a diferença entre o comportamento atípico e a doença (possivelmente) decorrente dele:


É uma diferença sutil mas crucial, que torna possível a um indivíduo envolver-se consensualmente em comportamentos sexuais atípicos sem ser inapropriadamente rotulado com um distúrbio mental. Com esta revisão, DSM-5 claramente distingue entre interesses sexuais atípicos e distúrbios mentais envolvendo estes desejos ou comportamentos.

[It is a subtle but crucial difference that makes it possible for an individual to engage in consensual atypical sexual behavior without inappropriately being labeled with a mental disorder. With this revision, DSM-5 clearly distinguishes between atypical sexual interests and mental disorders involving these desires or behaviors.]

E aí começou a brincadeira: masoquismo sexual virou “distúrbio sexual masoquista”, fetichismo virou “distúrbio fetichista”, etc. Finalmente chegamos à cereja do bolo: o que era simplesmente pedofilia (pedophilia) virou “distúrbio pedofílico” (pedophilic disorder).

À primeira vista, portanto, vale tudo o que foi dito acima: a “sutil” mudança objetivava distinguir o comportamento do distúrbio, tornando assim possível a existência de um «desejo ou comportamento» pedofílico que não fosse intrinsecamente doentio. Porém, contudo, todavia, o mesmo documento dedica o parágrafo final a este espinhoso caso, explicando o seguinte:


No caso do distúrbio pedofílico, o detalhe (sic) notável é o que não foi revisado no novo manual. Embora tenham sido discutidas propostas durante o processo de elaboração do DSM-5, os critérios diagnósticos terminaram permanecendo os mesmos do DSM-IV TR. Apenas o nome do distúrbio será mudado de pedofilia para distúrbio pedofílico, a fim de manter a consistência com [a nomenclatura adotada n]os outros itens do capítulo.

[In the case of pedophilic disorder, the notable detail is what wasn't revised in the new manual. Although proposals were discussed throughout the DSM-5 development process, diagnostic criteria ultimately remained the same as in DSM-IV TR. Only the disorder name will be changed from pedophilia to pedophilic disorder to maintain consistency with the chapter's other listings.]

Note-se, portanto, a gambiarra: fez-se uma revisão completa no conceito de parafilias, a fim de distinguir entre o “comportamento atípico” e o distúrbio que o envolve. Para expressar essa mudança conceitual, adotou-se uma nova terminologia, transformando a “parafilia X” no “distúrbio X-parafílico”. Única e exclusivamente no caso da pedofilia, mantiveram-se os critérios de diagnóstico da versão anterior (i.e., para ela não vale a distinção recém-introduzida). No entanto, para manter uma nomenclatura padrão, alterou-se o nome da doença de “pedofilia” simpliciter para “distúrbio pedofílico”. Ao contrário de todos os outros casos, aqui esta nova terminologia não significa uma mudança conceitual no distúrbio psicológico.

A emenda saiu pior do que o soneto. É bastante óbvio que se vai questionar este tratamento diferenciado, feito sem o menor rigor científico. Ou pior, estas notas de rodapé serão facilmente ignoradas quando as pessoas começarem a citar e a usar somente a nova nomenclatura, havendo já introjetado a razão da mudança. No fundo, esta tentativa de salvar a credibilidade da psiquiatria ficou patética, e não terá força alguma para conter a revolução moral que já há décadas se lança impetuosa contra o que resta de bom senso na civilização ocidental. A APA não reclassificou a pedofilia como uma “orientação sexual”, mas deu todas as ferramentas para que isso – por engano ou má fé – doravante possa ser facilmente feito.





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Luto para a Humanidade. Para EUA, Pedofilía agora é orientação sexual - Se segurem, porque a colisão forte vem ai.








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Em 1990, a Organização Mundial de Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da lista internacional de doenças. Desde 1886 ela era tratada como um caso de saúde pública.

Segue a matéria:

"A Associação Americana de Psiquiatria publicou, em 1952, em seu primeiro Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtorno Mentais, que a homossexualidade era uma desordem ou transtorno. Após anos de debate entre psiquiatras, em 1973 a Associação Americana de Psiquiatria retirou a opção sexual da lista de transtornos mentais. Pouco depois a Associação Americana de Psicologia adotou a mesma posição.

Esse foi o primeiro passo para que a Organização Mundial de Saúde acatasse essa decisão e mudasse sua situação na classificação internacional de doenças (CID). De lá para cá ativistas LGBT fizeram sucessivas investidas para que a questão gay fosse tratada apenas como “opção sexual”. No Brasil, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a opção sexual como doença em 1985.

Na maioria dos países do mundo, grupos de cristãos tradicionais (evangélicos e católicos) sempre se opuseram a essa abordagem, classificando apenas como uma questão de “escolha” ou simplesmente “pecado”.

Em outubro de 2013, está começando uma nova guerra dos cristãos contra a questão do que é aceitável e inaceitável do ponto de vista médico. A Associação Americana de Psiquiatria acaba de mudar a classificação de pedofilia. De um transtorno, passou a ser uma orientação ou preferência sexual. A mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais 5ª edição (DSM-V). Trata-se de um manual para diagnóstico de doenças mentais. Ele é usado para definir como é feito o diagnóstico de transtornos mentais.

A pedofilia é definida na nova edição como “uma orientação sexual ou preferência sexual desprovido de consumação, enquanto o ‘distúrbio pedófilo’ é definido como uma compulsão e usado para caracterizar os indivíduos que usam assim a sua sexualidade”. O referencial são crianças com menos de 13 anos de idade.

Grupos cristãos estão se manifestando nos EUA, temendo que ocorra o mesmo processo que aconteceu com a homossexualidade, onde o primeiro passou foi justamente a mudança de classificação da Associação Americana de Psiquiatria.

Por outro lado, associações defensoras da pedofilia, como a B4U-ACT, aprovaram a medida. Paul Christiano, porta-voz do grupo afirma que ficará mais fácil distinguir quem sente atração sexual e quem comete a violência (configurando crime). Christiano, que é formado em psiquiatria, defende a “autonomia sexual” das crianças, e acredita que “mais educação sexual nas escolas iria ajudá-los a compreender melhor seus limites”.

Sandy Rios, da ONG evangélica Associação da Família Americana, disse em comunicado oficial: “Assim como a Associação Americana de Psiquiatria declarou a homossexualidade uma ‘orientação’ após uma tremenda pressão de ativistas homossexuais em meados dos anos 1970, agora, sob pressão dos ativistas pedófilos, declararam o desejo de fazer sexo com crianças também uma ‘orientação’. Não é difícil ver onde isso vai levar. Mais crianças se tornarão presas sexuais se não agirmos”.

No Brasil, em meio ao debate do Projeto de lei PLC 122, proposto pelo PT, o senador Magno Malta, declarou: “Se aprovarmos um projeto desses, de você ser criminoso por não aceitar a opção sexual de alguém, é como se você estivesse legalizando a pedofilia, o sadomasoquismo, a bestialidade… O advogado do pedófilo vai dizer, senhor juiz a opção sexual do meu cliente é criança de nove anos de idade. O juiz vai decidir como, se está escrito que é crime?”

Esta semana, nos EUA, o Dr. Gregory Popcak , do Instituto de Soluções Pastorais, organização católica dedicada a tratar, do ponto de vista da fé, questões relacionadas ao casamento e a família, alerta: “se chamarmos de ‘orientação’ algo que pode ser utilizado por algum grupo de defesa, acabaremos ouvindo que a pedofilia é “apenas mais uma expressão normal do desejo sexual, o que seria extremamente problemático”.

No início deste ano, um Tribunal Federal da Holanda aprovou a existência da Associação Martijn, defensora do sexo consensual entre crianças e adultos. O veredito oficial reconhece que o trabalho da associação é “contrário à ordem pública, mas não há uma ameaça de desintegração da sociedade”. Com informações Charisma News e Women of Grace.

http://noticias.gospelprime.com.br/revoltados-pedofilia-opcao-sexual/ — com Morgana Budicca.








quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Pedofilia: uma orientação sexual?








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VEJA
/ Blogs e Colunistas






31/10/2013 às 12:41 \ Cultura



Leio que a pedofilia foi reconhecida oficialmente pela American Psychiatric Association (APA) no último DSM como uma “orientação sexual” ou uma “preferência”, e não mais uma desordem. Mais uma bizarrice do mundo atual, pós-moderno, relativista moral, onde “vale tudo” e nada é “errado”.

Falei disso no meu livro Esquerda Caviar, antecipando que os “progressistas” ainda vão conseguir suavizar esse absurdo com o tempo. Alguém ainda duvida? Então não sabe com quem está lidando! Eis o trecho do livro:

O jornal britânico de esquerda, The Guardian, publicou um artigo no começo de 2013 chamadoPaedophilia: bringing dark desires to light, em que até mesmo a pedofilia é tratada como algo quase normal. O jornal deu espaço para Sarah Goode, da Universidade de Winchester, expor sua opinião de que um em cada cinco adultos são capazes, em certo grau, de ser sexualmente despertados por crianças.

Não satisfeita, Goode pensa que a compreensão é o caminho para lidar com a questão, e que permitir que pedófilos sejam tratados como cidadãos ordinários, com os mesmos padrões morais dos demais, respeitando e valorizando aqueles que conseguem escolher a restrição autoimposta, só traria ganhos à sociedade.

Os resultados dessa propaganda esquerdista começam a aparecer. Um rapaz foi preso no interior de São Paulo no começo de 2013 por abusar de seus próprios sobrinhos. No depoimento, apelou para a vitimização: era “vesgo e feio”, e era muita “tentação” trabalhar com aquelas crianças. No mais, ele mesmo fora abusado na infância, segundo alegava. Logo, queria “tratamento”, em vez de prisão.

Os intelectuais de esquerda infantilizaram tanto a humanidade, com a crença de que ninguém mais é responsável pelos seus atos, que chegaram ao limite de tolerar ou mesmo até respeitar os pedófilos! São infantis “inocentes” defendendo os infantis monstruosos. Será que a revolução cultural marxista não tem mesmo limites? Até onde vai na confusão entre liberdade e libertinagem?

Pois é, caros leitores. Melhor manter seus filhos e filhas bem longe dos progressistas moderninhos! A verdadeira desordem psiquiátrica é justamente esse esquerdismo doente, que relativiza tudo e não encontra mais parâmetro algum de comportamento decente.

Tags: esquerda caviar, pedofilia


sábado, 12 de outubro de 2013

O pior caso de homopedofilia da história do Canadá.

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Homossexualismo



Examinando as alegações (e as acções) dos activistas homossexuais (Gaystapo).































Sábado, 12 de Outubro de 2013


Um investigador privado anunciou na Segunda-Feira que cerca de 263 jovens podem ter sido abusado pelo antigo polícia de Saint John, Kenneth Estabrooks, durante o período de 5 décadas, começando nos anos 50. Segundo um advogado de Halifax, este pode muito bem ser o pior caso de pedofilia na história do Canadá.

"Se podemos aprender alguma coisa hoje, é o facto de Estabrooks ser provavelmente o mais prolífico abusador em série da história do Canadá," afirmou John McKiggan, que se encontra prestes a dar ínicio a uma acção colectiva em favor das vítimas de Estabrook.


Só nos resta perguntar como foi possivel as coisas terem chegado a este ponto.


O investiador privado Dave Perry, cuja firma de investigação com o nome de "Investigative Solutions Network Inc." (Toronto) foi contratada pela cidade de Saint John para analisar as queixas em torno do falecido Estabrooks, afirmou que o antigo oficial foi um abusador de proporções devastadoras, chegando a afectar gerações.

Kenneth Estabrooks foi condenado nos finais dos anos 90 por ter abusado de crianças décadas atrás, quando ele ainda era um polícia.


A trajectória da investigação chegou a um nível inprecedente no que toca à sua natureza histórica, bem como ao número de vítimas identificadas e potenciais. 


Até agora, cinquenta e três pessoas já se declararam vítimas, alegando terem sido abusadas sexualmente por Estabrooks quando eram crianças, afirmou Perry. Outras 33 vítimas suspeitas morreram entretanto, ao mesmo tempo que outras 6 pessoas afirmam que Estabrooks tentou abusá-las. Perry afirma, no entanto, que o número de vítimas pode atingir os 263.

Os outros indívíduos que estiveram expostos a Estabrooks enquanto crianças (durante o seu tempo de polícia) ainda não foram localizadas, acrescentou Perry.

Laura Bradbury (investigadora privada) afirmou que "Muitas foram vitimizadas repetidamente durante semanas, meses e algumas, durante o periodo de muitos anos." Dave Perry afirmou que a idade das alegadas vítimas variava dos 6 aos 19 anos e eram maioritariamente rapazes. Aqueles que ainda se encontram com vida têm idades compreendidas entre os 40 aos 60, afirmaram Perry e Bradbury.

Em Setembro de 1999, Estabrooks, um antigo sargento, foi declarado culpado de atentado ao pudor contra quatro crianças em casos que remontavam aos anos 59- Estes abusos incluíam carícias e sexo oral.

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Estabrooks tinha admitido em 1975 ao facto de ter abusado de crianças, mas não foi acusado nem despedido. Em vez disso, ele foi removido do departamento policial e colocado no Secretaria Municipal de obras, onde ele ficou a cargo da manutenção dos pneus dos veículos municipais até ao dia em que se reformou. Foi só no ano de 1999, depois de novas queixas terem emergido, que outra investigação foi levada a cabo, resultando na sua condenação.

No ano de 1999 a Comissão Policial de New Brunswick apurou que a investigação original havia sido muito mal feita e as forças polícias haviam agido de um modo pouco profissional ao "permitirem que uma ofensa sexual séria ficasse sem castigo" de modo a que "ele tivesse continuado a molestar crianças." 

Estabrooks morreu em 2005.

O prefeito de Saint John Mel Norton disse que a cidade não só está comprometida em levar a investigação até ao fim, como pagará todas as despesas (que, por enquanto, já se encontram no valor de $400,000:

A nossa principal prioridade encontra-se junto daqueles que foram afectados - alcançando-os, ouvindo as suas histórias e disponibilizando serviços de aconselhamento gratuitos e confidenciais que, se tudo correr bem, lhes fornecerá uma oportunidade de terem um futuro mais pacífico.

Norton fez também um apelo directo chamando qualquer outra vítima ou alguém com informação para que entre em contacto com as autoridades ligando para o número 1-866-790-4764. A cidade contratou a "Investigative Solutions Network Inc." em Agosto de 2012 (por $100,000) para analisar pelo menos mais uma queixa histórica contra Estabrooks. Em Novemvro último a cidade revelou que existiam 12 outras alegadas vítimas e disponibilizou mais $100,000 para averiguar queixas adicionais. Na semana passada, o concílio aprovou o gasto de $100,000 adicionais na investigação.

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Publicada por Lucas à(s) 03:00

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905