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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Da Mihi Animas




Da Mihi Animas





Posted: 19 Jan 2014 04:57 AM PST












Caríssimos, Salve Maria!






Aqui o Papa Francisco almoçando fraternalmente com os judeus do Congresso Latino-americano. 






Será que ele repetiu as palavras de João XXIII na acolhida: " Eu sou José, vosso irmão"?






Em sua Exortação E. Gaudium, Francisco afirmou que a aliança de Deus com o povo judeu jamais foi abolida. É uma colocação " nova" feita até hoje por um Pontífice.






Rezemos pela Igreja e pelo Papa.




















Tradução: Carlos Wolkartt – Renitencia.com






"Sejam bem-vindos, e espero que este encontro ajude a fazer crescer o que semeamos juntos", expressou Francisco ao receber, na última quinta-feira (16 de janeiro), uma delegação de 15 pessoas representada pelo diretor executivo do Congresso Judaico Latino-americano (CJL), Claudio Epelman, e pelo presidente da DAIA, Julio Schlosser.






"É um evento transcendente para toda a comunidade judaica e para o resto do mundo: há 70 anos os judeus europeus eram levados às câmeras de gás; hoje os judeus puderam almoçar comida Cashrut com o Papa, o que era impensável há um século", disse Schlosser em declarações à imprensa, logo após o encontro que durou aproximadamente duas horas e meia.








Depois de uma breve reunião formal e do posterior almoço – durante o qual compartilharam "um diálogo franco que demonstra que a partir da compreensão e do respeito interconfessionais com todas as partes podemos construir um mundo melhor" – concordaram em destacar que a Argentina é "pioneira em matéria de diálogo inter-religioso" e analisaram a forma de alcançar uma maior aproximação entre ambas as religiões.









Após a troca de saudações e um curto diálogo no qual participaram convidados especiais representados pelo cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, procedeu-se a refeição, servida em uma mesa a cuja cabeceira se sentaram o Papa, Schlosser e o rabino Abraham Skorka, reitor do Seminário Rabínico Latino-americano "Marshall T. Meyer" – destaca a agência Jewish News.






O fraterno e amistoso encontro incluiu uma troca de presentes, além de anedotas e recordações de Buenos Aires. O almoço culminou, inclusive, com um momento significativo: sentados ao redor da mesa, o Papa e os dirigentes judeus cantaram em hebreu o Salmo 133, que reza: "Hine mah tov uMah-Nayim shevet achim gam yachad" [Oh! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união].






"Ainda permanece em mim a emoção de um encontro maravilhoso. Compartilhamos uma parla e um almoço e falamos de todos os temas que iam surgindo na mesa", contou o presidente da DAIA em entrevista à agência Télam, enquanto Epelman disse que "como uma demonstração inequívoca de hospitalidade, o Papa nos recebeu em sua residência por horas, nas quais pudemos conversar sobre como aprofundar as relações entre judeus e católicos". O encontro – considerou – "não tem precedentes pela simplicidade com que fomos recebidos".






Sem dúvida, um dos temas centrais do encontro foi a próxima visita do Papa à Terra Santa, a ser realizada em maio. "Francisco descreveu essa visita como sublime e disse que a espera com grande expectativa", afirmou Epelman. "Ele nos falou da importância e transcendência que uma mensagem de paz tem para esse lugar tão conturbado do mundo, que conserva todos os lugares santos das três religiões monoteístas mais importantes para a humanidade", disse, por sua vez, Schlosser.






Também participaram do encontro o 1º vice-presidente da DAIA, Waldo Wolff; o presidente da FACCMA, Javier Veinberg; o subsecretário de Direitos Humanos do governo portenho e presidente do Museu do Holocausto de Buenos Aires, Claudio Avruj; o tesoureiro do CJL, Javier Mutal; os rabinos Isaac Sacca e Ariel Stofenmacher; e Marcos Grabivker, vice-presidente da Associação Internacional de Juristas Judeus.






Também participaram Marcelo Polakoff, presidente da Assembleia Rabínica; Raúl Bergman, presidente da Bnei Tikva; Raúl Feler, de Tucumán; Boris Kalnicki, da Confraternidad Judeo Cristiana; e Ariel Isaak e Ariel Seidler, jovens que ocupam cargos no CJL e que despertaram especial interesse do Papa.










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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905