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quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Manifesto de apoio ao ministro Joaquim Barbosa na condução do caso do Mensalão
















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A maior e mais efetiva comunidade de campanhas online para mudançasINICIE UMA PETIÇÃO





30,000
27,293

27,293 assinaturas. Vamos chegar a 30,000






Por que isto é importante


O Partido dos Trabalhadores tenta a todo custo desqualificar o trabalho da justiça brasileira que colocou na cadeia os mensaleiros, após um julgamento justo e com a garantia de ampla defesa para todos os envolvidos.

O brasileiro honesto, que trabalha e paga seus impostos não pode permitir esta manobra feita pelo PT, pelos chamados "intelectuais" da esquerda e por setores da mídia, que tentam transformar, POLÍTICOS PRESOS em PRESOS POLÍTICOS. Isto em pleno regime democrático!

O fato é que o Brasil já não aguenta mais tanta roubalheira e tanta impunidade. Vamos apoiar o presidente do STF Joaquim Barbosa, para que este caso seja exemplo e se torne um marco no combate a corrupção nesse país.

Se você concorda que corruptos condenados devam cumprir a pena estabelecida sem regalias ao invés de serem tratados como heróis da pátria, assine e compartilhe este manifesto! O Brasil honesto agradece!

Rogério Anício Oliveira - Cidadão Brasileiro - http://fb.com/rogerionaweb






Postado novembro 19, 2013
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Criado por 
Rogério O.Brasil
A ser entregue para:
Povo Brasileiro








ASSINE A PETIÇÃO 

Apoie o ministro do STF Joaquim Barbosa na luta junto com o povo brasileiro em favor da ética, da moralidade e da decência na política e no trato com a coisa pública!

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Esta petição foi criada por Rogério O. e pode não representar a visão da comunidade da Avaaz.




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[Novo post] Joaquim Barbosa, uma petição na Avaaz, direitismo purista e um pouco de pragmatismo político




lucianohenrique publicou: " Divulguei em meu Facebook uma petição publicada na Avaaz em apoio a Joaquim Barbosa, que tem sofrido terrorismo psicológico em larga escala por militantes do PT depois de ter condenado os mensaleiros. A petição fala de um manifesto em apoio ao mini" 



Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






Nova publicação em Ceticismo Político 











Divulguei em meu Facebook uma petição publicada na Avaaz em apoio a Joaquim Barbosa, que tem sofrido terrorismo psicológico em larga escala por militantes do PT depois de ter condenado os mensaleiros.

A petição fala de um manifesto em apoio ao ministro Joaquim Barbosa na condução do caso Mensalão, com o seguinte texto:


Apoie o ministro do STF Joaquim Barbosa na luta junto com o povo brasileiro em favor da ética, da moralidade e da decência na política e no trato com a coisa pública!

Embora recebi várias mensagens dizendo que gostaram da minha divulgação (e assinaram a petição), recebi duas ou três reclamações, das quais tratarei aqui.

Em um caso, me foi dito que "Joaquim Barbosa não é flor que se cheire". Um motivo é por ele ter votado a favor das cotas e ter dado várias declarações esquedistas. Um outro disse que a Avaaz poderia deletar a petição de uma hora para outra, pois o site é de Pedro Abramovay, aliado do PT.

O fato é que ambas as afirmações são verdadeiras, mas não as vejo como empecilhos para a assinatura da petição.

No primeiro caso (do fato de Joaquim Barbosa também ser um esquerdista), defendo que temos que abandonar o purismo, e nesse caso preciso lembrar das dicas de David Horowitz. Nós atuamos com ações e propostas políticas, que devem gerar resultado. No caso, hoje, o apoio a Joaquim Barbosa é essencial. (Isso não significa abandonar os nossos padrões morais, mas sim priorizar as ações e lutar as batalhas certas no momento certo)

Podemos relembrar o exemplo de quando o PT comemorou a declaração de Ives Gandra a favor de José Dirceu. Ou mesmo, recentemente, fazendo a maior festa pela declaração do ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, contra Joaquim Barbosa.

Eis que o purista poderia pensar: mas se Ives Gandra e Cláudio Lembo são opositores de petistas, então estes não poderiam jamais ficar do lado deles, certo? É exatamente o oposto, pois na guerra, se há um inimigo pior (e contra o qual existem batalhas mais urgentes a serem travadas), é possível existir a aliança entre opositores, que se tornam aliados temporários. Foi assim que a Rússia e os Estados Unidos juntaram forças para derrubar Hitler.

Note que não há amoralidade alguma em fazer alianças com opositores contra os seus maiores inimigos em demandas urgentes.

Para o PT, a urgência do momento é o ataque a Joaquim Barbosa. Assim, para nós, não há problema nenhum em apoiar Barbosa quando ele está do lado da lei, na punição aos mensaleiros, em um momento em que é atacado pelo PT. A verdade é que neste momento temos que fazer uma escolha: Joaquim Barbosa ou o PT. E parece que este tipo de escolha não deve ser tão difícil, certo?

Para isso, temos que abandonar o fenômeno do direitismo purista, que impede alianças com os que não partilham de nossos dogmas. Isso acaba nos limitando e sempre beneficiando os nossos maiores inimigos. Enfim, deixem para o futuro uma possível guerra política contra Joaquim Barbosa. Simplesmente este não é o momento para nos opormos a ele.

No segundo caso, temos o fato da petição estar no site da Avaaz, que pertence a Pedro Abramovay, um político ligado ao PT. Neste caso, já me disseram que um possível sucesso da petição pode fazer com que o site a delete.

Mas esse não é um problema, mas um evento que pode funcionar a nosso favor. Se a Avaaz deletar a petição, então nos permitirá denunciá-los por bloquear o debate, defender criminosos e a adesão a um governo corrupto. Quer dizer, seja a petição deletada ou não, é possível capitalizar neste momento. No caso da petição não ser deletada, podemos claramente dizer que "mijamos no território do oponente, e com a porta aberta". Em termos de marcação de espaço, isso é importantíssimo.

Saul Alinsky nos disse para aproveitarmos todo e qualquer evento para realizarmos pressão contra nossos oponentes. Logo, se existe petição, temos pressão. Mas se a petição for deletada, também podemos lançar pressão.

Em suma, não podemos controlar todos os eventos do mundo na guerra política, mas podemos reagir a eles de forma estratégica, em termos políticos.

Defendo que devemos usar cada vez mais um direitismo pragmático, ao invés de um direitismo purista, que não gera resultados.

Pragmaticamente, podemos nos aliar a um oponente para derrotar nossos maiores inimigos, em contendas que são mais prioritárias. Não há problema em, futuramente, se opor ao aliado temporário após o inimigo prioritário (neste momento) ter sido vencido. E, ao mesmo tempo, temos que pensar em lançar pressão sobre o oponente, nas diversas reações que ele tiver.

Isto explica por que não há contradição alguma em meu apoio à petição a favor de Joaquim Barbosa. Ele, no momento, não é um problema meu. A não ser quando petistas decidem atacar um ministro do STF somente por que ele cumpriu a lei. Os petistas são o problema.



lucianohenrique | 27 de novembro de 2013 às 2:21 am | Tags: esquerdismo, joaquim barbosa, mensalão, mensaleiros, petralhas, PT, socialismo, STF | Categorias: Outros | URL: http://wp.me/pUgsw-7tk












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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

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-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905