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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Os únicos que saíram perdendo com a delinquência política do PSOL, no Rio, foram os alunos pobres
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/ Blogs e Colunistas

22/10/2013 às 23:00
A greve dos professores, na prática, acabou. Agora, deve acabar, também, para todos os efeitos, aquilo a que os partidários do PSOL chamam greve, que é coisa bem distinta. Qual é o ganho que tiveram? Não terão descontados os dias parados. Os descontos já feitos serão ressarcidos. Mas isso tem um preço: a reposição das aulas. Não tem mais essa história, na cidade, de fim do plano de carreira e, no estado, de reajuste acima do já concedido.
Ou seja: na prática, fica-se com aquilo que já se tinha antes, exceção feita aos descontos. Em tese ao menos, esse dinheiro não vem de graça: terá de haver reposição. Mas ficam as perguntas óbvias: quando isso seria feito? No recesso do fim do ano?
É evidente que, na prática, não haverá nada. O dinheiro virá de graça. Os únicos prejudicados são os alunos pobres, aqueles que os esquerdistas da Zona Sul só veem nos semáforos ou quando fazem uma excursão ao morro, em algum “esquenta” à moda Regina Casé. Sabem como é… Todo socialista tem de ir aonde o povo está — desde que o povo, depois, fique por lá.
Ao Estado e ao Município, depois que Luiz Fux resolveu se comportar como juiz do trabalho, não restava alternativa. Tiveram de aceitar o acordo, ainda que isso signifique, e significa, premiar a delinquência política do PSOL e do PSTU.
Notem bem o que fez Fux: transformou o STF — como se o tribunal já não tivesse serviço em excesso — em câmara de arbitragem de questões trabalhistas. É o fim da picada! Doravante, toda greve vai parar no tribunal. Faça o grevista o que for, qualquer reação do ente estatal será considerada uma agressão ao direito constitucional à greve — como se esse direito fosse ilimitado.
Fux fica com a fama de conciliador. A delinquência grevista dará um jeito de cantar vitória. E os estudantes pobres que se explodam. Quando o PSOL construir o socialismo, eles serão recompensados com a promessa de um futuro brilhante.
Por Reinaldo Azevedo
Tags: greve dos professores, Rio
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
A greve dos petroleiros, o PT, o PSOL e os dinossauros. Ou: Sem voto, o PSOL sempre está onde o caos e o atraso se anunciam
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/ Blogs e Colunistas

17/10/2013 às 22:29
Vocês viram que os petroleiros decidiram deflagrar uma greve com ocupação de plataformas refinarias, bloqueio de estradas. Sei. Então vamos a alguns detalhes que fazem a diferença. Os petroleiros têm hoje duas federações: a tradicional FUP (Federação Única dos Petroleiros), ligada à CUT, que é petista, e a FNP (Federação Nacional dos Petroleiros), que foi fundada em 2010 e, atenção!, é comanda pela turma do PSOL. São filiados à FNP os seguinte sindicatos: Sindipetro AL/SE, Sindipetro-LP, Sindipetro-PA/AM/MA/AP e Sindipetro-SJC. Quem lhe garante efetivo poder se fogo é o primeiro: esse “LP`” quer dizer “Litoral Paulista”. Se a FUP é ligada ao petismo, a FNP é filiada à CSP-Conlutas, central sindical comandada por PSOL e PSTU. E isso explica ao menos uma das reivindicações dos petroleiros, justamente a mais estúpida: a suspensão do leilão de Libra.
Assim, entendam o seguinte: a petista FUP decidiu se juntar à psolenta FNP para não ser, como se dizia no meu tempo, superada pela esquerda. A FNP acusa a FUP de pelega. E só porque o mundo é engraçado, e a estupidez é a mais imodesta das arrogâncias — e, pois, não têm limites —, há grupos ainda à esquerda do PSOL e do PSTU que já acusam a própria FNP de desvio conservador… O mais inteligente deles ainda acusará Lênin de reacionário e contrarrevolucionário… Sigamos.
Fosse pela vontade da FUP apenas, não haveria a palavra de ordem contra o leilão de Libra. O que o PT queria nessa área já conseguiu: mudar o regime de concessão pelo de partilha. Foi uma toca que já se mostrou infeliz, mas que garante, na cabeça dos petrossauros, o controle sobre o petróleo — o de concessão garantiria igualmente porque a questão é constitucional, mas não entro agora em minudências. Existir, como se faz agora, a suspensão do leilão porque isso seria entregar as riquezas nacionais ao capital internacional é uma estupidez rematada. Muito bem: se o Brasil não pude contar com capital estrangeiro — sempre em associação com a Petrobras — para explorar o pré-sal, vai contar com o quê? Só com recursos próprios? Não só deixaríamos, como país, de receber investimentos como ainda teríamos de torrar dinheiro do Tesouro no custeio da exploração (se houvesse tecnologia, claro).
Trata-se de uma reivindicação à altura da sofisticação do pensamento de PSOL e PSTU. A FUP entrou nessa sem entusiasmo. Prefere se concentrar no pedido de reajuste, de 16,5%.
- Memória
O PT instrumentalizou os petroleiros na sua luta insana contra o governo FHC. Em 1995 , organizou uma greve, por intermédio da CUT, que ameaçou parar o país. O governo teve de recorrer a forças federais para impedir o caos. No site da CUT, ainda se encontra esta maravilha de texto, publicado em 2010, por ocasião dos 15 anos da greve. Leiam. Volto em seguida.*Há 15 anos, no dia 3 de maio, os petroleiros iniciavam a mais longa greve da história da categoria. Uma greve de 32 dias, que tornou-se o maior movimento de resistência da classe trabalhadora à política neoliberal e entreguista do PSDB e do DEM (então PFL). Uma greve que foi fundamental para impedir a privatização da Petrobrás e, assim, evitar que Fernando Henrique Cardoso aplicasse no Brasil o mesmo receituário que levou a Argentina à falência, principalmente, em função das privatizações de todas as estatais de energia e petróleo.Durante a greve de maio de 1995, os petroleiros resistiram às manipulações e repressões do governo e à campanha escancarada da mídia para tentar jogar a população contra a categoria. Milhares de trabalhadores foram arbitrariamente demitidos, punidos e enfrentaram o Exército, que, a mando de FHC, ocupou com tanques e metralhadoras as refinarias da Petrobrás. A FUP e seus sindicatos foram submetidos a multas milionárias por terem colocado em xeque os julgamentos viciados do TST, que decretou como abusiva uma greve legítima e dentro da legalidade. Além de ter impedido a privatização completa da Petrobrás, como queriam os tucanos e demos, a greve de maio de 95 despertou um movimento nacional de solidariedade e unidade de classe, fazendo ecoar por todo o país um brado que marcou para sempre a categoria: “Somos todos petroleiros”.(…)
- Voltei
O texto se assenta numa mentira essencial. Jamais houve esforço, intenção ou manifestação tênue que fosse em favor da “privatização da Petrobras”. Era só uma mentira que servia à luta política. A terrível “repressão” a que se refere a CUT consistia num conjunto de medidas para impedir que os petroleiros paralisassem o país. Se a greve de agora tomar a mesma proporção, é o que fará o governo Dilma. Mas duvido um pouco. A esta altura, a FUP deve estar empenhada em dar um jeito de manter o movimento, mas não muito…
O PSOL, o caos e a falta de voto
Encerro chamando a atenção dos leitores para uma questão: o PSOL não tem voto, como se sabe. Mas conta com alguns queridinhos da imprensa, como Marcelo Freixo, Chico Alencar e Jean Wyllys. No movimento sindical e no movimento estudantil, é possível ser poderoso sem voto. Basta tomar o aparelho em eleições viciadas, a que comparecem apenas militantes.
É por isso que a legenda está por trás do caos promovido no Rio pelo sindicato dos professores, da invasão da Reitoria da USP e, agora, da greve dos petroleiros. Nesse caso, os petistas estão juntos, sim, mas quem garante a alaheavy metal da mobilização é o PSOL.
- Por Reinaldo Azevedo
Tags: FNP, FUP, greve dos petroleiros, petroleiros, PSOL
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Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.
- O comunismo, princípio de empobrecimento
7. Mas, além da injustiça do seu sistema, vêem-se bem todas as suas funestas consequências, a perturbação em todas as classes da sociedade, uma odiosa e insuportável servidão para todos os cidadãos, porta aberta a todas as invejas, a todos os descontentamentos, a todas as discórdias; o talento e a habilidade privados dos seus estímulos, e, como consequência necessária, as riquezas estancadas na sua fonte; enfim, em lugar dessa igualdade tão sonhada, a igualdade na nudez, na indigência e na miséria. Por tudo o que Nós acabamos de dizer, se compreende que a teoria socialista da propriedade colectiva deve absolutamente repudiar-se como prejudicial àqueles membros a que se quer socorrer, contrária aos direitos naturais dos indivíduos, como desnaturando as funções do Estado e perturbando a tranquilidade pública. Fique, pois, bem assente que o primeiro fundamento a estabelecer por todos aqueles que querem sinceramente o bem do povo é a inviolabilidade da propriedade particular.
CARTA ENCÍCLICA «RERUM NOVARUM»
PAPA LEÃO XIII
15 de Maio de 1891
-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".
Aluízio Amorim
Filósofa russa Ayn Rand :
“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”
Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905
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A REVERSÃO DA CRISEHá 17 anos
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