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quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Oposição colhe assinaturas para instalar CPI mista da Petrobras no Congresso Nacional | Ucho.Info









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25/02/2014 | Escrito por admin
Oposição colhe assinaturas para instalar CPI mista da Petrobras no Congresso Nacional

Alça de mira – Os partidos de oposição ao governo federal – PPS, PSDB, Democratas e SDD – iniciaram nesta terça-feira (25) a coleta de assinaturas para a instalação, no Congresso, de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para investigar uma série de denúncias de superfaturamento, pagamento de propina e má gestão naPetrobras. Entre os casos mais graves que os parlamentares querem apurar está a denúncia de pagamento de propina pela empresa holandesa SBM Offshore a funcionários da estatal para o fechamento de negócios relacionados a aluguel de navios-plataformas.

“Não é de hoje que alertamos sobre os desmandos, o aparelhamento, a gestão temerária e a corrupção que se instalou na Petrobras durante os governos do ex-presidente Lula e da atual presidente Dilma. A maior estatal do país, motivo de orgulho dos brasileiros, vem sendo, a cada dia, sucateada por esse governo”, afirmou o líder do PPS, deputado federal Rubens Bueno (PR), lembrando que a situação da empresa, que vem apresentando queda nos lucros e sofre para conseguir saldar seus investimentos, é grave.

De acordo com o parlamentar, a situação da petroleira mostra também que a herança deixada pela presidente Dilma, que comandou o Ministério de Minas e Energia, não é só maldita, mas é uma herança da incompetência.

“Não podemos mais ficar impassíveis diante do que estão fazendo com a nossa petroleira. Desde a campanha ‘O Petróleo é Nosso’, que deu origem a criação da Petrobras em 1953, o Brasil se orgulha dessa empresa. Mas o governo do PT está se esforçando para desmoralizá-la”, reforça Rubens Bueno.


Propina holandesa

O líder do PPS ressalta que uma das denúncias mais graves é a que sugere o pagamento de propina pela empresa holandesa SBM Offshore a funcionários da Petrobras para o fechamento de negócios relacionados a aluguel de navios-plataformas (FPSOs) para a petroleira brasileira. A denúncia foi feita por ex-funcionário da SBM Offshore e já faz parte de investigação pelo Ministério Público da Holanda.

Segundo o ex-funcionário, entre 2005 e 2011 a SBM pagou US$ 250 milhões em subornos, dos quais mais da metade, US$ 139 milhões, teriam sido desembolsados por meio de “comissões” a intermediários e a funcionários da Petrobras, a fim de obter contratos junto à estatal.

Nem a Petrobras, nem a SBM informaram o valor dos contratos. Em seu último balanço a SBM informa ter encomendas de US$ 23 bilhões, incluindo as plataformas Cidade de Paraty, Cidade de Maricá e Cidade de Saquarema. Segundo a denúncia, uma pessoa identificada como HT teria confirmado a divisão da comissão de 3%, sendo 1% para Júlio Faerman, representante comercial da SBM no Brasil, e 2% para funcionários da Petrobras.

“Esse fato é grave e exige uma pronta e irrestrita apuração, tanto por parte do Congresso Nacional quanto pelos órgãos do Poder Executivo. A presidente da Petrobras, Graça Foster, anunciou que a companhia abriu uma auditoria para apurar as denúncias. A comissão que está à frente da auditoria tem 30 dias para concluir a investigação. Mas isso não basta. O Congresso tem o dever de acompanhar de perto e apurar a fundo, com o poder de investigação de uma CPI, esse caso de extrema gravidade”, ressalta o deputado Rubens Bueno.


Ativos

O deputado lembrou ainda as denúncias de compra e venda de ativos no exterior, com superfaturamento na compra, mas também venda abaixo do valor real. “Como exemplo, cito casos já divulgados na mídia, inclusive objetos de apuração no TCU como a compra da refinaria de Pasadena nos Estados Unidos, com preços extraordinários, ações judiciais em sequência e dispêndios superiores a U$ 1 bilhão”.

Para Rubens Bueno, também é necessário ressaltar as denúncias da Revista Época de venda das ações da Petrobras, na empresa Pesa, na Argentina, por cerca de U$ 900 milhões abaixo do real valor, sem qualquer oferta pública, ou licitação. “Há, dentro dessa empresa, diversos investimentos já realizados pela Petrobras, em valores muito superiores ao apurado nessa venda, a um grupo político, supostamente ligado à presidente da Argentina, que já teria comprado da Petrobras uma refinaria na Argentina a preços também abaixo do valor real de mercado”, afirma o parlamentar no requerimento de criação da CPI.


Importância da Petrobras

O líder do PPS ressalta que a Petrobras é a maior empresa brasileira e vem, nos últimos tempos, sofrendo com a perda da sua capacidade de investimento, fundamental para o país, para a economia, para o desenvolvimento e para a geração de empregos. “Isso sem contar que milhares de brasileiros depositam as suas poupanças em ações da Petrobras, cujos valores de mercado sofreram quedas vertiginosas”, alerta Rubens Bueno.

Para o deputado, tudo isso leva a uma preocupação de desperdício de dinheiro público, aumento do custo dos investimentos e aumento das importações do país, além da perda da capacidade de alavancagem da Petrobras. “Isso sem contar as suspeitas de irregularidades já fartamente denunciadas e objeto de apuração no TCU. É importante ressaltar, que mesmo com as investigações em curso no TCU, é de suma importância uma investigação profunda por parte do Congresso Nacional a respeito das supostas irregularidades”, finaliza o parlamentar.

Além de Rubens Bueno, assinam o requerimento os líderes do PSDB, Antonio Imbassahy (BA); do DEM, Mendonça Filho (PE); e do Solidariedade, Fernando Francischini (PR).



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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Perdendo a chance de ficar calado, Padilha mostra-se um ignorante político ao falar sobre o PCC






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06/02/2014 | Escrito por admin


Camisa de força – Mais novo fantoche a descer da estante do ex-presidente Luiz Inácio da Silva, o petista Alexandre Padilha é um incompetente conhecido que na condição de candidato ao governo de São Paulo já começa a atirar contra os atuais ocupantes do Palácio dos Bandeirantes, confirmando mais uma vez a maneira suja e rasteira do PT de fazer política.

Na primeira entrevista após deixar o Ministério da Saúde, Alexandre Padilha disse, ao jornal “Folha de S. Paulo”, que “o PCC é uma criação dos vinte anos do governo do PSDB”, declaração que serviu para atacar a política de segurança pública do governo de São Paulo. O candidato petista mostra, com tal declaração, que é um ignorante em relação aos temas afetos à mais importante unidade da federação, o que o desqualifica de pronto a pleitear o comando do estado.

Se Alexandre Padilha não sabe, o Primeiro Comando da Capital é herança do PMDB, partido que no Congresso Nacional e na esfera federal lidera a chamada base aliada, sempre na base do escambo. O PCC surgiu na esteira do massacre do Carandiru, como ficou conhecida a invasão e a matança de presos no então maior presídio paulista. A ordem para invadir o Carandiru partiu do então governador Luiz Antônio Fleury Filho, à época filiado ao PMDB.

Padilha também deveria saber que no PCC o seu partido, o PT, conta com a simpatia de muitos dos integrantes, muitos dos quais agem com verdadeiros cabos eleitorais de candidatos petistas. É o que mostra a gravação telefônica feita pela polícia, na qual dois integrantes da facção criminosa acertam que em determinado domingo as visitas de familiares aos presos estava suspensa, pois era preciso que todos fossem às urnas depositar votos em José Genoino, o mensaleiro condenado que continua usando uma cardiopatia para não cumprir pena de prisão.

O ex-ministro e fantoche de Lula deveria ter ao menos um momento de lucidez e honestidade, admitindo não apenas aos paulistas, mas a todos os brasileiros de bem, que a criminalidade no País cresceu de forma assustadora por conta da incompetência hedionda que reina no Palácio do Planalto desde janeiro de 2003. O governo do PT insiste em não patrulhar as fronteiras brasileiras para não comprometer a subsistência da Bolívia e das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que vivem do tráfico de drogas.

Padilha sabe, mas finge desconhecimento, que a Bolívia, sob a batuta do companheiro Evo Morales, elevou a produção de pasta base de cocaína de 50 toneladas para 300 toneladas por ano. Nesse cenário desesperador, o Brasil aparece não apenas como maior consumidor da droga, mas como território de passagem para o envio do entorpecente para outros países ao redor do planeta. Isso é facilmente constatado nas unidades prisionais do estado de São Paulo, onde é cada vez maior o número das chamadas “mulas do tráfico”.

Na condição de ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha deveria saber que o Brasil gasta anualmente mais de R$ 20 bilhões com tratamentos de pessoas acometidas por doenças decorrentes do uso de drogas. Sem contar que o crack, derivado da cocaína, vem destruindo a juventude do País, enquanto o governo da “companheira” Dilma Vana Rousseff só trata do tema sob a ótica político-eleitoral ou para fustigar os adversários.

Antes de falar sobre a segurança pública no estado de São Paulo, que tem pontos a serem corrigidos, pois o contribuinte paulista tem seus direitos garantidos pela Constituição federal, Padilha deveria se inteirar do que acontece no mesmo setor no Distrito Federal e nos estados de Sergipe e da Bahia, todos governados por petistas ilustres (sic).

Alexandre Padilha perdeu a grande oportunidade de ficar calado, pois não será com ataques rasteiros e esculpidos por marqueteiros que qualquer candidato convencerá o eleitorado paulista.





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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Dilma abusou do ufanismo na mensagem de ano novo, mas foi desmentida pelos números


Feliz Natal from Augusto César Ribeiro Vieira on Vimeo.



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30/12/2013 | Escrito por admin


Hora da verdade – Dilma Rousseff balbuciou inverdades em seu pronunciamento de final de ano, tentando escapar da responsabilidade de, juntamente com o lobista Lula, ter arruinado a economia brasileira, mas horas depois os números oficiais confirmaram o que os palacianos insistem em não enxergar. A presidente afirmou que o ano de 2013 terminou melhor do que começou, mas não é essa a realidade apontada pelo Boletim Focus, do Banco Central.

Divulgado nesta segunda-feira (30), o boletim do BC, que sempre consulta os economistas das cem maiores instituições financeiras em operação no País, a inflação oficial deve encerrar o ano em 5,73%, enquanto a real já ameaça descolar da casa de 20%. Para 2014, as apostas não são as mais otimistas. Os analistas do mercado financeiro projetam inflação de 5,98% para o próximo ano, na terceira alta seguida. Em 2012, o mais temido fantasma da economia alcançou a marca oficial de 5,84%. Em suma, a inflação continua distante da meta fixada pelo governo, que é de 4,5% ao ano, e pouco abaixo do teto, de 6,5%.

No último dia 20 de dezembro, ao divulgar o “Relatório de Inflação”, o diretor de Política Econômica do Banco Central, Carlos Hamilton Araújo, afirmou que o cenário mais provável da instituição não traz a inflação no centro da meta em 2013 e nos próximos anos. “O cenário mais provável não aponta essa convergência, o que não implica que não seja possível. São coisas distintas. A convergência pode se tornar mais provável mais adiante, na medida em que a economia começar a responder às ações que foram tomadas”, acrescentou. No documento, o BC prevê que neste ano o IPCA ficará em 5,8%. Para 2014, a projeção para a inflação é 5,6%, enquanto para 2015 a estimativa é de 5,4%.




Para tentar levar a inflação para o centro da meta e de alguma maneira influenciar a atividade econômica nacional o BC usa a taxa básica de juro (Selic), atualmente em 10% ao ano, como principal arma. A previsão é que logo no começo de 2014 a Selic seja elevada mais uma vez, podendo alcançar a marca de 10,5% ao longo dos primeiros meses.

Acontece que se o BC elevar a Selic a atividade econômica tende a encolher. Situação ruim para o País, uma vez que 2014 já é considerado como um ano praticamente perdido por causa da nefasta sequência formada por Carnaval, Copa do Mundo e eleições. Esse enxadrismo de números mostra que Lula e Dilma conseguiram a proeza de comprometer seriamente a economia, que cada vez mais se aproxima do despenhadeiro.

O cenário torna-se ainda pior quando analisadas as projeções do mercado para o crescimento da economia. Os analistas apostam em avanço de 2,3% do PIB para este ano e de apenas 2% em 2014. Sempre lembrando que essas estimativas antecipadas sempre recuam ao longo do ano.

Resumindo, Dilma continua devendo à massa pensante da população o endereço desse país de Alice em que ela e os ufanistas companheiros vivem, pois a realidade brasileira está a anos-luz dos efeitos especiais que recheiam as propagandas oficiais do governo.






Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=78063








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terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Cardozo abusa da presunção no caso Siemens, mas “telhado de vidro” dos petistas é cada vez maior

















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10/12/2013 | Escrito por admin


Alça de mira – O Palácio do Planalto cumpre o script da intimidação e com isso consegue minimizar na imprensa nacional as denúncias que constam do livro do delegado Romeu Tuma Júnior e do jornalista Claudio Julio Tognolli, que coloca o PT na mais difícil situação dos últimos tempos. São acusações de espionagem, desvio de dinheiro, cobrança de propinas, evasão de divisas, prevaricação por parte de integrantes do governo petista e, como não poderia deixar de ser, o fato de Lula ter sido informante da ditadura militar, mais precisamente do Dops.

Sem que os grandes veículos de comunicação divulguem um caso gravíssimo, o PT avança em seu projeto totalitarista de poder sem ser incomodado, o que é preocupante em termos de democracia. Ministro da Justiça, José Eduardo Martins Cardozo já deixou claro que o governo ancorado pelo seu partido está decidido a não abrir mão do Estado policial que instalou para manter sob ataque seus adversários políticos.

O pedido de investigação do caso da alemã Siemens, acusada de liderar um cartel para fornecimento de produtos e serviços ao governo paulista, foi feito de forma tão criminosa que o investigado deveria ser o próprio ministro, que entregou à Polícia Federal documentos adulterados com o objetivo de prejudicar adversários.

Não se trata de defender que o caso deixe de ser investigado, pelo contrário, mas isso deve ocorrer, desde o início, dentro do que determina a legislação vigente. É inadmissível o uso de rapapés para prejudicar políticos de um partido com o qual os petistas duelam no cenário nacional, o PSDB. E quando transgressões e violações ocorrem no processo investigatório, esse por si só já se torna suspeito.



Cardozo entrou na linha de ataque dos tucanos e por ordem da presidente Dilma Rousseff tem reagido como pode, sempre abusando da sua arrogância, como se nove entre dez integrantes do governo não tivessem o chamado “telhado de vidro”. A estratégia de Dilma é não deixar que integrantes do governo sejam atingidos por qualquer tipo de denúncia, em especial os petistas, como forma de evitar dividendos negativos em seu projeto de reeleição.

A situação tem preocupado os palacianos de tal maneira, que a Comissão de Ética da Presidência da República deu prazo para que o ministro da Justiça explique a lambança. É sabido que esse colegiado é um apêndice da Presidência e deverá no máximo advertir Cardozo, o que em termos práticos significa coisa alguma.

Ainda na mira do pandemônio patrocinado pelos tucanos, José Eduardo Cardozo disse, na segunda-feira (9), que está “absolutamente tranquilo” em relação ao pedido de informação sobre a investigação do caso Siemens. “Quem cumpre a lei seguramente não age de forma antiética”, afirmou Cardozo. “É correto, legal e normal o procedimento da Comissão de Ética da Presidência ao requerer informações”, completou.

Deixando de lado o pedido da Comissão de Ética e focando na questão da antiética, o ministro precisa mostrar esse seu viés impoluto e seguidor da lei mandando investigar o seu próprio partido, que cada vez mais afunda na lama da corrupção, do desmando e do banditismo político. Isso dificilmente acontecerá, pois os petistas jamais sabem de alguma coisa. Cardozo é um gazeteiro despreparado que até mesmo para omitir a verdade é arrogante. Há nos bastidores da política um cipoal de acusações contra o titular da Justiça, a ponto de ejetá-lo do cargo e fazer um estrago na campanha de Dilma Rousseff.



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Simpatizantes dos Black Blocs criticam o ucho.info e tentam desqualificar o nosso trabalho








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31/10/2013 | Escrito por admin


Tudo combinado – O ucho.infotem recebido, nos últimos dias, e-mails de pessoas que defendem a atuação do grupo de baderneiros que se autodenomina “Black Blocs”. Sabem os leitores que este site pauta-se pelo Estado Democrático de Direito, não sem antes defender a liberdade com responsabilidade, sem a qual uma nação não se sustenta como tal.

Algumas mensagens acusam-nos de prestar um desserviço à população e de funcionar como indutor de massa de manobra, mas é impossível concordar com um grupo que por mera tirania usa a violência como forma de fazer prevalecer suas vontades. Não é dessa forma que se mantém a democracia, da mesma maneira que não é esse o caminho para reivindicar.

Os baderneiros insistem em afirmar que agem em defesa dos oprimidos, mas informações de bastidores dão conta que a instalação do caos, que vem ocorrendo de forma sistemática e contínua, interessa a grupos políticos radicais que querem impor suas ideologias através do uso da força e da intimidação. Cada cidadão tem o direito constitucional da livre manifestação do pensamento, o que inclui críticas fundamentadas a este noticioso, mas não será com mensagens mais exacerbadas que isso se dará em qualquer momento.

O que os moradores das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, em especial, têm assistido é, como epílogo das manifestações, atos de vandalismo explícito que alcançam o ápice com a depredação do patrimônio público e privado, como se esse tipo de ação servisse para algo. O viés violento das manifestações tem comprometido sobremaneira o direito de protestar dos cidadãos de bem, que precisam levar às ruas a insatisfação quase generalizada, sob pena de o Brasil avançar perigosamente, e cada vez mais, na direção de um regime totalitário de esquerda.

Que não venham esses baderneiros a nos dar lições de moral, pois o editor doucho.info tem larga experiência na cobertura de manifestações e conflitos, não sem antes ser reconhecido por inúmeras reportagens baseadas no jornalismo investigativo, muitas das quais elucidaram casos polêmicos. Isso não nos faz melhor do que qualquer outro veículo de comunicação, mas garante a tranquilidade de opinar com responsabilidade e confiança.

Enquanto o Estado, como um todo, não reagir à altura, sempre amparado pela legislação vigente, para conter os vândalos de aluguel, a democracia continuará sendo corroída por interesses escusos, mas sabidamente criminosos.






Muito estranhamente, depois que os verdadeiros insatisfeitos se amedrontaram diante do quebra-quebra que tomou conta das mais importantes cidades do País, o governo petista de Dilma Rousseff resolveu entrar em cena para, segundo informou o ministro José Eduardo Martins Cardozo (Justiça), buscar, em conjunto com os estados, uma solução para enfrentar os baderneiros, que ignoram os limites da lei e criticam a reação das autoridades, muito criticadas pela frouxidão.

A estratégia é fazer com que os palacianos saiam do episódio como os mentores de um processo de paz, como se nenhuma responsabilidade tivessem nos episódios recorrentes que têm marcado o cotidiano de São Paulo e do Rio. Por trás desse cenário de guerra está o interesse do PT em tomar de assalto os governos paulista e fluminense, o que garantirá a legenda a possibilidade de avançar em seu projeto totalitarista de poder.

Alguns filósofos de plantão começam a dizer que as polícias estaduais precisam se adequar à nova realidade social, quando na verdade o que o Brasil precisa fazer é manter a ordem, com o devido rigor que a lei permite. Discursos politicamente corretos a essa altura dos acontecimentos servem apenas para alimentar ainda mais o banditismo que vem assustando a população.

No tocante às críticas que temos recebido de simpatizantes dos “Black Blocs”, inclusive questionando a qualidade do nosso jornalismo, lembramos que nem tudo o que é divulgado em termos de informação é a expressão da realidade, até porque isso prejudicaria muitas das investigações. Analisar fatos isolados sem se importar com a conjuntura e desconhecendo o serviço de inteligência policial é no mínimo amadorismo daqueles que nos criticam.

Para que os desavisados se inteirem dos fatos, coube ao editor, ainda na década de 80, desvendar o esquema ilegal instalado pelo crime organizado nas coxias do Vaticano, o que rendeu ameaças e perseguições de todos os naipes. Esse é apenas um exemplo do que já fizemos e temos no currículo, pois assim é possível avaliar o caráter responsável que imprimimos às nossas reportagens.

O grande segredo da democracia é o equilíbrio de forças e, acima de tudo, o confronto pacífico de opiniões divergentes, mas não será o descontentamento de ínfima minoria que colocará a perder mais de três décadas de jornalismo sério e dedicado ao País.






Link para esta matéria: http://ucho.info/?p=76108





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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905