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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Augusto Nunes - VEJA.com



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Augusto Nunes

Com palavras e imagens, esta página tenta apressar a chegada do futuro que o Brasil espera deitado em berço esplêndido. E lembrar aos sem-memória o que não pode ser esquecido.


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10/04/2014 às 0:22 \ Direto ao Ponto
Não perca o vídeo: a deputada Mara Gabrilli interpela Gilberto Carvalho sobre o caso Celso Daniel e acusa ‘o homem do carro preto’ de repassar a José Dirceu o dinheiro extorquido de empresários de Santo André




“Faz muitos anos que eu queria olhar nos olhos do senhor e fazer essas perguntas”, disse a deputada Mara Gabrilli em meio à interpelação que interrompeu a procissão de platitudes que o ministro Gilberto Carvalho desfiava, no fim da tarde desta quarta-feira, durante a sessão da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado. Por mais de seis minutos, a parlamentar do PSDB paulista acuou o secretário-geral da Presidência com a evocação de perturbadoras agravantes que envolvem o assassinato do prefeito Celso Daniel, ocorrido em janeiro de 2002. Tentando controlar a emoção que em alguns momentos embargou a voz sempre suave, a deputada que umacidente de carro imobilizou na carreira de rodas abriu a ofensiva com a história do pai, dono de uma empresa de ônibus.

Vítima do esquema corrupto montado na prefeitura de Santo André para extorquir empresários do setor, e irrigar com boladas de bom tamanho as campanhas eleitorais do PT, ele era pressionado todos os meses “por uma gangue” ─ liderada, segundo Mara, por Klinger de Souza (subsecretário de Celso Daniel), Ronan Pinto (hoje proprietário do Diário do Grande ABC) e Sérgio Gomes da Silva, o “Sombra”, denunciado pelo Ministério Público como mandante do crime. ”O senhor sempre foi conhecido como o homem do carro preto”, disse a deputada ao ministro. “Era a pessoa que realmente pegava essa coleta de dinheiro extorquido de empresários e levava para o capo, como era conhecido o José Dirceu. Isso eu não li. Isso eu vivenciei”.

Depois de invocar os testemunhos dos irmãos de Celso Daniel e o depoimento de Romeu Tuma Junior, ex-secretário nacional de Justiça, publicado no livro “Assassinato de Reputações”, a deputada seguiu alternando acusações e cobranças. Quis saber se Carvalho também acha que os fins justificam os meios e estranhou o descaso do ministro pelo esclarecimento de um episódio que comoveu e continua intrigando o país inteiro. “Por que o senhor não ajuda a apressar o julgamento do Sombra?”, perguntou, identificando pelo apelido o réu Sérgio Gomes da Silva, processado como mandante do assassinato. “O senhor não se incomoda com isso?”

Desconcertado, Carvalho reprisou o palavrório que recita há mais de dez anos. Alegou que “foi a Polícia Civil de São Paulo comandada pelo PSDB” que reduziu a crime comum uma execução encomendada. Como fez há três meses, prometeu acionar judicialmente Romeu Tuma Junior. E jurou que ninguém sofreu tanto quanto ele com a morte do “amigo e mestre” Celso Daniel. Caprichando na pose de quem acabou de chegar ao velório, declamou mais de uma vez o mantra predileto: “Isso dói”.

Certamente doeu muito mais a pancadaria retórica a que foi submetido por Mara Gabrilli.



Tags: Celso Daniel, corrupção, extorsão, Gilberto Carvalho, Mara Gabrilli, Santo André, Sérgio Gomes da Silva, Sombra


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09/04/2014 às 20:27 \ Opinião
Reynaldo-BH: ‘Resta ao Poder Judiciário decidir se servirá de instrumento para os chicaneiros da Casa do Espanto’


REYNALDO ROCHA

Na mesma semana em que o Brasil ganhou o nada nobre título de país mais perigoso da América Latina para o exercício da profissão de jornalista (12 assassinatos), o Senado “judicializou” mais uma questão. Fatos sem ligação? Não, ao contrário: são intimamente ligados.

O famigerado senador Romero Jucá (PMDB), capacho de qualquer mandatário e sócio de Renan Calheiros, obedeceu às ordens recebidas: protelar a instalação da CPI da Petrobras. Trabalho sujo? Quem se importa?

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Tags: CPI da Petrobras, Renan Calheiros, Reynaldo Rocha, Reynaldo-BH, Romero Jucá, Senado


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09/04/2014 às 19:58 \ Direto ao Ponto
Equilíbrio na enquete mostra que André Vargas ainda hesita entre um helicóptero de Sérgio Cabral e uma lancha de Ideli Salvatti




Neste começo de noite, ao alcançar a marca de 6.400 votos, a enquete da semana confirmou a emocionante hesitação do (ainda) deputado André Vargas: enquanto 1.647 eleitores acham que ele vai pedir emprestado um helicóptero de Sérgio Cabral, outros 1.619 apostam que o companheiro do PT paranaense sonha com uma lancha de Ideli Salvatti. Como a disputa será encerrada nesta sexta-feira, o desempate deverá ocorrer nos instantes finais. Às urnas, amigos. Vocês decidem.

Tags: André Vargas, enquete, votação


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09/04/2014 às 16:58 \ Opinião
‘Antiga forma’, de Dora Kramer


Publicado no Estadão desta quarta-feira

DORA KRAMER

Falar de assuntos espinhosos de maneira direta e transparente não é com ele.

Portanto, não seria de esperar mesmo que o ex-presidente Luiz Inácio da Silva abordasse o tema Petrobrás da perspectiva dos negócios nebulosos feitos pela estatal no governo dele e que agora estão sob a mira do Ministério Público, Polícia Federal, Tribunal de Contas e Congresso Nacional, na entrevista dada ontem a um grupo de blogueiros.

Lula passou ao largo das dificuldades objetivas que o governo enfrenta para se concentrar na exposição dos detalhes de uma agenda que permita ao PT e ao Planalto sair pela tangente na superação dos obstáculos.

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Tags: blogueiros, Congresso Nacional, Dora Kramer, Lula, Petrobras, PT


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09/04/2014 às 15:01 \ Direto ao Ponto
Os coveiros da CPI são duas provas de que a Petrobras corre o risco de entrar na lista dos grupos criminosos vigiados pela Interpol


ATUALIZADO ÀS 15H01


Se continuasse em segredo a gastança criminosa na refinaria de Pasadena ou na refinaria Abreu e Lima, se a imprensa não tivesse revelado nenhuma das patifarias bilionárias que há semanas afrontam o país que presta, só o pânico provocado no Planalto pela assombração da CPI bastaria para convencer até um bebê de colo de que é preciso devassar com urgência e sem brandura as catacumbas da Petrobras. O que se descobriu até agora grita que 11 anos de governo lulopetista reduziram a maior das estatais a uma portentosa usina de maracutaias. O que falta descobrir pode rebaixar o escândalo do mensalão a coisa de batedor de carteira.

O Brasil Maravilha, repito, não passa de um pobretão metido a besta que se fantasia de rico com um fraque puído nos fundilhos. Coerentemente, a Petrobras inventada por Lula finge prosperar com as sobras da autossuficiência que nunca existiu, esbanja antecipadamente o dinheiro que jamais lucrará com a exploração do pré-sal e, enquanto importa milhões de barris, capricha na pose de sócia atleta da OPEP. Surpreendidos pelo tsunami de delinquências comprovadas, os farsantes no poder decidiram recorrer ao estoque de métodos repulsivos para afastar a estatal das primeiras páginas onde vem estacionando diariamente.

A julgar pelo noticiário da segunda-feira, assim será também nesta semana. “Operação da Polícia Federal aponta intermediação do doleiro Alberto Youssef entre fornecedores da Petrobras, PP e PMDB”, informou o Estadão. ”Petrobras contrata R$ 90 bilhões sem licitação em três anos”, revelou a manchete da Folha. Nesta terça, o Estadão confirmou que o deputado André Vargas foi forçado pelos próprios companheiros a licenciar-se da Câmara “para não alimentar a CPI da Petrobras”. O principal concorrente, baseado numa pesquisa do Datafolha, constatou que “78% dos brasileiros acreditam que há corrupção na Petrobras”.

Levada às cordas pela devastadora sequência de fatos, Dilma Rousseff replicou com outro palavrório de pugilista grogue: “A CPI da Petrobras é fruto da disputa eleitoral”. Nesta tarde, Lula interrompeu o silêncio dos sem-álibi para distrair com bazófias, bravatas e tapeações uma plateia de blogueiros estatizados. ”As pessoas nunca quiseram CPI pra nada, e agora…”, desandou o palanque ambulante. “Então, eu acho que nesse aspecto o PT tem que ir para cima”. A continuação do palavrório confirmou que o maior dos governantes desde Tomé de Souza anda pouco inspirado.

“Mais uma vez, os interesses políticos estão fazendo com que, em época de eleição, a oposição que não tem bandeira, não tem voto, levante a ideia de fazer uma CPI”, repetiu-se, antes de desferir outra bofetada no rosto dos brasileiros decentes: “A gente não pode permitir que, por omissão nossa, as mentiras continuem prevalecendo. Temos que defender com unhas e dentes aquilo que a gente acredita que seja verdadeiro”. Foi, portanto, para garantir o triunfo da verdade que Lula e Dilma selecionaram tão cuidadosamente os coveiros encarregados de enterrar a CPI da Petrobras.

A escolha de Renan Calheiros e Romero Jucá foi, simultaneamente, uma confissão de culpa e um sintoma de desespero. Agindo em parceria, o pecuarista sem rebanho e o fazendeiro do ar (veja o post na seção Vale Reprise) são mais que uma dupla de assassinos da ética e da moral. Os dois prontuários ambulantes valem por um bando. A Polícia Federal e o Ministério Público deveriam anexá-los aos inquéritos e processos que envolvem a estatal.

Renan e Jucá são, sobretudo, duas evidências contundentes de que, pelo andar da carruagem, o governo do PT e da base alugada ainda vai conseguir infiltrar a Petrobras na lista das organizações criminosas sob a mira da Interpol.

Tags: Alberto Youssef, Brasil Maravilha, CPI da Petrobras, Dilma Rousseff, Lula,Petrobras, refinaria Abreu e Lima, Refinaria de Pasadena, Renan Calheiros,Romero Jucá


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09/04/2014 às 14:12 \ Opinião
José Nêumanne Pinto comenta a reação do PT à CPI da Petrobras e o afastamento do deputado André Vargas


Em sua coluna Direto ao Assunto, veiculada pela Rádio Jovem Pan, o jornalista José Nêumanne Pinto comenta a deformação da CPI da Petrobras pelo PT e a trajetória descendente do deputado licenciado André Vargas. Confira:





Tags: André Vargas, CPI da Petrobras, José Nêumanne Pinto, PT


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09/04/2014 às 10:06 \ Opinião
‘Terra do samba e pandeiro’, por Carlos Brickmann


Publicado na coluna de Carlos Brickmann

Obras públicas no Brasil. Aqui há alguns casos de lentidão. A transposição do rio São Francisco, que deveria estar concluída em 2010, ainda está em obras, mas um dia certamente ficará pronta. O trem-bala, que deveria estar pronto para a Copa, ou para as Olimpíadas, ainda não foi sequer licitado. Mas, de acordo com o Ministério do Planejamento, suas obras estão em “andamento adequado”.

Obras públicas fora do Brasil. Depois do Porto de Mariel, em Cuba, construído com financiamento do BNDES brasileiro (e concluído no prazo), vem aí um novo campeão de infraestrutura: a hidrelétrica de Tumarín, Nicarágua ─ país governado pelo bolivariano Daniel Ortega. Custo orçado? Perto de US$ 1 bilhão. Obra a cargo de uma grande doadora de campanhas, a Queiroz Galvão. Financiamento do BNDES, que buscará acordos com o BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento, e o Banco Mundial. Os nicaraguenses não terão gastos, é tudo por nossa conta. O acordo foi discretamente assinado em 21 de março. Pelo Brasil, os signatários são, entre outros, Valter Cardeal, da Eletrobrás, e o presidente da Queiroz Galvão, José Diniz da Silva Filho. Pela Nicarágua, Francisco López, da empresa de energia Alba e tesoureiro do partido governante, o Sandinista.

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Tags: Carlos Brickmann, cartel do Metrô, CPI da Petrobras, Gleisi Hoffmann,planos de saúde, Porto de Mariel, transposição do Rio São Francisco, trem-bala


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09/04/2014 às 7:47 \ O País quer Saber
Especial VEJA: Assis Brasil, o chefe sem chefiados


Publicado na edição impressa de VEJA


Assis Brasil (à esq.) acompanha a entrevista de João Goulart

AUGUSTO NUNES

Na noite de 30 de março de 1964, o chefe da Casa Militar, Argemiro de Assis Brasil, hasteou-se na porta da sala do Palácio Laranjeiras e, com a severidade da expressão acentuada pela farda de general de brigada, interrompeu a conversa entre João Goulart e Tancredo Neves, líder do governo na Câmara dos Deputados. “Presidente, tudo pronto, o esquema já entrou em execução”, comunicou. Fazia duas horas que Tancredo estava lá para demover Goulart da ideia de alta periculosidade: comparecer à reunião promovida no Automóvel Clube por sargentos e suboficiais sublevados. Com apenas nove palavras, Assis Brasil convenceu o dubitativo de nascença a dar o assunto por encerrado e partir para o cenário do seu último discurso antes da queda.

É provável que Jango tenha deduzido que um recado em código fora embutido na segunda parte da frase: “o esquema já entrou em execução”. Isso significava que já estavam de prontidão, ou em ação nas frentes de batalha, todos os integrantes do “dispositivo militar”, codinome de uma formidável rede de conexões clandestinas que interligavam milhares de combatentes dispostos a matar ou morrer pelas reformas de base. Entre 17 de outubro de 1963 e 31 de março de 1964, tanto os “generais do povo” festejados pelos partidários do governo quanto conspiradores que haviam tentado derrubar a direção do berçário na primeira troca de fraldas enxergaram nitidamente o exército invisível: aos 56 anos, aquele gaúcho de São Gabriel conseguira forjar um colosso que abrangia marechais e estafetas, almirantes e grumetes, brigadeiros e aviadores sem milhagem, além de uma demasia de civis com trabucos escondidos num armário.

“O dispositivo militar, que dizem que eu montei, nunca existiu”, confessou Assis Brasil só em 1980. Jango e os demais acampados no Palácio Laranjeiras souberam disso dezesseis anos antes, no momento em que chegou de Minas a primeira notícia inquietante. Em vez de levar a mão ao gatilho, o chefe sem chefiados sacou um telefone ─ não para desencadear a contraofensiva tremenda, mas para perguntar a oficiais menos desinformados o que estava acontecendo. Em 1º de abril, o general sem tropas foi para Brasília, onde já estava o presidente sem poder. Dali voaram juntos para Porto Alegre e depois para uma estância na fronteira com o Uruguai. No dia 4, dividiram um ensopadinho de charque com mandioca preparado por Jango. Horas depois foram para o Uruguai, e ali Assis Brasil concluiu que chegara a hora da separação: “Presidente, vou voltar para o Brasil porque minha missão está cumprida”. A capitulação sem luta não abrandou o ódio dos vitoriosos. Assis Brasil perdeu para sempre a patente e a pensão. Mas nunca perdeu o gosto pelo cultivo de fantasias. “O Exército precisa pagar a dívida que tem comigo”, insistiu pouco antes da morte, em 1982. “Tenho direito ao posto de general de divisão.”

Tags: 1964, Argemiro de Assis Brasil, Assis Brasil, ditadura militar, João Goulart,Veja


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09/04/2014 às 0:19 \ Direto ao Ponto
1 minuto com Augusto Nunes: Se mentiras forjadas para enganar o povo fossem punidas com um dia de cadeia, muita gente no poder não escaparia da prisão perpétua


Tags: 1 minuto com Augusto Nunes, André Vargas, Dilma Rousseff, mentira,prisão perpétua


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08/04/2014 às 17:49 \ Opinião
‘Silêncio eloquente’, de José Casado


Publicado no Globo desta terça-feira

JOSÉ CASADO

Lula emudeceu. Evita falar sobre os prejuízos e o tráfico de influência em alguns dos maiores negócios realizados pela Petrobras durante o seu governo.

Há inquéritos, prisões e debates no Congresso, mas o ex-presidente da República se mantém calado para o público sobre os bilionários “malfeitos” na sua administração.

Estranhável, porque se trata de um político habituado a sair da cama no meio da madrugada, andar até a cozinha e abrir a geladeira apenas para ter o prazer de fazer um breve e secreto “comício” ─ cena que ele mesmo já descreveu inúmeras vezes em praças públicas.

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Tags: CPI da Petrobras, Dilma Rousseff, José Casado, Lula, Refinaria de Pasadena, silêncio


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"Ele tem que entregar a vice-presidência, que é um posto na Câmara essencial ao PT, e neste momento ele não tem como atuar e não pode trancar isso".Henrique Fontana, vice-líder do governo, ao explicar que, para o PT, preencher a vaga aberta por André Vargas com um sucessor à altura do companheiro paranaense é muito mais importante do que apurar as safadezas protagonizadas pelo vice-presidente da Câmara que o partido indicou.


(clique aqui e confira outras frases)

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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

[Novo post] Gilberto Carvalho: ‘Genoino é uma referência de ética’. Obrigado por avisar!




lucianohenrique publicou: " De acordo com matéria da Rede Brasil, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou que pediu para ministros do STF pressionarem Joaquim Barbosa para que este facilite a vida de José Genoíno. Como semp" 



Para responder a esta publicação digite acima desta linha 






Nova publicação em Ceticismo Político 











De acordo com matéria da Rede Brasil, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, afirmou que pediu para ministros do STF pressionarem Joaquim Barbosa para que este facilite a vida de José Genoíno.

Como sempre, eles atribuem às suas pressões as conquistas (como a da liberdade provisória para o petista se tratar), como se Joaquim Barbosa por si só não fosse liberar o tratamento médico de Genoíno.

O mais irônico vem quando Carvalho fala sobre o caráter de seu amigo petista:


Nós não podemos brincar com a vida. Ainda mais com a vida de uma pessoa que deu sua vida pelo país. Quem conhece Genoino sabe disso. Ele é uma referência de ética para nós.

José Genoíno apóia invasão de terras, uma cultura de vitimismo e inveja, quebra de leis, projetos de censura à mídia e ainda dá endosso a governos totalitários, aliados do PT. Como se isso não fosse suficiente, foi condenado por pelo maior caso de corrupção da república brasileira.

Na ótica de Carvalho, isso significa ser uma "referência ética". Sim, é uma referência ética para os petistas, que adotam a moral trotskista, na qual tudo é justificado se for do lado deles.

Qualquer outro partido expulsaria os mensaleiros. O PT, ao contrário, abraça seus corruptos. Esta é a moral trotskista.

Para estes padrões de moral e ética, realmente Genoíno é um referencial. Eu diria que Dirceu e Lula são referenciais ainda mais importantes.

Mas é por causa da "ética" do PT que devemos ficar bem longe deles. Assim, que bom que ele avisou. Devemos agora proteger os presos comuns da presença ao lado de Genoíno, pois ele poderá piorar esses presos.

O ideal para Genoíno seria uma solitária...

domingo, 3 de novembro de 2013

Caso Celso Daniel e Gilberto Carvalho: Tudo a ver!



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Caso Celso Daniel e Gilberto Carvalho: Tudo a ver!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Carvalho, a pomba da paz, pisca para violência emprestando-lhe profundidade sociológica; Azevedo, o rottweiler feroz, acha que a barbárie atrai mais barbárie. Ou: Encontro marcado com dois ministros para logo mais









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29/10/2013 às 19:27



Vocês sabem… Como sou um “rottweiler feroz”, não gosto da violência promovida pelos ditos “ativistas e manifestantes”, seja lá o que isso signifique nestes dias. Entre quem quebra tudo e argumenta, prefiro quem argumenta. Entre quem põe fogo em bens públicos e privados e dialoga, prefiro quem dialoga. E acho que mascarados que promovem o caos nas cidades brasileiras são bandidos. Aqueles artistas que fizeram um vídeo convocando um protesto, que conta com um depoimento em favor dos black blocs, não pensam assim. No Brasil, cães furiosos apostam no diálogo, e as pombas da paz, no confronto. Não somos mesmo um país convencional. Ai, ai… Abaixo, vocês lerão algumas palavras estarrecedoras.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, vai se encontrar com os secretários de Segurança Pública do Rio e de São Paulo — respectivamente, José Mariano Beltrame e Fernando Grella — para discutir as manifestações violentas. Voltarei ao tema na madrugada. Vou demonstrar como Cardozo colaborou, de um modo muito especial, para que a situação chegasse a esse ponto. Pode me aguardar aí, ministro, que a memória é um dos pilares dos que prezam a história. E eu prezo. Neste post, quero chamar a atenção de vocês para a fala de uma outra autoridade: Gilberto Carvalho. Ele é nada menos do que secretário-geral da Presidência. Em trecho de texto do Globo Online, que reproduzo abaixo, de Jaílton Carvalho e Luíza Damé, vocês verão como o sociologismo chulo de Carvalho acaba, objetivamente, dando piscadelas para a violência e para o caos.

Se, ali por volta de junho, Cardozo deu sua cota pessoal de contribuição ao caos, Carvalho agora dá piscadelas à confusão porque ela, em muitos aspectos, é útil ao statu quo. E isso também demonstrarei mais tarde. Leiam o que segue. Volto em seguida.
*
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, convocou uma reunião com os secretários de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, e de São Paulo, Fernando Grella Vieira, para analisar a situação das mobilizações sociais e discutir estratégias de como lidar com atos de violência que têm acontecido durante as manifestações nos dois estados. Durante a reunião, as autoridades deverão discutir se a investigação dos atos de vandalismo, inclusive os atribuídos ao grupo Black Bloc, podem passar à competência da Polícia Federal.

Cardozo também anunciou nesta terça-feira que tropas da Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio serão enviadas para reforçar a segurança em rodovias em São Paulo. O ministro não revelou o número dos policiais e nem o destino final deles por questões estratégicas. O envio der tropas foi acertado no fim da manhã de hoje, entre autoridades do governo de São Paulo com dirigentes da PRF.

Cardozo defendeu a liberdade de manifestações, mas criticou duramente a violência de alguns protestos. “A liberdade de manifestação está prevista na Constituição e deve ser respeitada por todos, inclusive pelas autoridades policiais. Essa situação não se confunde, evidentemente, com o abuso da liberdade de manifestação. Não se confunde com a depredação, com o vandalismo”, disse Cardozo. “Acho que é legitimo que as pessoas se manifestem. Mas, quando a liberdade de expressão ultrapassa o limite da lei, quando outras pessoas são feridas na sua integridade física e patrimonial, quando há um abuso disso, traduzido em prática de delitos, isso não pode ser aceito pelo Estado.”

Carvalho
Também nesta terça-feira, o ministro da Secretaria Geral, Gilberto Carvalho, disse que o governo está preocupado com a violência dos protestos, tanto do lado dos manifestantes quanto dos policiais, mas reconheceu que não há um diagnóstico da situação e do que leva aos ataques. Para o ministro, a polícia tem de agir para evitar destruição do patrimônio público e privado, mas a solução para os atos violentos não pode ser a criminalização dos movimentos nem somente a repressão.

“Ela (violência) é muito mais complexa, agora tem misturado com toda essa questão do crime organizado, a questão dos black blocs. Qualquer pessoa agora tem que ter muito cuidado em analisar essas questões para querer ter um diagnóstico perfeito. De todo modo, nós estamos preocupadíssimos com isso. Desde que as manifestações começaram a derivar para esse caminho da violência, nós ficamos preocupados. Entendemos que não basta criminalizar essa juventude, nós temos de ter um diagnóstico melhor, precisamos entender até que ponto a cultura de violência já vivida na periferia já emigrou para esse tipo de ação”, argumentou Gilberto Carvalho.

O secretário-geral da Presidência também afirmou que haverá uma cooperação entre Rio e São Paulo, com o encontro de Cardozo com os secretários de Segurança dos estados. “É importante o seguinte: trata-se de um fenômeno social que, para podermos ter uma atuação eficaz, nós temos de ter um diagnóstico mais preciso. E nos falta até agora esse diagnóstico mais preciso. Estamos acelerando isso, estamos em diálogo com a polícia, com as autoridades dos estados, estamos buscando e também com a sociedade, com movimentos juvenis. Porque a simples criminalização imediata, ela não vai resolver”, disse Gilberto Carvalho.
(…)

Voltei
Afirmar que a cultura da violência da periferia está migrando para os protestos é só a ideologia a serviço da empulhação. Perguntem aos realmente pobres se eles endossam a depredação. Enquanto as autoridades fizerem essa abordagem, o caos nas ruas vai continuar porque não haverá efetivo combate à truculência. Ocorre que também essa avaliação de Carvalho traduz uma deformação de origem e uma utopia. Cuidarei desses temas mais tarde. Nunca pensem que gente como Carvalho já chegou ao limite. Ele sempre pode ultrapassá-lo.

Por Reinaldo Azevedo


Tags: Gilberto Carvalho, José Eduardo Cardozo, violência



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87 Comentários



Augusto César Ribeiro Vieira - 


30/10/2013 às 1:35Seu comentário está aguardando moderação


Reinaldo, essa é a minha visão, com base naquilo que eu escuto de literalmente todos os que encontro nas ruas. O que ocorre é eu existe uma insatisfação geral d todo o povo brasileiro contra o PT “et caterva”. Por isso, a população protesta.
Moro em uma cidade em que uma prefeitura petista foi responsável por uma verdadeira catástrofe, maior do que a catástrofe natural que ocorreu em janeiro de 2011: Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. O ex-prefeito Jorge Mário Sedlacek (dou nome aos bois), expulso a toque de caixa pelo povo após ter ficado milionário por conta das enchentes que vitimaram mais de mil pessoas naquela ocasião (os desabrigados estão desabrigados até hoje). Com medo de manifestações de insatisfação geral que começaram em junho deste ano, que marcaram o início da atuação dos “black blocs”, é que o governo petista tem usado do expediente dos “queridinhos” do Caetano Veloso para queimar o filme” de tais manifestações verdadeiramente populares. Esses “black blocs” são, sim, crime organizado. São, sim, fascismo descarado. Em um artigo bem escrito (“Quando o fascista grita ‘fascista!’”), o companheiro de vocês da “Veja”, Sérgio Rodrigues, disse:
“O termo ganhou seu primeiro registro em português em 1921 nas páginas da revista “A Cigarra”, segundo a datação do dicionário Houaiss. Vinha da Itália, onde, apenas dois anos antes, Benito Mussolini tinha fundado o movimento fascista – uma palavra derivada do italiano fascio, “liga, associação política e sindical”, e portanto herdeira do latim fascis, literalmente “feixe, molho” e, por extensão, “grupo, ajuntamento”… Em Cachoeira, porém, ficou claro que o parafuso tinha dado mais uma volta. Ninguém precisa concordar com as ideias de Magnoli e Pondé para reconhecer o óbvio: se havia pessoas próximas do fascismo ali, eram aquelas que, num fascio, ou seja, “grupo, ajuntamento”, agiam com violência e à margem da legalidade para calar seus adversários. Ou seja, fascistas eram os que gritavam “fascista!”. Assim se constrói a novilíngua”
Isso nos dá uma noção exata dos “black blocs”. E não só deles, mas também das doutrinas de esquerda, essa mesma esquerda que minha esposa chama de “manicômio cinco estrelas”. São grupelhos, fixe, grupos ou ajuntamentos, aparelhados e defendidos pelo governo de viés fascista do PT, segregador e fomentador de “fascios” que depois vem defender como “movimentos juvenis”. Juvenil foi o nazismo (nacional socialismo) de Hitler que colocou adolescentes para lutarem na guerra a partir de treze anos de idade.
O que eles querem é manchar de sangue manifestações de oposição a eles mesmos. Está mais do que claro de que lado estão esses criminosos que, de tão covardes que são, colocam a saia da mamãe na cara para escondê-la.
Gilberto Carvalho foi de uma extrema infelicidade ao declarar, ou melhor, expelir o que declarou. Absolutamente execrável que disse. Sem mais comentários.

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905