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terça-feira, 19 de novembro de 2013

[Novo post] Seita de fanáticos




lucianohenrique publicou: " Em 1982, o diretor canadense Ted Kotcheff, que acabara de lançar o primeiro (e melhor) filme da série Rambo, com Sylvester Stallone, lançou um trabalho obscuro, distribuído no Brasil como "Seita de Fanáticos" (Split Image, no original). Nunca foi lanç" 



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Nova publicação em Ceticismo Político 











Em 1982, o diretor canadense Ted Kotcheff, que acabara de lançar o primeiro (e melhor) filme da série Rambo, com Sylvester Stallone, lançou um trabalho obscuro, distribuído no Brasil como "Seita de Fanáticos" (Split Image, no original). Nunca foi lançado em VHS, e nem posteriormente em DVD. Somente teve uma ou duas exibições no SBT.

No filme, o jovem Danny Stetson (Michael O'Keefe), estudante e ginasta, é seduzido por uma garota, Rebecca (Karen Allen, de Caçadores da Arca Perdida), e aceita participar de uma seita da qual ela faz parte. Nessa seita, ele é programado pelo líder carismático, Neil Kirklander (Peter Fonda), para acreditar que sua nova vida agora possui o verdadeiro significado (e ele passa a achar que o significado anterior era apenas uma ilusão).

Os pais de Danny, interpretados por Brian Dennehy e Elizabeth Ashley, contratam um caçador de recompensas, Charles Pratt (James Woods) para sequestrar o jovem, e fazer uma reprogramação de sua mente. Os momentos da reprogramação são aqueles onde a violência psicológica corre solta, mas tudo é necessário para livrá-lo de um fanatismo que antes o fazia até colocar em risco a vida de seus pais.

Aliás, a antiga chamada do SBT trata a seita como se fosse religiosa, mas na verdade é uma mistura de naturismo e filosofia hippie:


Quem assistiu no filme no SBT, lá no fim dos anos 80, tem mais facilidade para entender o que se passa na mente dos petistas. Ao contrário dos partidários de outros partidos, eles são realmente fanáticos, incapazes de encontrar um sentido para suas vidas fora do partido. José Dirceu, Luís Inácio Lula da Silva e José Genoíno não passam de seus líderes carismáticos, os quais são colocados acima do bem e do mal.

Embora esta constatação sempre tem sido uma obviedade difícil de ser negada, raras vezes ela foi observada com tamanha nitidez como no comportamento de petralhas diante das recentes notícias da condenação de mensaleiros.

Breno Altman, por exemplo, pediu a prisão de Joaquim Barbosa. Motivo? Ele deu a sentença para a condenação dos mensaleiros. É exatamente isso que ele afirmou. Acredite se quiser:


O ministro Joaquim Barbosa passou dos limites. Associado ao que há de pior na imprensa e na sociedade brasileiras, produziu um processo farsesco, a revelia de provas e testemunhos, forjando uma narrativa que servia aos interesses da casa grande. Havia, contudo, alguma preocupação em manter as aparências e em respeitar ao menos as formalidades legais. Dessa vez mandou às favas qualquer cuidado com a lei, a Constituição e o decoro.
A gravidade da situação vai além das obrigações técnicas de defensores profissionais. Diante da tirania, só cabe a repulsa e a indignação. Se necessário, a rebeldia. Oxalá os pares de Barbosa não subscrevam suas atitudes torpes. Se a coragem fosse um atributo da vida política brasileira, esse homem deveria estar respondendo por seus malfeitos.
Quanto mais passa o tempo, maior a sensação de que falta alguém lá na Papuda. O país não pode conviver com um fora-da-lei na presidência da Corte Suprema.

Quem em sã consciência acharia normal sair pedindo a prisão de juízes pela condenação de criminosos? Só pessoas que perderam todo o senso crítico. Mas com certeza Altman achou concordância em vários discípulos do PT.


Quando Jefferson disse que "tudo valeu a pena", em relação às denúncias que ele fez sobre o Mensalão, veja alguns comentários de fanáticos da seita, na caixa de comentários de outra matéria: 
"Obrigado seu idiota! Você está indo pro inferno da pior maneira que um ser humano poderia ir. Alíás chama-lo de ser humano é muito elogio. Uma mula de vossa marca tem mesmo é que morrer pastando. Mas, vosso destino ingrato dá-lhe a oportunidade de tentar arrepender de vossa burrice. Você está indo pro inferno e quem você injuriou e acusou indevidamente vai pisar em cima da sua cova e vai falar : Tomastes infeliz??? Hihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihihi" 
"Aqueles quem você prejudicou com suas mentiras sairão desta loguinho enquanto você está condenado não pela justiça, mas pelo Capeta. Seu destino está traçado. Veja se isto que você fez vai lhe adiantar alguma coisa? Os outros ficarão aqui e você além de ter ficado desmoralizado, estaís entre os piores condenados, pois está sendo comido pela sua doença. Veja se isto valeu a pena? Os outros ficarão aqui e você irá fazer companhia a outros traíras lá no inferno, Bem feito, será menos um bandido na face da terra." 
"O Câncer que lhe corroe as entranhas está de parabéns , pois vai levar pro inferno algo tão indecente como você! Esperamos que você seja comido por este câncer e bem devagarinho. O Capeta estará na porta da sua cela para leva-lo para fazer companhia ao Civita. Esperamos que vocês três sejam bem felizes no inferno. Você o Civita e o Capiroto." 
"Não há nada mais desprezível que dedo-duro. Sem entrar no mérito dos demais, esse Jeferson já está sendo punido pela justiça divina. Está a serviço. Nunca foi patriota e agora fica dando uma de bacana?" 
"Roberto Jeferson, aqui vai minha solidariedade: VOCÊ VAI MORRER DE CÂNCER EM BREVE, E O DEMÔNIO TE ESPERA NO INFERNO!" 
"Verdadeiro Traíra, Cacoete, Dedo duro, Judas em carne e osso, travestido de honesto e bom moço, mas levou quatro milhões e meio de real para seu bolso e não contou nem para a justiça. Participou de uma encrenca que se beneficiou e ainda culpou gente inocente. Não merece confiança." 

Esse tipo de discurso não configura um caso isolado, mas um padrão comportamental de membros de uma seita radical que leva a religião política às últimas consequências.

Se compararmos com o filme de Kotcheff, a seita de Kirklander era muito menos nociva, pois, no máximo, destruía a vida das pessoas que dentro dela estavam. A ameaça à vida dos que estavam de fora só ocorria quando estes ameaçavam a paz da comunidade, como no caso dos pais de Danny, ao tentarem tirá-lo da seita.

Por outro lado, a seita petista nasceu para que seus fiéis estivessem motivados a destruir a sociedade civilizada que existe em um mundo externo a eles, assim como atacar a democracia de todas as formas. E, quando ameaçados (como no caso das investigações e prisões do Mensalão), reagem violentamente e sem o menor traço de racionalidade ou civilidade. O mundo exterior torna-se inimigo deles.

Enquanto seitas da vida real, como as de Jim Jones e David Koresch (as quais ambas terminaram com o suicídio de vários de seus seguidores, e que lembram em muitos aquelas vistas no filme de Kotcheff), causam destruição a seus adeptos, a seita petista não apenas destrói a auto-imagem de seus adeptos, mas principalmente causam danos à sociedade civil.

O comportamento dos petralhas, em ódio absoluto pelo mundo exterior (quando se sentem ameaçados), com perda de toda e qualquer referência da realidade objetiva, pode qualificá-los como uma versão mais extrema e perigosa de movimentos como a Al Qaeda, ou de seitas como as de Jim Jones e David Koresch.

Assim como nesses exemplos, na postura deles não há mais a busca pelo diálogo racional, por uma moral universal ou mesmo por comportamentos socialmente aceitáveis. Ao verem suas ideologias podres contestadas, revoltam-se, pois na verdade é a sua identidade que está sendo posta em jogo. Sem sua servidão aos líderes petistas, a vida deles não há mais sentido. 

O pior de tudo é notar que a visão deles já está compartimentada (como no título original do filme de Kotcheff), e, portanto, nenhum julgamento que eles façam pode ser confiável. Se não há mais uma visão tendendo à busca da objetividade no mundo, eles podem ao mesmo tempo achar lícito o assassinato de inocentes, como no momento seguinte chorar pela morte de um criminoso.

Deveríamos ter pena deles se eles não fossem perigosos. Ao contrário, essa é a seita de fanáticos mais perigosa de nosso país.















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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

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-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905