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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

[resistencia-democratica] Resumo 16874

Mensagens neste resumo (15 Mensagens)

Mensagens

1.1.

Do mito da concórdia à babel da discórdia geral

Enviado por: diogocw2@netcourrier.com   diogoc25

Ter, 14 de Jan de 2014 6:22 pm



Balanço dos fatos que aconteceram em 2012. Ainda não foi publicado no site da Revista CATOLICISMO, o balanço do que aconteceu em 2013.

A União Europeia transformou-se numa real "desunião europeia"; os EUA polarizaram-se em duas metades inconciliáveis; divisão no mundo católico em face da interpretação do Concílio Vaticano II e caos no sonho de concórdia irenista universal; 18 Prêmios Nobel fixaram o "pêndulo do Apocalipse" a cinco minutos do fim.

Luis Dufaur

Do mito da concórdia à babel da discórdia geral

Economistas, colunistas, editorialistas, Prêmios Nobel e outras sumidades lucubraram uma penca de hipóteses sobre o futuro da Europa. De claro só sinalizaram uma coisa: a inexistência de líderes ou de pensadores à altura do desafio.

A ilusão de uma Europa como a sonhada nos anos 50 pelos pais fundadores da União Europeia foi se diluindo como fumaça. Esses "pais" imaginaram uma "filha" altamente democrática, já não mais hostil ao cristianismo como o democratismo laico do século XIX, herdeiro da Revolução Francesa. O comunista sentar-se-ia junto ao capitalista, o próprio anarquista junto ao aristocrata, o anticlerical ao lado do católico, e todos dialogariam sem graves impedimentos, visando consensualmente um porvir da Europa. As rivalidades nacionais e regionais se evolariam. E, de braços dados, também as religiões iriam superando os conflitos e diferenças do passado. Entretanto, em 2012 o mito da concórdia e do consenso não resistiu à prova da realidade. O sonho virou pesadelo e a discórdia geral ficou indisfarçável.

A União Europeia passou a ser tratada de "desunião europeia", enquanto desenhos e caricaturas representavam esfarrapada sua bandeira de doze estrelas. Falou-se em criar dois euros, um "forte" e outro "fraco", em excluir alguns países da união monetária, e até em voltar às antigas moedas nacionais. Estudos e planos nesse sentido foram elaborados no segredo dos mais altos grupos econômicos. O sonho utópico resistia ainda em dezembro. Propunham-se esquemas fiscais e de governo cada vez mais ditatoriais, causando arrepios à população.

Hungria proclama verdades e UE tenta amordaçá-la

Bastou que uma nação da União Europeia inscrevesse em sua constituição princípios cristãos para que o coro dos países em desordem se levantasse em bloco contra ela. Com efeito, em janeiro, passou a vigorar na Hungria uma Lei fundamental que invoca para o país a bênção de Deus e se ufana pelo "fato de há 1000 anos nosso rei Santo Estêvão ter criado o Estado húngaro sobre base sólida e inserido nossa pátria como parte da Europa cristã". A referida constituição define o casamento como"união entre um homem e uma mulher", "base para a sobrevivência da Nação", e protege a vida do nascituro desde a concepção até a morte natural. Mas para a desvairada UE o povo húngaro estava "abolindo a democracia". Falou-se até em "expulsão da Hungria da União Europeia como algo que não é mais impensável" ("O Estado de S. Paulo", 3-1-12).

Recrudescimento da Teologia da Libertação

Eivada de erros marxistas, retomou fôlego em 2012 a anacrônica Teologia da Libertação (TL), particularmente na América Latina. O ressurgir deste velho erro provocou uma tragédia emblemática na então Pontifícia Universidade Católica do Peru, onde se aninharam ativos sequazes do Pe. Gustavo Gutiérrez, tido como o fundador da TL. Após pertinaz violação dos estatutos da instituição, levada a cabo por uma reitoria dominada por prosélitos desta teologia desviada, a Santa Sé retirou-lhe o direito de utilizar o nome de Pontifícia e de Católica. A Universidade Católica de Louvain, na Bélgica, uma das mais conhecidas do mundo católico, declarou-se solidária com a reitoria rebelde do Peru. Por sua vez, no Brasil, o desacato à nomeação do novo reitor da PUC-SP suscitou o temor do surgimento de um caso semelhante ao peruano.

50 anos depois: interpretações conflitantes do Vaticano II

No dia 11 de outubro foi comemorado o 50º aniversário da inauguração do Concílio Vaticano II. Bento XVI relembrou o otimismo presente na humanidade em 1962, o qual influenciou a atitude dos padres conciliares face ao mundo moderno. Por sua vez, o Cardeal Walter Kasper, presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, órgão responsável pelo ecumenismo, observou que não só a "fé otimista no progresso há tempo se evaporou", como a Igreja não parece viver "a etapa primaveril que o Concilio Vaticano II supunha, mas, ao contrário, na Europa tem-se a impressão de que se vive uma fase invernal" (Zenit, 18-11-12). Para o cardeal — considerado progressista — na sua "ambivalência", "os textos conciliares albergam um amplo potencial conflitivo". Ele reconheceu a maciça apostasia de sacerdotes, de religiosos e de religiosas, o esvaziamento das igrejas e a expansão dos movimentos de rebelião.

Intensificação da "cristofobia" e de blasfêmias

Em Bruxelas — capital da católica Bélgica e sede da União Europeia — foi banida a tradicional árvore de Natal erguida todos os anos na Grand-Place, enquanto em Hamburgo, na Alemanha, foram decretados feriados os dias de festa do Islã.

Ao longo de 2012, o mundo laicizado revelou uma vontade implacável de enxotar a Igreja Católica da face da Terra. Uma sucessão de blasfêmias percorreu o ano do início ao fim. A título de exemplo, basta mencionar a infame exibição na National Gallery of Art de Londres de uma cena da Anunciação com personagens despidos. Ou a primeira página do pasquim parisiense Charlie Hebdo, de 7 de novembro, que estampa uma abominável blasfêmia a respeito da Santíssima Trindade.

EUA: polarização e perspectiva de instabilidade

Os debates presidenciais nos Estados Unidos, evidenciaram a acentuada polarização ideológica no País

O presidente Barack Hussein Obama comandou um país rachado e mais polarizado do que nunca. O "messias" — que em 2008 prometia unir os EUA — continuou se revelando em 2012 um ardido socialista que asfixia a liberdade da Igreja Católica pela imposição da prática do aborto e do controle da natalidade aos institutos de saúde, de caridade e de educação católicos. Ele negou aos profissionais da saúde até o direito à objeção de consciência e tentou obrigar os orfanatos católicos a entregar crianças para serem adotadas por duplas homossexuais.

América Latina: declínio do populismo

Alguns presidentes esquerdistas do continente foram atingidos pelo câncer no início do ano. Hugo Chávez levantou a hipótese estapafúrdia de os EUA estarem na origem do surto. Chorou em cerimônia religiosa e implorou a Jesus mais um pouco de vida. Anunciou depois sua vitória definitiva sobre a doença. Mas em novembro voltou a Cuba para novos tratamentos contra a moléstia. De lá retornou apressadamente à Venezuela para designar seu sucessor — algo muito difícil, pois o chavismo apresenta ferozes divisões internas — e voltou a embarcar para Havana, onde em dezembro submeteu-se a uma "complexa" e muito demorada cirurgia para extirpar um câncer maligno. O sucessor Nicolás Maduro preparou os chavistas para o pior. Ao ocaso da saúde de líderes esquerdistas latino-americanos correspondeu um estiolamento de seu "carisma" e de sua influência. Chávez se fez reeleger mais uma vez em eleições nas quais o cômputo de votos foi de honestidade duvidosa. A força demonstrada pela oposição arrefeceu o júbilo da vitória. No final do ano, os governantes da Bolívia, Equador e Nicarágua, satélites da Venezuela chavista, caracterizaram-se pelo silêncio.

Brasil: o julgamento do mensalão

No Brasil, a opinião pública de modo geral acompanhou com atenção o julgamento dos imputados no "mensalão". Achava-se que o núcleo político mais representativo do PT acabaria não sendo julgado; ou se julgado não seria condenado; e se condenado, as penas seriam de tal maneira mitigadas que equivaleriam a uma impunidade. O fato de a maioria dos ministros do STF ter sido indicada durante os dois últimos governos petistas também parecia ser outro fator para uma possível atenuação do julgamento. A equiparação da união homossexual a uma família normal, a descriminalização do aborto de fetos anencéfalos e as cotas por seleção racial dos estudantes nas universidades, aprovadas pelo STF em abril, decisões de forte conteúdo ideológico esquerdista, alimentavam o receio de que o julgamento do mensalão favoreceria os mensaleiros petistas e seus aliados políticos.

A popularidade auferida subitamente pelo STF e pelo relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, patenteou que, sob as aparências de conformidade e anestesia, na opinião pública brasileira havia imensas zonas de insatisfação à procura de uma válvula de escape. O julgamento do "mensalão" ainda não havia sido concluído e uma nova onda de denúncias de corrupção já visava o ex-presidente Lula.

Novo Código Florestal e projeto de novo Código Penal

Os casos de corrupção desviaram as atenções da ideologia marxistizante e do "progressismo" da esquerda católica que se mantinham intocados no PT e em seu governo. Essas doutrinas impulsionaram um Código Florestal que, embora atenuado pela Câmara dos Deputados, foi restaurado em muitos dos pontos mais radicais por imposição da presidente Dilma Rousseff. Por sua vez, o projeto de novo Código Penal mostrou-se assustadoramente esquerdista. "Não tem conserto. Os erros são de tamanha gravidade, de tamanha profundidade, que não tem mais como consertar", afirmou o Prof. Miguel Reale Junior à revista Consultor Jurídico.

Eleições municipais de São Paulo

Um candidato tido como outsider — Celso Russomano (PRB) — ameaçava desbancar a dupla PT-PSDB na disputa pelo governo da capital do mais populoso e mais rico estado da União. O Cardeal-Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Scherer, emitiu uma nota alertando os fieis sobre o referido candidato. "Nota de repúdio redigida a pedido de D. Odilo Scherer levanta dúvidas sobre a conduta do PRB em caso de vitória eleitoral",informou "O Estado de S. Paulo" (14-9-12). A nota foi lida em todas as missas da arquidiocese. O presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno, afirmou nessa ocasião que "não se pode instrumentalizar a religião para angariar votos" — frase que, pronunciada simultaneamente à nota arcebispo de São Paulo, adquiriu uma conotação de censura àquele candidato ("O Estado de S. Paulo", 15-9-12).

Saudades do retorno à ordem

A sensação incômoda de viajar num navio deslumbrante pela exuberância de suas realizações técnicas, mas que avança raspando em iminentes tragédias desconhecidas, fez com que inúmeras pessoas procurassem uma tábua de salvação em algo completamente diverso deste mundo ameaçado.

Uma amostra característica disso se pôde apalpar por ocasião das comemorações dos 60 anos de reinado da rainha Elizabeth II da Grã-Bretanha. Milhões de britânicos saíram às ruas em celebração durante dias a fio, enquanto bilhões de homens de todas as raças dos quatro cantos do planeta acompanhavam aquelas solenes cerimônias pela TV ou pela Internet. Envolta numa pompa que conserva muito da sacralidade medieval, aureolada de prestígio, a rainha inglesa celebrou aparentemente sem esforço seu jubileu de diamante, enquanto qualquer líder político moderno se esfalfa para se reeleger ou — já é grande coisa! — não ser vituperado pelo povo que democraticamente diz representar. A rainha, sem poderes de governo e com 86 anos de idade, mostrou atrair e influenciar muito mais com o aparato régio do que qualquer governante, não só de seu país, mas do mundo inteiro. "É uma figura materna e protetora, mãe benfeitora da nação, que faz o povo acreditar sempre em seu destino histórico" — escreveu o jornalista francês Stéphane Bern. "O essencial de seu trabalho não é tanto presidir as cerimônias oficiais, mas preservar a mística da monarquia". Bern aludiu àquele superior desígnio que faz dos monarcas uma imagem viva de Deus como Rei do Universo, ainda quando a rainha britânica seja, infelizmente, chefe nominal de uma falsa igreja!

No mesmo mês, a super-tempestade Sandy atingiu a cidade de Nova York e a costa leste dos EUA, causando mais de 100 mortes e danos materiais estimados em quase 50 bilhões de dólares. Em Breezy Point, bairro da periferia de Nova York, deflagrou-se em decorrência da tempestade um incêndio que consumiu com furor inaudito centenas de casas durante a noite. Todos os elementos entraram em ação para destruir. Porém, no dia seguinte, causou assombro ver que em meio às cinzas do bairro, uma imagem de Nossa Senhora das Graças se conservara intacta em seu nicho. O "The Wall Street Journal", órgão econômico líder em tiragem nos EUA, estampou grande foto da imagem em sua primeira página.

Catástrofes? Quais? Naturalmente falando, tudo está posto para que a humanidade, sem ter quem a conduza pelas vias do bem, se precipite no despenhadeiro da anarquia. As falsas promessas irenistas de reconciliação universal das religiões e filosofias, entre si e com o mundo, prenunciam uma queda que só cessaria quando se atingisse o fundo do abismo da recusa de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Santa Igreja Católica. Um abismo do qual parece emergir a gargalhada satânica do anjo revoltado que acredita ser vencedor.

Porém, os fatos de Lourdes e Breezy Point nos conduzem à conclusão de que, diante de perspectivas apocalípticas que tomam corpo no horizonte, fica em pé algo que vale infinitamente mais do que todos os cálculos e todos os projetos humanos: a promessa indefectível de Nosso Senhor Jesus Cristo à sua Igreja, de que "as portas do inferno não prevalecerão". Promessa reforçada por Nossa Senhora em Fátima, quando disse: "Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará". Elas apontam para um rumo de acontecimentos radicalmente diverso do que se definiu no terreno humano durante 2012. Rezemos com confiança à Santíssima Virgem para que essas promessas se efetivem em 2013, ainda que tenhamos para isso que atravessar as mais angustiantes situações.

E-mail para o autor: catolicismo@catolicismo.com.br

O artigo

http://www.catolicismo.com.br/materia/materia.cfm?IDmat=6850B9E3-05B5-72F2-2C532E50803F1571&mes=Janeiro2013&pag=3

2.1.

Re: Xisto reduz venda da Petrobras aos EUA

Enviado por: "francisco.vianna@terra.com.br" francisco.vianna@terra.com.br   frvianna1938

Ter, 14 de Jan de 2014 6:38 pm



Diogo,

Mais do que o Brasil, quem está se ressentindo disso é a Venezuela, pois as
compras de petróleo dos EUA foram reduzidas em quase 80 por cento e a PDVSA
perdeu mão de obra especializada e, sem manutenção, a estatal está na
descendente, com queda da extração e do refino e com enormes contas para
pagar, principalmente à Russia, pelos armamentos.

Em 2016, os EUA estarão exportando petróleo...

Para ver o mal que o socialismo causa. E nós estamos nessa rota de colisão..


Mais do que nunca, em outubro teremos a oportunidade -- talvez a última --
de reverter esse destino trágico.

VIANNA






-------Original Message-------

From: diogocw2@netcourrier.com
Date: 13/01/2014 10:51:12
To: resistencia-democratica@yahoogrupos.com.br
Subject: [resistencia-democratica] Xisto reduz venda da Petrobras aos EUA


Xisto reduz venda da Petrobras aos EUA


Estadão Cláudia Trevisan


A alta velocidade com que os Estados Unidos ampliam sua produção de petróleo
de xisto mudou o cenário geopolítico global associado ao combustível e
contribuiu para uma redução de 60% nas exportações brasileiras do produto
para o mercado americano em um período de dois anos. Em 2013, pela primeira
vez, a Petrobras vendeu mais para a China do que para os EUA, que durante
anos foi seu maior comprador.


Desde 2008, os Estados Unidos ampliaram em 50% a sua produção, graças à
tecnologia que permite a retirada de petróleo de rochas de xisto. Só no ano
passado, a expansão foi de 1 milhão de barris/dia, mais que a soma do
aumento registrado em todos os demais países, segundo dados oficiais.


A previsão do governo é que aumento semelhante se repetirá em 2014, o que
elevaria a produção americana a 8,5 milhões de barris/dia. Com expansão
adicional de 800 mil barris esperada para 2015, o volume chegaria a 9,3
milhões de barris dia, próximo ao recorde de 9,6 milhões alcançado em 1970.


A maior produção diminuiu a dependência dos americanos de importações do
instável Oriente Médio e colocou a China na pouco invejável posição de maior
importador mundial de petróleo, inclusive do Brasil. Em 2005, os Estados
Unidos importavam 60% do combustível que consumiram. No ano passado, o
porcentual caiu a 36% e as projeções apontam para um índice de 25% em 2016.


Esse movimento, aliado à maior demanda no Brasil, diminuiu os embarques de
petróleo para os Estados Unidos de US$ 8,7 bilhões em 2011 para US$ 6,8
bilhões no ano seguinte e cerca de US$ 3,4 bilhões em 2013, com redução de
60% em dois anos. Nesse mesmo período, as exportações totais de petróleo
recuaram 40%, para US$ 12,96 bilhões no ano passado.


Segundo a Petrobras, a redução mais acentuada das vendas para os EUA foi
provocada por maior nível de processamento de petróleo em suas refinarias,
aumento da demanda em outros países, como China e Índia, e mudanças
estruturais no mercado americano, provocadas pela intensa produção de
petróleo de xisto (shale oil, em inglês).


A previsão da estatal para 2014 é que as exportações para os Estados Unidos
continuem no mesmo patamar registrado no ano passado.
Enquanto os EUA ampliaram rapidamente a sua produção nos últimos seis anos,
a Petrobras avançou em ritmo mais lento. Em 2008, a estatal produzia uma
média de 1,85 milhão de barris/dia de petróleo. No ano passado, o número foi
de 2,2 milhões, o que representou uma alta de 19%. As informações são do
jornal O Estado de S. Paulo.


http://br.noticias.yahoo
com/xisto-reduz-venda-petrobras-aos-eua-104200761--finance.html

2.2.

Re: Xisto reduz venda da Petrobras aos EUA

Enviado por: "Rivadávia Rosa" rivadavia.r@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 8:58 pm



A 'l�gica' esquerdista � de que os EUA "roubam" os recursos naturais dos
pa�ses pobres ...., assim, n�o ser�o mais "roubados" ...

Em 13 de janeiro de 2014 10:51, <diogocw2@netcourrier.com> escreveu:

>
>
> *Xisto reduz venda da Petrobras aos EUA*
>
> Estad�o Cl�udia Trevisan
>
> A alta velocidade com que os Estados Unidos ampliam sua produ��o de
> petr�leo de xisto mudou o cen�rio geopol�tico global associado ao
> combust�vel e contribuiu para uma redu��o de 60% nas exporta��es
> brasileiras do produto para o mercado americano em um per�odo de dois anos.
> Em 2013, pela primeira vez, a Petrobras vendeu mais para a China do que
> para os EUA, que durante anos foi seu maior comprador.
>
> Desde 2008, os Estados Unidos ampliaram em 50% a sua produ��o, gra�as �
> tecnologia que permite a retirada de petr�leo de rochas de xisto. S� no ano
> passado, a expans�o foi de 1 milh�o de barris/dia, mais que a soma do
> aumento registrado em todos os demais pa�ses, segundo dados oficiais.
>
> A previs�o do governo � que aumento semelhante se repetir� em 2014, o que
> elevaria a produ��o americana a 8,5 milh�es de barris/dia. Com expans�o
> adicional de 800 mil barris esperada para 2015, o volume chegaria a 9,3
> milh�es de barris dia, pr�ximo ao recorde de 9,6 milh�es alcan�ado em 1970.
>
> A maior produ��o diminuiu a depend�ncia dos americanos de importa��es do
> inst�vel Oriente M�dio e colocou a China na pouco invej�vel posi��o de
> maior importador mundial de petr�leo, inclusive do Brasil. Em 2005, os
> Estados Unidos importavam 60% do combust�vel que consumiram. No ano
> passado, o porcentual caiu a 36% e as proje��es apontam para um �ndice de
> 25% em 2016.
>
> Esse movimento, aliado � maior demanda no Brasil, diminuiu os embarques de
> petr�leo para os Estados Unidos de US$ 8,7 bilh�es em 2011 para US$ 6,8
> bilh�es no ano seguinte e cerca de US$ 3,4 bilh�es em 2013, com redu��o de
> 60% em dois anos. Nesse mesmo per�odo, as exporta��es totais de petr�leo
> recuaram 40%, para US$ 12,96 bilh�es no ano passado.
>
> Segundo a Petrobras, a redu��o mais acentuada das vendas para os EUA foi
> provocada por maior n�vel de processamento de petr�leo em suas refinarias,
> aumento da demanda em outros pa�ses, como China e �ndia, e mudan�as
> estruturais no mercado americano, provocadas pela intensa produ��o de
> petr�leo de xisto (shale oil, em ingl�s).
>
> A previs�o da estatal para 2014 � que as exporta��es para os Estados
> Unidos continuem no mesmo patamar registrado no ano passado.
> Enquanto os EUA ampliaram rapidamente a sua produ��o nos �ltimos seis
> anos, a Petrobras avan�ou em ritmo mais lento. Em 2008, a estatal produzia
> uma m�dia de 1,85 milh�o de barris/dia de petr�leo. No ano passado, o
> n�mero foi de 2,2 milh�es, o que representou uma alta de 19%. As
> informa��es s�o do jornal O Estado de S. Paulo.
>
>
> http://br.noticias.yahoo.com/xisto-reduz-venda-petrobras-aos-eua-104200761--finance.html
>
>
>
>
3.

(no subject)

Enviado por: "Álvaro Pedreira de Cerqueira" alvaropcerqueira@uol.com.br

Ter, 14 de Jan de 2014 6:40 pm



Revista MERCADO COMUM, B. Hte., MG – Ano XXI, Nº 246 Dez 13/Jan 14

Descarga Tributária no Brasil bate recorde em 2012

No dia 4 de março, o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT
divulgou que a carga tributária brasileira em 2012 chegou a 36,27% do PIB.
De acordo com o presidente do Conselho Superior e coordenador de estudos do
IBPT, Gilberto Luiz do Amaral, o baixo PIB registrado no ano passado e a
alta arrecadação tributária ocasionaram o aumento da carga tributária,
superando inclusive o índice de 2011, que foi de 36,02%. "Nem mesmo as
desonerações e o fraco desempenho do PIB conseguiram diminuir a carga
tributária brasileira", analisa Amaral. O levantamento do IBPT foi feito a
partir dos dados do PIB brasileiro divulgados pelo IBGE na última
sexta-feira, dia 1º de março.

A economia brasileira pisou no freio no ano passado. O governo zerou o IPI
em carros e eletrodomésticos, desonerou a folha de pagamento de muitos
setores da indústria, mas não adiantou. O PIB teve o pior crescimento em
três anos, registrando expansão de apenas 0,9% em 2012.

Mesmo assim, os impostos mais uma vez correram na contramão. A carga
tributária brasileira cresceu para 36,27% do PIB. É um recorde histórico, e
nem as vantagens concedidas às empresas pelo governo afetaram a arrecadação
de impostos que, no ano passado, totalizou R$ 1,59 trilhão.

Os tributos que mais cresceram estão ligados a renda e ao emprego. O INSS
cresceu porque muita gente foi contratada ou formalizou sua situação, e
também mais brasileiros entraram na faixa de contribuição do Imposto de
Renda.

O estudo do IBPT concluiu que a arrecadação tributária chegou a R$ 1,59
trilhão em 2012, contra R$ 1,49 trilhão registrado em 2011. Nominalmente,
houve crescimento de 7,03% na arrecadação tributária, enquanto o PIB variou
6,26%. "O IBPT havia previsto uma pequena queda da carga tributária de 2012,
mas a surpreendente arrecadação de novembro e dezembro e o fraco desempenho
do PIB resultaram em novo recorde histórico" , comenta o tributarista. Nos
últimos dez anos, a carga tributária cresceu 3,63 pontos percentuais, com
média de 0,36 ponto percentual ao ano.

..

---
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4.

Fw: PEDRINHAS: mais uma ponta dos icebergs do caos - Marco Antonio d

Enviado por: "gracialavida" dgferraz@terra.com.br   en_gracias

Ter, 14 de Jan de 2014 8:16 pm





Pedrinhas: mais uma ponta dos icebergs do caos.

Marco Antonio dos Santos
Empres�rio e professor
Analista de Intelig�ncia estrat�gica.

Os acontecimentos no complexo penitenci�rio de Pedrinhas no Maranh�o s�o apenas mais uma das in�meras pontas de icebergs que est�o imersos no caos das m�s pol�ticas p�blicas ou da aus�ncia delas nas administra��es federal e estaduais desde 2003. Para qualquer setor que se olhe - sa�de, educa��o, economia, social, defesa ou seguran�a - o que se observa s�o iniciativas desconexas, traduzidas em programas pouco transparentes, embora se afirme o contr�rio, sempre citando n�meros elevados para os investimentos previstos para aplica��o e que, quase rotineiramente, passado algum tempo, s�o constatados esc�ndalos envolvendo desvios fraudulentos.

In�meras s�o as demonstra��es inequ�vocas de que o pa�s navega sem rumo definido, a n�o ser em dire��o ao tal padr�o FIFA, que ningu�m sabe bem a quem ou ao que serve tal paradigma. Bem, talvez alguns saibam. Mas que custa caro, ah, isso custa.

A �nica pol�tica, nem clara e nem transparente a bem da verdade, mas bem identificada pelos efeitos nefastos que est� trazendo aos cidad�os, � a do desarmamento civil. Essa � ineg�vel, sempre sob a �tica de que desarmando o cidad�o de bem, em prazo que ningu�m � capaz de prever, tamb�m os bandidos ficar�o, como que por encanto, desarmados, vem sendo empreendida com eficaz empenho dos burocratas sem vis�o a servi�o da mediocridade dos mentores da ideia.
Ningu�m defende melhor a si pr�prio, a seus entes queridos e aos seus bens do que o pr�prio individuo amea�ado. Isso � antol�gico.

Mas o estatismo impregnado na cabe�a dos socialistas ultrapassados, com vis�o de fins do s�culo XVIII, que ocupam o governo, republicanamente eleitos, conv�m afirmar, persistem na inten��o de manter a tudo sob controle, pessoas, bens, produ��o e economia, como se isso fosse poss�vel. Da� o intento de penhora da vida do cidad�o �s for�as de seguran�a do Estado. Pedrinhas � o paradigma do fracasso na busca desse objetivo.
O resultado � claro: n�o reaja, n�o fa�a nada, leve dinheiro para dar aos bandidos, n�o frequente lugares buc�licos isolados, n�o saia a noite; negando ao brasileiro o direito de ir e vir, � propriedade e � leg�tima defesa, em �ltima inst�ncia.

Mais um dos resultados dessa desorienta��o a� est�.
Fac��es criminosas dominam os pres�dios, estabelecendo todos os ditames de conduta aos presos que passam a ter miss�es a cumprir nos "said�es" (matando policiais, magistrados, promotores e indiv�duos inc�modos; praticando roubos e furtos, sequestrando etc); cedendo suas companheiras para abuso de chef�es durantes per�odos de visita; traficando drogas; comandando suas organiza��es e outras a��es delituosas de dentro dos estabelecimentos penais; corrompendo policiais e agentes penitenci�rios a quem s�o oferecidas apenas duas oportunidades: aceitar ou morrer. E por a� vai.

O que o pa�s precisa � de governo.
Governo que tenha capacidade de prever e empreender pol�ticas antidrogas e de preven��o ao uso delas; pol�ticas de seguran�a e ordem publicas integradas � outras de cunho social com objetivos bem definidos e n�o apenas para dar dinheiro sem retorno; pol�ticas de sa�de p�blica que reduzam a viol�ncia vista nas portas de hospitais p�blicos diariamente; pol�ticas de repress�o aos tr�ficos de pessoas, drogas, armas (as armas que desequilibram a seguran�a p�blica s�o pistolas semiautom�ticas, fuzis, metralhadoras, granadas, artefatos explosivos com meios de lan�amento e outros itens b�licos contrabandeados, n�o os "revolverzinhos" 38 do cidad�o) e pirataria ; pol�ticas anticorrup��o e contra corrup��o efetivas, n�o os arremedos divulgados; pol�ticas de desaparelhamento pol�tico da administra��o p�blica que tragam compet�ncia � gest�o de setores
t�cnicos do governo, como SENAD, SENASP, DPF e DEPEN, independentes de cotas partid�rias que nutrem feudos ineficientes e corruptos; e pol�ticas penitenci�rias que diferenciem pessoas atuantes no crime estruturado, de praticantes ocasionais de delitos, de criminosos passionais e de portadores de s�ndromes associadas � viol�ncia...

� bem oportuno lembrar, tal e qual em situa��es de crise cong�neres, no epis�dio presente do complexo prisional de Pedrinhas, as autoridades, como que em passes de m�gica desaparecem. Filho feio n�o tem dono, como diz o dito popular. � bom ser mandat�rio em coquet�is, solenidades e viagens ao exterior. Ali�s, algu�m tem visto a Secret�ria Nacional de Seguran�a P�blica por a�? Ou a presidenta e seu ministro da (in)Justi�a?
� fato tamb�m que o Legislativo n�o faz a sua parte e o Judici�rio tenta remendar o processo dentro do que � poss�vel no estamento legal brasileiro.

O importante � que a avalanche da desagrega��o social ganha dimens�o de incontrolabilidade e se aproxima r�pida. Est�o sendo ignorados os sinais de 20 de junho de 2013, quando as massas come�aram o processo de tomada das ruas. O poder das massas, embora democr�tico, n�o � bom quando n�o institucionalizado sob o manto da democracia.

Talvez, tenhamos um caos de viol�ncia em junho / julho de 2014 se persistirem os fatores determinantes agora vistos, depois o Brasil ter� elei��es. � bom pensar em quem votar.
As situa��es que a� est�o s�o de total responsabilidade dos pol�ticos que a� tamb�m est�o.
Com diz um dito do interior: se n�o podemos trocar a carni�a, troquemos as moscas.

Marco Antonio dos Santos
Empres�rio e professor
Analista de Intelig�ncia estrat�gica.
09 Jan 2014

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5.

Fw: DEFORMA��O MORAL

Enviado por: "gracialavida" dgferraz@terra.com.br   en_gracias

Ter, 14 de Jan de 2014 8:16 pm





cortesia: Aldo Jr.

Repassando

De: Almendra [mailto:glaf@globo.com]
Enviada em: segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Assunto: DEFORMA��O MORAL

DEFORMA��O MORAL - O C�NCER DAS RELA��ES SOCIAIS
Somente um governo de direita atrav�s de uma interven��o civil ou militar cir�rgica poder� nos resgatar do caminho da destrui��o econ�mica e social imposta pelo projeto do dom�nio da Am�rica Latina pelos comunistas.
� uma absurda utopia pensarmos em solu��o pol�tica para o pa�s com os atuais �representantes do povo�, assim como seus sucessores naturais, todos afundados na pr�tica do il�cito e na deforma��o moral sob todos os seus aspectos.
As rela��es do poder p�blico com as classes sociais, notadamente com aqueles que dependem de assist�ncia social, e de rela��es de servi�os, comerciais ou empresariais com os poderes federal, estadual e municipal, chegaram a um n�vel de deforma��o moral que n�o tem mais como, em condi��es pol�ticas normais, ser corrigido ou reduzido, pelo contr�rio, o pa�s est� se tornando o mais corrupto e imoral do mundo.
A apatia, omiss�o, covardia ou cumplicidade dos tr�s comandantes das For�as Armadas ao longo dos desgovernos civis est�o se refletindo diretamente sobre a moral da tropa e do resto da sociedade que luta, desarmada e cada vez mais isolada, para n�o viver debaixo de uma corruptocracia fascista.
As c�pulas das for�as policiais do pa�s est�o todas dominadas pelo projeto de poder perp�tuo do PT.
Os focos de resist�ncia � destrui��o do nosso pa�s est�o cada vez mais dispersos e quase que se reduzem a dezenas de patriotas e �s redes sociais, j� quase dominada pela infiltra��o de canalhas meliantes pagos pelo PT para exercerem a pratica di�ria da contrainforma��o criminosa e leviana, tudo para confundir os que tentam se unir para a luta contra essa farsa de democracia em que vivemos, uma genocida corruptocracia fascista.
Algumas dezenas de vozes isoladas est�o tendo cada vez menos efeito.
A covardia e a omiss�o individual de milhares que entendem a necessidade de uma mudan�a urgente no pa�s n�o permitem uma uni�o revolucion�ria, assim como n�o consegue viabilizar o resgate de l�deres que teimam em se apresentar para lutar pelo pa�s, mesmo sabendo o risco que est�o correndo com sua exposi��o a um poder pol�tico criminoso por defini��o.
Grav�ssimo � o aporte � trai��o ao pa�s, um apoio oferecido por milhares de esclarecidos canalhas de todas as classes mais bem situadas na sociedade, seja em termos educacionais, culturais ou patrimoniais.
Esta cumplicidade nos assusta, pois traz � tona o DNA da pr�tica do il�cito incorporado no comportamento das burguesias e oligarquias que dominam o pa�s, mas em um n�vel que nos coloca como uma sociedade moralmente e profundamente deformada em uma vis�o de longo prazo.
Esses c�mplices volunt�rios ou comprados para apoiar o projeto de poder perp�tuo do PT est�o consolidando o papel das oligarquias e burguesias p�blicas e privadas como participantes da destrui��o econ�mica, pol�tica e social do pa�s, como se eles n�o fossem acabar terminando v�timas da carnificina moral que estamos presenciando nas rela��es p�blicas e privadas, sendo isso apenas uma quest�o de tempo.
N�o existe na hist�ria um regime ditatorial comunista, fascista, socialista ou nazista que n�o fa�a de todos, ou escravos � ricos ou pobres � do poder central, ou candidatos a uma cova coletiva.
A classe pol�tica e seus milhares de c�mplices foi transformada pelos desgovernos civis em um ex�rcito da corrup��o por meio de sucessivos estelionatos eleitorais que transformaram milh�es de cidad�os em uma massa de manobra criada pela proposital fal�ncia educacional e cultural do pa�s.
O Brasil est� � deriva e entregue a uma luta intestina pelos representantes do projeto de poder perp�tuo do PT, gente s�rdida que coloca em segundo plano qualquer princ�pio moral ou �tico e est�o exercendo o controle da sociedade com os instrumentos do comunismo e do socialismo, principalmente, espelhados nos atos de um Poder Executivo fascista-corrupto que transformou em seus lacaios os outros poderes da Rep�blica.
J� vivemos em uma farsa definitiva de democracia, uma corruptocracia fascista, com o poder central fazendo o que bem entende diante de um poder judici�rio dominado pelos togados c�mplices e corrompidos pelo PT, que conta com a simpatia inclusive da OAB e das bases da igreja cat�lica no pa�s, entre outros segmentos da sociedade.
Centenas de representantes da Justi�a, ou est�o vestindo togas de bandidos ou s�o bandidos vestindo togas, fantasias de justi�a validadas no seu uso por forma��o graduada e juramentos � pr�tica da justi�a, mas que n�o t�m mais qualquer valor moral ou �tico.
Os representantes dos podres poderes da Rep�blica, quando n�o s�o corruptos e corporativistas para garantir a impunidade da pr�tica do il�cito, se associam para garantir padr�es de vida, para eles mesmo, muito superiores ao resto da sociedade, deixando de lado qualquer princ�pio ou valor moral e �tico, enquanto quase 100000 pessoas morrem todos os anos v�timas das consequ�ncias do roubo de bilh�es dos cofres p�blicos, assim como da absurda incompet�ncia nos atos de governar o pa�s.
A quest�o mais grave � que o foco desta deforma��o cresceu e se tornou incontrol�vel dentro de um poder p�blico corruptor por excel�ncia, um j� transgressor natural de qualquer valor relacionado � honestidade, um cada vez mais �competente� praticante do il�cito moral, patrimonial e financeiro, e que colocou os princ�pios da Justi�a subordinada a um corporativismo e um relativismo comandando por verdadeiros g�ngsteres da corrup��o e do suborno.
A deforma��o da sociedade, que j� vinha tomando forma durante a Fraude da Abertura Democr�tica como consequ�ncia de desgovernos civis corruptos, se afirmou como um instrumento de dom�nio definitivo do pa�s com a chegada do PT ao poder, que passa a comandar o pa�s com um Poder Executivo �disfar�adamente�, na maioria das vezes n�o, fascista-comunista-socialista, como ponto de partida para transformar o pa�s em uma Cuba Continental.
Nossa sociedade n�o tem mais sa�da com ou sem a participa��o da parcela das FFAA que n�o aceita ser subordinada a declarados, reconhecidos e not�rios �homens p�blicos� meliantes da pr�tica do il�cito como valor fundamental de suas s�rdidas exist�ncias.
O �nico caminho que nos resta � iniciar a reconstru��o do pa�s atrav�s de uma interven��o civil, militar, ou civil-militar.
A escolha que se coloca no nosso caminho � o sacrif�cio de dezenas de vida pela liberta��o do pa�s das m�os do PT e de seus c�mplices, ou continuarmos durante d�cadas sendo escravos de uma corruptocracia fascista, como espectadores da morte de milh�es de cidad�os pelo motivo j� conhecido e comprovado por todos: a gest�o fraudulenta do poder p�blico que provoca o desvio de bilh�es de reais todos os anos comprometendo de forma genocida as responsabilidades sociais do Estado.
Temos que decidir se a vida de nossos filhos, de nossos netos, e de suas fam�lias deve merecer o sacrif�cio da nossa.
A cada dia que se permite que o CHEFE maior e l�der da destrui��o do pa�s � o Retirante Pin�quio � continue desgovernando pelo exerc�cio do cargo de presidente de fato do pa�s, se torna menor qualquer chance de resgatarmos para o Brasil os padr�es de democracia e justi�a social que sonhamos no momento da abertura democr�tica.
Que ningu�m mais de boa-f� se iluda, n�o insistindo em continuar se apresentando como um imbecil, um idiota ou palha�o do Circo do Retirante Pin�quio: estamos na fronteira de uma ditadura fascista-comunista-socialista que se mostrar� ao mundo como a mais genocida dos dois �ltimos s�culos.

Geraldo Almendra
13/01/2014

6.1.

ENC: CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA OAB

Enviado por: "Sueli B Guerra" suelibguerra15@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 8:25 pm





De: João Batista Pereira Vinhosa [mailto:joaovinhosa@hotmail.com]
Enviada em: segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 10:12
Para: JOAO VINHOSA GMAIL
Assunto: CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DA OAB

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Carta Aberta ao presidente da OAB

Artigo no Alerta Total – <http://www.alertatotal.net/> www.alertatotal.net

Por João Vinhosa

O Voto do Relator do processo OAB 2011.18.03263-01, Welber Oliveira Barral,
bem como o Voto do Relator do recurso correspondente, Cezar Britto, foram
por mim categoricamente criticados em dezembro de 2013 por meio do vídeo
intitulado "O cartel do metrô de São Paulo e o Acordo Brasil-EUA para
combater cartéis", que tem os seguintes endereços: Parte 1-
<http://www.youtube.com/watch?v=6VSeIicsJRY>
http://www.youtube.com/watch?v=6VSeIicsJRY e Parte 2-
<http://www.youtube.com/watch?v=yzU0Prb_nwY>
http://www.youtube.com/watch?v=yzU0Prb_nwY

Tudo começou quando, em 18 de abril de 2011, dirigi-me ao presidente da
Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirmando que seria
inestimável a dívida de gratidão dos consumidores brasileiros com a
entidade, caso ela colaborasse para solucionar o problema que estava
aniquilando o Acordo Brasil-EUA para combater cartéis: odescumprimento pelo
Brasil do dever de notificar os EUA sobre determinadas investigações aqui
realizadas contra infrações à nossa lei de defesa da concorrência.

Dirigi-me à OAB porque o problema que estava aniquilando o Acordo era
decorrente de desencontradas interpretações de nossos operadores de direito
sobre o dever de notificar acima citado.

É de se ressaltar que eu trouxe o assunto para a OAB depois de não ter
obtido sucesso na denúncia que tramitou no Ministério Público Federal (MPF)
sobre a não notificação das autoridades norte-americanas no caso do "Cartel
do Oxigênio",

A propósito, o Voto do Relator do processo instaurado pelo MPF, Procurador
da República Pedro Nicolau Moura Sacco, também foi por mim categoricamente
criticado no vídeo acima citado.

Excelentíssimo Presidente Marcus Vinicius, relativamente ao dever de
notificar previsto no Acordo, ao caso do "Cartel do Oxigênio" veio se somar
o caso do "Cartel do Metrô de São Paulo", e, mais recentemente, o caso da
Gemini – sociedade da Petrobras com uma empresa privada para produzir e
comercializar Gás Natural Liquefeito.

Saliento, Excelência, que uma criteriosa análise do dever de notificar é a
única forma de salvar o Acordo, que, ao ser firmado, foi considerado o maior
trunfo para inibir a atuação de cartéis formados por multinacionais que
exploram nosso mercado interno. E, com toda a certeza, uma análise
criteriosa da matéria não pode deixar de considerar a argumentação contida
no vídeo por mim apresentado no início desta.

Finalizando, informo que encaminharei formalmente cópia desta carta aberta a
duas autoridades: ao Procurador Geral da República Rodrigo Janot, pelo fato
de eu ter criticado decisão tomada pelo MPF, e ao presidente do Conselho
Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Vinícius Carvalho, pelo fato de
ser o Cade a autoridade econômica que representa o Brasil no Acordo em
questão.

João Vinhosa é Engenheiro e Professor de Matemática.

7.1.

ENC: Militar brasileiro, mais uma vez, em destaque - vale a pena ler

Enviado por: "Sueli B Guerra" suelibguerra15@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 8:39 pm





De: Eliana França Leme [mailto:efleme@terra.com.br]
Enviada em: segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 14:07
Para: Assunto: Militar brasileiro, mais uma vez, em destaque - vale a pena
ler

Outro dia eu assisti uma entrevista deste general e o achei muito, muito
preparado. Realmente, está de parabéns o Gen. Santos Cruz. Que beleza seria
se todos os homens responsáveis pela nação fossem desta qualidade. Dá
orgulho na gente. Isso sim é ser um brasileiro de valor! Leiam a matéria,
vale a pena tomar conhecimento.

Eliana

Saiu no Jornal Boston Globe...

Repassando.......nossos cumprimentos ao Gen SANTOS CRUZ!!!!!! Vamos
divulgar!!!!!

Segue uma reportagem publicada na mídia internacional.

Reportagem que saiu no Jornal Boston Globe...

A reportagem completa está em inglês mais abaixo!!

O jornal Boston Globe publicou o maior elogio ao Exército Brasileiro pela
firmeza com que liquidou no nascedouro outra guerra civil no Congo. Parece
que, há um ano, o anterior contingente da ONU estava sendo "derrotado&quot; e
"humilhado&quot; pelo grupo rebelde denominado M23, que havia tomado a cidade de
Goma. Mas, diz o jornal, "esta semana Goma celebra importantes boas novas: o
M23 se rendeu, seus soldados estão sendo desarmados e seu líder, Bosco
Ntaganda, será entregue à Corte Penal Internacional." E continua: "A virada
se deve, em parte, a um novo experimento: a criação duma unidade de força de
paz dotada de equipamento e autoridade para ações ofensivas. A brigada de
intervenção, composta de 3.000 soldados da Tanzania, Malawi e África do Sul,
é algo inusitado na história das intervenções da ONU, e demonstra ao mundo o
que é possível obter quando se combina força militar efetiva com hábil
diplomacia. Comandada pelo Gen. Carlos Alberto dos Santos Cruz, do Brasil, a
unidade especial deu crucial apoio ao exército congolês no rápido
desbaratamento dos rebeldes nas últimas semanas. A força comandada por
Santos Cruz, que já comandou operações de paz no Haiti, foi bastante
elogiada por sua capacidade e profissionalismo. Até então, as campanhas dos
capacetes azuis eram desmoralizadas por acusações de abusos sexuais contra
os habitantes, e seu mandato era fraco demais para garantir efetiva proteção
aos civis."

Surprise victory in east Congo a credit to muscular UN force

The Boston Globe, November 8, 2013

A year ago, the eastern Democratic Republic of Congo seemed headed for
another protracted war. The rebel group M23 had taken over Goma, a
provincial capital. Aid workers and civilians fled. The United Nations
peacekeeping force charged with protecting the city was humiliated. But this
week, Goma is celebrating some surprisingly good news: M23 has surrendered.
Its foot soldiers are disarming. Its leader, Bosco Ntaganda, will be turned
over to the International Criminal Court.

The turnabout stems, in part, from an experiment: the creation of a new unit
of UN peacekeepers who were given the authority and equipment to take
offensive action. The "intervention brigade," composed of about 3,000 troops
from Tanzania, Malawi, and South Africa, is almost unprecedented in the
history of UN peacekeeping. It shows what the world can accomplish when it
pairs effective military force with smart diplomacy.

Commanded by Lieutenant General Carlos Alberto dos Santos Cruz, of Brazil,
the special unit gave crucial back-up to the Congolese army as it routed the
rebels in recent weeks. The force led by dos Santos Cruz, who also headed
peacekeeping operations in Haiti, was widely praised for its skill and
professionalism. Previous blue helmets were plagued by allegations of sexual
misconduct against locals, and their mandate was too weak to protect
civilians effectively.

In carefully chosen situations, forces similar to the intervention brigade
could provide a cost-effective, creative mechanism for global intervention
on behalf of countries whose armies are too weak on their own to put down
deadly rebellions. But military action alone would not have been enough to
rout the M23. The group is a pawn in a larger game. Supported by Rwanda and,
to a lesser extent, Uganda, it is accused of plundering the mineral
resources of the region for the financial benefit of senior figures in those
two neighboring countries.

Rwanda and Uganda have denied involvement, but the proof became too obvious
to ignore. In July, US officials sent a strong message to Rwandan President
Paul Kagame by freezing $200,000 in military assistance. Last month, the
United States invoked the Child Soldiers Prevention Act of 2008 to sanction
Rwanda and halt military training and foreign military financing.

Just as notably, Secretary of State John Kerry picked up the phone and
called Kagame directly. Kagame, who has long been a darling of the West,
took notice. Kerry also appointed his former senatorial colleague Russ
Feingold as a special envoy to the region. Feingold has traveled to Africa
three times since September to participate in talks about the fate of M23.
This unprecedented US involvement has helped bring about the group's
surrender. Now that it has been achieved, US officials must remain involved.
Dozens of other rebel groups are still active in the region. The world must
seize the opportunity to root out lawless militants and strengthen the
Congolese government. It is time for the people of the eastern Congo to get
the peace that they deserve.

_____

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Pazini Brandão
Eng Aer-78, MBA, M Sc., PhD, Brig Eng R1
Semper Fidelis Member #366 - Twice Soccer World Champion
Aerospace Engineering Professor
ITA/DCTA - Aeronautical Engineering Division - Room 1419
São José dos Campos, SP, Brasil - 12228-900
Phone 55-12-3947-6986

8.

LEIAM!    ENC: Da coluna do jornalista Rogério Mendelski !!!

Enviado por: "Sueli Guerra" guerrabessa45@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 8:45 pm



De: Idacil Amarilho
Enviada em: segunda-feira, 13 de janeiro de 2014 21:46
Para: Undisclosed-Recipient:;
Assunto: Da coluna do jornalista Rogério Mendelski !!!

O maior escritor de Alagoas e um dos maiores do nosso país, Graciliano Ramos, conversava com o jornalista e também escritor sergipano Joel Silveira:

– Olhe, Joel, descobri o mal do Brasil. É não ter um golfo. O golfo é o nosso problema. Todo país do mundo que se respeita tem golfo. Os Estados Unidos têm o golfo do Alasca, a União Soviética, os golfos do Polo Norte. Até o Vietnã tem o golfo de Tonkim. No mundo antigo, a Pérsia só foi importante porque tinha o Golfo Pérsico. Nós não temos golfo nenhum.

– E não podemos fazer nada, Graciliano.

– Podemos, sim, Joel. Podemos arranjar um golfo. É só cavar Alagoas e Sergipe e jogar no mar e teremos um golfo espetacular. Um dos maiores do mundo. Daí em diante estarão solucionadas todas as nossas angústias.

Já este colunista pergunta:

Quem duvida que Graciliano Ramos, se vivo fosse, não transferisse sua refinada ironia para "solucionar" o que ocorre no Maranhão?

O ESCRITOR

Solto na ditadura de Vargas, Graciliano Ramos foi para a casa de escritor José Lins do Rego. No dia seguinte, Zé Lins levou-o ao Ministério da Educação para agradecer ao titular da pasta, Gustavo Capanema, o pedido que havia feito a Getúlio para libertá-lo. Foram, estiveram com Capanema. Na saída, Zé Lins estava feliz:

– O que é bom neste País é isto. Há algumas horas você estava num cárcere da Ilha Grande e agora acaba de ser recebido sem marcar audiência

– O que você está dizendo é verdade. Mas não esqueça que também pode acontecer o contrário. Pode alguém estar aqui, na cadeira de ministro, e horas depois estar trancafiado lá na Ilha Grande. Isto sim é que é Brasil. E foi escrever as clássicas "Memórias do Cárcere".

9.

ENC: [GENERAL AUGUSTO HELENO PRESIDENTE DO BRASIL 2014] TUDO PREPARA

Enviado por: "Sueli B Guerra" suelibguerra15@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 8:56 pm





De: Celso Brasil [mailto:notification+zj4ya9y0oo4y@facebookmail.com]
Enviada em: terça-feira, 14 de janeiro de 2014 18:21
Para: GENERAL AUGUSTO HELENO PRESIDENTE DO BRASIL 2014
Assunto: [GENERAL AUGUSTO HELENO PRESIDENTE DO BRASIL 2014] TUDO PREPARADO PARA A FARSA "ELEIÇÕES 2014"

<https://www.facebook.com/n/?groups%2F591243574231508%2Fpermalink%2F680613178627880%2F&aref=9563120&medium=email&mid=93f9968G5af437922f5cG91ebf0G96&bcode=1.1389730875.AbnVppPVkbdBA-yb&n_m=suelibguerra15%40gmail.com> Celso Brasil publicou no grupo GENERAL AUGUSTO HELENO PRESIDENTE DO BRASIL 2014

<https://www.facebook.com/n/?profile.php&id=100000356404723&aref=9563120&medium=email&mid=93f9968G5af437922f5cG91ebf0G96&bcode=1.1389730875.AbnVppPVkbdBA-yb&n_m=suelibguerra15%40gmail.com> Celso Brasil

<https://www.facebook.com/n/?profile.php&id=100000356404723&aref=9563120&medium=email&mid=93f9968G5af437922f5cG91ebf0G96&bcode=1.1389730875.AbnVppPVkbdBA-yb&n_m=suelibguerra15%40gmail.com> Celso Brasil

14 de janeiro de 2014 18:20

TUDO PREPARADO PARA A FARSA "ELEIÇÕES 2014"
por Celso Brasil

O PT conseguiu eliminar poderes que poderiam ameaçar seu plano totalitário de "puder". Mas ainda há resistência, não só do povo, mas de homens que pensam e honram as calças que veste, contrário ao chefe que nada sabe, nada vê, nada comenta e foge covardemente de qualquer questionamento.
Impedir que se solicite uma investigação em processos eleitorais é, no mínimo, uma confissão.
É um grito que avisa: VAMOS FRAUDAR!
O processo de cerceamento da justiça, ou seja, o impedimento para que as investigações ocorram é a maior prova do preparo para as fraudes. Todos sabemos que nos países sérios a punição é exemplar, porém, onde o comunismo existe, o Estado é supremo. Não se faz justiça - cumpre-se, apenas, o que dita o poder ditador.
Notamos que a fraude nas pesquisas preparam uma "vitória nas urnas" da candidata à perpetuação do poder petralha. As "confiáveis&quot; urnas determinarão essa vitória e nenhum órgão ou instituição poderá contestar. Da mesma forma, o Ministério Público não poderá solicitar uma investigação.
A DIEBOLD - fabricante da urna fraudável foi, recentemente, multada pesadamente nos EUA por produzir um equipamento que não só permite, mas promove a fraude.
Tudo preparado para as "eleições 2014" que, de antemão, informo - será um circo, onde o povo não terá seu voto computado mas, sim, o que as urnas determinarem.
É a corrupção preparando, cada vez mais, a blindagem de tudo que já ocorre de errado e ocorrerá se o gigante continuar deitado em berço esplêndido.

Celso Brasil - OEB
<http://www.facebook.com/l/zAQGGNBIa/oebrasileiro.blogspot.com.br/2014/01/tudo-preparado-para-farsa-eleicoes-2014.html> http://oebrasileiro.blogspot.com.br/2014/01/tudo-preparado-para-farsa-eleicoes-2014.html

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oebrasileiro.blogspot.com

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10.

ENC: Ilha de Trindade

Enviado por: "Sueli B Guerra" suelibguerra15@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 9:22 pm





De: =Katia-G= [t
Enviada em: terça-feira, 14 de janeiro de 2014 21:03
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Ilha de Trindade

Ilha da Trindade....

Pertence a Marinha do Brasil....

Maravilhoso.....

E escutando Andrea Bocelli.....Com a nossa música

Ave Maria do Morro....

Kátia

11.

Fwd: Ideologia e moralidade

Enviado por: "Hamilton Silva" hamiltonsilva1946@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 9:52 pm



Assunto: Ideologia e moralidade
:

Seu doutor, uma esmola
Para o homem que � s�o
Ou lhe mata de vergonha
Ou vicia o cidad�o.
Luiz Gonzaga.

*Ideologia e moralidade*<http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2014/01/11/ideologia-moralidade-520397.asp>

*Ruy Fabiano*

H� momentos na hist�ria em que o esp�rito de uma na��o � mais
especificamente de sua classe letrada � se revela por inteiro.

� o que ocorre no epis�dio do Mensal�o. Inicialmente, n�o se esperava que
dele nada resultasse, o que, por si s�, j� revela algo de substantivo a
respeito de nossa cultura.

Dentro dela, n�o � comum � para n�o dizer que � in�dito - que pessoas
influentes paguem por seus crimes. A maioria da opini�o p�blica, pois,
estava c�tica em rela��o ao destino dos mensaleiros. Seriam inocentados e,
em breve, estariam de volta.

Deu-se, por�m, o contr�rio: foram presos. Na rea��o � pris�o, sustentada
por amplos setores da intelectualidade e do meio art�stico, tem-se um
retrato da moralidade do pa�s.

A hostilidade nas redes sociais e nos jornais a Joaquim Barbosa deixa claro
que, acima da moral, est� a ideologia. Ou por outra, sem ideologia - de
esquerda, claro - n�o h� moral.

�Aos amigos, tudo; aos inimigos, os rigores da lei�, sustentava Get�lio
Vargas. A solidariedade a Jos� Geno�no, em face de sua enfermidade, n�o se
estendeu a outro condenado, mais enfermo que ele, Roberto Jefferson, que
padece de um c�ncer irrevers�vel.

Est� mais enfermo, mas n�o � da turma. N�o merece compaix�o. Criou-se, no
Mensal�o, a figura esdr�xula do delito ideol�gico. O roubo de esquerda �
leg�timo; o de direita, n�o.

Tal distor��o j� vigora h� tempos em rela��o aos direitos humanos: um preso
pol�tico em Cuba merece o que recebe; num regime militar de direita, n�o.

Um torturado sob Pinochet mobiliza in�meras comiss�es de direitos humanos;
um sob Fidel Castro provoca sil�ncio e compreens�o.

A Comiss�o da Verdade investiga crimes de meio s�culo atr�s, mas s� os
cometidos contra a esquerda. S� eles merecem o r�tulo de abomin�veis. Os
que ela cometeu � e cometeu diversos, devidamente comprovados � passam como
fatalidades.

E � esse mesmo pessoal � que conta a Hist�ria pelo vi�s ideol�gico - que
acusa o Supremo Tribunal Federal de ter feito julgamento pol�tico no
Mensal�o.

O processo levou sete anos para chegar ao plen�rio. Os autos formavam
montanhas de papel, mais de 50 mil p�ginas. S� a leitura do relat�rio
consumiu dois dias.

Cada acusado teve sua devida defesa - e at� embargos infringentes, n�o
previstos na lei, foram aceitos. N�o houve qualquer cerceamento ao devido
processo legal.

Mais da metade dos ministros, inclusive o relator, foi nomeada na gest�o do
PT. Se tentativa houve de politizar o julgamento, foi da parte favor�vel
aos mensaleiros, com manobras protelat�rias, que resultaram in�teis.

Na execu��o da pena, os sentenciados exibiram de p�blico o seu
injustificado protesto, brandindo punhos cerrados, com cr�ticas ferozes ao
Judici�rio. Reclamaram das condi��es carcer�rias, mesmo j� tendo o
governador de Bras�lia, Agnelo Queiroz, providenciado com anteced�ncia a
constru��o de anexos mais confort�veis para receber os companheiros.

O governador, num gesto in�dito � j� que � um agente do Estado e os
sentenciados delinquiram contra o Estado -, deu-se ao desplante de
visit�-los na pris�o, ao lado de parlamentares, furando a fila de
familiares de outros presos, que aguardavam desde a madrugada autoriza��o
para ingressar no pres�dio.

A OAB, ausente durante todo o julgamento, s� se manifestou para endossar as
cr�ticas dos mensaleiros e reclamar da suposta severidade do presidente do
STF. Presos comuns � como os de Pedrinha, no Maranh�o � n�o causam qualquer
consterna��o, nem � OAB, nem aos grupos de direitos humanos.

N�o t�m grife ideol�gica. S�o v�timas contempor�neas, que vivem em regime
de terror. Podem ter suas afli��es interrompidas j�, mediante interven��o
desses grupos que se proclamam humanit�rios, mas, � exce��o de vozes
isoladas e impotentes, n�o sensibilizam os ativistas dos direitos humanos
ideol�gicos.

N�o faltam vozes, � esquerda, reclamando do moralismo que condenou os
mensaleiros. Mas essas mesmas vozes fizeram carreira pol�tica com discursos
moralistas, frequentemente falsos.

O j� falecido senador Humberto Lucena foi cassado por imprimir um
calend�rio na gr�fica do Senado. O deputado Ibsen Pinheiro foi cassado
gra�as a um falso extrato banc�rio, que o mostrava milion�rio. O extrato
foi entregue por Jos� Dirceu � reda��o de uma revista semanal, que o
publicou como verdadeiro. Dez anos depois, desfez-se a farsa, mas j� era
tarde.

O ex-ministro Eduardo Jorge, do PSDB, foi execrado publicamente como
corrupto numa manobra do PT com um procurador da Rep�blica, Luiz Francisco
de Souza, que saiu de cena depois que o partido assumiu a Presid�ncia da
Rep�blica.

O PT hoje prova do veneno que serviu � pol�tica brasileira. Nos 23 anos que
precederam sua chegada ao poder, p�s em cena a famosa recomenda��o de L�nin
aos militantes comunistas: �Acuse-os do que voc� faz�.

O tiro um dia sairia pela culatra. Saiu.

*Ruy Fabiano** � jornalista.*

--

"Invidia Est Gloria Assidiua Commes"

A Inveja � Ass�dua Companheira da Gl�ria

Bom mesmo � ir a luta com determina��o, abra�ar a vida com paix�o, perder
com classe e vencer com ousadia, pois o triunfo pertence a quem se
atreve... A vida � muita para ser insignificante.
(Charles Chaplin)

"A derrota abate o orgulho e nos obriga a tomar contato com a vida; a ver
que somos tal e qual os outros homens, nem melhor nem pior."

FC
12.

Fwd: 3000 médicos cubanos fogem da Venezuela

Enviado por: "Hamilton Silva" hamiltonsilva1946@gmail.com

Ter, 14 de Jan de 2014 9:59 pm



Assunto: Fwd: 3000 m�dicos cubanos fogem da Venezuela

------------------------------

Tr�s mil m�dicos cubanos fogem da Venezuela
Por Luis Dufaur (*)
No �ltimo ano por volta de tr�s mil cubanos, na sua maioria m�dicos,
fugiram para os Estados Unidos abandonando suas escravizadoras fun��es em
planos sociais da Venezuela, informou �El
Universal�<http://www.eluniversal.com/internacional/131221/en-un-ano-tres-mil-cubanos-desertaron-de-venezuela>,
o maior quotidiano de Caracas.
Segundo o jornal, o fato em si n�o � t�o novo, mas o n�mero �
impressionante: 60% a mais em rela��o a 2012.
No territ�rio americano j� havia por volta de cinco mil m�dicos e
enfermeiras cubanas que fugiram do mundo todo. Por�m, no dia 1� de dezembro
a cifra atingiu o patamar de oito mil. 98% deles chegou proveniente da
Venezuela.
Os dados foram revelados pelo Dr. Julio C�sar Alfonso, presidente de
Solidariedade sem Fronteiras (SSF), ONG com sede em Miami que auxilia os
m�dicos cubanos que fogem dos desp�ticos planos sociais que Havana vende
como �economia de servi�os� no mundo todo.
Na Venezuela se encontra o maior contingente de profissionais da sa�de
cubanos trabalhando em regime escravo em virtude de convenio de coopera��o
entre Caracas e Havana de 2003.

<http://3.bp.blogspot.com/-7NNwlXMZGTA/UsnG00ideVI/AAAAAAAAU5s/LX1XQzVTBwo/s1600/Dr+Julio+Cesar+Alfonso%2c+diretor+de+Solidariedade+sem+Fronteiras+1280.jpg>
Dr.
J�lio C�sar Alfonso, diretor de Solidariedade sem Fronteiras
�Em 2012 havia cinco mil profissionais da sa�de refugiados nos EUA, mas o
n�mero disparou em 2013, atingindo oito mil, 98% dos quais fugiram da
Venezuela porque as condi��es est�o cada vez piores nesse pa�s�, observou
Alfonso.
�A maioria dos cubanos saiu por causa dos baixos ordenados que recebe, o
pagamento n�o � feito em tempo, aumento a carga de servi�o nos m�dulos do
Plano chavista Barrio Adentro no pa�s todo, e* muitos denunciam um sistema
de escravid�o moderno*�, disse o diretor de SSF.
�Os m�dicos recebem por volta de 300 d�lares diretamente, por�m a Venezuela
entrega ao Estado cubano, em m�dia, 6.000 d�lares por cada um deles, quer
dizer eles recebem menos do 10% do ordenado nominal�, apontou Alfonso.

Esses profissionais da medicina, assim como qualquer cubano que executa uma
miss�o no exterior, podem pedir um visto aos EUA pelo *programa Parole para
Profesionales M�dicos Cubanos (CMPP, siglas em ingl�s).*

<http://4.bp.blogspot.com/-xBX8agvDvAE/UsnHD-xax8I/AAAAAAAAU50/nFZ_ZnDsI9o/s1600/Julio+Alonso%2c+presidente+de+Solidaridad+sin+Fronteras%2c+anuncia+el+inicio+de+un+programa+para+preparar+a+los+m%C3%A9dicos+en+la+revalidaci%C3%B3n+de+su+t%C3%ADtulo+en+EEUU.jpg>
O
Dr. Alfonso explica a m�dicos cubanos nos EUA, como obter a revalida��o do
diploma
Obtido o visto, em sua maior parte os m�dicos v�o para a Col�mbia e n�o
regressam mais. Tamb�m o Brasil est� se convertendo num trampolim para a
liberdade.
Os m�dicos s�o obrigados a apresentar registros inflacionados de n�mero de
pacientes atendidos. As cifras s�o adulteradas falsificando RG, nomes ou
doen�as.
�Isto � suficiente para Cuba apresentar relat�rios positivos ao Estado
venezuelano�, explicou Alfonso.
N�o demorar� em sabermos quantos fugiram do Brasil e as circunstancias dos
�servi�os� prestados e o dinheiro pago � ditadura castrista.
13.1.

VANDALISMO

Enviado por: "gracialavida" dgferraz@terra.com.br   en_gracias

Ter, 14 de Jan de 2014 10:18 pm



A multiplicação dos tais rolezinhos - eufemismo para vandalismo - pelo país (aqui, na região metropolitana de Goiânia já houve um e uma tentativa, SP, RJ e agora, RS) é a prova incontestável do quanto a juventude brasileira está carente de formação familiar, educação formal e disciplina. Esta carência a leva a considerar direitos e deveres como conceitos ultrapassados e facilmente ignorados, principalmente quando protegida por um código legal que lhe diz que tudo pode fazer, sem vislumbre de qualquer punição eficaz.
Por outro lado, o tal rolezinho também demonstra o espírito de manada, típico de pessoas ignorantes, vazias e covardes que só agem protegidas pelo grupo.
As "autoridades&quot;, os "especialistas", os esquerdinhas caviar que defendem tal conduta são pessoas absolutamente irresponsáveis que fingem não ver as consequências de sua "bondade": risco à vida das pessoas; danos ao patrimônio privado; fuga de clientes, com consequente falência de lojistas; perda do emprego para milhares de pessoas e, mais grave, a possibilidade de que o tal rolezinho se estenda por outros estabelecimentos, como os grandes supermercados.
Aí, então, meus amigos, saberemos o que é viver na Venezuela ou na Argentina.SARAMAR MENDES
14.

Médicos cubanos

Enviado por: "Spit ☜═㋡" balaios@gmail.com   hd1400ccub

Ter, 14 de Jan de 2014 10:53 pm



CUBANADA ASSASSINA - MÉDICO CUBANO DOBRA DOSE DE MAREVAN EM PACIENTE COM
INR ALARGADO - DE FATO, NÃO SÃO MÉDICOS DE VERDADE.
*Uma pessoa que pega um paciente em uso de Marevan 1/2 cp ao dia, com INR
de 5.03 e DOBRA a dose do remédio das duas uma: Ou é um homicida ou não
faz a menor idéia do que está fazendo, ou seja, não é médico. *

*Mais uma prova CABAL de que não é médico. Não são médicos e o Padilha e a
Dilma estão promovendo um verdadeiro estelionato eleitoral às custas de
colocar em risco a vida de milhões de brasileiros pobres que dependem do
SUS.*
*____________________________________*

*Caso real trazido por leitor a este blog mostra que não tardará o início
de verdadeiros homicídios cometidos por esses profissionais que se dizem
médicos (mas estamos provando que não são) e foram trazidos de Cuba para
fazer política rasteira populista do Governo.*

1) *Cidadão muito idoso, internado em hospital público de Belo Horizonte
por trombose pulmonar (TEP), recebeu alta em 12/12/2013 com Marevan em dose
baixa (1/2 cp/dia) para fazer uso domiciliar e controle pelo posto -
Conduta correta. O nome dele foi omitido, deixando-se apenas as duas
últimas letras do último nome para provarmos que se trata da mesma pessoa.
Temos os originais aqui sem censura*.

<http://4.bp.blogspot.com/-pHfyGR46oiQ/UtVpOGdod6I/AAAAAAAAFSo/CnLjcmxqqME/s1600/foto+2.JPG>

2) O exame de controle, pedido pelo intercambista cubano do posto,* vem com
INR de 5, muito alargado.* Como já disse, isso pode mesmo ocorrer. Em tese,
ele deveria ter sido internado para observação sem uso da droga por pelo
menos 24h e repetição do INR nas horas seguintes já que é idoso (90 anos) e
provavelmente possuia co-morbidades. No máximo, com muita boa vontade,
suspenderia-se o Marevan com retorno diário ao posto. Quando o INR
baixasse, se reiniciaria com dose menor. Abaixo a foto do exame, coletado em
*17/12/2013:*

<http://3.bp.blogspot.com/--BWwtALaG_E/UtVo8UxNMbI/AAAAAAAAFSY/x-LvQBTj8CQ/s1600/foto+1.JPG>

*3) E aqui vem a Cubanada: O que o cubano fez? DOBROU a dose do Marevan
para 1 comprimido ao dia, e liberou o paciente, em 23/12/13:*

<http://4.bp.blogspot.com/-DQ25qDGRPO4/UtVsqCMXmuI/AAAAAAAAFSw/FhbJESk0AYU/s1600/foto+3.JPG>

*Dias depois, este paciente deu entrada em um grande hospital de Belo
Horizonte em estado grave com enterorragia de difícil controle. Foi salvo
por médicos de verdade, formados no Brasil.*

*Marevan é o nome comercial de uma droga anticoagulante usada em casos de
trombose vascular e algumas outras doenças. Como é uma droga poderosa, de
baixo limiar tóxico e muito suscetível a interações metabólicas, ela
precisa ser controlada regularmente com exames de coagulação (como o INR),
pois é comum haver grande variação do seu efeito anticoagulante; em alguns
casos até mesmo uma comida diferente pode causar potencialização dessa
droga, por isso observa-se de perto os níveis séricos dessa droga. Isso é
feito há décadas em ambulatórios específicos de controle de coagulação por
médicos experientes. Ao demitir esses médicos e colocar cubanos em seu
lugar, o resultado só podia ser esse mesmo.*
_______________________________

PS: Um dado a mais de estranheza nesse caso: O referido intercambista
estava lotado para trabalhar em Joaíma-MG segundo o D.O.U. de
01/11/2013 (clique
aqui<http://www.jusbrasil.com.br/diarios/61192819/dou-edicao-extra-secao-1-01-11-2013-pg-2>
).

Mas em 24/12/2013 foi publicada a sua remoção pra a cidade de Contagem-MG,
que foi onde o intercambista fez a sua cubanada (clique
aqui<http://www.jusbrasil.com.br/diarios/64473809/dou-secao-1-24-12-2013-pg-92>
).

Só que os atestados e exames acima acima provam que o referido
intercambista já atendia em Contagem pelo menos desde 17/12/2013, ou seja,
ANTES da publicação de sua remoção para este município.

Cubanadas também são mistério.

__._,_.

If you're in for a penny
You gotta be in for a pound
Oo 'Cos over and over
You play me that old fashioned sound
So look around. Play the refrain
Play it and play it and play it again...

<balaios@gmail.com>

Please delete my email address when forwarding.
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hypothetical in nature, out of general curiosity, common knowledge,
public knowledge, or role-play.
Spit



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"Quando você perceber que, para produzir precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho; que as leis não nos protegem deles mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada,"

(Ayn Rand)





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"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).

Obedeça a Deus e você será odiado pelo mundo.








-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

Aluízio Amorim

Filósofa russa Ayn Rand :



“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905