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quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Alamir Longo: ‘A internet bolivariana’








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/ Blogs e Colunistas







03/10/2013 às 7:55 \ Feira Livre



ALAMIR LONGO


I
A espionagem americana
nos deixou aborrecidos.
A Dilma passou um pito
lá pros Estados Unidos,
porém Obama calou-se
e a ela não deu ouvidos.



II
A Unasul se reuniu,
condenando a arapongagem.
Num duríssimo discurso,
a Dilma passou a mensagem:
o assunto era de guerra
e a todos pediu coragem.

III
O Evo ofereceu tropa
e o Mujica, marijuana;
Maduro, papel higiênico,
Cristina acenou com grana.
Armou-se o tal pé de guerra
de quebrar zarabatana.

IV

Então a Dilma explicou
que tinham entendido mal,
pois a luta que propunha
era guerra virtual
para criar uma internet
fora da rede mundial.

V
E bem assim desse jeito
a ideia foi discutida,
por todos sendo aprovada
tão oportuna medida.
O bloco se encheu de orgulho
e a Dilma foi aplaudida.

VI
E assim logo teremos
uma rede soberana
para proteger o país
da espionagem americana:
começou a ser criada
a internet bolivariana.



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-O coletivismo é a negação da liberdade, porquanto a sede da liberdade é o indivíduo. Tanto é que a pena mais severa na história da humanidade é a privação da liberdade. A essência da liberdade é una e indivisível e daí a designação do sujeito como "indivíduo".

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“Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada.”



Ayn Rand nasceu em São Petersburgo em 1905